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PublishNews 27/09/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Redação, 27/09/2021

Projeto inclui na Política Nacional do Livro medidas de estímulo à criação, manutenção e atualização de bibliotecas públicas e escolares. Matéria agora segue para o Senado. | © Ascom / MECNa semana passada, a Comissão de Constituição e Justiça e Cidadania (CCJC) da Câmara dos Deputados aprovou o projeto de lei (PL) 11.157/2018, de autoria de Diego Garcia (PODE/PR). O PL altera a Política Nacional do Livro para incluir medidas de estímulo à criação, manutenção e atualização de bibliotecas públicas e escolares. A lei atual prevê que União, estados e municípios consignem em seus orçamentos verbas às bibliotecas para sua manutenção e aquisição de livros. O PL aprovado pela CCJC detalha que as verbas serão destinadas às bibliotecas públicas sob responsabilidade do respectivo ente, inclusive àquelas das escolas públicas de sua rede. O texto altera ainda o Programa Nacional de Apoio à Cultura e o Regime Diferenciado de Contratação Pública para incluir o incentivo à construção, à ampliação e à reforma de bibliotecas públicas entre as prioridades governamentais. A CCJC era a última etapa do PL na Câmara dos Deputados. Agora, a matéria irá para o Senado.

PublishNews, Redação, 27/08/2021

Ler um livro geralmente é uma atividade solitária. Mas um clube de leitura leva a atividade para um novo patamar, sendo capaz de conectar pessoas e ideias, tudo por conta de um livro. Já bem famosos em outros países, os clubes de leitura estão ficando mais populares por aqui também. Mas como se dá a relação entre esses clubes e as editoras? O episódio de número 184 do Podcast do PublishNews quis entender essa conexão. Para isso, nossa equipe recebeu Michelle Henriques, uma das fundadoras do Leia Mulheres, e Nathan Magalhães, editor da Moinhos. O Leia Mulheres vem ganhando destaque nos últimos anos ao dar mais visibilidade para autoras. Com isso, se espalhou por todos os estados do Brasil. No bate papo, eles falam da relação que se criou entre os clubes e as editoras, qual a importância de um clube de leitura, as dificuldades para se manter um, e ainda, pelo lado da editora, como trabalhar suas obras para que possam ser divulgadas nos clubes, e ainda ideias para melhorar essa relação. O Podcast do PublishNews é um oferecimento da MVB, a empresa que torna os seus livros visíveis com serviços como Metabooks e Pubnet, e da UmLivro, novo modelo de negócios para o mercado editorial: mais livros e mais vendas. Você também pode ouvir o programa pelo Spotify, iTunes, Google Podcasts, Overcast e YouTube. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Paulo Tedesco, 27/09/2021

Paulo Tedesco | © Renata AguiarFoi numa conversa com um autor, quando trabalhava longamente no seu livro de crônicas de viagem, feito luz de farol no “mar das ideias”, que me ocorreu: um título é espécie de farol, pois mostra ao leitor mais do que o autor pensa estar mostrando, e ao leitor o que ele mesmo pensa estar lendo. Talvez soe clichê, não sei, porém puxou uma curiosa linha neste labirinto de pensamentos sobre o mundo editorial.. Sistemas como os da Amazon, Bibliomundi, Hotmart e outros tantos, que se somam às várias editoras a oferecer serviços de autopublicação, e ao fato de muitos considerarem o formato PDF como livro (algo bem discutível), estão provocando espécie de onda tsunâmica (palavra da moda e boa de escrever), a devastar e não menos confundir, o mundo da leitura e do conhecimento. Pois para todos esses parece muito fazer falta um editor, e como. Faz falta aprender a ajudar o inadvertido autor que sobe, imediatamente, um e-book à venda e ao público, ou se utiliza da impressão por demanda, sem ter qualquer mediação de um editor ou de um terceiro, pouco mais conhecedor dos meandros editoriais. E como prova, basta um olhar nas capas e títulos autopublicados, quanta coisa boa desperdiçada. Pode-se alegar que o autor se esmerou, revisou inúmeras vezes, e o que temos autopublicado é ainda a matéria primeira, como bem observa a crítica genética literária (recomendo estudos no assunto, é bárbaro) sobre os manuscritos de autores reconhecidos. Mas retrabalho por retrabalho, não basta. Retrabalho com criatividade e substancialmente em direção ao leitor é indispensável e exclusivo do mundo do livro. Aliás, Charles Kiefer, grande professor e muito bom escritor, certa vez nos repassou um mantra: devemos escrever e publicar o melhor possível para que a lei da gravidade não vença, ou seja, um texto ou livro mal escrito e mal editado, sim derruba o livro da mão do leitor. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra deste artigo.

PublishNews, Redação, 27/09/2021

A coluna Painel das Letras desse final de semana deu destaque para a Balada Literária, evento anual que reúne autores e leitores para discutir sua paixão por literatura e que terá uma edição em formato diferente esse ano. De 17 a 21 de novembro, o evento vai ter encontros e shows presenciais, com a atenção devida a cuidados sanitários, em locais como a paulista Barra Bonita — cidade natal da poeta Geni Guimarães, uma das homenageadas desta edição, que abrirá o evento com poesia e música — e Luanda, capital angolana, que sediará uma roda de conversa no Centro Cultural Brasil-Angola. Os dois eventos terão transmissão virtual simultânea, para quem quiser acompanhar de longe. Também deve haver uma roda de poesia presencial em Moçambique e programação em cidades como Brasília, Teresina, Salvador e São Paulo, seguindo uma tendência de descentralização que já acontece há alguns anos. Entre as participações já confirmadas, estão artistas como Eliane Potiguara, também homenageada, Ondjaki, Julie Dorrico e Divina Valéria. A coluna comandada por Walter Porto contou também que Elas marchavam sob o sol, mais recente romance de Cristina Judar, será traduzido para o árabe e publicado pela editora egípcia Sefsafa — no Brasil, o livro saiu pela Dublinense. Já a coluna da Babel adiantou que a CBL divulga no dia 09 de novembro os primeiros finalistas do Prêmio Jabuti. No dia 16, sai a segunda lista e a premiação será no dia 25, on-line. O G1 deu destaque para a Livraria Clube da Leitura, a única livraria física da terra de Carlos Drummond de Andrade e que corre o risco de fechar as portas. A empresa resolveu fazer uma campanha de financiamento coletivo para resistir e até às 19h deste sábado (25), tinha arrecadado R$ 2,7 mil dos R$ 45 mil de meta. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 27/09/2021

A Amazon acaba de lançar Leituras Rápidas, uma coleção mensal de textos curtos e inéditos de ficção e não ficção escritos por 13 escritores brasileiros contemporâneos. Entre eles estão nomes como o cantor e autor Gabriel O Pensador, as autoras de sucesso Nana Pauvolih e Tatiana Amaral, e a consultoria financeira Suno Research. Uma vez por mês, os autores participantes lançarão novos contos ou crônicas abordando temas como Negócios, Viagens, e Esportes, além de Romance e Poesia. Todas as obras estarão disponíveis para assinantes do Kindle Unlimited e parte do conteúdo também estará disponível para assinantes Prime. Para os demais consumidores, os e-books da coleção Leituras Rápidas podem ser adquiridos individualmente por R$ 5,99.

PublishNews, Redação, 24/09/2021

A Editora do Brasil lançou, no último mês, seu novo portal de literatura, o Livríssimo, uma resposta ao aumento da participação e preocupação das famílias com a educação de seus filhos. O objetivo é ter um canal de diálogo com os pais e responsáveis, para contribuir com a tarefa de formar leitores e assim, pensar além das escolas e educadores. “Enxergamos a possibilidade de nos comunicarmos não apenas com a comunidade escolar, pois precisamos estar também ao lado das famílias, nesse processo de construção de novos leitores e na formação contínua desses indivíduos”, explica Léo Harrison, supervisor de negócios digitais da editora. O portal conta com informações sobre os lançamentos da Editora do Brasil e os demais livros, assim como conteúdos voltados para as famílias dos futuros leitores. No site, o público encontrará resenhas de obras literárias, atividades lúdicas e didáticas, e ainda conteúdo para os pais que querem incentivar a discussão de assuntos importantes com seus filhos por meio da leitura. Na categoria “pais”, por exemplo, existem textos com dicas sobre como abordar temas como racismo, ou então de que forma autores brasileiros do passado ainda influenciam na sociedade atualmente.

PublishNews, Redação, 27/09/2021

Em Vozes de batalha (Tusquets, 304 pp, R$ 54,90), Marina Colasanti traz um retrato da sociedade carioca das décadas de 1920-40, tendo como ponto focal a intimidade do casal Henrique Lage e Gabriella Besanzoni. Ele, brasileiro e um dos maiores magnatas de nossa história, grande empreendedor e responsável por avanços significativos na infraestrutura do país em seu tempo. Ela, italiana e cantora lírica, contralto de enorme sucesso na Europa e na América Latina. Juntos, moldaram o círculo social e cultural da então capital do Brasil, vivendo naquele que hoje é um dos cartões postais mais emblemáticos do Rio de Janeiro: o Parque Lage, à época Quinta Gabriella, palacete construído por Henrique para sua amada. Marina, sobrinha-neta de Gabriella, mudou-se para o Brasil – e para o palacete – em 1948. Considera este livro “o cumprimento de uma promessa nunca feita”, seu “testemunho de gratidão” a essa mulher que foi Gabriella Besanzoni.

PublishNews, Redação, 27/09/2021

As aventuras da China Iron (Moinhos, 176 pp, R$ 65 - Trad.: Silvia Massimini Felix) conta o renascer de Iron, mulher mestiça que escapa do marido acompanhada da cadela Estreya. Elas encontram Liz, uma inglesa com quem cruzarão a pampa argentina rumo ao delta do rio Paraná. Tudo nesta narrativa é intensificado sob a luz pampeana: cores, saberes-sabores, o amor lésbio, a linguagem prismática e a comunicação interespécies. A paródia do Martín Fierro, livro fundador da literatura argentina, alcança aqui seu princípio modernizador: uma relação dialética faz do modelo um antimodelo ao criar sentidos textuais novos e muito além da imitação. Escrito por Gabriela Cabezón Cámara, o livro recebeu de seus contemporâneos o reconhecimento imediato por parte de críticos e público. Causou furor na Argentina entre 2017 e 2019 e em 2020 esteve entre os finalistas do International Booker Prize.

“Palavra puxa palavra, uma ideia traz outra, e assim se faz um livro, um governo, ou uma revolução.”
Machado de Assis
Escritor brasileiro (1839-1908)
1.
Desistir? Nem pensar!
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Destrave a sua vida e saia do rascunho
4.
Mentirosos
5.
Vermelho, branco e sangue azul
6.
DNA da cocriação
7.
A arte de encantar clientes
8.
Os sete maridos de Evelyn Hugo
9.
Amor & gelato
10.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
 
PublishNews, Redação, 27/09/2021

Em O mapeador de ausências (Companhia das Letras, 288 pp, R$ 54,90), novo livro de Mia Couto, Diogo Santiago é um intelectual moçambicano respeitado e de muito prestígio. Professor universitário em Maputo e poeta, ele volta pela primeira vez em anos à Beira, sua cidade natal, às vésperas do ciclone que a arrasou em 2019, para receber uma homenagem de seus conterrâneos. Mas o regresso à Beira é também o regresso a um passado longínquo, à sua infância e juventude, quando Moçambique ainda era uma colônia portuguesa. Menino branco, ele é filho de um pai jornalista e poeta, e de uma mãe absolutamente prática e com os pés no chão. Do pai, recorda das viagens que fez com ele ao local de terríveis massacres cometidos pela tropa colonial, da perseguição e prisão pela polícia política, a Pide, e, sobretudo, de seu amor pela poesia. Entre vivos e mortos, Santiago revisita os personagens que fizeram parte de sua história.

PublishNews, Redação, 27/09/2021

Última obra de Stefan Zweig, O livro do xadrez (Fósforo, 88 pp, R$ 49,90 – Trad.: Silvia Bittencourt), foi escrito durante seu exílio no Brasil e enviado ao editor americano poucos dias antes do suicídio do autor, em 1942. Essa novela é também o único texto em que o escritor austríaco de origem judaica aborda diretamente o tema do nazismo, por meio de sua mirada psicológica característica. Na obra, a bordo de um navio que deixa Nova York com destino a Buenos Aires, o narrador descobre que entre os passageiros encontra-se Mirko Czentovic, campeão mundial de xadrez, homem arrogante e pouco sociável que parece ter no jogo o único meio de se relacionar com os outros. A curiosidade com essa figura reservada e a competitividade natural entre homens conspiram para que em poucos dias de viagem se dê o embate entre o enxadrista e um exército de diletantes orgulhosos, empenhados em derrotar o grande. Até que entra em cena uma figura inesperada. Como um sujeito discreto e de passado obscuro, que diz nunca ter tocado num tabuleiro de xadrez, é capaz de dominar as nuances do jogo, e a que custo ele foi introduzido às artes da estratégia, são o coração dessa história, que já recebeu duas adaptações para o cinema e inspirou inúmeras peças de teatro e até uma ópera.

 
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