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PublishNews 13/08/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews+, Leonardo Neto, 13/08/2021

A varejista publicou, nesta quinta-feira (12), o edital que traz as regras para o leilão de parte de sua operação | © Redes sociais da empresaPela terceira vez, Saraiva tenta vender parte de sua operação. A varejista publicou, nesta quinta-feira (12), o edital que traz as regras para o leilão. A disputa deve ocorrer no próximo dia 14 e a varejista pretende apurar pelo menos R$ 113,5 milhões por parte de suas lojas ou R$ 90 milhões pelo seu e-commerce. Na primeira tentativa de venda, a Saraiva pedia R$ 189,1 milhões pelas lojas e R$ 150 milhões pelo site. Pelo plano de recuperação aprovado pelos seus credores em fevereiro, a empresa quer usar parte desse dinheiro para fazer caixa e outra para saldar parte de suas dívidas. É a terceira vez que a Saraiva realiza o leilão. Nas duas primeiras rodadas, não houve interessados na compra. A íntegra desta nota está no PublishNews+, a área exclusiva para assinantes do PN. Os artigos estão disponíveis gratuitamente na plataforma e para acessá-los é preciso fazer um cadastro prévio clicando aqui. Com o cadastro feito e logado na plataforma, você poderá ler o artigo clicando aqui.

PublishNews, Leonardo Neto, 13/08/2021

O casal Gabriel Dearo e Manu Digilio ganhou destaque ao estrear com novo livro na segunda posição do Ranking Geral | © DivulgaçãoA semana era a do Dia dos Pais, mas quem ganhou destaque foi um livro para a meninada. O livro interativo da franquia As aventuras de Mike (Outro Planeta), do casal Gabriel Dearo e Manu Digilio, conquistou o segundo lugar do Ranking Geral, com 2.213 cópias vendidas na semana. A obra conquistou também a primeira posição de Infantojuvenil. Na Geral, perdeu só para o terceiro volume de Batman/Fortnite (Panini), de Christos Gage, que somou mais 2.491 exemplares para a sua conta. Mentirosos (Seguinte), de E. Lockhart, que se agarrou ao pódio e não solta mais, ficou em terceiro, com 1.936 exemplares vendidos. Além do novo de Gabriel e Manu, a lista trouxe outras seis novidades. Em Não Ficção, o destaque foi para Ney Matogrosso - A biografia (Companhia das Letras), de Julio Maria. O lançamento ficou na posição de número seis, com 762 cópias vendidas. O livro é resultado de cinco anos de pesquisa sobre uma das figuras mais transformadoras da cultura popular brasileira. Ainda em Não Ficção, Crônicas de pai (Intrínseca), de Leo Aversa, apareceu em 15º lugar, com 287. No livro, o fotógrafo mostra o seu lado escritor e apresenta uma coletânea de histórias que provam que ser pai é um aprendizado e que ser filho é um talento. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da Lista dessa semana.

PublishNews, Suzana Vargas, 13/08/2021

Cora Coralina | © DivulgaçãoNão. Não estive no palco com Anna Lins dos Guimarães Peixoto, nossa Cora Coralina, mas sentada no chão muito próxima dela. Quando a vi pela primeira e única vez, Cora estava acomodada no centro de um teatro lotado e eu ainda não sabia quem era aquela senhora de 93 anos, talvez com menos de 1m50, pele trigueira, olhos miúdos e sorridentes, cabelos puxados em coque de vovozinha. Não, também não estive em Goiás Velho onde ainda irei, mas para escrever sobre o assunto desta memória, talvez isso não faça tanta falta. Voltando ao início, fui expectadora atenta de sua performance no Teatro Ruth Escobar, em São Paulo, por ocasião do 1º Festival Nacional das Mulheres na Artes, evento que reuniu, em 1982, mais de 10 mil participantes nacionais e internacionais, promovendo 600 espetáculos onde as mulheres eram protagonistas. Era o mês de setembro e foi minha primeira viagem na chamada “selva de pedra”. Àquela altura eu já tinha tido meu primeiro livro de poemas editado e andava às voltas com a publicação do segundo. Foi uma viagem de grandes descobertas, quando conheci pessoalmente alguns escritores e artistas já famosos e com os quais, no futuro, eu viria a ter algum tipo de proximidade, como Lya Luft, Marina Colasanti, Adélia Prado, Renata Pallotini, o casal Alice Ruiz & Paulo Leminski, estes dois últimos apresentados pela poeta Astrid Cabral. Mas voltemos ao palco; lá estava Cora Coralina, sentada, lendo seus poemas e contando para nós um pouco de suas histórias de vida, de como teve coragem de resistir, coexistir e transistir nas palavras de Oswaldino Marques, seu primeiro prefaciador. Falava com tranquilidade sobre sua vida de lutas contra os preconceitos numa pequena cidade, onde o fato de escrever e publicar livros gerava controvérsias familiares, a ponto de ser impedida pelo marido de participar da Semana de Arte Moderna para a qual havia sido convidada. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta coluna.

PublishNews, Redação, 13/08/2021

Amanda Gorman | © Chairman of the Joint Chiefs of Staff / Wiki CommonsA Penguin Random House anunciou esta semana a sua parceria com Amanda Gorman, que ficou conhecida por recitar um poema na posse do presidente dos EUA, Joe Biden. Juntos, Gorman e PRH irão lançar o Prêmio Amanda Gorman de Poesia, um novo prêmio de escrita criativa focado no gênero poesia para alunos do ensino médio. O principal objetivo é reconhecer um aluno por uma composição literária original em inglês para a poesia. Alunos que estão no último ano do ensino médio, frequentam escolas públicas em todos os territórios dos EUA e planejam frequentar a faculdade são incentivados a se inscrever. O primeiro lugar receberá um prêmio de U$ 10 mil. Por aqui, a Intrínseca vai publicar três livros de Gorman: Canção da mudança, em setembro; e The hill we climb: An inaugural poem – que traz só o poema The hill we climb – e uma coletânea de poemas chamada Call us what we carry, ambos em dezembro.

PublishNews, Redação, 13/08/2021

O estado da Bahia abrigou uma das maiores confluências de negros escravizados do Brasil colonial, junto com Rio de Janeiro e Pernambuco. Nenhum outro, porém, tem a herança africana tão flagrante em sua cultura e população. O que teria acontecido, sobretudo na capital, Salvador, de diferente dos demais lugares brasileiros que também passaram pelo processo de colonização perverso calcado na escravidão? Em Bahia de todos os negros (Intrínseca, 224 pp, R$ 59,90), Fernando Granato correlaciona a preservação da ancestralidade africana na Bahia à altivez conquistada à força pelo povo negro. Salta aos olhos a grande quantidade de revoltas e rebeliões da população escravizada e dos afrodescendentes livres que marcou a história do estado ― em comparação com outros territórios onde a população cativa também era numerosa, os registros baianos são surpreendentemente maiores. Tomando como fio condutor dois personagens cuja história de vida se entrelaça à dos levantes ― o notório abolicionista Luiz Gama e sua mãe, Luíza Mahin, pouquíssimo estudada devido à falta de documentos que atestem sua trajetória ―, o autor monta uma narrativa cronológica que não se atém apenas aos fatos, mas também explora seus contextos, cenários e personagens, a fim de aproximar ao máximo o dado histórico da vivência real.

PublishNews, Redação, 13/08/2021

À procura deles (Benvirá, 320 pp, R$ 49,90) traz à tona personagens importantes para a história brasileira que caíram no esquecimento: os negros e mestiços que alcançaram papéis de destaque, mesmo nos tempos mais difíceis do Brasil Colônia e Primeira República. Para o livro, Mary del Priore fez uma pesquisa detalhada nos registros históricos do País e escolheu personagens negros que, ao romperem abarreira do preconceito, mudaram os rumos de suas próprias vidas e foram protagonistas na sociedade da época. São magistrados, médicos, jornalistas, engenheiros e um presidente da República, Nilo Peçanha, que assumiu o cargo no início do século XX. Esta obra apresenta homens e mulheres que inspiraram - e que podem inspirar - gerações de brasileiros, sem ignorar a história de quem sofreu e ainda sofre com as graves consequências da escravidão. Trata-se de um registro necessário, contado com excelência por Mary del Priore.

PublishNews, Redação, 13/08/2021

Fluxo e refluxo (Companhia das Letras, 976 pp, R$ 129,90 – Trad.: Tasso Gadzanis) é resultado de quase 20 anos de pesquisa de Pierre Verger. O detalhado e criterioso estudo foi apresentado pela primeira vez na Sorbonne, em 1966, como a tese de doutorado do antropólogo e etnólogo francês. Lançada no Brasil apenas em 1987, a obra rapidamente se tornou um marco historiográfico: a partir de levantamentos feitos na costa da África e de cartas do negreiro José Francisco dos Santos, conhecido como Alfaiate, Verger reconstrói a rota de compra e venda de escravos entre a Bahia e o golfo do Benin no período da colonização portuguesa, e recupera os desdobramentos culturais dessa relação comercial. Essa nova edição tem posfácio de João José Reis.

PublishNews, Redação, 13/08/2021

Com a experiência de participar de forma ativa do cinema pernambucano, a figurinista Ana Cecília Drumond assumiu o desafio de pensar o audiovisual pela perspectiva do figurino. Através da Lei Aldir Blanc, ela desenvolveu o livro Roupa de Cinema (Vacatussa, 234 pp, e-book gratuito). A obra é estruturada em duas partes: a primeira, mais prática, traz depoimentos de profissionais do figurino. E a segunda, mais teórica, com a reunião de três artigos assinados por pesquisadores do assunto. Os depoimentos foram colhidos por meio de entrevistas realizadas em fevereiro deste ano, por Ana Cecília e Julio Cavani, com dez figurinistas do cinema pernambucano. Na lista, há desde profissionais do início da retomada do cinema local, como Beto Normal, Andrea Monteiro e Paulo Ricardo; a figurinistas em início de carreira, a exemplo de Babi Jácome e Libra. Pela perspectiva do figurino, o livro Roupa de cinema monta um amplo panorama do cinema pernambucano realizado nas últimas três décadas, com referência a um total de 59 produções audiovisuais feitas no estado.

“A pessoa que lê – e que escreve – tem uma possibilidade de entender o outro e de se entender maior do que se não o fizesse.”
Elvira Vigna
Escritora brasileira (1947-2017)
1.
Batman/Fortnite Vol. 03
2.
As aventuras de Mike - O livro interativo
3.
Mentirosos
4.
Escravidão -Vol 2
5.
Mais esperto que o diabo
6.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
7.
Vermelho, branco e sangue azul
8.
Torto arado
9.
O poder da autorresponsabilidade
10.
Do mil ao milhão
 
 
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