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PublishNews 22/07/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Leonardo Neto e Talita Facchini, 22/07/2021

O Itaú Cultural e o Datafolha atualizaram a sua pesquisa nacional sobre os hábitos culturais dos brasileiros durante a pandemia. A primeira rodada da pesquisa aconteceu em setembro de 2020. Em resumo, o estudo apontou que houve aumento no consumo de atividades culturais no ambiente on-line durante a pandemia e a maioria dos respondentes disseram que pretendem manter o hábito após a volta à normalidade. O estudo ouviu 2.276 pessoas entre os dias 10 de maio e 9 de junho de todas as regiões geográficas, considerando também todas as classes sociais. O estudo revela que o consumo de apresentações artísticas de teatro, dança e música disparou. No ano passado, 20% dos indivíduos diziam que consumiam este tipo de atividade no ambiente on-line. Este ano, o índice dobrou e subiu para 40%. A leitura digital também ganhou terreno. Houve um salto de 36% para 40% daqueles que declararam ter lido livros digitais durante a pandemia. Ao serem questionados quais atividades mais sentiram falta, os respondentes colocaram as bibliotecas em terceiro lugar. Vinte e um por cento deles citaram esses equipamentos culturais. Saraus de poesia, literárias ou musicais aparece com índice de 8%. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Leonardo Neto, 22/07/2021

Nesta quarta-feira (21), ao participar do seu primeiro compromisso na Residência Literária Virtual Flipoços Camões, a escritora portuguesa Teolinda Gersão revelou que a Oficina Raquel prepara o lançamento de O regresso de Júlia Mann a Paraty. O livro foi criado por Teolinda a partir da história de Julia Mann, nascida Júlia da Silva Bruhns, na cidade fluminense de Paraty, e mais tarde foi ser mãe do romancista alemão Thomas Mann, Nobel de Literatura de 1929. Na sua primeira participação na Residência Literária, Teolinda lembrou que as últimas palavras de Júlia, no seu leito de morte, foram em português. A partir disso, a escritora imaginou o retorno de Júlia a sua cidade natal. O resultado é o conto que dá nome ao livro, que reúne ainda outros dois textos de Teolinda que, de alguma maneira, se entrecruzam, desvendando o mundo interior das personagens que aparecem nas histórias. O livro deve chegar às livrarias em outubro. Ao longo dos próximos 20 dias, Teolinda estará ao lado do também português Joel Neto nesta residência literária virtual. A ideia é que, ao final, eles entreguem textos inéditos ambientados na cidade mineira de Poços de Caldas. O PublishNews está acompanhando o desenrolar dessa residência literária no seu recém-lançado laboratório de mídia, o DNA PublishNews. Para o projeto, foi construída uma casa onde Teolinda e Joel estão virtualmente hospedados. Ali, eles já falam sobre diversos aspectos das suas vidas e obras. Para acompanhar o projeto, clique aqui.

PublishNews+, Redação, 22/07/2021

O PublishNews+, área exclusiva para assinantes do PN, tem adiantado, semanalmente, os livros que só chegarão às livrarias daí a 45 dias. O serviço, chamado de Próximo Capítulo, é realizado graças a uma parceria com a MVB / Metabooks e tem por objetivo municiar livreiros de informações do que está no prelo das editoras. Nessa semana, o Próximo Capítulo traz as novidades que chegarão às livrarias entre os dias 05 e 11 de setembro. Entre as novidades, estão o terceiro volume de História da vida privada no Brasil (Companhia de bolso), organizado por Nicolau Sevcenko; Contra a moral e os bons costumes: A ditadura e a repressão à comunidade LGBT (Companhia das Letras), de Renan Quinalha, e As confidências de Arsène Lupin (Clássicos Zahar), de Maurice Leblanc. Ao todo, o Próximo Capítulo dessa semana traz outras cinco novidades. Clique aqui para conferir todas elas. Por enquanto, o Próximo Capítulo está aberto para todos os que se cadastrarem na plataforma, mas em breve, o serviço ficará exclusivo para os assinantes do PN+. A nova seção se soma a outros serviços oferecidos aos assinantes do PN+, como o Radar de Licitações e o Apanhadão Diário. Clique aqui para saber como ser um assinante do PN+.

PublishNews, Redação, 22/07/2021

A feira de publicações independentes Miolo(s), realizada pela Lote 42, está com inscrições abertas. Até o dia 12 de agosto, artistas, coletivos e editoras interessadas devem preencher um formulário no site oficial do evento. Em uma edição dedicada à sua memória, a Miolo(s) acontecerá nos dias 6 e 7 de novembro por meio de transmissões ao vivo no Instagram e 100 participantes serão selecionados para a feira. Criada em 2014, é a segunda edição da feira no ambiente virtual. Porém, desta vez algumas atividades se darão novamente na Biblioteca Mário de Andrade, em São Paulo, sede do evento. É o caso do ciclo Fala Miolo(s) – com palestras sobre arte gráfica, produção e circulação – que será gravado na biblioteca. Lá também ocorrerá uma exposição sobre o artista gráfico baiano Flavio Oliveiras, que morreu neste ano em decorrência da covid-19. Flavão, como era conhecido, participou do Fala Miolo(s) no ano passado.

PublishNews, Redação, 22/07/2021

A Biblioteca Pública do Paraná lançou essa semana a segunda edição do Prêmio Biblioteca Digital. Criado para fomentar a produção e circulação de livros inéditos no formato de e-book, o concurso literário vai selecionar obras em quatro categorias: Romance, Conto, Poesia e Infantil. Em 2020, mais de 1,2 mil trabalhos foram enviados por autores de todo o Brasil. A novidade deste ano é um aumento no valor da premiação. Os três primeiros colocados de cada categoria receberão R$ 15 mil (primeiro lugar), R$ 10 mil (segundo lugar) e R$ 5 mil (terceiro lugar). Já os 12 livros vencedores formarão uma coleção e serão disponibilizados para download gratuito no site da Biblioteca Pública do Paraná. As obras concorrentes serão avaliadas por uma comissão julgadora formada por oito membros (dois em cada categoria) e o resultado do concurso será divulgado em dezembro. As inscrições, on-line e gratuitas, devem ser feitas por meio de um formulário disponível no site da BPP até o dia 3 de setembro. O edital completo você encontra clicando aqui.

PublishNews, Redação, 22/07/2021

Em A (des)educação do negro (Edipro, 128 pp, R$ 31,90 – Trad.: Naia Veneranda Gomes da Silveira), o historiador Carter Godwin Woodson aponta que os currículos escolares são baseados na cultura eurocêntrica, desprezando a história e a cultura africana. Com exemplos práticos e soluções, Woodson demonstra que esse sistema não prepara o estudante negro para o sucesso e, além disso, o impede de criar uma identidade própria, doutrinando-o para que assuma uma posição de pária social. A (des)educação do negro é um manual para que se liberte a mente do menosprezo pela ancestralidade africana, é um dedo apontado para um sistema, até hoje, ainda racista, uma obra fundamental para todos. A atual edição conta com prefácio assinado pelo rapper e escritor Emicida, que incorpora ao debate coletivo suas experiências pessoais.

PublishNews, Redação, 22/07/2021

A pauta antirracista é hoje mundialmente tão importante quanto o combate à própria pandemia. A obra Conversas desconfortáveis com um homem negro (LeYa, 240 pp, R$ 39 – Trad.: Marina Vargas) é um convite a todos aqueles interessados em conhecer mais tudo a que as pessoas negras estão diariamente submetidas – discriminação, desigualdade e violência, tanto em suas formas mais evidentes e abomináveis quanto nas mais veladas, subjacentes e estruturais. O comentarista esportivo nigeriano-americano Emmanuel Acho, um homem negro, acredita que a solução para o racismo, que ultrapassa as fronteiras dos países, é a empatia, só alcançada com informação. Ele então decidiu criar um “espaço seguro” para responder a perguntas – complexas e simples, insensíveis e consideradas tabu – que muitas pessoas hoje em dia têm medo de fazer e cujo entendimento profundo é a chave para combatermos o preconceito e a desigualdade. Conversas desconfortáveis com um homem negro nasceu de uma websérie idealizada por Acho, que estreou em junho de 2020 e fez sucesso na internet. Foram mais de 17 milhões de visualizações e quase 500 mil inscritos no canal de Emmanuel no YouTube. Essa websérie foi “descoberta” por Oprah Winfrey e transformada em livro em tempo recorde. Publicado em novembro de 2020, no selo An Oprah Book, da editora Flatiron, o livro chegou à lista dos mais vendidos em apenas duas semanas, virou best-seller do New York Times.

PublishNews, Redação, 22/07/2021

Publicada no Brasil pela primeira vez em 1994, a coletânea de ensaios Questão de raça (Companhia de Bolso, 144 pp, R$ 29,90 - Trad.: Laura Teixeira Motta) logo se tornou um clássico. Nela, o sociólogo norte-americano Cornel West, referência nos estudos de raça nos EUA, reflete sobre temas como a crise de liderança na comunidade negra, os mitos sobre a sexualidade dos negros e o legado de Malcolm X. Passados mais de 20 anos, as ideias de West continuam relevantes e provocadoras, e são um chamado à luta por todo o mundo. Com um novo prefácio e uma nova introdução, que destacam, entre outros pontos, a importância dos movimentos que têm tomado as ruas nos últimos anos, Questão de raça encontra esperança na resistência coletiva e nos convida a construir uma democracia multirracial para este milênio.

“Ler é flutuar a esmo na íris da eternidade, com esperança, de preferência.”
Leandro Karnal
Historiador, professor e escritor brasileiro
1.
Mentirosos
2.
Vermelho, branco e sangue azul
3.
Torto arado
4.
Escravidão -Vol 2
5.
Mais esperto que o diabo
6.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
7.
Do mil ao milhão
8.
Desobedeça
9.
Devocionário do sangue de Jesus
10.
Corte de espinhos e rosas
 
PublishNews, Redação, 22/07/2021

Por que a questão da raça permeia grande parte do nosso universo moral e político? Por que um ciclo perpétuo de escravidão – em todas as suas formas: política, intelectual e cultural — continua a definir a experiência da negritude? E por que a violência contra os negros é um traço predominante em todo o mundo? Essas são apenas algumas das questões que a obra Afropessimismo (Todavia, 400 pp, R$ 84,90 – Trad.: Rogésio W. Galindo e Rosiane Correia de Freitas) levanta. Combinando rigor filosófico com uma torrente de memórias, Frank B. Wilderson apresenta as bases de um movimento intelectual – o afropessimismo – que vê a negritude pelo prisma da escravidão perpétua. A partir de clássicos da literatura, do cinema, da filosofia e da teoria crítica, ele mostra que a construção social da escravidão, vista pelas lentes da subjugação dos negros, não é uma relíquia do passado, mas um mecanismo que alimenta nossa civilização.

 
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