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PublishNews 09/03/2021
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Talita Facchini, 09/03/2021

A Ediouro, grupo que reúne a Nova Fronteira, Agir, Coquetel, Pixel e Petra, se prepara para lançar, no primeiro semestre deste ano, um novo selo editorial, a Trama. A ideia da editora é trazer para o mercado brasileiro os melhores thrillers e histórias de fantasia internacionais, com obras de nomes mundialmente consagrados até criações de autores estreantes. Para a criação da Trama, a equipe da Ediouro passou quase dois anos num trabalho de prospecção. Nesse tempo, foram avaliados cerca de 500 títulos e 22 deles já foram adquiridos. "Não pretendemos trazer para nossos leitores um livro que seja menos do que excelente", adianta André Marinho, editor do selo. "A isso somamos uma identidade visual vibrante, que acompanha desde a logo ao design do produto final, criando uma experiência de leitura ainda mais prazerosa e convidativa", acrescenta. Com o slogan "Pode entrar", a ideia é que o selo atue como um convite à leitura, aos livros e a quem não tem o costume de ler. Além disso, a Trama tem como parceira a editora argentina recém-criada, Trini Vergara Ediciones, especializada em obras dos mesmos gêneros. As duas editoras vêm trabalhando de forma colaborativa na construção do catálogo, trocando informações sobre títulos de destaque e traçando juntas estratégias de marketing. "Nossos thrillers são selecionados depois de lermos centenas de originais. Elegemos somente os melhores, os que nos dão algo além de algumas horas de evasão", explica Trini. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota, que conta ainda com uma entrevista extra com André Marinho.

PublishNews+, Jaime Mendes, 09/03/2021

Em novo artigo na seção 'Notícias d'Além Mar', Jaime Mendes fala sobre os três programas de apoio à publicação de Portugal | © Bernardo Lorena Ponte / UnsplashEm novo artigo para a sua seção "Notícias d'Além Mar", Jaime Mendes fala sobre os programas de apoio à publicação mantidos pela Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), de Portugal, e destaca o programa específico para o mercado brasileiro. Jaime explica que o objetivo é divulgar no estrangeiro a literatura e a ilustração portuguesas e os seus autores. Além de autores portugueses, podem participar do programa criadores dos países de língua portuguesa (à exceção do Brasil): Angola, Moçambique, Cabo Verde, Guiné-Bissau, São Tomé e Príncipe e Timor. O programa está aberto tanto para escritores clássicos quanto contemporâneos e para todas as formas de criação literária: poesia, ficção, ensaio literário e infanto-juvenil. Ilustradores que residem ou exercem atividades profissionais em Portugal também são contemplados nos programas. A DGLAB apoia financeiramente, arcando com parte dos custos de produção, esses projetos. Saiba como acessar esses recursos na coluna de Jaime, que está disponível no PublishNews+, área exclusiva para assinantes do PN.

PublishNews, Redação, 09/03/2021

O Livroh, plataforma de livros digitais voltada para usuários de planos de telefonia móvel da Claro, Vivo e Algar no Brasil, fechou parceria com a Bookwire que passará a distribuir aproximadamente 20 mil títulos pelo canal. “Nossa ideia é que a gente carregue os livros por lote, totalizando no aplicativo, aproximadamente, 25 mil livros. O primeiro lote já começou a ser disponibilizado, com cerca de 2 mil livros”, explica Rodrigo Matos, diretor de Negócios da Verisoft, empresa-mãe da Livroh.

PublishNews, Redação, 09/03/2021

A HarperCollins está à procura de um(a) editor(a) PJ de livros nacionais, em seu escritório em São Paulo, e um(a) editor(a) PJ de livros estrangeiros, no Rio de Janeiro. Os requisitos para ambos os cargos são experiência editorial, inglês avançado e graduação em Produção Editorial, Letras, Comunicação Social, Jornalismo ou áreas correlatas. O contratado da vaga de editor de livros nacionais será responsável pela edição de livros de ficção e não ficção nacionais e lusófonos, análise de originais, participação do processo de produção e contato com fornecedores. Já as funções do editor de livros estrangeiros incluem edição de livros de ficção e não ficção estrangeiros, contato com fornecedores e participação em todo o processo de produção. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail oportunidadesrh@harpercollins.com.br até o dia 22 de março

PublishNews, Redação, 09/03/2021

Começou esta semana, a segunda edição da Feira Virtual da Abeu. Até o dia 17 de março, 65 editoras associadas à Associação Brasileira de Editoras Universitárias e mais 24 editoras latino-americanas (da Argentina, Colômbia, Equador, México e Peru) participarão do evento oferecendo descontos de 30 a 50%. Além disso, a feira contará também com palestras on-line e bate-papos com autores. A programação completa você confere clicando aqui. Assim como na primeira edição do evento, o site da feira tem como objetivo se aproximar ao máximo de uma experiência presencial. O leitor pode visitar todos os expositores e seus catálogos, e a compra de cada título é realizada diretamente com cada editora.

PublishNews, Redação, 09/03/2021

Desde que surgiu, na primeira edição da Flip, em 2003, o Educativo Flip tem como objetivo atender as crianças e jovens de Paraty e do entorno, a partir de programas culturais, socioeducativos. “Em 2021, diante da pandemia e os prejuízos na formação e socialização com as escolas fechadas, criamos caminhos alternativos para entender este momento e estimular aprendizados”, conta Belita Cermelli, diretora de Cultura e Educação da Flip. Um deles, começa nesta terça-feira (9): um ciclo de conversas pensado separadamente para cada público, um “esquenta” para a programação oficial prevista para o final do ano. Com curadoria e mediação de Gabriela Gibrail e Verônica Lessa, o Esquenta Flipinha 2021 terá duas lives com a presença de autores e ilustradores relevantes no cenário atual, além de professoras da rede pública de ensino de Paraty. A segunda live do dia, às 14h, terá Anna Claudia Ramos e Camilo Martins na mesa Entre linhas e traços: Como nasce uma história. Já na FlipZona, o Esquenta contará com a participação de jovens convidados que protagonizam duas mesas de conversas. Na primeira delas, às 18h, quatro jovens falarão sobre os impactos psicológicos e emocionais da pandemia nas juventudes. A programação completa você encontra aqui. O projeto Esquenta Flipinha e FlipZona é on-line e gratuito e é uma realização do Educativo Flip. As transmissões serão feitas pelo canal da Flip no YouTube.

PublishNews, Redação, 09/03/2021

Qualquer um reconhece de longe que major Policarpo Quaresma é um nacionalista genuíno. Suas idas diárias à padaria francesa e óculos em estilo europeu não abalam sua fama. Nem mesmo o fato de que seu título de major não se deu por mérito militar, e sim por costume. Não há nada ou ninguém capaz de impedi-lo de se proclamar o bastião dos mais tradicionais costumes de nossa terra. Se o violão é o mais brasileiro dos instrumentos, e as modinhas, o mais nacional dos ritmos, serão essas as novas obsessões do major. Se os Tupinambás choravam ao encontrar pessoas queridas para demonstrar saudades, nada mais natural que encontrar Policarpo aos prantos. Publicado originalmente em folhetim, em 1911, O triste fim de Policarpo Quaresma (Antofágica, 432 pp, R$ 49,90), de Lima Barreto, é essencial para compreender um Brasil que, embora buscasse criar uma identidade nacional para a recém-declarada República, trazia intactas muitas das características da antiga sociedade colonial. A nova edição da Antofágica, além de ilustrações de João Montanaro e apresentação de Criolo, contou com notas e ensaio crítico de Jorge Augusto (IFbaiano), pesquisador de Lima Barreto, além de texto da especialista em literatura negro-brasileira Fernanda Felisberto (UFRRJ) e um ensaio poético de Ferréz.

PublishNews, Redação, 09/03/2021

Mowgli, o filhote de homem criado por lobos, ocupa um espaço eterno no imaginário popular, encantando leitoras e leitores de todas as idades. A prosa de Rudyard Kipling transporta o leitor para dentro das florestas da Índia, dá voz e pensamento aos animais e permite enxergar o mundo pelos olhos de Mowgli e dos personagens inesquecíveis que o acompanham. Enquanto cresce e amadurece, vivendo aventuras que falam de coragem, amizade e do respeito à lei da Selva, Mowgli enfrenta o dilema existencial que é o seu maior inimigo: qual o seu lugar no mundo, entre os animais que o criaram ou entre os homens? A edição de luxo Mowgli: os livros da selva (Zahar, 320 pp, R$ 44,90 – Tra.: Alexandre Barbosa de Souza e Rodrigo Lacerda), reúne em texto integral os oito contos que apresentam a infância e a adolescência de Mowgli, como publicados nas edições originais de O livro da Selva e de O segundo livro da Selva. Conta também com ilustrações originais e um apêndice com o primeiro texto sobre Mowgli escrito por Kipling, intitulado Dentro da rukh.

“Eu escrevo pq há uma mentira que quero expor, algum fato para o qual quero chamar a atenção, e a minha preocupação inicial é conseguir ser ouvido.”
George Orwell
Escritor indiano (1903-1950) no livro 'Por que escrevo'
1.
Mais esperto que o diabo
2.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
3.
Torto arado
4.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
5.
A sutil arte de ligar o foda-se
6.
O poder da autorresponsabilidade
7.
Do mil ao milhão
8.
O duque e eu
9.
O poder da atitude
10.
O homem de giz
 
PublishNews, Redação, 09/03/2021

Atento ao que havia de mais original na cultura europeia de seu tempo, mas com os afetos e a sensibilidade ancorados na realidade russa, Ivan Turguêniev (1818-1883), um dos grandes mestres da ficção do século XIX, produziu uma obra que se tornaria modelo para um sem-número de escritores em todo o mundo. Em O rei Lear da estepe (Editora 34, 136 pp, R$ 46 – Trad.: Jéssica Farjado), publicado originalmente em 1870, ele parte da conhecida tragédia de Shakespeare, na qual o soberano, com idade avançada, abre mão de seu reino para legá-lo às filhas, mas ambienta a história na pequena propriedade rural de uma província russa. Para reconstruir a trama da corte inglesa no campo povoado por senhores, servos, agregados e trabalhadores pobres, Turguêniev lançou mão, de suas próprias experiências de juventude, retomando o que havia feito em Memórias de um caçador (1852). O resultado é uma obra com vida própria, repleta de enigmas e sutilezas que, 150 anos após a sua primeira publicação, ainda desafiam a interpretação e mantêm o leitor intrigado da primeira à última página. O volume traz a primeira tradução direta da novela no Brasil e inclui ainda o Discurso sobre Shakespeare de Turguêniev, proferido no tricentenário do dramaturgo inglês, e um posfácio da tradutora Jéssica Farjado.

PublishNews, Redação, 09/03/2021

Vencer é mesmo importante? Falhar é uma falta mortal? Tais indagações atravessam o romance de estreia de Anelise Chen, Esforços olímpios (Todavia, 256 pp, R$ 69,90 – Trad.: Rogerio W. Galindo). Tudo começa quando um dos melhores amigos de faculdade de Athena (a narradora) comete suicídio. O evento transtorna sua vida a tal ponto que ela começa a se perguntar o quanto estamos presos às narrativas de vitória. Algo que lhe é especialmente caro e relevante, pois está desenvolvendo uma pesquisa na área de esporte – o que ela acreditava que a poderia salvar do cinismo. Nessa mistura de escrita personalíssima, meditação sobre perdas e ganhos e uma série quase infindável de episódios em torno da história dos esportes, Esforços olímpicos seduz pelo brilhantismo narrativo. É, além disso, uma reflexão sobre não se deixar abater pelas inevitáveis derrotas propiciadas pela vida.

 
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