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PublishNews 09/11/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial. Faz entregas e coletas em editoras, distribuidoras, livrarias, gráficas e grandes redes. A área de atuação atualmente engloba São Paulo (Capital), grande São Paulo, Jundiaí, Campinas e todo o estado do Rio de Janeiro.
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
PublishNews, Leonardo Neto, 09/11/2020

Rio de Janeiro é a primeira cidade da série PN nas Eleições 2020 | © Mariano Diaz / UnsplashNo próximo domingo (15), eleitores dos 5.570 municípios brasileiros vão às urnas definir seus futuros prefeitos. Pela legislação brasileira, os municípios são responsáveis por parte dos serviços prestados à população. É nesta esfera que estão a grande maioria das escolas de ensino fundamental e são dos municípios boa parte das bibliotecas públicas do país. São as prefeituras também as responsáveis pelo fomento de atividades culturais nas cidades e ainda pela manutenção de espaços onde a cultura é protagonista. Pensando nisso, a partir desta segunda-feira (09), o PublishNews inicia uma série que trará informações obtidas por meio da leitura dos planos de governo dos quatro candidatos mais bem pontuados em pesquisas devidamente registradas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Farão parte da série quatro capitais que concentram boa parte da produção editorial brasileira: Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte e Porto Alegre. Para as capitais fluminense, paulista e mineira, o PublishNews usará os resultados da pesquisa do Datafolha publicada no último dia 6. Já para Porto Alegre, a pesquisa será a do Instituto Methodus. As informações foram retiradas diretamente dos planos de governo de cada um dos candidatos ao fazer uma busca simples pelas palavras “livro”, “leitura”, “biblioteca” e “livraria”. A série começa pelo Rio de Janeiro, de onde serão analisados os candidatos Eduardo Paes (DEM), Marcelo Crivella (Republicanos), a delegada Martha Rocha (PDT) e Benedita da Silva (PT), os quatro primeiros colocados na pesquisa Datafolha. Clique no Leia Mais e confira detalhes do plano de governo de cada um dos candidatos.

PublishNews, Talita Facchini, 09/11/2020

Já é tradição: nos anos pares sempre têm Bienal do Livro em São Paulo. Consagrado como um dos maiores eventos do mercado do livro, em 2018, a Bienal de SP recebeu mais de 600 mil pessoas e muitas editoras saíram com um saldo positivo. Este ano, no entanto, por conta da pandemia, a edição presencial foi adiada. Para contornar – em partes – a situação, a Câmara Brasileira do Livro (CBL), organizadora do evento, criou a primeira edição da Bienal Virtual de São Paulo, marcada para acontecer de 7 a 13 de dezembro. A plataforma que abrigará o evento foi lançada no último dia 30, mas a programação ainda segue sendo planejada. Para coordenar a programação cultural de um dos espaços do evento, a Arena Virtual – que reúne autores para bate-papos sobre os mais variados temas –, a CBL chamou Diana Passy, criadora do Flipop e Jovem Talento de 2018. Ela é a convidada do Podcast do PublishNews dessa semana. Na conversa com a nossa equipe falou sobre os desafios de montar um evento do tamanho e importância da Bienal. “O principal desafio é justamente descobrir como traduzir a experiência da Bienal presencial, que todos nós conhecemos, para esse espaço virtual”, explicou. Diana contou também que conseguir conciliar a diversidade de temas e também dar visibilidade para as editoras que participarão da Bienal tem sido desafiador. “São mais de 100 expositores que já confirmaram na Bienal Virtual e como a Arena Virtual seria esse palco principal eu tenho que abarcar uma programação que inclua temas muito diferentes, porque é, de fato, para todos os tipos de leitores”, explicou. As editoras interessadas em indicar seus autores para a programação podem enviar sugestões ainda esta semana para o e-mail paloma@checklisteventos.com.br. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota e ouvir o programa.

PublishNews, Fernando Tavares*, 09/11/2020

Você já deve ter ouvido falar que o acesso à internet através de dispositivos móveis já supera de longe os computadores. E o primeiro relatório realizado pela McKinsey sobre o Brasil (Brazil Digital Report - 1st Edition), feito em abril de 2019 (na era antes covid), confirma justamente esta informação. Este fato está levando produtores de conteúdo web a pensarem os vários formatos (áudio, vídeo, texto) em primeiro lugar para smartphones. Esta deveria ser uma preocupação também para quem produz e distribui livros digitais nos vários formatos existentes, pois a leitura nos smartphones tem aumentado significativamente. Nada de novo até aqui (ou tudo novo!). Porém, segundo alguns estudos, a era dos smartphones está chegando ao fim (mas Fernando, eu nem cheguei nela ainda!). O fato é que os dispositivos chamados smart speakers estão tendo um crescimento grande no exterior e no Brasil. Gradativamente, mais e mais pessoas começam a adotar alto-falantes inteligentes que permitem, além da automação de inúmeras tarefas, acesso ao mundo virtual através de comandos de voz que, cada vez mais, se assemelham a conversas naturais. Para os editores, quais oportunidades esta tecnologia pode trazer? A mim, parece óbvio que um formato como o audiobook, encontra aqui terreno fértil para a difusão. Não é acaso que a venda deste formato vem crescendo constantemente, talvez ainda não motivado pelos smart speakers, mas com certeza é o formato que mais tira vantagem deste tipo de dispositivo. Então, se somarmos o aumento das vendas destes aparelhos com uma tendência natural ao uso dos audiobooks, este formato está se revelando um bom negócio. [Nota do Editor: Mas não para aí. Clique no Leia Mais e confira a íntegra do artigo de Fernando Tavares especialmente escrito para o PublishNews].

PublishNews, Redação, 09/11/2020

Nesta segunda-feira (09), o Itaú Cultural, a PUC-Rio e a consultora JCastilho lançaram o site O Brasil que Lê, cujo propósito é formar uma plataforma para que brasileiros de todo o país inscrevam seus projetos que promovem e incentivam a leitura. Mais do que formar um mapa destas iniciativas, o que os pesquisadores querem é sistematizar e analisar as metodologias, tecnologias e práticas de incentivo à leitura empregadas em projetos desenvolvidos por estes agentes. A captação de projetos no site será realizada até 15 de janeiro de 2021. A partir daí, os pesquisadores da PUC-Rio utilizarão questionários e entrevistas para analisar pelo menos mil projetos de leitura no decorrer de um ano, permitindo um mapeamento histórico, geográfico e social dessas ações. Por fim, a pesquisa apresentará um levantamento completo de práticas, perfis e uso de tecnologias de informação e comunicação em promoção de leitura. Assim, os pesquisadores poderão fazer uma análise do comportamento leitor a partir de iniciativas proativas, isto é, projetos de leitura cujos responsáveis indicam uma visão de capilaridade, visibilidade e sustentabilidade, sobretudo em ações que, em alguma oportunidade, foram submetidas a editais de premiação.

PublishNews, Redação, 09/11/2020

Marcada para acontecer de 3 a 6 de dezembro em formato virtual, a Flip anunciou a lista de autores da sua 18ª edição. Nas últimas semanas, a organização da Festa já havia confirmado a presença de nove escritores nacionais e internacionais: Danez Smith (EUA), Chigozie Obioma (Nigéria), Bernardine Evaristo (Inglaterra), Pilar Quintana (Colômbia), Itamar Vieira Junior (Brasil), Eileen Myles (EUA), Regina Porter (EUA), Jeferson Tenório (Brasil) e Jonathan Safran Foer (EUA). Agora, entre artistas locais de Paraty e outros nomes de escritores nacionais, completam a lista: Ana Paula Maia, Elisa Pereira, Fernando Alcantara, Jota Mombaça, Lilia Schwarcz, Luz Ribeiro, Marcello Alcantara, Nathalia Leal, Rodrigo Ciríaco e Stephanie Borges. Em breve a Flip irá divulgar os detalhes sobre as mesas – que serão transmitidas em plataforma própria e em todos os canais e redes sociais ligados à festa – e temáticas abordadas em cada encontro.

PublishNews, Redação, 09/11/2020

A Shakespeare and Company, lendária livraria de Paris, pediu ajuda para os leitores depois que as perdas ocasionadas pelo lockdown na capital francesa, na primavera, ameaçam o seu futuro. Segundo repercutiu o Estadão, a livraria especializada em obras em língua inglesa mandou um e-mail para seus clientes na semana passada informando que estava enfrentando “tempos difíceis” e pedindo que eles comprassem livros. Desde que mandou o apelo, Sylvia Whitman, a filha do proprietário George Whitman, diz ter recebido muitas mensagens e pedidos. Em uma semana, ela recebeu cinco mil pedidos de livros. Além disso, muitos moradores de Paris entraram em contato para fazer doações e para compartilhar memórias com relação à livraria. A coluna da Babel adiantou que a Hedra e a livraria Casa Plana terão um novo endereço. No início da pandemia, a editora fechou as portas da casa que ocupava na Fradique Coutinho e não reabriu mais. Agora, Jorge Sallum, publisher da editora, decidiu trocar a Vila Madalena pela Barra Funda e finaliza as obras para instalar sua livraria no Por Um Punhado de Dólares, café localizado na Rua dos Pirineus. Ela terá 170 m² e vai abrigar os livros das editoras do grupo. A editora passa a funcionar numa sala ali perto. Já o Painel das Letras contou que a Ediouro lança em março do ano que vem um novo selo editorial. Especializado em thrillers e fantasias internacionais, o selo Trama já adquiriu mais de 20 títulos para seu catálogo. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 09/11/2020

Menos de dois meses depois do lançamento de Wolf Hall, primeiro volume da trilogia Thomas Cromwell, de Hilary Mantel, a Todavia publica o segundo livro da saga. Tragam os corpos (344 pp, R$ 74,90 – Trad.: Heloisa Mourão) se passa em 1535. Henrique VIII, o volúvel monarca da Inglaterra, ainda não tem um filho para legar a Coroa. Reis sem herdeiros jamais se sentem seguros em seus próprios tronos, e Henrique acaba por projetar a culpa pela crise sucessória em sua segunda esposa, Ana Bolena. O coração do monarca agora pertence a Jane Seymour. Ocorre que os parentes e amigos de Ana estão espalhados por altos cargos do reino, e os desejos do rei podem mergulhar a Inglaterra no caos político. Quem desataria esse nó? Mais uma vez, os rumos da Inglaterra serão traçados por Thomas Cromwell, ministro que arquitetou a separação entre a Inglaterra e a Igreja de Roma. Também foi ele quem alçou Ana Bolena ao trono inglês — e agora terá de levar sua antiga aliada ao cadafalso. Em Tragam os corpos Mantel retrata o lado mais implacável de seu protagonista, cujas contradições fazem deste livro uma reflexão sobre as ambiguidades do poder — e o terrível custo a ser pago por aqueles que inscrevem seus nomes nas entrelinhas da História.

PublishNews, Redação, 09/11/2020

Damaris tem a vida marcada por tragédias e carrega dentro de si uma solidão que talvez tivesse sido aplacada pelo filho que nunca conseguiu ter. Quando, num rompante, decide adotar a cachorra da ninhada de uma vizinha, Damaris tem a chance de desviar um pouco o foco das tentativas frustradas de engravidar. A fêmea que agora circula pela casa modesta faz aflorar instintos protetores e violentos, emoções díspares e profundas que supostamente só poderiam ser despertadas pela maternidade. A força e a intensidade dessa relação alteram tão drasticamente as dinâmicas de sua existência que Damaris já não sabe se a simples presença da cachorra fez sua vida ganhar ou perder, de uma vez por todas, o rumo. A cachorra (Intrínseca, 160 pp, R$ 34,90 – Trad.: Lívia Deorsola), livro de Pilar Quintana – autora confirmada na Flip 2020 – se passa em um cenário de dualidades entre beleza e violência. Ambientado em uma bolha de tempo desacelerada, na qual os acontecimentos se desenrolam com a típica lentidão sazonal de uma cidade de veraneio, é um romance contundente sobre vidas marginalizadas em um contexto bastante familiar aos leitores latino-americanos.

“Os livros que cheguem aonde são capazes de chegar, eu continuarei a escrever de acordo com o meu gosto, como e quando sentir vontade.”
Elena Ferrante
Escritora italiana
1.
Manifesto da autoestima
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Box Harry Potter
4.
Decida vencer
5.
A sutil arte de ligar o foda-se
6.
A força do sangue de Jesus
7.
Do mil ao milhão
8.
Sol da meia-noite
9.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
10.
O poder da autorresponsabilidade
 
PublishNews, Redação, 09/11/2020

Interior da França, 1908. Victoire é a infeliz esposa de Anselme de Boisvaillant, obstinado tabelião. Entre as paredes da sua luxuosa residência, a vida passa confortavelmente vazia. Tudo muda quando Céleste, a criada, engravida. O bebê acaba por aproximar as duas mulheres, que percebem terem muito mais em comum que a repulsa pelo homem que as invade sem permissão. Amores (Dublinense, 192 pp, R$ 54,90 – Trad.: Diego Grando), da violinista e escritora francesa, Léonor de Récondo, é um romance comovente e delicado sobre a descoberta do amor em todas as suas formas, e um hino às mulheres e ao feminino. A obra venceu o Grand Prix RTL-Lire 2015 e o Prix des Libraires 2015.

PublishNews, Redação, 09/11/2020

A convivência entre o moderno e o arcaico em Pernambuco é pano de fundo para a narrativa do romance Não me empurre para os perdidos (Cepe, 185 pp, R$; 25), do jornalista, crítico literário e escritor Maurício Melo Júnior. O olhar de quem vem de fora - um estrangeiro de formação requintada, tradutor, escritor, F. - se volta para um país ainda marcado pela cultura da escravidão em pleno ano de 1924, e mesmo assim preocupado em criar um ambiente de modernidade. Maurício costura três histórias que convivem em paralelo. Enquanto F. vive a defender a importância da leitura e da escrita, duas coisas para as quais se dedica com prazer, também maldiz seu ofício burocrático de tradutor em um escritório de exportação e importação. Por outro lado mostra ao leitor e aos intelectuais que se reúnem no Café Continental seus escritos sobre Max, um judeu que demora nove dias para enterrar um amigo. Ambientada em Recife, Melo Júnior cita lugares e fatos icônicos das décadas de 1920 e 1930, enriquecidos por supostos diálogos de F. com escritores e intelectuais da época.

 
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