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PublishNews 05/11/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial. Faz entregas e coletas em editoras, distribuidoras, livrarias, gráficas e grandes redes. A área de atuação atualmente engloba São Paulo (Capital), grande São Paulo, Jundiaí, Campinas e todo o estado do Rio de Janeiro.
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
PublishNews, Talita Facchini, 05/11/2020

Repetindo a fórmula de 2019, o Prêmio Jabuti revelou nesta quinta (05) a segunda lista de finalistas da sua 62ª edição - agora com cinco selecionados em cada uma das 20 categorias - e manteve alguns nomes conhecidos. Em Romance Literário, por exemplo, continuam na disputa Chico Buarque com o livro Essa gente (Companhia das Letras); Maria Valéria Rezende com Carta à rainha louca (Alfaguara); Paulo Scott e seu Marrom e amarelo; Adriana Lisboa com Todos os santos, todos publicados pela Alfaguara – do Grupo Companhia das Letras; e Itamar Vieira Junior, autor do romance Torto arado, publicado pela Todavia. Em Romance de Entretenimento – nova categoria desta edição do prêmio – a diversidade de editoras foi maior e continuam na disputa A telepatia são os outros (Monomito), de Ana Rüsche; Olhos bruxos (Penalux), de Eliezer Moreira; Serpentário (Intrínseca), de Felipe Castilho; Uma mulher no escuro (Companhia das Letras), de Raphael Montes; e Viajantes do abismo (Avec), de Nikelen Witter. Em Contos, Jarid Arraes (Redemoinho em dia quente / Companhia das Letras) e Veronica Stigger (Sombrio Ermo Turvo / Todavia) também estão entre os finalistas. E dos 10 autores independentes selecionados na primeira lista do prêmio, apenas dois continuam na disputa, um em Histórias em Quadrinhos e outro na categoria Infantil. Clique no Leia Mais para conferir outros destaques da lista e acessar a lista completa.

PublishNews, Redação, 05/11/2020

A Livraria Leitura inaugurou na última quarta (4), a sua nova loja no Shopping Recife, segunda na capital pernambucana. A nova megastore conta com mais de mil m² e apresenta mix diversificado de produtos contendo livros, papelaria, presentes, material de escritório e itens de informática. Mantendo seu plano de expansão, a rede pretende ainda em 2020 inaugurar mais duas unidades, sendo uma em Belo Horizonte (MG), no Shopping Diamond Mall e uma em São Paulo (SP), no Shopping Mooca, fechando o ano com 79 lojas. Ao Estadão, Marcus Telles, diretor geral da rede, disse que há planos de abrir outras 12 em 2021. Hoje a Leitura tem 77 lojas distribuídas em 20 unidades da Federação e conta ainda com a Leitura Distribuidora de Livros, o atacado de papelaria PLM, o Clube Leitura, as três lojas de departamento D+ Casa e Presentes e a Editora Itatiaia Garnier.

PublishNews, Antonio Hermida, 05/11/2020

É notório que existem inúmeras técnicas e maneiras de se contar uma história. Todavia, quando tratamos especificamente da narração de audiobooks, podemos separá-las em dois grandes grupos: a narração interpretada e a narração flat. Entre ambas reside um mar de nuances e, mesmo que sejamos reducionistas, haverá ainda espaço para transgressão da forma. Bem, espera-se. Antes mesmo da voz, existe uma diretriz básica sobre a narração de um audiobook, e ela se baseia na pergunta, por parte do(a) candidato(a), que antecede o casting: “Como você quer que eu leia?”. Uma parcela considerável do mercado produtor de audiobooks adota como padrão a narração flat, que consiste numa leitura monótona (em sua acepção musical) cadenciada exclusivamente pela pontuação e sem as alterações rítmicas sugeridas pelo conteúdo. Só para deixar claro, não vejo problema na opção por uma narração flat desde que essa escolha se dê por preferências estéticas. No entanto, me causa certo desconforto a justificativa por esse estilo de narração tentar se embasar, principalmente. Os defensores apontam que a escolha é apoiada em uma teoria de que as palavras lidas dessa forma (flat) geram imagens acústicas mentais e construção de sentido similar ao da leitura, permitindo que o ouvinte experimente assim sua própria voz e ritmo sem uma poluição gerada pelas ênfases, etc. Esse argumento, além de contraditório por si só, não conta com evidência científica que o apoie. Outro argumento é que se trata de uma opção conceitualmente segura, uma vez que características pessoais que poderiam causar um estranhamento inicial, como sotaque, são minimizados e homogeneizados. Neste artigo [a primeira colaboração de Antonio Hermida ao PublishNews], questiono a quem (ou a que fim) serve essa pasteurização. Clique no Leia Mais e confira a íntegra do artigo.

PublishNews, Talita Facchini, 05/11/2020

Fechando a série de entrevistas com os cinco Jovens Talentos 2020/2021, o PublishNews Entrevista - programa da PublishNewsTV que quer compor um arquivo da memória editorial brasileira – recebeu Tatiany Leite, jornalista e uma das idealizadoras do canal Vá Ler um Livro. Taty coleciona “segundas vezes”. Além figurar entre os finalistas do Prêmio Jovens Talentos pela segunda vez, é também a primeira entrevistada da série da PNTV a voltar ao programa - em maio de 2019 ela conversou pela primeira vez com André Argolo dando detalhes sobre a história da sua família e de seu canal no YouTube. Dessa vez, a conversa foi diferente. Desde o último ano, Taty deu continuidade ao seu trabalho de disseminar a cultura e a leitura e surgiram, desde então, parcerias importantes como com o projeto YouTube Edu – plataforma de ensino gratuito do YouTube –, com a TV Cultura e Catraca Livre, além do projeto #OcupeACidade, que colocou criadores de conteúdo para falar sobre livros e artes em lugares históricos da cidade de São Paulo e que contaram pontos para sua escolha no prêmio. Na conversa Taty também falou sobre os resultados da pesquisa Retratos da Leitura. “Tenho uma opinião sobre isso muito contundente e que, inclusive, não agrada muita gente”, confessou. “A minha ideia sobre o mercado em si, sobre a própria pesquisa, e sobre quem, de fato, lê no Brasil e quem não lê, etc é que está tudo errado, a gente tá perguntando para as pessoas erradas, a gente tá vendo o número errado e a gente tá comparando de uma maneira errada [...] Porque enquanto a gente não entender que literatura é tudo, a gente não vai conseguir entender como o nosso mercado pode funcionar”, completou. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota e assistir o programa.

PublishNews, Leonardo Neto, 05/11/2020

Público jovem na Feira do Livro de Guadalajara © Courtesy FIL Guadalajara / Nabil Quintero MiliánGuadalajara, cidade ao Norte do México, é palco de uma das mais importantes feiras de livros no mundo hispanoablante. Mas vai além disso, lá o livro serve como estratégia de mudanças sociais, combate à violência e construção de uma cultura de paz. Estes critérios levaram a Unesco a escolher a cidade mexicana como Capital Mundial do Livro em 2022. Na sua candidatura, a cidade apresentou três eixos estratégicos: recuperar espaços públicos por meio de atividades de leitura em parques e outros locais acessíveis; criar vínculo e coesão social, especialmente por meio de oficinas de leitura e escrita para crianças; e fortalecer a identidade local usando conexões intergeracionais, contação de histórias e poesia nas ruas. Para isso, a cidade promete lançar mão de sua rede de bibliotecas, salas de leituras, suas livrarias e, claro, da sua Feira do Livro. Os festejos deverão começar no dia 23 de abril de 2022. Nesta mesma data se comemora o Dia Mundial do Livro e dos Direitos Autorais. Guadalajara será a 20ª cidade no mundo a ostentar o título. São Paulo também estava no páreo.

PublishNews, Redação, 05/11/2020

Para os leitores, a Festa do Livro da USP se consolidou como um ponto de venda importante por conta dos descontos mais agressivos. Para os editores, uma espécie de 13º e oportunidade para limparem seus estoques e começarem o ano novo com mais espaços para as novidades. Neste ano, por conta da pandemia do novo coronavírus, o evento também será virtual e acontecerá de forma ininterrupta a partir do dia 9, às 9h, até o dia 15, às 23h59. Assim como nos anos anteriores, a participação do público é gratuita e o desconto mínimo será de 50% sobre o preço de capa. A diferença é que cada uma das 170 editoras terá no site da Festa, uma página para se apresentar, exibir a relação dos títulos com desconto e direcionar os visitantes para suas respectivas lojas virtuais. Todas as etapas necessárias para a compra acontecerão em seus respectivos sites. No site do evento você confere a lista completa das editoras participantes e as listas das obras com descontos.

PublishNews, Redação, 05/11/2020

Por que o estupro é um crime ainda tão comum no Brasil? Por que a vítima muitas vezes é tão – ou mais – julgada pela sociedade do que o próprio criminoso? Por que é tão difícil fazer uma denúncia? Após quatro anos de pesquisas, viagens pelo país e mais de 100 entrevistas com vítimas e familiares, criminosos, psiquiatras e diversos especialistas no assunto, a jornalista Ana Paula Araújo escreve Abuso - a cultura do estupro no Brasil (Globo Livros, 320 pp, R$ 49,90), um livro sem meias-verdades. A obra é uma reportagem que trata do medo e vergonha das vítimas, de como elas são julgadas e muitas vezes culpabilizadas pela sociedade e pelo poder público, das dificuldades para denunciar, dos caminhos para superar o trauma e seguir em frente e como atitudes tão entranhadas em nossa sociedade geraram uma verdadeira cultura do estupro em nosso país. Ela também auxilia as vítimas a utilizarem os meios de denúncia disponíveis no país e esclarece sobre o direito ao aborto decorrente de estupro, que é autorizado por lei sem que haja queixa na polícia. Ana Paula analisa casos que chocaram os brasileiros e ainda acompanha todo o caminho das vítimas por justiça e mostra todas as facetas e implicações desse crime tão cruel e, infelizmente, tão corriqueiro no Brasil.

PublishNews, Redação, 05/11/2020

No momento em que a desinformação e a lógica do desnorteio correm soltas como metodologias políticas, “turbotecnomachonazifascismo” é um nome para o fenômeno político se tornou corrente em alguns países. O ódio é o combustível que alimenta essa máquina movida à tração humana. O êxtase fascista é a droga do momento ao alcance de quem queira participar. Em Como derrotar o TurboTecnoMachoNazifascismo (Record, 196 pp, R$ 49,90) Marcia Tiburi busca dar nome ao inominável tendo em vista que qualquer projeto de transformação exige a compreensão do fenômeno a ser superado. Transformar o atual estado de violência e injustiça é o seu objetivo prático. Marcia explica: “Em nossa época, já não experimentamos apenas mais um histórico mal estar: retrocedemos à barbárie. As violências racistas se renovam na fase atual do capitalismo. Inomináveis, elas não deixam de atingir populações esmagadas economicamente e sempre na mira do capital. Fundamentalista e obscurantista, marcado pelo ódio mais extremo às minorias políticas e aos direitos da humanidade, o autoritarismo se renova e se encaminha para a dominação total. Ele assume a forma monstruosa de ‘turbotecnomachonazifascismo’”.

“Nem só de genialidades estéticas vive a Literatura”
Anna Luiza Cardoso
Agente literária e finalista do Prêmio Jovens Talentos 2020/21
1.
Decida vencer
2.
Mais esperto que o diabo
3.
A sutil arte de ligar o foda-se
4.
Do mil ao milhão
5.
Box Harry Potter
6.
Sol da meia-noite
7.
Acredite, a vida sem dor é possível
8.
Batismo de fogo
9.
O poder da autorresponsabilidade
Quem pensa enriquece: o legado
 
PublishNews, Redação, 05/11/2020

No dia 19 de novembro de 2018, um jato privado pousa em Tóquio e seu único passageiro é preso pela polícia japonesa. A pessoa era o franco-brasileiro Carlos Ghosn, CEO da Nissan e da Renault, um dos executivos mais poderosos do planeta. Voltando na história, quase 20 anos antes, o Japão o transformara em um herói. Ghosn havia ressuscitado a Nissan, conquista que o elevou à condição de mito e, dessa forma, beneficiário de excessivas generosidades. Salário exorbitante, móveis luxuosos, festas e recepções, até no Palácio de Versalhes, e o grupo japonês pagando por todos os caprichos de seu patrão. Os jornalistas franceses do Le Figaro, Bertille Bayart e Emmanuel Egloff, acompanharam cada capítulo da investigação sobre a queda de Carlos Ghosn – que escapou do Japão para o Líbano em uma fuga digna de cinema. A armadilha (Gryphus, 334 pp, R$ 49,90 – Trad.: Teresa Dias Carneiro) é o relato minucioso das circunstâncias da sua fuga e prisão. Na obra, Bayart e Egloff descrevem com riqueza de detalhes o quadro completo dessa história cheia de reviravoltas, conspirações e ramificações, e ainda revelam os bastidores de como operam as grandes multinacionais e como se dá o intricado jogo de poder desses conglomerados.

PublishNews, Redação, 05/11/2020

Qual o perfil dos eleitores de Jair Bolsonaro? De que segmento social fazem parte? Qual sua escolaridade, idade, gênero e religião? Em suma: Quem votou em Bolsonaro? Utilizando gráficos e dados comparativos, o cientista político Jairo Nicolau faz uma radiografia do desempenho de Jair Bolsonaro e do PSL nas eleições de 2018, que levaram o país a uma radical guinada à direita. Estudioso do processo eleitoral brasileiro, Nicolau apresenta e analisa os números que elegeram um nome até então relativamente inexpressivo no cenário mais amplo da política brasileira, esmiuçando pontos centrais como a relação entre tempo de TV, dinheiro e voto; as redes sociais; o voto das mulheres e dos evangélicos; o voto por regiões, estados e cidades. O Brasil dobrou à direita (Zahar, 144 pp, R$ 49,90) traz uma contribuição para o debate desapaixonado sobre o fenômeno do bolsonarismo nas urnas e sobre as transformações que mudaram o rumo do Brasil.

 
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