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PublishNews 27/10/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial. Faz entregas e coletas em editoras, distribuidoras, livrarias, gráficas e grandes redes. A área de atuação atualmente engloba São Paulo (Capital), grande São Paulo, Jundiaí, Campinas e todo o estado do Rio de Janeiro.
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
PublishNews, Redação, 27/10/2020

Na edição do último dia 20, o PublishNews trouxe a lista com as 11 obras selecionadas para o programa Minha Biblioteca, que tem por objeto a compra e distribuição de livros para compor acervos pessoais de alunos da rede municipal de ensino da cidade de São Paulo e ainda de bibliotecas escolares da rede. A matéria aponta uma queda expressiva no número de títulos selecionados, já que no ano passado, foram 1.377 títulos contra apenas 11 em 2020. A Liga Brasileira de Editoras (Libre) resolveu questionar oficialmente a Secretaria Municipal de Educação (SME) da capital paulista sobre essa redução classificada pela entidade como "drástica e injustificável". No documento, a associação observa que, em 2019, foram inscritas 6.010 obras e selecionadas, deste universo, o equivalente a 22%, ou 1.377. Em 2020, houve uma queda abrupta no número de inscrições. Foram 809. No entanto, a entidade ressalta que desse universo, apenas 11 – ou 1,4% do total – foram selecionadas. Na carta, a Libre observa que a medida contraria as premissas, princípios, metas e fundamentos do Plano Municipal do Livro, Leitura, Literatura e Biblioteca (PMLLLB) da cidade. “A conduta da SME neste ano de 2020 está indo contra o próprio PMLLLB da cidade de São Paulo, por não contemplar a bibliodiversidade, por não fomentar a economia do livro, nem oferecer variedade de livros para os alunos da rede municipal”, diz o documento. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Leonardo Neto, 27/10/2020

Organização do Istambul Fellowship espera 300 editores de todo o mundo para o evento marcado para acontecer em março de 2021 | © DivulgaçãoHá seis anos, a Sociedade Turca de Licenciamento e Direitos Autorais realiza, em parceria com o Ministério da Cultura e Turismo turco, o Istambul Fellowship, programa que leva editores internacionais de diversas partes do globo para uma série de encontros com agentes do mundo da edição na Turquia. O objetivo é ampliar a negociação de direitos autorais e traduções com editores turcos. A edição de 2021 está marcada para acontecer entre os dias 9 e 11 de março e será híbrida, com eventos presenciais e uma série de encontros on-line. São esperados 300 editores de 70 países. Os participantes – além de uma série de encontros e painéis em que o mercado turco é apresentado aos convidados internacionais – têm acesso ainda aos programas de apoio à tradução. Um deles é o Teda que já beneficiou quase três mil projetos – 18 deles no Brasil – entre 2005 e 2019. Os editores interessados têm até o dia 25 de dezembro para se inscreverem pelo site do programa. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Talita Facchini, 27/10/2020

Os clubes de assinaturas de livros têm crescido e se espalhado pelo Brasil, alcançando cada vez mais leitores. Tendo isso em mente, as editoras começaram a criar seus próprios clubes, com o objetivo de se aproximar do seu público e atrair novos leitores. O assunto foi tema do Podcast do PublishNews no último mês, quando dois novos players participaram do episódio e apresentaram seus números. Este mês, mais duas editoras apostaram nessa modalidade de negócio: a Boitempo e Malê. Em comemoração ao seu aniversário de 25 anos, a Boitempo colocou no ar o Armas da Crítica. A proposta do clube é oferecer aos leitores “uma biblioteca para interpretar e transformar o mundo”, com envios mensais de livros da editora antecipados em primeira mão aos assinantes. Além do livro e marcador de páginas, a Boitempo fechou uma parceria com a Kobo para que os leitores tenham a versão digital do livro do mês. Os benefícios incluem ainda um guia de leitura exclusivo no blog da editora, acesso a um vídeo antecipado no canal da Boitempo e 30% de desconto na loja virtual. Já a Malê lançou o Clube Lê, voltado para a formação de leitores para a literatura negra e para a divulgação da literatura de escritores negros. Ao PublishNews, Vagner Amaro, editor da Malê, contou que a ideia de criar o clube é antiga - surgiu em 2018 - mas com a pandemia e a redução dos lançamentos, o clube veio como uma estratégia para garantir o lançamento de títulos importantes para a editora. O primeiro título do clube é Olhos de azeviche: contos e crônicas, que reúne 20 narrativas curtas e inéditas de escritoras como Elisa Lucinda, Eliana Alves Cruz e Jarid Arraes. Os assinantes receberão em casa lançamentos da editora em capa dura com até seis meses de antecedência, brindes exclusivos e ainda podem participar de encontros por videoconferência e interagir com os autores. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 27/10/2020

A Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (Funarj) e o LER – Salão Carioca do Livro – firmaram uma parceria para celebrar a reabertura dos espaços culturais da Funarj e incentivar o setor da economia criativa. No dia 5 de novembro, às 19h, está mercado o Caleidoscópio da Cultura 2020, que acontecerá na Casa de Cultura Laura Alvim (Av. Vieira Souto, 176 / RJ) e contará com uma palestra musical do rapper, compositor e escritor Gabriel O Pensador. O evento será transmitido ao vivo pelos canais no YouTube da Funarj e Ler. Além disso, no mesmo dia, a Funarj e a Ler lançam o 1º Prêmio Rio de Contos, que pretende revelar novos talentos literários espalhados pelo estado do Rio de Janeiro. Serão selecionados por um corpo de seis jurados atuantes no universo literário brasileiro, 20 textos que apontem para potenciais talentos. As inscrições abrem no dia 5 de novembro e poderão ser feitas no site da Ler. Os vencedores participarão na publicação do livro Rio de Contos, que será lançado na 4ª edição da Ler, em junho de 2021.

PublishNews, Redação, 27/10/2020

Com a proximidade do evento, marcado para acontecer de 11 a 15 de novembro, o Flipoços Virtual vem anunciando as novidades da sua edição de 2020. Durante os dias do evento, o público poderá assistir todas as atividades ao vivo em três Salas: Principal, de Autores e Lançamentos e o Espaço Sesc Flipocinhos e interagir com os expositores através de sala de bate-papo ou link direto para WhatsApp. Nomes como Mauricio de Sousa, Miriam Leitão, Clóvis de Barros, Nelson Motta e Rodrigo Alvarez confirmaram participação no evento mineiro. O ambiente mais comercial da feira contará com "estandes" de editoras como Vozes, Aletria, Pensamento, Aleph, Rocco, Sextante, Autêntica, Trilha Educacional, Todavia, Dublinense, Companhia das Letras, Oficina Raquel e HarperCollins. Entre os destaques da programação estão Renato Noguera, que lançará seu livro Por que amamos - O que os mitos e a filosofia tem a dizer sobre o amor (HarperCollins); a chilena Alejandra Costamagna, que pela primeira vez participa de um festival no Brasil, lançando dois títulos pela Moinhos - Sistema de tato e Impossível sair da terra –; a sul-africana Michelle Nkamankeng, de 12 anos, que lança Esperando pelas ondas (Trilha Educacional), e Martha Medeiros lançando A claridade lá fora (L&PM). A programação completa você confere no site do Flipoços. No dia 30, a curadoria da Feira e do Festival realiza, às 10h30, uma coletiva de imprensa para falar sobre a programação completa, anunciar outras novidades, além de apresentar como será a forma de participação e credenciais com login exclusivo para os jornalistas e veículos de comunicação em geral.

PublishNews, Redação, 27/10/2020

A agência literária Oasys Cultural realiza em novembro uma série de encontros com as principais agentes literárias do Brasil. Mulheres que têm seus trabalhos valorizados por escritores e editores e que são necessárias para o mercado editorial, mas, o que elas realmente fazem? Como funciona o trabalho de uma agente literária? O que se espera de um escritor? Como saber se o livro é bom, como encontrar uma editora e como anda o mercado editorial no Brasil e no mundo durante a pandemia? Lúcia Riff, Luciana Villas-Boas, Marianna Teixeira Soares e Nicole Witt vão responder estas e outras perguntas na série De agente para agente, conduzida pela também agente literária Valéria Martins. Os debates irão acontecer as quartas-feiras, de 4 a 25 de novembro, no canal da Oasys Cultural no YouTube. Os três primeiros encontros – com Lúcia Riff, Marianna Teixeira e Luciana Villas Boas – acontecerão às 19h, e o último com Nicolle Witt, às 16h.

PublishNews, Redação, 27/10/2020

Publicada em 1933, a obra Doidinho (Global, 236 pp, R$ 59,90), continuação de Menino de Engenho, traz Carlinhos em um mundo completamente diferente do engenho Santa Rosa. Carlinhos agora é Carlos de Melo, está saindo da infância e entrando na pré-adolescência, enquanto vive num colégio interno, sob o olhar de um diretor cruel e autoritário. Ao mesmo tempo que lida com o despertar de sua sexualidade, ele sente falta da antiga vida no engenho, e encontra refúgio nos livros. As mudanças na vida de Carlos acompanham as mudanças na história do Brasil. Os engenhos estão sendo trocados por usinas, enquanto há uma percepção de que a mão de obra na cultura açucareira é análoga à escravidão. Com introdução da pesquisadora, crítica literária, autora de literatura juvenil e professora universitária Marisa Lajolo, Doidinho é a segunda obra do chamado Ciclo da Cana-de-Açúcar de José Lins do Rego.

PublishNews, Redação, 27/10/2020

Árvores podem contar ótimas histórias. E Red é um carvalho centenário que não apenas já viu de tudo em seus muitos anos de vida, mas também realiza desejos, e todo ano, no dia 1º de maio, as pessoas amarram em seus galhos fitas ou tiras de tecido com os mais diversos pedidos. Não é da natureza das árvores se intrometer na vida dos humanos. No entanto, quando a família da solitária Samar se muda para o bairro e é recebida com ameaças, Red percebe que há algo estranho acontecendo. Aquela vizinhança já tinha acolhido inúmeras famílias. Qual a diferença dessa vez? O lenço que a mãe de Samar usa na cabeça? Após ouvir o inesperado e comovente pedido sussurrado pela menina, Red convoca a melhor amiga, a corva Bongô, e decide que chegou a hora de sua voz ser finalmente ouvida. Em edição de luxo, com capa dura, fitilho e ilustrações, Árvore dos desejos (Intrínseca, 224 pp, R$ 49,90 – Trad.: Thais Paiva) é uma fábula que mostra a importância do respeito às diferenças para uma vida em sociedade. Com maestria, Katherine Applegate traça uma história atemporal sobre o poder da amizade e da empatia.

“Não há nada de errado em dizer escrita feminina, mas é necessário fazê-lo com circunspecção.”
Elena Ferrante
Escritora italiana
1.
Eu sou, eu posso!
2.
Box Harry Potter
3.
Decida vencer
4.
Eu fico loko. Vou ser pai
5.
Mais esperto que o diabo
6.
A sutil arte de ligar o foda-se
7.
Do mil ao milhão
8.
Batismo de fogo
9.
Sol da meia-noite
10.
As aventuras de Mike
 
PublishNews, Redação, 27/10/2020

A única coisa pior e mais desastrosa do que levar um pé na bunda, é levar um pé na bunda e ver seu ex se tornar a maior subcelebridade do Brasil. Não só isso, mas assistir em tempo real enquanto ele se apaixona por outro cara em TV nacional. Poucas palavras conseguem expressar esse nível de decepção amorosa. Mas é justamente a tentativa de colocar a dor em palavras, reunidas em cartas para o ex, que faz com que o protagonista dessa história repense algumas coisas. Além de abordar de forma sensível, irônica e crua as diferentes nuances de um relacionamento abusivo, Querido ex (Galera Record, 176 pp, R$ 34,90), de Juan Jullian, também traz questionamentos sobre os preconceitos sociais que jovens negros e gays estão sujeitos em nossa sociedade. Publicado originalmente de forma independente, o livro vendeu mais de 20 mil exemplares e ficou mais de 100 dias seguidos no 1° lugar dos mais vendidos na categoria LGBT da Amazon.

PublishNews, Redação, 27/10/2020

Entre 2013 e 2017, Linda Boström Knausgård foi internada coercitivamente numa enfermaria psiquiátrica, onde foi submetida a uma série de sessões de ECT (eletroconvulsoterapia), na qual descargas elétricas são utilizadas para desencadear algo parecido com uma convulsão epiléptica. É uma terapia corriqueira e considerada estabelecida no tratamento de vários distúrbios psíquicos, apesar de ainda não haver unanimidade entre os pesquisadores quanto a sua eficácia e seus efeitos colaterais. No caso da autora, as vivências e lembranças começaram a desaparecer já durante o tratamento que ela recebia na “fábrica”. A pequena outubrista (Rua do Sabão, 306 pp, R$ 55 – Trad.: Luciano Dutra), terceiro romance de Linda, é não apenas um acerto de contas furioso com a psiquiatria, mas também uma esforço memorialístico desesperado e uma luta iníqua com portas que se fecham definitivamente, na qual a infância, a juventude, o casamento, a maternidade e o divórcio despontam como vislumbres e cujos personagens e lugares despontam sob clarões de relâmpagos.

 
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