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PublishNews 06/10/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial. Faz entregas e coletas em editoras, distribuidoras, livrarias, gráficas e grandes redes. A área de atuação atualmente engloba São Paulo (Capital), grande São Paulo, Jundiaí, Campinas e todo o estado do Rio de Janeiro.
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PublishNews, Redação, 06/10/2020

Bernardine Evaristo, vencedora do Booker Prize 2019, participará da mesa de abertura da festa | © Divulgação A Festa Literária Internacional de Paraty (Flip) anunciou nesta segunda (5), que a sua 18ª edição acontecerá de 3 a 6 de dezembro, em formato virtual, pelas redes sociais, devido à pandemia do novo coronavírus. A programação será composta por mesas transmitidas ao vivo em plataforma própria e nas redes sociais da Festa, além de vídeos gravados, eventos paralelos e programações de parceiros. “A Flip Virtual contará com uma linguagem própria que respeita o sentido original e o espírito da Festa: ser mais do que um mero evento, estabelecendo uma relação duradoura e permeável com Paraty”, explica Mauro Munhoz, diretor artístico da Flip. Para isso, está sendo produzida uma série de vídeos que irão aproximar o público da cidade, trazendo o sentido mais amplo da Festa, as histórias e personagens paratienses para dentro da edição on-line. Para as mesas ao vivo, já estão confirmadas as presenças das autoras internacionais Bernardine Evaristo, vencedora do Booker Prize 2019, que participará da mesa de abertura da festa; a colombiana Pilar Quintana, e o brasileiro Itamar Vieira Junior. Dentre as mudanças desta edição do evento, a Flip Virtual não terá a figura de um autor homenageado, devido ao momento pandêmico mundial. Em comunicado enviado à imprensa, a Flip também agradeceu a participação de Fernanda Diamant como curadora convidada do evento e adiantou que a partir do trabalho iniciado por ela no primeiro semestre e encerrado em agosto, foi dado seguimento à programação internamente. Sobre os espaços parceiros, a assessoria do evento informou ao PublishNews que a organização da Flip elaborou um novo plano para contemplá-los no digital e está em diálogo com as organizações interessadas. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 06/10/2020

Nesta segunda-feira (5), a Veja publicou uma matéria informando que conforme uma petição protocolada pela Saraiva na última sexta (2), a Via Varejo, holding que comanda a Casas Bahia, Pontofrio e Extra, mostrou interesse na compra de ativos da varejista. Ainda segundo a matéria, o alvo do interesse da Via Varejo é o centro de distribuição da Saraiva, localizado em Cajamar, no interior de São Paulo. Um elo importante pode ser fundamental nesta transação: Marcelo Ubriaco, ex-vice-presidente de Varejo da Saraiva, hoje ocupa o cargo de Diretor Executivo de Operações da Via Varejo. De Saraiva, ele entende. Em nota enviada ao PublishNews, a Saraiva confirmou o interesse da Via Varejo na compra de ativos do CD e acrescentou ainda que no seu processo de reestruturação "avalia a venda de ativos, como o site, em que temos players interessados". Na última assembleia de credores, Luiz Galeazzi, da Galeazzi & Associados, consultoria financeira contratada pela Saraiva, revelou que há dois interessados na compra do e-commerce da varejista. Uma nova assembleia está marcada para o dia 15 de outubro.

PublishNews, Redação, 06/10/2020

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anunciou nesta terça (6) que a 26ª edição da Bienal Internacional do Livro de SP acontecerá de 02 a 10 de julho de 2022. A escolha da data, segundo informou a associação, foi resultado de uma pesquisa feita com os expositores confirmados para a 26ª edição da Bienal do Livro SP. No total, 80% dos expositores já optaram por manter a participação no evento, mesmo após o anúncio do adiamento em virtude da pandemia da Covid-19 e seus impactos. A comercialização dos espaços para novos expositores está prevista para iniciar em setembro de 2021. Enquanto isso, a primeira edição virtual da Bienal do Livro de SP continua marcada para acontecer de 7 a 13 de dezembro. Até o momento, 60 expositores já confirmaram a participação e a plataforma digital que abrigará toda a programação deve ir ao ar no dia 30 de outubro.

PublishNews, Gustavo Martins de Almeida, 06/10/2020

Mais do que nunca, no séc. XXI os movimentos dos grupos sociais passam a ser mais rápidos: é a aceleração vertiginosa do tempo histórico. Os modismos surgem e desaparecem rapidamente: cupcakes, livros de colorir, lives. O home office aumentou o número de empresas de entrega e esvaziou restaurantes, abarrotou os correios com encomendas - inclusive de livros. Mas, aos poucos, as livrarias do bairro vão desabrochando, aqui e ali. Como atrair um público específico? Marcus Gasparian, da Livraria Argumento, entrega pessoalmente os livros que vende. Martha Ribas e Rui Campos (Janela e Travessa) adoraram a ideia que dei (copiada da Bertrand de Lisboa) de carimbar no frontispício do exemplar, se o cliente quiser, “Este livro foi comprado na Livraria...”. Passeando em Paris uma fachada me chama a atenção. Chegando mais perto, o cartaz anuncia “Para manter as características comerciais culturais do bairro e por determinação da Prefeitura essa loja está destinada a locação com a finalidade de estabelecimento de uma livraria” (tradução livre do teor). Já se discutiu no Brasil a determinação de preço mínimo para os livros - preço que vigoraria por um ano para evitar concorrência predatória de descontos abusivos. Mas volto à livraria do bairro. O ponto de encontro, de conversa, o prazer de olhar novidades, de descobrir a obra que faltava para fechar o conceito de um trabalho ou para arrematar o raciocínio ousado, que demandava argumento original. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 06/10/2020

O prazo para inscrição no Prêmio São Paulo de Literatura termina nesta quinta-feira (8). Todos os anos, o concurso seleciona os melhores livros de ficção, no gênero romance, escritos em língua portuguesa, originalmente editados e publicados no Brasil. Este ano serão concedidos dois prêmios: Prêmio São Paulo de Literatura de Melhor Romance de Ficção do Ano de 2019 e Prêmio São Paulo de Literatura de Melhor Romance de Ficção de Estreia do Ano de 2019. As inscrições são gratuitas e o vencedor e cada categoria receberá um prêmio de R$ 200 mil. Para realizar a inscrição a Secretaria de Cultura e Economia Criativa de São Paulo disponibiliza dois endereços, um para autores e outro para editoras.

PublishNews, Redação, 06/10/2020

Este mês, dois nomes do jornalismo e da literatura nacional irão ministrar cursos na Estação das Letras. Começando logo mais, às 19h, Ruy Castro trabalhará a Arte do encontro. No curso ele compartilhará com seus alunos, todas as terças, seus encontros pessoais com personagens que moldaram a experiência coletiva em torno do futebol, da literatura e da música brasileira, e abordará as divergências entre eles e suas obras. Serão trabalhados autores como Carlos Drummond de Andrade, Carlos Heitor Cony, Fernando Sabino, Guimarães Rosa, Jorge Luís Borges, José Saramago, Nelson Rodrigues, Paulo Coelho, Rachel de Queiroz, Rubem Braga e Vinicius de Moraes, bem como jogadores no nível de Bellini, Carlos Alberto, Didi, Zico, Garrincha, Nilton Santos e Pelé. Já José Castello conduz o curso Extremos – O círculo de leitura de ficções radicais, de 7 de outubro até 16 de dezembro, sempre às quartas, das 19h às 21h. Nos encontros, será realizada a leitura comentada integral do romance A paixão segundo GH, de Clarice Lispector. Junto à psicanalista Maria Hena Lemgruber, eles tratarão dos impactos provocados hoje pela ficção de Clarice. O projeto Extremos tem como objetivo a aproximação entre a literatura e a existência e está em cena há cerca de uma década. Para mais informações, clique nos links correspondentes.

PublishNews, Redação, 06/10/2020

A Farsa da Boa Preguiça (Nova Fronteira, 272 pp, R$ 49,90 – Ilustração: Manuel Dantas Suassuna) compõe a trindade das peças mais representativas da dramaturgia de Ariano Suassuna, junto com o Auto da Compadecida e A Pena e a Lei, e, como elas, bebe na fonte do universo mítico e poético do Romanceiro Popular Nordestino. Montada pela primeira vez em 1961, a peça produzida em versos e dividida em três atos, era a preferida do autor e é considerada por parte da crítica como “a súmula de todo o seu teatro”. Recheada de críticas sociais, a trama do livro retrata um Brasil dividido e desigual. Em uma ponta está Joaquim Simão, cordelista perspicaz, que pretende viver de seus versos e carrega as singularidades de um país de cantores, vaqueiros, camponeses e pescadores. Na outra, Aderaldo Catacão, representante de uma burguesia cosmopolita, sem-vergonha e superficial, que glorifica o lucro acima de tudo. Acentuando ainda mais as diferenças entre eles, há no texto uma celebração do chamado ócio criador, do qual resultam a arte, a poesia e a festa.

PublishNews, Redação, 06/10/2020

O lobo da estepe (Record, 252 pp, R$ 59,90 – Trad.: Ivo Barroso) conta a história de Harry Haller, um homem de 50 anos que acredita que sua integridade depende da vida solitária que leva em meio às palavras de Goethe e às partituras de Mozart; um intelectual tentando equilibrar-se à beira do abismo dos problemas sociais e individuais, ante os quais sua personalidade se torna cada vez mais ambivalente e, por fim, estilhaçada. A primeira parte do livro é o pesadelo do lobo Haller, sua depressão e sua incapacidade de se comunicar que está na base da crueldade e da destruição. Na segunda, o lobo se humaniza, através da entrada em cena de Hermínia, que tenta reaproximá-lo do mundo, no caso uma comunidade simplória, com salas de baile poeirentas e bares pobres. O livro foi escrito quando Hesse tinha 50 anos, como seu personagem, e estava profundamente influenciado pela psicanálise. O estilo adotado, altamente revolucionário para a época, foi elogiado por Thomas Mann, para quem, como novela experimental, O lobo da estepe era tão genial quanto Ulisses, de James Joyce.

“Às vezes, acho que não vou ter mais tempo para um grande romance. Mas sinto um arrebato que pede obra.”
Nélida Pinõn
Escritora brasileira
1.
Memórias
2.
Decida vencer
3.
Mais esperto que o diabo
4.
Box Harry Potter
5.
A sutil arte de ligar o foda-se
6.
Sol da meia-noite
7.
As muralhas vão cair
8.
Do mil ao milhão
9.
Batismo de fogo
10.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
 
PublishNews, Redação, 06/10/2020

Em 997 d.C., a Inglaterra enfrenta ataques dos galeses de um lado e dos vikings do outro. Os homens que estão no poder fazem justiça de acordo com os próprios interesses, ignorando o povo e muitas vezes desafiando o próprio rei. Na falta de uma legislação clara, o caos reina absoluto. Nesse cenário de selvageria, a vida de três jovens se entrelaça de maneira brutal. Um construtor de barcos vê sua terra ser dilacerada pelos vikings e é forçado a se mudar com a família para um povoado inóspito. Uma nobre normanda desafia os pais para se casar com o homem que ama e, assim que chega à Inglaterra, se vê envolvida em uma constante e violenta disputa pela autoridade em que qualquer passo em falso pode ser catastrófico. Um monge sonha em transformar sua humilde abadia em um centro de estudos conhecido na Europa inteira. Em O crepúsculo e a aurora (Arqueiro, 704 pp, R$ 69,90 – Trad.: Fernanda Abreu), livro de Ken Follett, que antecede a saga de Os pilares da Terra, todos eles lutam por um mundo mais justo, próspero e livre. E todos cruzam o caminho de um bispo inteligente e cruel que vai fazer o que for preciso para aumentar sua influência e sua fortuna.

PublishNews, Redação, 06/10/2020

Bagdá o skatista (Pausa, 128 pp, R$ 37,90), de Toni Brandão, conta a história de um jovem radical, bonitão, focado e pretensioso: ele quer transformar o mundo em um lugar melhor do que o que lhe ofereceram. Ele mora na periferia de uma das maiores cidades do mundo e não parece interessado em aceitar o papel de excluído/derrotado. As coisas na vida de Bagdá começam a mudar quando ele vence o maior campeonato de skate e chama a atenção da imprensa e das redes sociais, ávidas por celebridades, muito mais por sua exuberante beleza de mulato sarado do que por sua competência nas manobras nas pistas e halfs de skate. Mas ao negar esse novo status, ele começa a refletir se, de fato, não era isso o que queria o tempo todo: fama, grana, e acesso fácil às garotas e as outras camadas da vida do outro lado do muro feio, sujo e cruel que divide a cidade entre nós e ‘eles’, pobres e ricos, o bem e o mal. Meu nome é Bagdá, filme inspirado na obra foi premiado no Festival de Cinema de Berlim 2020.

PublishNews, Redação, 06/10/2020

Em Ainda que a terra se abra (Taverna, 160 pp, R$ 44,90), Martín recebe uma ligação com a notícia da morte de seu pai e precisa retornar ao Sul. A partilha da herança costura seu reencontro com o passado, com sonhos abandonados e com tragédias que teimam em não se deixar esquecer. O jovem professor universitário, ao reencontrar sua irmã mais velha, Bibiana, não consegue esconder o desconforto ao vê-la ocupando o lugar do pai, com uma naturalidade que ele jamais imaginara. Ao regressar, Martín vai descobrir que não foi apenas a irmã que mudou em sua terra natal. Ainda que a terra se abra é o novo livro do escritor gaúcho R. Tavares.

 
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