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PublishNews 08/06/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
PublishNews, Leonardo Neto, 08/06/2020

Na manhã desta segunda-feira (08), a Câmara Brasileira do Livro (CBL), o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e a Nielsen Books divulgaram os dados da Pesquisa Produção e Vendas do Setor Editorial Brasileiro, que até o ano passado era conhecida no mercado como “Pesquisa Fipe”. Esta é a primeira vez que a Nielsen Books realiza o estudo. O que se vê surpreende à primeira vista: as editoras produziram mais, venderam mais e faturaram mais do que no ano anterior. Em números absolutos, foram produzidos 395 milhões de exemplares e vendidos 434 milhões de cópias. Isso redundou em faturamento de R$ 5,7 bilhões. Dos 395 milhões de exemplares produzidos, 80% deles foram reimpressões e 20% novos títulos. Na comparação com 2018, isso representa crescimento de 13%. Dos 434 milhões de cópias vendidas, 209 milhões foram ao mercado e 224 milhões ao governo. Já o faturamento cresceu nominalmente 10,7% em relação a 2018. Considerando apenas as vendas a mercado (excluindo as feitas para governos), o crescimento é de 7,7%. Em ambas análises, o aumento foi acima da inflação registrada no período: 4,31%, de acordo com o IPCA. Outra grata surpresa foi o crescimento real de 14,8% do subsetor de Obras Gerais, dono do melhor resultado do ano. Esse crescimento é levando em conta apenas as vendas a mercado. Se incluir aqui as vendas a governo, o crescimento de Obras Gerais alcança 27,5%, lembrando que 2019 teve a retomada de compras de livros de literatura pelo PNLD Literário, que não ocorreu no ano anterior. Em número de exemplares vendidos, o crescimento do subsetor chega a impressionantes 39,1%. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Talita Facchini, 08/06/2020

No dia 25 de maio, o afro-americano George Floyd morreu nos EUA depois que o policial Derek Chauvin, se ajoelhou sobre seu pescoço por sete minutos enquanto ele estava deitado de bruços. Esse triste episódio desencadeou inúmeras manifestações em diversos países e levantou mais uma vez a questão do racismo, assunto que nunca deveria ter saído de pauta. Trazendo o tema para o mercado editorial, em 2014, dos livros publicados apenas 2,5% dos autores não eram brancos. Dos personagens retratados nos romances apenas 6,9% eram negros e só 4,5% eram protagonistas. Neste mesmo ano, segundo o IBGE os negros representavam 54% da população brasileira. Uma fotografia da força de trabalho da indústria do livro pode ser bem parecida com esta: a maioria dos trabalhadores de editoras e livrarias é composta por pessoas brancas. Para conversar sobre o assunto, o podcast desta semana ouviu Vagner Amaro, fundador da editora Malê. Para Vagner, um dos grandes problemas do que ele definiu como um “sistema literário da autoria negra” é que os livros não circulavam. “Eles não estavam nas livrarias, não estavam sendo distribuídos, eles não participavam dessas reuniões de compras e não eram inscritos nos prêmios”, explicou, algo que mudou com o trabalho das editoras como a Malê nos últimos anos. Sobre a falta de diversidade no mercado de trabalho, Amaro tocou num ponto importante. “Se a gente for pensar na quantidade de editores negros atuantes no Brasil, é um número muito reduzido, não chega a 10 editores”, alertou. “E esses editores que empreenderam as empresas onde trabalham, ou seja, eles não foram absorvidos pelo mercado”, algo que segundo ele só comprova essa desigualdade. “As pessoas que estão pensando o mercado editorial não são negras”. Clique no Leia Mais para ouvir o programa.

PublishNews, Redação, 08/06/2020

O Painel das Letras apresentou os dados do Sindicato dos Trabalhadores de Empresas Editoras de Livros (Seel) que constatou que 84% das editoras de São Paulo já recorreram a medida provisória 936/2020 para reduzir os salários dos funcionários. Ao todo, 51 editoras paulistas já adotaram a medida e 17 delas optaram por acordos de suspensão de trabalho. Entre as demais, a metade optou por reduzir rendimentos dos empregados em 25% – as grandes estão neste grupo. Já o sindicato no Rio de Janeiro não revelou números tão detalhados, mas informou que, entre as grandes casas no estado, Record, Grupo Guanabara e Ediouro já promoveram cortes nos rendimentos de seus funcionários. O Slam das Minas fechou uma parceria com o Polo Cultural, espaço da zona norte de São Paulo e transportou as batalhas de slam para o ambiente virtual. Segundo o Estadão, o novo estilo das batalhas conta com uma estrutura que envolve um diretor de TV e produtores. As batalhas serão transmitidas no canal do Polo Cultural no YouTube. A ideia é que os eventos aconteçam todo primeiro sábado do mês. Com a morte de George Floyd, no dia 25 de maio, a busca por obras sobre discriminação racial aumentou nos EUA. Na Amazon, livros não-ficção sobre a experiência negra lideram a lista de mais vendidos e no site da Barnes and Noble, oito dos 10 best-sellers são livros já publicados anteriormente. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 08/06/2020

Na sexta-feira passada (05), a Saraiva enviou aos seus investidores um “fato relevante” sobre a mudança no quadro do seu Conselho de Administração. É que quatro dos cinco membros do colegiado pediram renúncia: Antônio Sergio Salvador dos Santos, que havia sido indicado pelos credores ao posto, Maria Cecília Saraiva Mendes Gonçalves, Augusto Marques da Cruz e Jorge Saraiva Neto, estes dois últimos que ocupavam os postos de vice e presidente respectivamente. Olavo Fortes Campos Rodrigues Jr é o único dos eleitos em dezembro passado a permanecer no Conselho. O comunicado não explica o motivo das renúncias. Para recompor os quadros, será convocada uma assembleia geral ordinária (AGO) marcada para o próximo dia 6. Antônio, Augusto e Jorge permanecem no cargo até a realização da AGO. Maria Cecília já está fora do Conselho.

PublishNews, Redação, 08/06/2020

Apostando nos instant books, termo usado para definir obras que se caracterizam pela agilidade na produção, justamente por trazerem reflexões de episódios atuais ou da história recente, a Editora Planta lançou os primeiros títulos da coleção Pela janela de casa, que reúne contos de autores da casa exclusivamente no formato digital. Conhecidos em sua maioria por suas crônicas que abordam temas como amor-próprio, relacionamentos, solidão e saúde mental, os autores dedicam-se, na coleção, a textos ficcionais sobre o período de distanciamento social, que surgiram de suas observações, sensações e reflexões. Os títulos, que já estão disponíveis em todas as plataformas pelo valor de R$ 9,90, são: O cuidador de pássaros, de Matheus Rocha, Dono do tempo, de Bruno Fontes, e Pela janela, de Raquel Segal. Nomes como Paola Aleksandra, Daniel Bovolento, Victor Fernandes, Gisela Bacelar e Bruna Ceotto também farão parte da coleção.

PublishNews, Redação, 08/06/2020

Como a magia dos clássicos não tem fronteiras, nos sonhos de meninas e meninos brasileiros os personagens têm suas feições e habitam o cotidiano. Foi assim com Chapeuzinho Vermelho, menina que morava com a mãe numa aldeia de casas flutuantes, às margens do rio Negro, na Amazônia. Ao levar uma cesta com tacacá e frutas da região para a avó doente, Chapeuzinho conversa com um boto-cor-de-rosa, fica distraída com as belezas da floresta e tem uma grande surpresa quando chega no seu destino. Chapeuzinho Vermelho e o Boto-cor-de-rosa (Mazza Edições, 24 pp, R$ 35) foi escrito por Cristina Agostinho e Ronaldo Simões Coelho. As ilustrações ficaram por conta de Walter Lara.

PublishNews, Redação, 08/06/2020

Em um minúsculo planeta, vive O Pequeno Príncipe Preto (Nova Fronteira, 32 pp, R$ 39,90). Além dele, existe apenas uma árvore Baobá, sua única companheira. Quando chegam as ventanias, o menino viaja por diferentes planetas, espalhando o amor e a empatia. O texto é originalmente uma peça infantil que já rodou o país inteiro. Agora, Rodrigo França traz essa delicada história no formato de conto, presenteando o jovem leitor com uma narrativa que fala da importância de valorizarmos quem somos e de onde viemos - além de nos mostrar a força de termos laços de carinho e afeto. O autor, Rodrigo França, é ator, diretor e cineasta social. Para escrever esta obra, reuniu um pouco do que aprendeu sobre amor e afeto com sua avó, seus pais e seus irmãos.

PublishNews, Redação, 08/06/2020

A roupa nova de Doralice (Saíra Editorial, 21 pp, R$ 37 – Ilustração: Luciana Romão) é uma releitura do famoso conto A roupa nova do rei. Escrita pela autora e tradutora paulista Monica Stahel, a obra conta a história de Doralice, uma jovem vaidosa e autoconfiante que não perde a chance de lançar moda no vilarejo em que vive. Tudo muda em Vilas das Luas quando uma estilista estrangeira promete costurar, exclusivamente para Doralice, um vestido com um tecido encantado: somente as pessoas de alma limpa e bons sentimentos seriam capazes de enxergá-lo. Ao acreditar que seria uma excelente oportunidade de testar as pessoas, a jovem aceita a proposta mas acaba surpreendida, já que nem ela mesma consegue ver o vestido. Ao desfilar pela rua para exibir o seu novo modelito, todos se espantam e o motivo é um só: Doralice estava nua, foi surpreendida pela própria vaidade e pela própria soberba. A nova roupa de Doralice abre um diálogo despretensioso com as crianças sobre vaidade, autoestima e autoimagem.

“As pessoas que estão pensando o mercado editorial não são negras.”
Vagner Amaro
Editor da Malê
1.
Desperte a sua vitória
2.
Decida vencer
3.
Economia do desejo
4.
Mais esperto que o diabo
5.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
6.
Box Harry Potter
7.
A sutil arte de ligar o foda-se
8.
Do mil ao milhão
9.
1984
10.
O poder do hábito
 
PublishNews, Redação, 08/06/2020

Quando conseguimos ler uma palavra ou frase de trás para frente e ela ainda tiver o mesmo significado, estamos diante de um palíndromo. Criar palíndromos é uma arte, uma brincadeira de letras e palavras para dar nó na cabeça de qualquer um. Em Ana e os palíndromos (Editora do Brasil, 48 pp, R$ 51,70), Fernando Vilela apresenta ao leitor alguns palíndromos conhecidos e outros novos, enquanto conta uma história divertida e cheia de rimas sobre uma garota curiosa, que vive rodeada de palavras de frente para trás e de trás para frente. Uma história “palindrômica” com a personagem Ana e seu avô.

 
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