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PublishNews 28/05/2020
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PublishNews, Redação, 28/05/2020

O governo do estado de Hesse (Alemanha) autorizou a realização da Feira do Livro de Frankfurt, marcada para acontecer entre os dias 14 e 18 de outubro. Para a realização, a Feira ocupará outros espaços espalhados pela cidade, além do pavilhão, e palcos de debates e discussões se tornarão virtuais. No ano passado, a Feria reuniu 302.267 pessoas de 140 países. Seguramente que estes números serão menores em 2020. Neste momento, a Feira fala da sua expectativa em receber expositores de toda a Europa. A presença de outros países dependerá da suspensão das restrições de viagens. Um plano detalhado de saúde e higiene aprovado pelas autoridades públicas será posto em prática. Entre as medidas estão uma limitação do número de pessoas nos pavilhões e a exigência de uma autodeclaração do atestado de saúde de cada um dos visitantes Uma outra medida foi o enxugamento do espaço da Feira no pavilhão Frankfurter Messe. Em 2020, serão utilizados apenas dois andares de três pavilhões: 3, 4 e 6. Em julho, a Feira deverá divulgar a planta de localização dos estantes nestes pavilhões. Outra medida é a metragem mínima de cada estande, que será de 8 m². Aqueles expositores que compraram espaços menores receberão gratuitamente o estande maior. Todos os outros estandes serão ampliados gratuitamente. Os corredores entre os estandes também sofrerão alterações e passarão a ter de 6 a 8 metros de largura. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 27/05/2020

Pedro Almeida | © Estúdio WtfA Câmara Brasileira do Livro (CBL) enviou nota à redação do PublishNews anunciando a renúncia de Pedro Almeida do cargo de presidente do Conselho Curador do Prêmio Jabuti. No documento, a entidade afirma que "celebrar a produção editorial e homenagear os profissionais que atuam pelo livro, leitura e cultura brasileira continuarão sendo prioridade do Prêmio Jabuti e da Câmara Brasileira do Livro". No último sábado (23), quando mais de 22 mil pessoas tinham morrido de covid-19, o agora ex-curador usou as suas redes sociais para transmitir uma inverdade relacionada à pandemia. O post teve enorme repercussão. Um grupo de escritores, editores e intelectuais criou uma petição on-line que já amealhou mais de 8,2 mil assinaturas incluindo nomes de peso como Nélida Piñon, Aílton Krenak, Danilo Miranda, Djamila Ribeiro, Alberto Villas, Amyr Klink, Antonio Prata, Antonio Torres, Aroeira, Frei Betto, Bob Wolfenson, Fernando Bonassi, Drauzio Varella, Edney Silvestre, Eliane Brum, Gonçalo M. Tavares e Humberto Werneck. A pressão continuou nesta terça-feira (26), quando o coletivo Virgínia, composto por mais de 200 mulheres profissionais do mercado editorial, escreveu uma carta aberta pedindo a renúncia do curador. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 28/05/2020

O Ministério da Educação publicou o edital do PNLD 2022 pelo qual o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) comprará obras didáticas e literárias destinadas aos estudantes e professores da Educação Infantil (creche e pré-escola) e ainda obras pedagógicas de preparação para alfabetização baseada em evidências. Os livros adquiridos por este edital serão destinados aos alunos e professores de escolas das redes públicas federal, estaduais, municipais e do Distrito Federal, além de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas conveniadas com o poder público. Clique aqui para acessar o edital.

PublishNews, Talita Facchini, 28/05/2020

Neste episódio especial do PublishNews Entrevista, programa da PublishNewsTV que tem criado um arquivo da memória do mercado editorial brasileiro, André Argolo reuniu alguns de seus entrevistados para compartilharem seus pensamentos sobre o mundo, suas preocupações e sonhos para a vida em comum. Daniel Lameira (Antofágica), por exemplo, quer um mundo de liberdade para seu filho poder decidir o que ele quiser. “Quanto mais a gente municiar ele para explorar uma liberdade no futuro, melhor, é isso que eu queria pra ele, e conviver com pessoas que tenham o mínimo de respeito por essa liberdade”, contou. Marilena Nakano falou sobre como cria sua relação com as pessoas e ideias políticas; e Flávia Lago, sobre como se sente no momento que vivemos. Já Henderson Furst falou sobre seus ideais e refletiu: “A minha experiência, a minha religiosidade, não podem ser aplicadas a você em forma de uma lei. Isso fere o jogo democrático violentamente”. Além deles, o episódio desta semana também tem a participação de Ignácio de Loyola Brandão, Camila Cabete, João Scortecci, Carlos Nejar, Judith de Almeida, Raquel Menezes, Eduardo Lacerda, Fernando Nuno e Mauricio Negro, que dividiram com André e o público, suas reflexões, ideias e pensamentos. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 28/05/2020

Faleceu, na manhã da última quarta-feira (27), o acadêmico e jornalista Murilo Melo Filho, vítima de falência múltipla de órgãos. Ele tinha 91 anos. Sexto ocupante da Cadeira nº 20, Melo Filho nasceu em Natal. Aos 12 anos, começou a trabalhar no Diário de Natal, com Djalma Maranhão, escrevendo um comentário esportivo. Aos 18 anos, foi para o Rio de Janeiro, onde estudou no Colégio Melo e Souza e foi aprovado em concursos públicos para datilógrafo do IBGE e do Ministério da Marinha, ingressando a seguir no Correio da Noite, como repórter de polícia. Trabalhou na Tribuna da Imprensa, no Jornal do Commercio, no Estado de S. Paulo, e na Manchete. Dirigiu e apresentou na TV-Rio, o programa político Congresso em Revista, que ficou no ar ininterruptamente durante sete anos. Foi também membro do Conselho Administrativo da Associação Brasileira de Imprensa (ABI) e membro da União Brasileira de Escritores (UBE). Seus textos estão nos livros Cinco dias em junho (1967), O desafio brasileiro (1970), O brasileiro Rui Barbosa (2009) e Políticos ao entardecer (2009).

PublishNews, Redação, 28/05/2020

Faleceu na última terça (26), aos 82 anos, Maria Apparecida Faria Marcondes Bussolotti, nome importante na construção da Editora Unesp. Cida, como era conhecida, esteve presente desde o início da instituição. Foi coordenadora editorial da então Diretoria de Publicações da Fundação para o Desenvolvimento da Unesp (Fundunesp), ponto de partida do que viria a se tornar a Editora Unesp, em 1987, e Fundação Editora da Unesp, a partir de 1996. Teve ainda um papel importante no estabelecimento das normas de publicação da editora e na idealização e coordenação do que viria a ser a atual Universidade do Livro, elaborando cursos e sendo inclusive professora do curso de preparação e revisão de textos. Em 2004 venceu o Prêmio Jabuti na categoria Teoria e Crítica Literária com o livro João Guimarães Rosa: Correspondência com o seu tradutor alemão (Nova Fronteira/UFMG). “Cida era obstinada e tinha um amor incondicional pelo livro. Uma pessoa que dedicou a vida toda a educação e ao livro e formou gerações e gerações de trabalhadores do mercado editorial”, definiu o professor e escritor Nelson Luis Barbosa e ex-aluno de Cida na Universidade do Livro. Em nota enviada ao PublishNews, a Fundação Editora Unesp também prestou suas condolências aos familiares e amigos.

PublishNews, Redação, 28/05/2020

O Divã ocidento-oriental (Estação Liberdade, 448 pp, R$ 72 – Trad.: Daniel Martineschen) é o resultado do movimento de Goethe em direção ao Oriente, “de onde há milênios têm chegado a nós tantas coisas grandiosas, boas e belas”. Este desejo teve sua gênese no encontro do poeta alemão com o diwan (coletânea) do persa Hafez. Reunindo mais de 500 gazéis (poemas curtos e líricos, de temática mística ou amorosa), o diwan de Hafez circulava pelo Oriente desde o século XIV. Quando a primeira tradução integral deste conjunto chega a Goethe, ele é arrebatado por sua leitura e tomado de uma necessidade de responder produtivamente à “poderosa aparição” de Hafez, a quem Goethe passou a considerar um “gêmeo”. O alemão, então com 64 anos, decide renovar-se como criador e empreender sua viagem literária rumo ao Oriente. Por meio de leituras, pesquisas e traduções, o poeta se transplanta ao antigo mundo das Mil e uma noites, às civilizações dos livros sagrados e suas tradições poéticas. O Divã ocidento-oriental é o relato dessa imersão. O tradutor também assina um posfácio que conta mais sobre a escrita do Divã por Goethe, a história das traduções da obra, e a história da presente tradução.

PublishNews, Redação, 28/05/2020

Em Mais longa vida (Record, 160 pp, R$ 39,90), Marina Colasanti transborda sua ampla cultura literária e sua intimidade com a poesia italiana e luso-brasileira. Com sua escrita sensível, a autora trata na obra de temas como família, amor, perdas, viagens e saudade, usando suas lembranças pessoais para construir uma poesia simples e ao mesmo tempo complexa. Em entrevista ao Estadão, Marina contou que finalizou a obra em 2016, quando ela seria originalmente editada. “Não mudei nada, pois, quando sai da minha mesa, está pronto. Há pintores que refazem suas telas, mas eu não quero refazer meus passos”. Ao longo do livro, o leitor é convidado a participar de um diálogo com a autora e refletir sobre os mais diversos temas.

“Às vezes, quase sempre, um livro é maior do que a gente.”
Guimarães Rosa
Escritor brasileiro (1908-1967)
1.
Economia do desejo
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Todo santo dia
4.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
5.
Box Harry Potter
6.
Do mil ao milhão
7.
A sutil arte de ligar o foda-se
8.
Quem pensa enriquece: o legado
9.
O milagre da manhã
10.
Caixa Bone: série completa
 
PublishNews, Redação, 28/05/2020

A austríaca Ingeborg Bachmann (1926 - 1973) teria assistido às tropas nazistas marcharem pela sua cidade quando tinha apenas 11 anos. A vulgaridade da linguagem do Reich e a desolação causada pela guerra marcaram sua produção. O tempo adiado e outros poemas (Todavia, 208 pp, R$ 64,90) reúne escritos selecionados e traduzidos por Claudia Cavalcanti, que também assina o posfácio. Os poemas assombram pelas imagens inusitadas e por uma dicção que, embora pareça por vezes complexa, busca a pureza na representação tanto do mundo exterior quanto de aspectos da interioridade do ser humano. Escritora que, a certa altura, abandona as profundas inquirições da poesia para se dedicar à ficção, Bachmann parecia saber que a linguagem pode ser capaz de construir mundos. E também de aniquilá-los.

PublishNews, Redação, 28/05/2020

Amor. Guerra. Perdas. Migrações. Germinações. Temas que inspiram poetas desde tempos imemoriais e se entrelaçam às histórias de cada um de nós, ganham uma nova abordagem em Todas palavras feitas da terra (Chiado, 172 pp, R$ 32). Nesta obra, André Zahar explora a poética do carvão e vai ao encontro da própria caligrafia ao estirar no traço inquietações que vão do íntimo ao político. O livro se inspira em sítios arqueológicos presentes no Nordeste do Brasil — Serra da Capivara, Vale do Catimbau, Carnaúba dos Dantas, Pedra do Ingá, Lajedo do Pai Mateus —, onde desenhos e incisões deixados na rocha por povos pré-coloniais revelam narrativas essenciais de muitas Eras. De forma análoga, a poesia de Zahar busca na vivência pessoal do tempo o que há de mais remotamente humano.

 
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