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PublishNews 22/04/2020
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PublishNews, Redação, 22/04/2020

O Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) criou uma área especial no seu site em que compila as legislações, medidas provisórias e orientações para empregados e empregadores neste cenário de pandemia do novo coronavírus. Estão ali, por exemplo, um relatório criado pela empresa Vector – assessoria do SNEL para assuntos dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário – que analisa o cenário político atual. Outro material – criado pela Advocacia Ximenes, consultoria jurídica para assuntos trabalhistas da entidade – busca sanar dúvidas em relação à Medida Provisória 936/2020, que instituiu o Programa Emergencial de Manutenção do Emprego e Renda. Aliás, a MP 936 mereceu especial atenção no site e foi criada uma área de perguntas e respostas especificamente sobre o assunto.

PublishNews, Talita Facchini, 22/04/2020

Desde que colocamos no ar o primeiro podcast tratando dos efeitos do coronavírus na indústria do livro, há exatamente um mês, muita coisa mudou. Antes, editores, livreiros e entidades do livro especulavam sobre os impactos da pandemia e começavam a se adequar à nova realidade. Agora, livrarias estão fechadas, editoras praticamente vazias e todos que podem, estão trabalhando de casa. Mas, para a roda continuar girando, nem todo mundo pode acatar o isolamento. Os livros precisam continuar sendo produzidos e chegar nas mãos dos leitores. São pessoas que acompanham o dia a dia das gráficas, que cuidam dos depósitos das editoras e dos centros de distribuição. São pequenas livrarias e editoras independentes que encontraram maneiras de continuar entregando livros para os leitores. Os guerreiros da resistência. Por isso, o Podcast do PublishNews desta semana foi atrás dessas pessoas para saber como era sua rotina antes da pandemia chegar e como está sendo agora, quais os cuidados que a empresa tomou para que eles possam continuar trabalhando em segurança e o que eles têm a dizer para quem pode ficar em casa. Tivemos os depoimentos da Forma Certa, Record, Companhia das Letras, Meta Brasil, Geográfica Editora, Livraria da Tarde e Lote 42. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota e ouvir o programa.

PublishNews, Talita Facchini, 22/04/2020

O Women’s Prize anunciou as seis finalistas da sua edição de 2020. Concedido anualmente à melhor obra de ficção escrita por mulheres, o prêmio – que também possui um júri exclusivamente feminino – tem entre as finalistas, autora Bernardine Evaristo, vencedora do último Booker Prize, junto com Margaret Atwood. Evaristo concorre com a obra Girl, woman, other, que acompanha um elenco de 12 personagens em suas viagens e procuras pessoais pelo Reino Unido nos últimos cem anos. Quem também figura na lista dos finalistas é a autora Hilary Mantel, que já venceu o Man Booker Prize duas vezes. Este ano, ela concorre com The mirror and the light, último livro da trilogia Thomas Cromwell, que acompanha os últimos anos do personagem que veio do nada e chegou ao poder. Por aqui, Mantel é publicada pela Record. As autoras Angie Cruz, Jenny Offill, Maggie O’ Farrell e Natalie Haynes completam a lista. Clique no Leia Mais para ler a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 22/04/2020

A Associação de Escritores e Ilustradores de Literatura Infantil e Juvenil (Aeilij) revelou os ganhadores do Prêmio Aeilij 2020. Na categoria Literatura Infantil, o livro vencedor foi Minha família Enauenê (FTD), escrito por Rita Carelli e ilustrado por Anabella López. No livro, a autora narra, em tom autobiográfico, como foi a sua experiência na tribo dos Enauenê-Nauê, mostrando as dificuldades com os novos costumes e os prazeres da convivência. O projeto gráfico e ilustrações de López traz colorido vibrante que remete à cultura indígena. Na categoria Literatura Juvenil, o vencedor foi Estou aqui se quiser me ver (Moderna), de Tânia Alexandre Martinelli. O livro faz um mergulho na vida de uma família de classe média alta visto pelo olhar de um adolescente de 15 anos. A ética na vida pública e nas relações humanas tem papel primordial nesta novela juvenil, que não foge a questões difíceis, numa linguagem que dialoga com as dinâmicas complexas do crescimento: do estabelecimento de relações afetivas às possibilidades diárias de diálogo entre pessoas de uma mesma família. Por fim, a categoria Conjunto de Ilustrações foi para Motosblim, a incrível enfermaria de bicicletas (Entrelinhas), ilustrado por Marcelo Velasco. O livro de Aclyse de Mattos se passa na rua 13 de junho, em Cuiabá. É ali que Névio Lotufo e sua turma brincam, jogam bola e pedalam. O texto rimado de Mattos se casa com as ilustrações de Velasco, que consegue reconstruir os cenários da Cuiabá dos anos 1960.

PublishNews, Redação, 22/04/2020

Para comemorar o Dia Mundial do Livro, celebrado no dia 23 de abril, a Câmara Brasileira do Livro (CBL) preparou uma sequência de lives com escritores. Para começar o dia, Mariana Mendes, conselheira do Prêmio Jabuti, conversa com Conceição Evaristo, homenageada pelo prêmio em 2019, às 11h. A conversa será transmitida pelo perfil da CBL no Instagram (@cbloficial). Às 16h, Taty Leite, do Vá Ler um Livro, conversa com Mauricio de Sousa e Luiz Felipe Pondé. No bate-papo, que será transmitido pela página da CBL no Facebook, os dois falarão sobre suas experiências com a leitura, suas inspirações e debaterão ideias sobre o mundo do livro.

PublishNews, Nicole Witt, 22/04/2020

No último dia 16, Luis Sepúlveda faleceu nas Astúrias aos 70 anos de idade, depois de lutar contra o coronavírus por mais de seis semanas e até mesmo derrotá-lo. Mas alguns dos seus órgãos estavam muito danificados para se recuperarem. O autor morreu depois de sua família lhe ter dado um último adeus, sem sofrimento. A perda de Luis Sepúlveda nos afeta profundamente. Há apenas alguns meses, celebramos seu 70º aniversário em Milão, junto com sua esposa Carmen, seus editores, amigos próximos e colegas. Parece tão injusto e inútil que Lucho teve que nos deixar tão cedo. Sempre foi uma grande honra e enorme prazer trabalhar com Luís Sepúlveda, um adorado autor e amigo querido. No que seria o nosso último encontro, em fevereiro deste ano, estive com ele e com a sua mulher, Carmen, em Portugal, e eu o encontrei em grande forma, com grandes planos para terminar o seu novo romance e para viajar. Lucho vai deixar um vazio. Mas os seus pensamentos e palavras estarão sempre conosco. A grande pessoa e visionário Luis Sepúlveda viverá para sempre em nossos corações e mentes. Clique no Leia Mais e tenha acesso a esta emocionante despedida de Nicole Witt ao amigo.

PublishNews, Redação, 22/04/2020

E-books e e-readers, como o Kobo que aparece na imagem, têm agora a mesma imunidade tributária dada a livros impressos| © Beatriz SimoniniEm 2017, em uma decisão histórica para o mercado editorial, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu equiparar os e-books e e-readers ao livro, garantindo a estes produtos a isenção garantida pela Constituição Federal. Nessa semana, o STF acolheu a proposta de súmula vinculante o que significa que, a partir de então, a administração pública e todos os demais juízes e tribunais são obrigados a seguir a deliberação que foi unânime no colegiado. O texto da decisão diz: "A imunidade tributária constante do art. 150, VI, d, da CF/88 aplica-se à importação e comercialização, no mercado interno, do livro eletrônico (e-book) e dos suportes exclusivamente utilizados para fixá-los, como leitores de livros eletrônicos (e-readers), ainda que possuam funcionalidades acessórias".

PublishNews, Redação, 22/04/2020

Lançado em 1963, o livro de estreia de João Antônio, Malagueta, Perus e bacanaço (Editora 34, 160 pp, R$ 47), tornou-se de imediato um clássico. O autor, então com 26 anos, movia-se com originalidade e força numa linhagem de prosadores já conhecidos, como Lima Barreto ou Graciliano Ramos. Ao mesmo tempo, seus nove contos concisos e diretos, isentos de sentimentalismo, recriavam saborosamente o ritmo e o léxico da língua popular de uma São Paulo em grande parte desconhecida dos leitores - a língua do pé-de-chinelo, do zé-ninguém, do pobre-diabo que chuta tampinhas pela rua e bebe pelos botecos. Na geografia desta obra de tintas autobiográficas, onde subúrbios paulistanos são cortados por linhas férreas, os esquecidos da história lutam por sua sobrevivência, muitas vezes à margem da lei. Ambientado nos bairros do centro e da periferia da capital paulista no final dos anos 1950, início dos 60, por este livro desfilam pequenos funcionários, soldados rasos, boxeadores, ferroviários, prostitutas, engraxates, camelôs, malandros e desocupados que, pelas mãos de João Antônio, entraram pela porta da frente de nossa literatura.

“Os homens de letras se tornam cada vez mais os últimos exemplares de uma espécie em extinção.”
Fernando Sabino
Escritor brasileiro
1.
Mais esperto que o diabo
2.
Todo santo dia
3.
Sapiens ( edição de bolso)
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Box - O essencial da Psicologia
5.
Box - Alice no país das maravilhas
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Como fazer amigos e Influenciar pessoas - Edição comemorativa 80 anos
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A princesa salva a si mesma neste livro
8.
O poder da autorresponsabilidade
9.
Box Nórdicos
10.
Luluca - No mundo dos desafios
 
PublishNews, Redação, 22/04/2020

Com uma franqueza tida como escandalosa em seu tempo, foi D.H. Lawrence foi um dos primeiros autores do Modernismo Inglês a abordar o desejo sexual das mulheres e sua realização – muitas vezes desafiando o domínio masculino – em romances fundamentais como O arco-íris, Mulheres apaixonadas e O amante de Lady Chatterley. Agora, a Carambaia publica As mulheres contam (288 pp, R$ 79,90 - Trad.: Patrícia Freitas), antologia com sete textos escritos entre 1910 e 1927. Em todos os contos, é central a presença das personagens femininas – inquietas, complexas e quase sempre insubmissas. Por exemplo, Bilhetes, por favor, a história que abre o volume, narra a vingança de um grupo de funcionárias de uma ferrovia contra um colega metido a conquistador. O batizado fala do estigma da gravidez anterior ao casamento e Nada disso trata dos reveses sofridos por uma mulher independente. No projeto gráfico, feito por Tereza Bettinardi, foi adotada uma tipografia que remete à usada nos cartazes do movimento sufragista inglês (luta das mulheres por direito a voto, alcançado em 1918).

PublishNews, Redação, 22/04/2020

A história de Crônica da Rua 513.2 (Kapulana, 316 pp, R$ 54,90) se passa em uma rua fictícia de Maputo, capital de Moçambique, onde convivem personagens mortos (antigos moradores da época em que o país era dominado por Portugal) e vivos (personagens que vivem no momento presente, pós-independência). Vivos e mortos discutem, decidem e realizam tarefas que definem os rumos da rua e, por extensão do país. Quando esses antigos espíritos são substituídos por outros, a dinâmica histórica começa a mudar. Nesse romance, o moçambicano João Paulo Borges Coelho apresenta um retrato literário e cultural das relações entre história e ficção, em uma sociedade em busca de sua própria identidade e ao mesmo tempo, se confunde com a própria história de Moçambique, país que ficou mais de 400 anos sob domínio português.

 
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