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PublishNews 16/04/2019
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PublishNews, Redação, 16/04/2019

Nielsen detectou queda importante tanto em faturamento quanto em volume nas vendas de livros nos estabelecimentos que monitora | © Redes sociais da SaraivaA Nielsen e o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) acabam de divulgar os resultados do Painel das Vendas de Livros no Brasil, referente ao período que vai de 25 de fevereiro a 24 de março. O mês continua refletindo a crise das duas principais varejistas do país: Saraiva e Cultura, ambas em recuperação judicial. Com o fechamento de unidades e o desabastecimento, sobretudo dos livros didáticos que acharam outros caminhos para chegar às mãos dos alunos, as varejistas monitoradas pela Nielsen apresentaram queda nominal (não considerando a inflação no período) de 25,42% no faturamento e de 30,25% em volume. No mês, foram vendidos 2.943.703 exemplares o que redundou em faturamento de R$ 134,6 milhões. Em relação a igual período de 2018, foram 1.276.438 exemplares a menos e deixou de entrar no caixa desses estabelecimentos R$ 45,8 milhões. No acumulado do ano, a perda nominal é de 21,18% em faturamento e de 22,5 em volume. Em números absolutos, foram vendidos 9.329716 exemplares e o faturamento foi de R$ 463,6 milhões.

PublishNews, Redação, 16/04/2019

A estreia do Encontro PublishNews de 2019 acontece já na próxima terça (23), no inovabra habitat (Av. Angélica, 2.529 - São Paulo / SP) espaço mantido pelo Bradesco. Lá, a partir das 19h, iremos receber Ruy Shiozawa, CEO do Great Place to Work no Brasil, para falar sobre a diversidade na indústria editorial. Ruy acredita que ela é uma condição necessária para a inovação, palavra buscada por diversos editores atualmente por conta da crise que esse mercado se encontra. Além de falar sobre diversidade, inovação e suas implicações, Ruy irá mostrar como a tecnologia revolucionou a forma como as pessoas consomem, trabalham e se relacionam. Um bate-papo para apresentar uma nova visão sobre o mercado editorial e novas ideias para lidar com a crise. Para se inscrever gratuitamente no evento é só clicar aqui. As vagas são limitadas e só são garantidas depois da confirmação que será enviada por e-mail.

PublishNews, Redação, 16/04/2019

O Prêmio Pulitzer anunciou seus vencedores de 2019 nas categorias Ficção, História, Biografia, Poesia e Não Ficção Geral. Em Ficção, o vencedor foi o americano Richard Powers (na foto ao lado) - finalista do Man Booker Prize 2018 -, com o livro The Overstory, que fala sobre a destruição das florestas e que na visão dos jurados, “apresenta uma narrativa engenhosamente estruturada”. Em História, quem levou o prêmio foi David W Blight, com Frederick Douglas: Prophet of freedom, sobre o ex-escravo que se tornou um famoso escritor e abolicionistas. Jeffrey C. Stewart venceu em Biografia com a obra The New Negro, sobre o filósofo e artista Alain Locke; em Poesia, venceu Forrest Gander, com o livro Be with, e em Não ficção geral, Eliza Griswold foi a escolhida com a obra Amity and Prosperity. Os vencedores levam para casa US$ 15 mil.

PublishNews, Redação, 16/04/2019

O Prêmio Off Flip anunciou os vencedores da sua edição de 2019. Em Conto, o vencedor foi Thássio Gonçalves Ferreira, com o livro Tetris. Em Poesia, quem ganhou o prêmio foi Thais Guimarães, com a obra A poetisa. Em Literatura Juvenil, o livro Caixa de palavras, de Maria Angélica Ferrasoli, foi o escolhido; e em Literatura Juvenil, a vencedora foi Renata Penzani, com Instruções para ser menino. Para conferir os segundos e terceiros colocados em cada categoria, clique aqui. Os autores ganharão R$ 30 mil no total, além de estadia em Paraty, passeio de escuna e cota de livros. Os contos e poemas selecionados serão publicados em livro impresso, que será lançado durante a Flip (10 a 14/07) e também em e-book, com download gratuito aos leitores. Já os vencedores nos gêneros infantil e juvenil terão suas obras publicadas em livro ilustrado e os finalistas poderão assinar contrato de edição em parceria com o Selo Off Flip. O sarau de premiação acontecerá no Sesc Paraty, também durante a Flip.

PublishNews, Redação, 16/04/2019

A Pretexto (Rua Barata Ribeiro, 543, sala 1.102 – Rio de Janeiro / RJ), empresa que oferece além de serviços de tradução de textos e atividades editoriais, cursos e oficinas com profissionais do mercado literário, abriu as inscrições para a oficina A tradução e o texto traduzido. Ministrada por Sérgio Flaksman, que por muitos anos foi diretor editorial na Record, a atividade pretende discutir questões vocabulares, estilísticas e demais escolhas que propiciam a construção de um texto fluente e fiel em língua portuguesa. As aulas serão divididas em quatro encontros e começam no dia 30 de abril e acontecem às terças e sextas, das 19h às 21h30. É necessário ter pleno domínio do inglês e de português para participar da oficina. O investimento é de R$ 900, mas é possível parcelar. Para mais informações é só clicar aqui.

PublishNews, Redação, 16/04/2019

Rodrigo Lacerda | © Renato ParadaO escritor, editor e tradutor Rodrigo Lacerda é o convidado dessa semana do projeto Um Escritor na Biblioteca, projeto encampado pela Biblioteca Pública do Paraná (BPP). Nascido em 1969, no Rio de Janeiro, Rodrigo Lacerda vive atualmente em São Paulo, onde se formou em História pela Universidade de São Paulo (USP). Estreou na literatura em 1995, com o romance O mistério do leão rampante (Ateliê Editorial), pelo qual ganhou o Prêmio Jabuti. Em 2009, levou mais um Jabuti com O fazedor de velhos (Companhia das Letras) e, no ano seguinte, venceu o prêmio da Academia Brasileira de Letras de melhor romance por Outra vida (Companhia das Letras). O bate-papo acontece logo mais, às 19h, no auditório da BPP (Rua Cândido Lopes, 133 - Curitiba / PR) e terá a mediação do jornalista e cronista Luís Henrique Pellanda. A entrada é gratuita.

PublishNews, Redação, 16/04/2019

Georges Perec nasceu em 1936, na cidade de Paris, onde viveu a maior parte de sua vida, e morreu em Ivry, 46 anos depois. Seu pai lutou na Segunda Guerra Mundial, sendo morto em 1940, e sua mãe morreu em Auschwitz. Perec, órfão aos cinco / seis anos, foi criado por parentes próximos. Ele viveu só, angustiado e saudoso, buscando alguma memória do pouco convívio que teve com a família e passou a brincar com um suposto controle matemático na literatura. Perec cria um mundo particular e obsessivo para não lidar diretamente com o trauma – com a imagem sempre presente da ausência de seus pais – e usa a matemática e os jogos buscando colocar a literatura em um lugar sem conexão com a dor. Assim, buscando as inacessíveis certezas matemáticas, Perec escreve La Disparition, um livro com mais de 300 páginas em que nunca aparece a letra ‘e’ – uma regra conhecida como lipograma –, a mais frequente da língua francesa. Ele dizia que, ao se ver privado pelos nazistas do convívio com as pessoas mais importantes do mundo (père e mère), teria também que ser capaz de escrever um livro sem a letra mais importante do alfabeto. Este é o tema central de Georges Perec: A psicanálise nos jogos e traumas de uma criança de guerra (Relicário, 140 pp, R$ 38) ensaio de Jacques Fux: como, mesmo destituído de si e sob o trauma do pior capítulo da história mundial, Georges Perec é capaz de conceber um projeto literário ousado e brilhante.

PublishNews, Redação, 16/04/2019

Friedrich Dürrenmatt (1921-1990) é conhecido do público brasileiro por suas peças, como A visita da velha senhora e Os físicos. A promessa seguido de A Pane (Estação Liberdade, 224 pp, R$ 45) recoloca a prosa do autor suíço de expressão alemã e apresenta outra faceta de sua consagrada criação. Em A Promessa: Réquiem para um romance policial, o autor, já conhecido por seus romances e roteiros policiais, decide jogar com as convenções do gênero. Dürrenmatt coloca a si mesmo como personagem - um escritor que ouve de um ex-chefe de polícia o caso que arruinou o homem mais genial que ele conheceu. Em A Pane: Uma história ainda possível, o caixeiro-viajante Alfredo Traps tem de pernoitar em um vilarejo após seu carro sofrer uma pane na estrada. Ele se une a um grupo para um jantar. Os ilustres senhores que o convidaram têm o passatempo de encenar julgamentos e sentenças. Na posição de réu, Traps abrirá sua vida e seus segredos a estes desconhecidos de uma maneira irreversível.

“Deve-se ler Machado não para compreender o Brasil, mas para ler grande literatura.”
John Gledson
Estudioso da literatura brasileira
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O milagre da manhã
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A sutil arte de ligar o foda-se
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