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PublishNews 02/10/2018
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PublishNews, Redação, 02/10/2018

Manifestação 'Mulheres contra Bolsonaro' que aconteceu no último sábado, em São Paulo | © Rovena RosaEm 17 anos de existência, o PublishNews nunca se manifestou politicamente. E a verdade é que gostaríamos de continuar assim e manter nossa neutralidade. Mas infelizmente não é mais possível. O risco iminente da vitória de um candidato com um discurso retrógrado de homofobia, misoginia, racismo e totalitarismo nos obriga a tomar uma posição não apenas política, mas moral e ética. O PublishNews, portanto, quer deixar claro seu posicionamento contra o candidato à presidência Jair Bolsonaro (PSL) e grande parte de suas ideias, que podem facilmente ser qualificadas de fascistas. O PublishNews é #EleNão. Está bastante claro nas manifestações tanto do candidato quanto de seu pleiteante à vice-presidência, Hamilton Mourão, o desprezo pelas instituições democráticas. E é nisso que a eleição de Bolsonaro pode ser um entrave para nós do mercado editorial. O mercado de livros só pode crescer e se desenvolver dentro de um ambiente livre e democrático. Sem liberdade e democracia, o mercado editorial tende a definhar e a praticamente desaparecer. Sob censura e pensamento únicos, as áreas de Cultura e Educação são as primeiras que sofrem, e um governo totalitário vai fazer ao máximo para controlá-las, o que passa por controlar os livros. Tal controle pode ser leve ou radical, mas existindo sempre afetará negativamente a economia do livro. Queremos um mercado editorial livre, pujante e dinâmico no Brasil, não podemos aceitar um candidato tão manchado por ideias totalitaristas. “Ah, mas o Capitão não é nada disso. Ele jamais censuraria livros ou interferiria no mercado”, diriam alguns. Mas o fato é que ele já fez isso na frente de todo o Brasil quando mostrou o livro Aparelho sexual & cia. Ali, ficou claro o caráter censor do candidato. Mais do que isso. Em entrevista recente ao UOL o general da reserva Aléssio Ribeiro Souto, escolhido por Bolsonaro para contribuir com diretrizes básicas para políticas de Educação, ameaçou banir livros sem “a verdade” sobre 1964. A chapa flerta com o totalitarismo e aí está o grande perigo. O totalitarismo, com ou sem Bolsonaro e Mourão, de direita ou de esquerda, vermelho ou azul, é um veneno fatal para a economia do livro. Diante disso, o PublishNews se sente obrigado a se posicionar como #EleNão. Clique no Leia Mais e acesse a íntegra deste editorial assinado por todos da equipe do PublishNews.

PublishNews, Leonardo Neto, 02/10/2018

Vendas de livros sobem entre os dias 13/08 e 09/09, aponta Nielsen| © Lima AndruškaTodos os meses, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e a Nielsen apresentam o Painel das Vendas de Livros no Brasil. O relatório, que compila os principais dados apurados pelo instituto de pesquisa junto a vendedores de livros (livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento), aponta que entre os dias 13 de agosto e 09 de setembro esses players tiveram faturamento de R$ 137.542.821,45 apurados com a venda de livros. Essa cifra é 5,37% maior do que a apresentada no mesmo período de 2017. Em volume, o salto foi de 3,65%, indo de 3.421.616 exemplares vendidos em 2017 para 3.546.497 comercializados nesse ano. No acumulado do ano, os ganhos em faturamento já somam 9,33%, fechando o nono período em R$ 1.346.026.785,24 ante os R$ 1.231.136.151,75 apurados em igual intervalo do ano passado. Em volume, o crescimento é de 5,7%, com 31.127.229 cópias vendidas de janeiro até o último dia 9. A diferença entre o que se vendeu o ano passado e esse é de 1.678.587 exemplares. Clique no Leia Mais e confira mais detalhes do painel.

PublishNews, Redação, 02/10/2018

As irmãs Talita e Carol Camargo estão à frente da nova Livraria do Comendador, instalada em um casarão tombado na região da Avenida Paulista, em São Paulo | © DivulgaçãoA família Camargo é uma velha conhecida do mercado editorial brasileiro. Não só pela atuação de Ivo Camargo, o patriarca, mas também de suas filhas Carol e Talita. E são elas que vão tocar, a partir desta quinta-feira (04) a Livraria do Comendador, montada dentro do Zel Café, novo endereço da região da Avenida Paulista, em São Paulo. Instalado dentro de um casarão tombado, o café é um empreendimento do criador de cavalos Lauro Megale e tem o equino como tema. As duas desenharam para o negócio um formato que inova por levar temas que estão ligados ao lugar: o café, a gastronomia, os cavalos, a ciência e a física. ”A princípio, o mix foi pensado em duas paixões do investidor: o café e o cavalo; além de contemplar livros da área acadêmica, pensada no instituto de física presente no local, bem como o futuro planetário ainda não inaugurado. No mais, há uma seção infantil, best-sellers, literatura de interesse geral, biografias, ficção e não-ficção, artes e arquitetura, HQs, revistas importadas e nacionais”, explica Talita informando que na Comendador terá ainda produtos de papelaria, placas e ímãs decorativos e acessórios para presentes. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 02/10/2018

O GEN abriu uma vaga para Consultor de Negócios Interno Júnior. O contratado será responsável, dentre outras coisas, por criar parcerias com clientes, trazer negócios de todos os produtos e serviços produzidos pelo grupo, executar atividades de vendas, oferecer consultoria e venda de livros impressos às bibliotecas, e apresentar relatórios objetivos. É desejável superior completo, conhecimentos do aplicativo Office e experiência na área comercial. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail recrutamento@grupogen.com.br até 5 de outubro.

PublishNews, Redação, 02/10/2018

Este mês, o Ubook, plataforma de audiolivros por streaming, participará de duas feiras internacionais. A de Barcelona (3 a 5/10) e a de Frankfurt (10 a 14/10). O objetivo da startup, explica o CEO Flávio Osso, é trazer novos conteúdos para a plataforma. “Estamos em um momento de forte expansão da nossa atuação e estas serão excelentes oportunidades para negociarmos novas parcerias de distribuição”, adianta o executivo. “Além disso, buscaremos novas parcerias editoriais em audiolivros e e-books, para ampliar ainda mais o catálogo para os nossos usuários”, completou. Dos 15 mil audiolivros em sua plataforma, cerca de 12 mil estão em outros idiomas, majoritariamente em inglês. O segundo maior volume de títulos em língua estrangeira no Ubook está em espanhol.

PublishNews, Redação, 02/10/2018

Formada no segmento de didáticos, a Palavras Projetos Editorias, liderada pelo editor Cândido Grangeiro, agora focará seu trabalho também na literatura para crianças e jovens. O primeiro livro desta nova fase traz um nome de peso da arte e cultura nacional: o artista gráfico e cenógrafo Elifas Andreato. Elifas assina a autoria do livro A maior palavra do mundo, uma fábula alfabética (56 pp, R$ 46), que conta com traços de Fê, um dos mais criativos ilustradores da atualidade. O livro levou 37 anos para sair da gaveta e chegar às mãos do público. O trabalho teve origem a partir de uma das muitas histórias que Elifas Andreato criou para seus filhos quando pequenos: uma fábula envolvendo as letras do abecedário. O lançamento da obra acontece neste sábado (6), às 16h, na Livraria da Vila (Rua Fradique Coutinho, 915 – São Paulo / SP). A Palavras Projetos Editoriais pretende ainda reforçar seu catálogo com livros focados no público infantojuvenil e nas crianças já alfabetizadas, ou seja, na formação de leitores. Nos meses de outubro e novembro a editora colocará no mercado mais três livros, com os lançamentos de Li M´in, uma criança de Chimel, dos guatemaltecos Rigoberta Menchú e Dante Liano, ilustrado por Bendita Gambiarra e traduzido por Ivan Martins; As meias dos flamingos, do escritor uruguaio Horácio Quiroga (1878-1937), com ilustrações de Fê e tradução e adaptação de Andrea Ponte e um livro em formato de HQ, e Tate Rei, revolta em Paty, de Eduardo Vetillo.

PublishNews, Redação, 02/10/2018

Nina Krivochein | © DivulgaçãoNeste ano, o 63º Prêmio Fundação Bunge, criado para incentivar a inovação e a disseminação de conhecimento e para reconhecer profissionais que contribuem para o desenvolvimento da cultura e das ciências no Brasil, contemplará, na categoria Juventude de Literatura Infantojuvenil, Nina Krivochein, de 14 anos que já publicou três livros e tem despertado o interesse pela leitura em milhares de crianças. Sua primeira obra, A vaca que não gostava do pasto (Vermelho Marinho), foi escrita aos seis anos, em 2011, está na segunda edição e foi adotada como material didático para alfabetização de alunos do ensino fundamental de escolas públicas no Brasil. Outros dois livros vieram depois (A menina que tinha cães invisíveis (2013) (Projeto Autores Mirins), e Filhos de Peixe (Mar de Ideias) (2016)). Agora, Nina está finalizando a obra Luna Moon e a guerra entre os reinos, história baseada na cultura celta e fruto das pesquisas que ela tem feito na Escola da Ponte, localizada em Santo Tirso, no Distrito do Porto, ao Norte de Portugal, onde Nina vive atualmente. Além do reconhecimento, a jovem receberá a quantia de R$ 60 mil e medalha de prata. A cerimônia de entrega do Prêmio será no dia 13 de novembro, em São Paulo. O prêmio já contemplou grandes nomes da literatura brasileira, como Érico Veríssimo, Hilda Hilst e Jorge Amado, entre outros.

PublishNews, Redação, 02/10/2018

O editor Milton Mira de Assumpção Filho, mais do que um empreendedor na área de livros, é um bom contador de histórias. Em 1984 criou a Makron Books, editora especializada em livros técnicos, de informática, negócios e universitários e em 2002, criou uma nova editora com o nome e a marca M.Books, com foco em livros de negócios, saúde, nutrição, pais e filhos e interesse geral. Como editor publicou cerca de 2,5 mil títulos e como autor, publicou sete livros, incluindo aqui Viagens, vinhos, histórias (M.books, 452, R$ 89). A edição caprichada reúne experiências que o editor coletou em diversas viagens que fez a regiões produtoras de vinhos na Argentina, Brasil, Chile, França, Itália e Portugal. O livro inspirou Milton a contar histórias. Em suas contações, o editor sempre destaca que a lembrança que você possa ter sobre o sabor de um vinho irá depender do momento, da companhia e das emoções vivenciadas. Para enriquecer ainda mais cada relato, ele conta histórias de cada região, sobre castas, terroirs, o trabalho e as técnicas dos enólogos. Para quem gosta do assunto, Milton ministra logo mais, às 18h30, na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos (Av. das Nações Unidas, 4777 – São Paulo / SP) a palestra Uma viagem ao mundo dos vinhos. No dia 22, às 19h, ele estará na Livrarias Curitiba Shopping Palladium (Av. Pres. Kennedy, 4121 – Curitiba / PR) falando sobre o mesmo tema. 

“Sem liberdade e democracia, o mercado editorial tende a definhar e a praticamente desaparecer”
Editorial assinado por equipe do PublishNews
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1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
As aventuras na Netoland com Luccas Neto
3.
O milagre da manhã
4.
Seja foda!
5.
O poder da autorresponsabilidade
6.
21 lições para o século 21
7.
Poesia que transforma
8.
Me poupe!
9.
Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente
Para todos os garotos que já amei
 
PublishNews, Redação, 02/10/2018

Uma das coletâneas de contos mais conhecida da língua inglesa, Dublinenses (Penguin, 288 pp, R$ 39,90 – Trad.: Caetano W. Galindo) faz um retrato vívido e inclemente sobre a “boa e velha Dublin” do começo do século XX. Essas 15 histórias, incluindo Arábias, Graça e Os mortos, mergulham no coração da cidade natal de James Joyce, capturando não só a cadência da fala, mas também o realismo quase brutal dos sentimentos de seus habitantes. A edição ainda inclui a história O velho vigia, escrita por Berkeley Campbell, que serviu de mote para que Joyce escrevesse o conto As irmãs, que abre a coletânea. Publicado pela primeira vez em 1914, este livro decifra a vida da classe média católica da Irlanda, mas também lida com temas universais como decepções, frustrações e o despertar sexual. Joyce tinha 25 anos quando escreveu estes contos, considerados por muitos tanto um experimento literário quanto a obra mais acessível do autor.

PublishNews, Redação, 02/10/2018

O que existe de comum entre o Brasil, Guatemala, Argentina e Equador? Para algumas pessoas, a resposta mais corriqueira seria "ambos fazem parte da América Latina", mas para as escritoras Celina Bodenmüller e Fabiana Prando, a resposta provavelmente seria: uma tradição oral fantástica e lendas que merecem ser exploradas. Contadoras de histórias, as autoras mergulharam na riqueza da cultura popular dos países latinos e apresentam o mundo mágico das mitologias que percorrem a região, na antologia Contos encantados da América Latina (Moderna, 112 pp, R$ 50). A obra é composta por 18 lendas que apresentam uma nova perspectiva cultural da região e denotam o imaginário fértil que permeia as narrativas repassadas há gerações pela tradição oral. São histórias que vão de Norte a Sul da região, sendo algumas delas comuns em diferentes países, como a história do Galo e da Raposa popular no Uruguai e na Guatemala, ou a lenda do Palácio Encantado conhecida na Argentina, Panamá e Colômbia.

PublishNews, Redação, 02/10/2018

Dos quatro autores reunidos em Quarteto mágico: contos (Autêntica, 176 pp, R$ 44,90), pode-se dizer que são todos estranhos, ainda que cada um à sua maneira. Considere os personagens que se encontram nas páginas a seguir: um sujeito que compra um apito para controlar o trânsito dos pedestres debaixo da sua janela, uma senhora atropelada que estoura “como papo de anjo”, um coelho que vira homem e um homem que vira um arquivo de metal. Pondo logo de saída as cartas na mesa, cabe a advertência: não se espante se essas histórias fugirem aos bons costumes da verossimilhança, da medida justa da expressão ou da sequência certeira de episódios que costumamos atribuir às histórias “bem-amarradas”. Melhor então pensar naquele parafuso meio solto que leva algumas histórias à vizinhança do absurdo e do disparate, que contam com detalhes extravagantes e até meio bizarros e com conclusões sempre fora do lugar. Um livro de contos para soltar a imaginação. A obra é escrita por Murilo Rubião, José J. Veiga, Campos de Carvalho e Victor Giudice e organizada por Miguel Conde.

PublishNews, Redação, 02/10/2018

Por trás de uma aparência familiar, cotidiana, as histórias que o paranaense Miguel Sanches Neto conta em A bicicleta de carga e outros contos (Companhia das Letras, 136 pp, R$ 49,90) revelam as múltiplas facetas da experiência humana e a dificuldade de comunicação que marca os relacionamentos entre homens, mulheres, pais e filhos. Um turista na Espanha acaba se tornando amigo de um casal de brasileiros: a possibilidade de um triângulo amoroso se insinua o tempo inteiro, mas pode muito bem ser algo imaginário, assim como a paixão de um fazendeiro de origem holandesa por uma famosa socialite, que ele conhece através de um quadro. Nesta coletânea, proliferam-se narrativas de amores que não se concretizam, e de desejo sexual que, para além do prazer, traz angústia. Em A bicicleta de carga e outros contos, o que está em jogo é o caráter ambíguo e opaco da linguagem. É através de tudo o que não se revela que as criaturas a quem o autor deu vida mostram-se tão humanas.

PublishNews, Redação, 02/10/2018

O crítico e escritor inglês David Lodge, em A arte da ficção, afirma que “a estrutura de uma narrativa é como a estrutura de vigas que sustenta os arranha-céus: você não a enxerga, mas é ela que determina o formato e as características do edifício”. Todas as histórias de Como ser ninguém na cidade grande (Penalux, 172 pp, R$ 40), de Luiz Roberto Guedes, possuem essa estrutura: só o escritor a enxerga, já que mal olhamos para as “vidas pequenas na esquina”, no dia a dia da cidade frenética. Na obra o leitor pode se preparar para idas e vindas pela metrópole paulistana, conduzido por um criador que “se ocupa de pessoas que não existem”. Como na história do mendigo que escrevia um diário, do advogado que adorava seduzir proletárias, do professor sessentão que se envolveu com uma adolescente, ou do estudante que alugava um quarto no apartamento da viúva solitária. Essa multiplicidade de olhares reflete um testemunho de nosso tempo, numa prosa direta e repleta da condição humana.

 
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