Apanhadão da semana: zines como resistência nos EUA
PublishNews, Redação, 11/12/2025
Veja também: o que diferencia um livro de colorir do outro e a aposta das editoras em vendas de agendas

Zines | © Wikimedia Commons
Zines | © Wikimedia Commons
Os zines são publicações artesanais e independentes e estão vivendo um forte momento de ressurgimento nos Estados Unidos, especialmente entre jovens. De acordo com uma reportagem do jornal The Guardian, esse formato está sendo usado como forma de resistência e organização política frente a temas como operações de imigração e à atual conjuntura política, oferecendo informação prática de forma acessível e fora do alcance de algoritmos e censura das redes sociais.

Essas publicações criam espaços seguros para expressão, especialmente para comunidades marginalizadas, e promovem ação tangível. O texto do jornal britânico destaca que oficinas e "festas de dobradura" transformaram a criação em um ato "terapêutico", permitindo que pessoas enfrentem a sensação de impotência a partir de uma criação artística.

Uma matéria do g1 listou elementos que determinam o que é um bom livro de colorir. A equipe da reportagem realizou testes de acabamento, qualidade do desenho e do papel em quatro livros diferentes.

O Estadão repercutiu os livros mais vendidos na Amazon em 2025 e também produziu uma reportagem sobre as editoras estarem apostando em vender agendas e planners físicos nesse final de ano.

A Folha fez uma reportagem sobre a morte da escritora Sophie Kinsella, autora de Os delírios de consumo de Becky Bloom. O jornal também repercutiu a nova tradução de O beijo da mulher-aranha (Todavia), que mostra a atualidade do enredo sobre ditaduras da América Latina.

O Globo resgatou a obra de Hannah Arendt e sua atualidade para compreender debates contemporâneos.

A revista Gama teve como tema o único conto de Toni Morrison, que constitui um "enigma sobre preconceito, identidade e códigos raciais".

[12/12/2025 08:37:20]