
Essas publicações criam espaços seguros para expressão, especialmente para comunidades marginalizadas, e promovem ação tangível. O texto do jornal britânico destaca que oficinas e "festas de dobradura" transformaram a criação em um ato "terapêutico", permitindo que pessoas enfrentem a sensação de impotência a partir de uma criação artística.
Uma matéria do g1 listou elementos que determinam o que é um bom livro de colorir. A equipe da reportagem realizou testes de acabamento, qualidade do desenho e do papel em quatro livros diferentes.
O Estadão repercutiu os livros mais vendidos na Amazon em 2025 e também produziu uma reportagem sobre as editoras estarem apostando em vender agendas e planners físicos nesse final de ano.
A Folha fez uma reportagem sobre a morte da escritora Sophie Kinsella, autora de Os delírios de consumo de Becky Bloom. O jornal também repercutiu a nova tradução de O beijo da mulher-aranha (Todavia), que mostra a atualidade do enredo sobre ditaduras da América Latina.
O Globo resgatou a obra de Hannah Arendt e sua atualidade para compreender debates contemporâneos.
A revista Gama teve como tema o único conto de Toni Morrison, que constitui um "enigma sobre preconceito, identidade e códigos raciais".






