Quando o grande teórico Umberto Eco resolveu se aventurar na ficção, era um jovem romancista de quase 50 anos. Agora, com mais de 60, ela volta seu olhar de linguista, filósofo e estudioso da Idade Média para seus próprios romances. No livro Confissões de um jovem romancista (Cosac Naify, 192 pp., R$ 48 Trad. Marcelo Pen), Eco revela todos os segredos envolvendo a construção de livros como O nome da Rosa e O Pêndulo de Foucault, ao mesmo tempo em que discute questões universais relacionadas à criação da trama e dos personagens e especialmente ao híbrido de ficção e ensaio.






