Livro descontroi “verdades” da Semana de Arte Moderna
PublishNews, Redação, 09/02/2012
Jornalista conta histórias sobre esse período da arte moderna brasileira

1922 - A semana que não terminou (Companhia das Letras, 376 pp., R$ 49), do jornalista Marcos Augusto Gonçalves, retrata a semana mais famosa para a arte moderna brasileira. Os dias 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922 simbolizaram mudanças no cenário intelectual e artístico do país, e também foram responsáveis por episódios que viraram mitos, como a fantasiosa percepção de uma pretensa superioridade paulista na formação da cultura moderna brasileira. A narrativa contém o tom crítico que acompanha a leitura da Semana de Arte Moderna presente desde a década de 80, e descontroi alguns lugares-comuns relacionados ao tema. O autor também reavalia a participação do Rio de Janeiro naquele período. O livro foi feito com base em uma extensa pesquisa e entrevistas com especialistas, sendo direcionado para acadêmicos e demais leitores interessados no assunto.

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