Em Eu mato (Intrínseca, 536 pp., R$ 39,90 – Trad. Eliana Aguiar), thriller de estreia de Giorgio Faletti, um agente do FBI e um detetive enfrentam um serial killer em Montecarlo, no Principado de Mônaco. Trata-se do caso mais angustiante de suas carreiras: capturar o assassino que anuncia seus próximos alvos por meio de enigmas propostos em telefonemas para um programa de rádio, conduzido por um apresentador carismático. Para confundir a polícia, músicas são utilizadas como pistas dos crimes, cujas doses de barbárie e astúcia abatem e desnorteiam policiais, investigadores e psiquiatras. Os assassinatos, caracterizados pela frase “Eu mato” escrita com sangue, são marcados por uma violência que não poupa nem mesmo a pele das vítimas. O autor é formado em Direito, mas virou cantor, compositor e comediante de televisão. Eu mato, lançado em 2002, permaneceu mais de um ano nas listas dos mais vendidos da Itália e foi traduzido para 25 idiomas.






