O último segredo do templo (Bertrand Brasil, 518pp., R$ 49), de Paul Sussman, é uma história sobre o milenar conflito entre judeus e palestinos. É um turbilhão de emoções, reviravoltas e aventuras inesquecíveis. Uma investigação de quase 2.000 anos de mistério sobre um poderoso objeto que, caindo em mãos erradas, pode mergulhar todo o Oriente Médio numa guerra de proporções inimagináveis. Tudo começa quando Piet Jansen, antigo proprietário de um hotel, é encontrado entre as ruínas de um sítio arqueológico pouco visitado, próximo ao Nilo. O inspetor egípcio Yusuf Khalifa fica intrigado com os fatos que vêm à tona. Ele se recorda de outra morte, ocorrida há tempos - o brutal assassinato de uma israelense -, uma morte da qual sempre suspeitou de que haviam condenado um inocente. O caso torna-se bastante complicado, e Khalifa se vê forçado a aliar-se ao detetive israelense Arieh Ben-Roi, um arrogante policial de Jerusalém, e à combativa jornalista palestina Layla al-Madani.







