Política cultural da Revolução
PublishNews, Redação, 01/04/2009

Após um florescimento cultural nascido com a revolução de 1959, as relações entre os intelectuais e o governo cubano passaram a se pautar por tensões crescentes. Isso é o que mostra a historiadora Sílvia Miskulin em Os intelectuais cubanos (Alameda, 304 Pp., R$ 42). A vitória dos revolucionários encabeçados por Fidel Castro inaugurou um período de grande agitação política e artística. Surgiram novas instituições e publicações, abrindo grandes possibilidades de trabalho aos intelectuais e artistas. Neste livro, são enfocados os conflitos no meio intelectual e artístico a partir da análise das trajetórias e publicações da editora El Puente (1961-1965) e do suplemento cultural El Caimán Barbudo (1966-1975). Tanto para o governo revolucionário quanto para os artistas e intelectuais, a cultura era uma excelente maneira de influenciar a população.

[01/04/2009 00:00:00]