Que provações filosóficas Batman enfrenta para manter Gotham segura? É a pergunta que Mark D. White e Robert Arp procuram responder em Batman e a filosofia (Madras, 256 pp., R$ 34,90), explorando como esse super-herói lida com dilemas éticos e responsabilidade moral, bem como com sua crise de identidade e com o peso moral que ele carrega para vingar o assassinato de seus pais. Como o Cruzado Encapuzado se equipara aos ensinamentos de Platão, Aristóteles, Kant, Kierkegaard e Lao-Tsé? Por que o Batman simplesmente não mata o Coringa e acaba com a infelicidade de todo mundo? Se todos seguissem o exemplo de Batman, Gotham seria um lugar melhor? Qual é o Tao do Morcego? Podemos considerar o Coringa moralmente responsável por suas ações? Esses são outras questões que os filósofos procuram responder na obra.






