Uma mulher relata os dias de sua vida que se seguiram ao momento em que ela descobre seu status de personagem de uma ficção que não aprecia e cujo autor despreza. Em seu labirinto literário, dois tempos distantes de sua vida nos são narrados, em uma narrativa de vertigem, repleta de ciclos e espelhamentos, mas também de sentimentos e paixões. Esta é a forma de Estevão Azevedo dialogar com obras da tradição literária ocidental, nas quais é representado o rompimento da fronteira que separa as personagens dos livros e seus próprios autores, no livro Nunca o nome do menino (Terceiro Nome, 178 pp., R$ 26). Premiada com o PAC – Programa de Ação Cultural da Secretaria de Estado da Cultura de São Paulo, a obra será lançada na terça-feira, 18 de novembro, às 19h, no Restaurante São Benedito (Praça Benedito Calixto, 78 - Pinheiros. São Paulo/SP).







