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PublishNews 17/02/2016
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PublishNews, Leonardo Neto, 17/02/2016

Dênis Rubra é o novo contratado da Edições de Janeiro para cuidar do editorial | © DivulgaçãoNo final de 2015, duas notícias ditaram os novos rumos da Edições de Janeiro, editora carioca criada em 2014 por Ana Cecília Martins, Renata Nakano e o investidor José Luiz Alquéres. Primeiro, o fim dos investimentos no catálogo infantojuvenil provocado pela “interrupção de programas de compras de livros pelo governo federal”, segundo noticiou a coluna Painel das Letras na época. Uma das consequências disso, foi a saída de Renata Nakano da sociedade. Um pouco mais tarde, a mesma Painel das Letras noticiou que Ana Cecília, embora permanecesse na sociedade, criava uma editora, a Bazar do Tempo, para se dedicar filões abandonados pela Edições de Janeiro. A notícia agora é que Ana Cecília saiu em definitivo da sociedade. Em nota enviada ao PublishNews, a editora informa que contratou Dênis Rubra (ex-Grupo Editorial Record) como novo responsável pelo editorial da casa. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra dessa matéria.

PublishNews, Pedro Almeida, 17/02/2016

As poucas vezes que surgem essas campanhas de incentivo à leitura, seja no rádio, revistas ou na TV, quase sempre acontece uma variação sobre o mesmo tema. Primeiramente escolhem um influenciador. São chamados para capitaneá-la alguém do meio artístico: um artista consagrado de TV ou de teatro; um autor de livros que circula nos principais cadernos de cultura ou um apresentador de TV de programa cultural / jornalístico. Deixe-me lembrar sobre qual era a proposta: promover o hábito de leitura para quem não o tem. E daí, pergunto: estes personagens podem ser um exemplo a ser seguido pelo público-alvo? Será que são o melhor elo de comunicação com o público que NÃO lê. (Porque é uma campanha de incentivo à leitura, não para reafirmar o valor da literatura para quem já lê, certo?). Por mais credibilidade que tal personalidade tenha, ela não se comunica com, por exemplo, crianças de escola pública de periferia. Quem seria então um bom influenciador? Clique no Leia Mais e veja a resposta de Pedro Almeida. Você pode se surpreender com seus argumentos.

PublishNews, Gustavo Martins de Almeida, 17/02/2016

Consultando o site da Mercedes Benz, na parte da história da corporação, constata-se a distância milenar entre os conceitos dos carros inventados por Gottlieb Daimler e Carl Benz em 1908 e os atuais; são anos luz de mudanças. Pode-se usar essa evolução para fazer um paralelo com o estágio de desenvolvimento atual dos e-books. A expectativa de um futuro próximo ainda melhor vem se concretizando e acaba de surgir etapa de forte simbolismo na área do livro eletrônico. Esse passo significativo na “nova” tecnologia de leitura surgiu recentemente com a parceria entre a sociedade Editions at Play, o Google Creative Lab Sydney e a editora focada em design, Visual Editions. O projeto desenvolvido pelas três consiste num experimento que instiga a interação do leitor com o autor e a editora. O ponto de destaque me parece ser, ao invés da miniaturização dos aparelhos, ou da expansão dos recursos sensoriais externos, como sons, nitidez de imagens etc., o início da participação real do leitor na obra, já que, em última forma, ele interage com os autores e editoras, adquirindo papel criativo/participativo no processo de “leitura” do livro. O acúmulo de dados dos consumidores e as novas formas de leitura constituem pequenos indícios de que ainda estamos na idade da “tela polida” dos e-books, e que muito, muito mais vem por aí. Essa experiência é um pequeno passo na longa caminhada dos e-books, dos novos modos de leitura e da formação de novos leitores. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra da coluna.

HuffPost Brasil, Caio Delcolli, 16/02/2016

Se você é um leitor voraz, com certeza deve conhecer o prazer sem igual que é segurar um livro de papel em suas mãos e se deixar levar pela história impressa nele. Você não está sozinho nisso. Uma recente pesquisa da American University, nos EUA, mostra que mesmo hoje, com a possibilidade de leitura em várias plataformas digitais, como smartphones e tablets, e a forte presença dessa tecnologia na vida dos jovens, o livro de papel segue firme e forte entre os estudantes universitários, no que se refere a preferência. Naomi Baron, professora de linguística da universidade, descobriu que 92% dos universitários preferem os livros impressos aos digitais para leituras sérias. A pesquisa é parte do novo livro de Baron, Words Onscreen: the Fate of Reading in a Digital World. Ela e sua equipe entrevistaram 300 estudantes de países como EUA, Japão, Alemanha e Eslováquia.

PublishNews, Redação, 17/02/216

Em 2015, a Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) alcançou a marca de 7.622.674 Bíblias completas e impressas distribuídas, um aumento de 0,13% em relação ao ano anterior. O digital também fez bonito no ano passado. A SBB apresentou crescimento de 16,65% no número de vendas de livros e bíblias digitais. Ao todo, foram comercializados 397.318 e-books, dos quais 384.668 foram bíblias completas. “O crescimento das obras digitais é o mais claro indício de que a SBB trilha pelo caminho certo, disponibilizando a Bíblia Sagrada nos formatos que atendem às demandas atuais”, analisa Rudi Zimmer, diretor executivo da SBB.

PublishNews, Felipe Lindoso, 16/02/2016

B42, Bíblia criada por Gutenberg | © Gutenberg MuseumNo grande universo dos livros, um dos campos pelo qual sempre fui fascinado é o da sua fabricação. Sou da época em que se compunha com linotipo. Atravessei a época dos fotolitos, pela composição com uma máquina que produzia textos justificados e já com uma boa variedade de tipos. Hoje todo mundo usa editoração eletrônica e o resultado é enviado por e-mail e já vai direto para a impressora, pelo sistema computer-to-plate.Cada uma dessas etapas vividas só aumentava minha admiração pelo sujeito que inventou o básico: a impressão com tipos móveis. Sim, o famoso Johann Gutenberg. Recentemente li uma das poucas biografias sérias de Gutenberg existentes em tradução. É Johann Gutenberg – The man and his invention, de Albert Kapr. É certamente um livro fascinante, com uma sólida abordagem do contexto da vida do inventor. No final da leitura eu me perguntava se o conceito de tipos móveis, como o elemento central da invenção da imprensa, ainda persistia. Não se tratava da discussão de McLuhann sobre o fim da “Galáxia de Gutenberg”, uma bobagem que a continuada produção de livros (ou superprodução) já desmentiu. O que eu me perguntava era se a ideia dos tipos móveis permanecia vigente na era da editoração eletrônica. Acho que sim. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra da coluna de Lindoso dessa semana.

PublishNews, Redação, 17/02/216

As manchetes irônicas e notícias "isentas de verdade" publicadas pelo Portal Sensacionalista, que já acumula mais de 2 milhões de seguidores no Facebook, vão virar livro pelas mãos da Belas-Letras. Ao melhor estilo Sensacionalista, o título escolhido foi Pagar por livro que está na internet é sinal de genialidade, dizem especialistas, mas a editora garante que, além das postagens mais absurdas da página de humor, o livro terá conteúdos inéditos preparados por Leonardo Lanna, Martha Mendonça, Marcelo Zorzanelli e Nelito Fernandes, editores do portal. Ainda fiel ao espírito de "zoeira sem fim", o título será lançado no dia 1º de abril, o dia da mentira.

PublishNews, Redação, 17/02/2016

O novo livro da saga Harry Potter - Harry Potter and the cursed child – mal entrou em pré-venda e já alcançou os píncaros da glória. No fechamento desta edição, o livro estava no topo da lista de mais vendidos da Amazon americana. Ainda sem previsão de quando chega traduzido ao Brasil, o livro importado já pode ser comprado em livrarias como Saraiva, Cultura e Amazon. A previsão é que o livro seja lançado só no dia 31 de julho.

“O acúmulo de dados dos consumidores e as novas formas de leitura constituem pequenos indícios de que ainda estamos na idade da tela polida dos e-books, e que muito, muito mais vem por aí.”
Gustavo Martins
Colunista do PublishNews
1.
Como eu era antes de você
2.
Ruah
3.
Depois de você
4.
A sereia
5.
Dois mundos, um herói
6.
Muito mais que 5inco minutos
7.
O nome de Deus é misericórdia
8.
Philia
9.
Mentes geniais
10.
O pequeno príncipe - Pocket
 
O Globo, Ancelmo Gois, 16/02/2016

Depois dos grandes festejos do carnaval por aqui e do ano novo lunar por lá, a escritora Ana Maria Machado recebeu proposta de uma editora da China para publicar mais quatro livros infantis, noticiou Ancelmo Gois em sua coluna. Com esses, agora serão dez títulos da autora em mandarim.

PublishNews, Redação, 16/02/2016

O Espaço Revista Cult (Rua Aspicuelta, 99, Alto de Pinheiros, São Paulo/SP) realiza de 6 a 8 de abril, das 20h às 22h, o curso Desenho gráfico de livros. O objetivo é discutir os conceitos de um projeto gráfico para capa e miolo de livros, passando por todas as etapas do processo, desde o briefing do editor até a entrega final. As aulas ficarão sob o comando de Rita M. da Costa Aguiar, que trabalhou por seis anos no departamento de artes da editora Companhia das Letras e há 13 atua como freelancer em seu próprio estúdio, desenvolvendo projetos gráficos de livros e expográficos para várias editoras e museus. O investimento é de R$ 450.

PublishNews, Redação, 17/02/216

O Clube de Leitura, encontro mensal e gratuito que ocorre em unidades da Livraria da Travessa com o objetivo de trocar ideias sobre a leitura de ficção brasileira e estrangeira, de clássicos e contemporâneos, tem seis edições programadas ainda para este mês. A primeira acontece na próxima terça-feira (23), na Travessa de Ipanema, e discutirá o livro Assassinato de Roger Ackroyd (Globo), de Agatha Christie, com medição do livreiro Antônio Berto. Na quarta-feira (24), o Clube acontece no Centro Cultural do Banco do Brasil, no Rio, e vai debater o livro O mágico de Oz (Zahar), de L. Frank Baum, com mediação da livreira Clara Crível. Ainda na quarta, acontece na loja do Shopping Leblon um encontro para debater Filho eterno (Record), de Cristovão Tezza e mediação de Alexandre Gonçalves. Na quinta (25), dois novos encontros: na unidade de Ipanema, debate sobre o livro Stoner (Rádio Londres), de John Williams e mediação de Zé Américo; e na unidade de Botafogo sobre o livro Não me abandone jamais (Companhia das Letras), de Kazuo Ishiguro, com mediação de Tatyane Menendes. A programação do mês encerra no dia 29, no Barra Shopping, com bate-papo sobre o livro A rainha da neve (Bertrand), de Michael Cunningham, com mediação do livreiro Mateus Oliveira. Para saber horários e endereços, acesse a área de eventos do site da Livraria da Travessa.

O Globo, Lauro Jardim / Mariana Alvin, 16/02/2016

Vem aí, em edição bilíngue português/inglês, o livro da Claudia Leitte. A Ciel, empresa que administra a carreira da cantora, acaba de conseguir o OK do Ministério da Cultura para captar, via Lei Rouanet, R$ 356 mil (o pedido inicial foi de R$ 540 mil) para o lançamento da obra. E o que será este livro? Trará uma "entrevista exclusiva" com Claudia, letras e partituras dos seus principais sucessos, além de fotos inéditas. O relatório do ministério que aprovou o pedido garante que "trata-se de uma obra de cunho jornalístico, com entrevista com a artista não só sobre a sua trajetória, mas também impressões sobre o cenário da música nacional e estrangeira.". Mais: "a obra gera, neste sentido, impacto cultural positivo".

Universo HQ, Marcelo Naranjo, 16/2/2016

A Editora Draco anunciou os trabalhos selecionados para a coletânea de mangás nacionais Dracomics Shonen. Os responsáveis pela seleção foram Alessio Esteves, Erick Sama e Raphael Fernandes, editores do site de quadrinhos Dracomics, que contaram com a ajuda de Kaji Pato, autor do mangá Quack. As histórias da primeira seleção Dracomics Shonen: Divisão 5: Rafael Santos (roteiro) e Wagner Elias (arte); Necrônibus: Jun Sugiyama (roteiro) e João Eddie (arte); O Rei dos Elementos: Henrique S. Ribeiro (roteiro e arte); Mestre da Morte: Rodrigo Ortiz Vinholo (roteiro) e Erick Sama (arte); O Arquipélago dos Espíritos: Dulcelino Neto (roteiro) e Heitor Amatsu (arte); Battle Fantasy: Gabriel Rodrigues da Silva (roteiro) e Jonas Luiz da Silva Júnior (arte) e Maneki Knight: Raoni Marqs (roteiro e arte); e Physics: Eudetenis (roteiro e arte). O projeto original teria seis histórias, mas devido à qualidade do material recebido, oito HQs acabaram entre as escolhidas. Dracomics Shonen está prevista para ser lançada em junho deste ano.

PublishNews, Redação, 17/02/216

A poeta Bia Penha lança, na próxima terça-feira (23), Azul, um livro de poesias, nas versões impressa (Futurama Editora, 118 pp., R$ 69) e livro-objeto (R$ 2.750), com design de Leo Macias e fotografia de Maurício Nahas. Na obra, a autora retrata muitas facetas de uma mesma pessoa e tem como inspiração sua história de vida e a peça que o destino lhe pregou. Bia transformou sua dor em arte. A autora autografa o título na Livraria Blooks do Shopping Frei Caneca (Rua Frei Caneca, 569, Consolação, São Paulo/SP), a partir das 18h30. A versão impressa da obra pode ser adquirida na Livraria da Vila, Blooks e pelo site da Editora Futurama. Já o livro-objeto está à venda na apArt Private Gallery e na Livraria da Vila do Shopping JK Iguatemi.

PublishNews, Redação, 17/02/216

Em pleno Carnaval, quatro homens invadiram o Museu da Chácara do Céu, no bairro de Santa Teresa no Rio de Janeiro, e roubaram cinco obras de arte: um Dalí, um Matisse, um Monet e dois Picassos, cujo valor estimado, na época, ultrapassava US$ 10 milhões. Decidida a desvendar esse mistério, a jornalista Cristina Tardáguila chegou a se colocar em situações de risco a fim de encontrar respostas para este caso. Em sua jornada, ela viajou para a Europa e mergulhou no mundo obscuro dos crimes de arte. A partir de apuração dos fatos, a autora produziu em A arte do descaso (Intrínseca, 192 pp; R$ 39,90 e-book 19,90) uma narrativa cheia de reviravoltas.

PublishNews, Redação, 17/02/216

O filósofo político italiano Norberto Bobbio reúne em Política e cultura (Unesp, 424 pp, R$ 64 - Tradução: Jaime A. Clasen), 15 ensaios nos quais analisa a figura do intelectual no cenário político. A obra propõe uma reflexão sobre a sua importância ao exercer uma função ativa no campo da política e também fornecer conhecimentos técnicos úteis para reformar a sociedade. Não se trata de um simples posicionamento contemplativo, que evita tomar partido de uma determinada ideologia, mas de uma recusa consciente à polarização e convicção de que o debate político pode acontecer por meio de uma razão libertadora e esclarecedora. Para isso, a ideia de cultura ocupa um papel de destaque, evitando que se formem verdades definitivas para se produzir os questionamentos racionais necessários para a vida democrática.

PublishNews, Redação, 17/02/216

A Coleção Culturas acaba de ganhar o título Sociologia da cultura (Edições Sesc São Paulo, 344 pp; R$ 56), escrito pelo professor de sociologia da Universidade Bordeaux 4 Matthieu Béra e pelo professor emérito de sociologia da Universidade de Limoges Yvon Lamy. Os autores propõem reflexões sobre questões conceituais e metodológicas relacionadas à sociologia da cultura. Béra e Lamy apresentam também os precursores desse campo de estudo, bem como o processo de institucionalização da sociologia da cultura e sua influência para a compreensão dos eventos socioculturais do mundo contemporâneo.

 
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