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PublishNews 02/03/2021
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Redação, 02/03/2021

A loja do Shopping Flamboyant, de Goiânia, é uma das que aparecem na lista | © Site do shoppingUm dos pontos mais importantes do novo plano de recuperação judicial recém-aprovado pelos credores da Saraiva é a venda de uma das três unidades produtivas isoladas (UPI). A varejista quer vender parte de suas lojas físicas, ou o seu e-commerce ou uma conjunção de unidades físicas mais a loja virtual. Mas quais lojas estão no jogo? Das 38 lojas em operação hoje, a Saraiva listou 23 que podem ser vendidas. Clique no Leia Mais e confira a lista completa de lojas que estão à venda.

PublishNews, Redação, 02/03/2021

Irena Freitas é autora do livro 'Manaus', publicado pela Barbatana. Ela é uma das finalistas | © Reprodução - site da editoraTodo ano, a Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha seleciona ilustradores de todo o mundo para compor uma exposição dentro do pavilhão onde a feira é tradicionalmente montada. Nesse ano, os organizadores receberam trabalhos de 3.235 artistas, de 68 países e o júri composto por Beatrice Alemagna (Itália), Atak (Alemanha), Suzanne Carnell (Reino Unido), Kiyoko Matsuoka (Japão) e Maria Russo (EUA) selecionou 303 finalistas, que poderão fazer parte da exposição em junho - nesse ano, se tudo ocorrer bem e dentro do planejado, a feira acontecerá de 14 a 17 de junho. Entre os finalistas, aparecem cinco brasileiras: Irene Freitas, Daniela Godel, Gabriela Gil, Gabriela Esteves Ribeiro e Sandra Javera. Os 303 finalistas passam por uma nova peneira, quando o júri deverá selecionar 77 ilustradores que farão parte da exposição e do catálogo da mostra. Clique aqui para conferir a lista completa com todos os finalistas.

PublishNews+, Jaime Mendes, 02/03/2021

Nesta terça-feira (02), em Portugal, inicia-se o 12º período de Estado de Emergência e confinamento, com duração até o próximo dia 16 de março. Mantem-se tudo da mesma forma que no período anterior. Para o mundo do livro, as livrarias, que só vendem livros, continuam fechadas e proibidas de vendê-los. As lojas da Bertrand e da Fnac, como também vendem jornais e revistas, já podem vender livros. As livrarias que não são destas redes e os alfarrábios (sebos) têm que continuar fechados. E não foi por falta de protestos e de artigos na imprensa, e em blogs, pela reabertura das livrarias em geral que isso não se alterou para este novo período de confinamento. Clique aqui e confira a coluna Notícias d'Além Mar, de Jaime Mendes, no PublishNews+, área exclusiva para assinantes do PublishNews.

PublishNews, Redação, 02/03/2021

O Grupo Editorial Record está à procura de um encarregado de logística que tenha superior completo em Administração ou Engenharia de Produção. É preciso cinco anos de experiência na área e com coordenação de tarefas; Pacote Office e Excel avançado; conhecimento em logística e estoque; e conhecimento em processos logísticos, movimentação de materiais, picking, packing, shrink, inventários rotativos e cíclicos, WMS e TMS. A editora também procura alguém que tenha bom relacionamento interpessoal, organização, capacidade analítica e senso de urgência. As atividades do cargo incluem coordenar o recebimento, armazenamento, manutenção de equipamentos de movimentação; controle de insumos; atendimentos dos pedidos de venda; acompanhar os principais KPIs da área; propor ações para atingimento das metas do setor e realização de melhorias de processo; acompanhar e controlar as entregas do dia; e comandar as transferências de materiais entre centros de distribuição. Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail recrutarheditorial@gmail.com colocando no assunto do e-mail: Encarregado de Logística.

PublishNews, Redação, 02/03/2021

Valter Hugo Mãe, Agualusa, Mia Couto, José Luiz Peixoto e Gonçalo Tavares | © Daniel Bianvhini / Divulgação / Daniel Bianchini / Patrícia Pinto / Pauliana PimentelEm 2021, o Sempre um Papo, projeto realizado por Afonso Borges, completa 35 nos de história. Para celebrar a data e abrir a programação deste ano em grande estilo, o evento recebe de 8 a 12 de março, sempre às 18h, cinco autores, de Portugal e da África, para falar sobre os seus livros mais recentes. Quem abre a série de bate-papos é o português Valter Hugo Mãe, para falar sobre seu último livro, Contra mim (Globo); em seguida, o angolano José Eduardo Agualusa conta sobre Os vivos e os outros (Tusquets). No dia 10 de março, o convidado é o moçambicano Mia Couto que conversa sobre O mapeador de ausências (Companhia das Letras); no dia 11, o português José Luiz Peixoto fala sobre Regresso à casa (Dublinense); e a semana encerra com o angolano Gonçalo Tavares lançando Atlas do corpo e da imaginação (Dublinense). As transmissões acontecerão pelos canais virtuais do projeto no YouTube, Instagram e Facebook. O Sempre um Papo é viabilizado com o patrocínio do Itaú, Rede Mater Dei e Usiminas, com recursos da Lei Federal de Incentivo à Cultura, da Secretaria Especial da Cultura do Ministério do turismo.

PublishNews, Redação, 02/03/2021

Abrindo o calendário de festivais literários no país, começa hoje (2) e segue até o dia 7 de março, o 1º Festival Literário Infantojuvenil da Casa (Fliic), realizado pela Casa de Cultura do Parque. Mediação de leitura, literatura para bebês, adolescência, questões étnico-raciais, acessibilidade, direitos humanos e a escola digital em tempos de pandemia e pós-pandemia serão os principais temas abordados pelos 50 convidados de diversas áreas. Com curadoria da poeta Tatiana Fraga, nesta terça, a programação inicia com uma oficina educativa com Mariana Monteiro, às 14h; uma discussão sobre mães educadoras, às 16h, e contação de histórias, às 19h. Nos próximos dias, José Castilho Marques Neto, ao lado de Bel Santos Mayer e Penélope Martins falam sobre leitura, direitos humanos e cidadania; e Daniel Munduruku, Geni Núñes e Julie Dorrico, sobre narrativas originárias. A programação completa você confere clicando aqui. Todas as atividades serão realizadas via streaming pelo canal no YouTube da Casa de Cultura do Parque. Ao final do evento, os vídeos serão legendados e disponibilizados no site da Casa.

PublishNews, Redação, 02/03/2021

Escrever uma biografia da depressão significa retratá-la como uma entidade real, com documentos que comprovam sua existência, testemunham seus feitos e suas razões de ser, mas também como uma ficção ou uma hipótese, sujeita a interpretações e subjetividades. Em Uma biografia da depressão (Paidós / Planeta, 240 pp, R$ 46,90), Christian Dunker apresenta um tipo de narrativa que busca contornar um problema clássico da psicopatologia, que questiona se as doenças mentais são verdadeiras doenças. Ao longo do livro, o psicanalista refaz os passos genealógicos do transtorno a partir de seus parentes distantes nas famílias da tristeza e da melancolia para mostrar que a depressão é "um nome demasiado pequeno para tantas formas e cores, que reúne coisas que não andam juntas". O autor faz uma viagem no tempo para mostrar que o surgimento da depressão é contemporâneo ao romantismo nas artes e que sua estabilização como quadro clínico acompanha a fixação da proposta modernista nas artes visuais.

PublishNews, Redação, 02/03/2021

Atualmente, os verbos mais associados à ansiedade são “controlar” e “lutar”. E são muitos os exercícios, as dicas e as técnicas para isso. Porém, embora seja útil e importante, o controle não é o principal meio para lidar com a ansiedade: o que ela pede é diálogo. Porque se a ansiedade não é acolhida e olhada com aceitação, pode se transformar de saudável em patológica. Em Dialogar com a ansiedade (Summus, 224 pp, R$ 74,50), obra dirigida a terapeutas e a todos aqueles que vivenciam esse estado de desconforto cotidianamente, o autor Ênio Brito Pinto parte da perspectiva gestáltica para mostrar que é possível usar a ansiedade a nosso favor, fazendo-a dialogar com a liberdade, a criatividade e a esperança.

“Os livros são moradas emprestadas onde é possível se sentir protegido e sonhar com outros futuros, elaborar uma distância, mudar de ponto de vista...”
Michèle Petit
Antropóloga francesa
1.
Medicina do amanhã
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Torto arado
4.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
5.
O duque e eu
6.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
7.
A sutil arte de ligar o foda-se
8.
Do mil ao milhão
9.
O homem de giz
10.
O poder da autorresponsabilidade
 
PublishNews, Redação, 02/03/2021

Dia após dia, a pandemia vem mudando o mundo. O que pensar do que acontece depois? Em Extremo: Crônicas da psicodeflação (Ubu, 208 pp, R$ 54,90), o filósofo Franco Berardi registra reflexões, notícias, conversas e projeções num diário, buscando imaginar uma sociedade mais justa e solidária depois do colapso. Atualíssimo, sendo publicado no calor do momento, o livro aborda o colapso da ordem social desencadeado pelos efeitos do covid-19. De acordo com Berardi, a pandemia de 2020 reativou a imaginação do futuro, com novas possibilidades e novas formas, não centralizadas, de nos relacionarmos e agirmos politicamente. Assim, o autor vislumbra uma sociedade mais solidária, igualitária e justa.

PublishNews, Redação, 02/03/2021

De Leonardo Da Vinci a John Dee e Comenius, de George Eliot a Oliver Sacks e Susan Sontag, os polímatas moveram as fronteiras do conhecimento de inúmeras maneiras. Mas a história pode ser cruel para estudiosos com tais interesses enciclopédicos. Com muita frequência, esses indivíduos são lembrados apenas por uma parte de suas realizações. Em O polímata: uma história cultural de Leonardo da Vinci a Susan Sontag (Editora Unesp, 512 pp, R$ 88 – Trad.: Renato Prelorentzou), o historiador inglês Peter Burke investiga pensadores dedicados a múltiplas áreas do conhecimento. Nesta história dos polímatas, Burke esmiúça a vida de 500 intelectuais atuantes dos séculos XV ao XXI, numa rica história social e cultural do conhecimento. Abordando desde a Renascença até os dias atuais, Burke muda a compreensão dessa notável espécie de intelectual. Neste relato caleidoscópico, consegue levar o leitor a repensar os objetivos da educação e o destino do pensador universal em um mundo inundado de informações.

 
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