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PublishNews 02/07/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial. Faz entregas e coletas em editoras, distribuidoras, livrarias, gráficas e grandes redes. A área de atuação atualmente engloba São Paulo (Capital), grande São Paulo, Jundiaí, Campinas e todo o estado do Rio de Janeiro.
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
PublishNews, Gustavo Martins de Almeida, 02/07/2020

Fred Trump Jr. (no centro) foi o irmão mais velho de Donald Trump. Da esquerda para a direita: Robert Trump, Elizabeth Trump, Fred Trump Jr., Donald Trump, Maryanne Trump | © Donald Trump Campaign / Reproduzida do jornal The SunA luta pela divulgação de fatos de interesse público teve novos rounds esta semana em Nova York. Na última terça-feira (30), o magistrado Hal Greenwald, da Corte Superior do Estado de Nova York, acatou um pedido de suspensão temporária, até o dia 10 de julho, data de uma audiência, da edição, impressão ou distribuição do livro de Mary S. Trump intitulado Too much and never enough, how my family created the world's most dangerous man, sobre a família Trump, inclusive o presidente Donald Trump. Trata-se de mais um capítulo da briga entre o presidente dos EUA e a sua sobrinha Mary Trump, filha de seu irmão mais velho, Fred Trump. A ação é movida por Robert Trump, irmão do presidente, e, na petição inicial - a qual tive acesso -, o advogado Charles Harder (que segundo o NYT também advoga para o presidente Trump) alega que o caso tem origem no litígio entre a família Trump envolvendo a sucessão de Frederick Trump, avô de Mary e pai de Donald Trump. O litígio judicial ocorreu entre 1999 e 2001 e foi encerrado com acordo de confidencialidade a respeito da relação entre os envolvidos, de modo que nada poderia ser publicado sobre a família, salvo se todos os signatários concordassem com a publicação. Ainda segundo a inicial, em junho de 2020, Mary anunciou a publicação do livro, que sairia em 28 de julho. Robert alega que não conhece o conteúdo, mas como Mary disse que ele revelaria detalhes íntimos dos integrantes do acordo, e tal seria proibido, nem teria a indispensável concordância de todos, então ele estaria legitimado a proibir a publicação do livro. A editora Simon & Schuster, que também é ré nessa ação, teria, na divulgação do livro junto com Mary, informado que o conteúdo mencionaria (a) devoluções de impostos ao jornal New York Times, (b) trabalhos internos (inner workings) da família Trump, (c) alegação de que Fred Trump e Donald teriam descuidado de seu filho e irmão Fred Trump Jr, pai de Mary, o que teria causado a sua morte prematura (segundo o jornal The Sun, de alcoolismo), (d) e as impressões de Mary, como psicóloga, sobre uma família tóxica (toxic family). [Nota do editor: Neste artigo, o 75º escrito para o PublishNews, Gustavo Martins de Almeida analisa o caso, colocando em foco, inclusive, a reviravolta ocorrida no fim da tarde de ontem, quando a Justiça liberou a circulação do livro. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta coluna].

PublishNews, Talita Facchini, 02/07/2020

Jornalista, designer, editora e uma das herdeiras do Grupo Editorial Record, Rafaella Machado é a convidada da semana do PublishNews Entrevista, programa da PublishNewsTV que quer montar um arquivo da memória editorial brasileira. Em sua conversa com André Argolo, Rafaella contou que começou na editora como estagiária, há 10 anos, passou pelo departamento de marketing e pelo editorial. Neste tempo, se firmou à frente do selo Galera, voltado para o público jovem e onde encontrou o seu lugar no mercado. “Eu me apaixonei por livros jovens adultos desde que eu era uma jovem adulta. Ali é um lugar que eu acho que é muito importante para eu estar. Não só por ser um lugar estratégico para o mercado, mas também acredito que é estratégico para a sociedade, é um cargo de muita responsabilidade você pautar os valores e as histórias que vão crescer com essa próxima geração”, disse. A editora declarou seguir os passos do avô, Alfredo Machado, que, aos 20 anos, criou a editora com a missão de “fazer do livro um produto de massa”. “O mercado editorial é, por natureza, elitista, porque nem todo mundo se sente próximo do livro. Eu concordo com meu avô. Concordo que esse é o maior obstáculo para você tratar o livro como um produto que tem que estar na casa de todo mundo como uma havaiana”, explica. A bibliodiversidade da editora também foi assunto da conversa. Sem medo de se posicionar politicamente, Rafaella - que se considera uma pessoa de esquerda, com ideias progressistas – falou sobre o desafio de se publicar diversos tipos de livros e sobre o objetivo da editora. “É desafiador estar num grupo como a Record, porque a gente publica de tudo e, pra gente, o que realmente importa é promover o debate. Acho que você não pode se propor bibliodiverso, como a gente, se você não tem realmente essa diversidade”, explicou. “Um dos grandes méritos da Record é que, não importa sua orientação política, não importa o seu gênero literário favorito, sempre tem um livro da Record pra você”. O PublishNews Entrevista é um oferecimento do #coisadelivreiro, consultoria em marketing e inteligência de negócios para o mercado editorial. Clique no Leia Mais para assistir ao programa.

PublishNews, Redação, 02/07/2020

O MercadoEditorial.org, plataforma de metadados que reúne 560 editoras, anunciou que está oficialmente integrada à Livraria Leitura e que, por conta disso, os seus clientes já podem ter os dados de suas publicações atualizados diariamente e sem custo. Além da Leitura, o MercadoEditorial.org também está integrado com a Amazon, Livraria da Travessa, Disal e Minha Biblioteca. A empresa adianta que outras varejistas também já estão em fase de testes de integração para que o processo fique cada vez mais automatizado e rápido.

PublishNews, Redação, 02/07/2020

O Flipop, festival de literatura focado nos jovens leitores, divulgou a programação da sua quarta edição que, neste ano, será totalmente on-line. Marcado para acontecer de 9 a 12 de julho, com transmissão ao vivo pelo canal do YouTube da Editora Seguinte, a programação terá 16 bate-papos com autores nacionais e estrangeiros que falarão sobre temas como mercado editorial, gêneros literários, representatividade e leitura na adolescência. Na próxima quinta (9), o evento começa às 11h com uma conversa sobre Criatividade em tempos de crise com a participação de Giulia Paim, Otávio Júnior e Vitor Martins e mediação de Felipe Castilho. Às 14h, a conversa será sobre mediação de leitura dentro e fora da escola, às 16h30, sobre uma linguagem para "todes" e às 19h, a programação do dia termina com um bate-papo com Casey McQuiston, autora de Vermelho, branco e sangue azul. O Flipop terá ainda a participação de nomes como Iris Figueiredo, Rainbow Rowell, Aryane Cararo, Samuel Gomes, João Doederlein, Natalia Borges Polesso, Clara Alves, Raphael Montes, Otávio Junior e Janaína Tokitaka. A programação completa você confere clicando aqui.

PublishNews, Redação, 02/07/2020

Nesta quinta-feira (2), às 20h, o Sesc Pinheiros apresenta o projeto Autoria negra na literatura contemporânea, uma série de encontros mensais ao vivo com escritoras negras da atualidade. Com curadoria de Daniel Ramos (técnico de literatura do Sesc Pinheiros) em parceria com Cidinha da Silva, o projeto busca debater a produção contemporânea de literatura feita no Brasil a partir da diversidade de vozes, gêneros e sobre questões raciais. Os encontros irão abranger escritoras de diversas localidades, sempre compostos por duas autoras e com mediação de Cidinha. As primeiras convidadas são: Ana Maria Gonçalves e Fernanda Miranda. A escritora mineira, Ana Maria, é autora de Um defeito de cor (Record), que conta a travessia de uma idosa africana em busca do seu filho no Brasil. Já Fernanda Miranda se dedica ao estudo da autoria negra na literatura e às discussões sobre cânone e poder, sistema literário e racismo, descolonização e narrativa. Publicou Silêncios prescritos: estudo de romances de autoras negras brasileiras – 1859/2006 (Malê). O encontro será transmitido pelo canal do Sesc Pinheiros no YouTube.

PublishNews, Redação, 02/07/2020

Logo mais, às 16h, Rui Campos (Livraria da Travessa) e Alexandre Martins Fontes (Livraria Martins Fontes Paulista) conversam com Vitor Tavares, presidente da Câmara Brasileira do Livro (CBL), sobre os desafios que as livrarias têm enfrentado e enfrentarão ainda pelos primeiros dias de retomada de suas atividades no cenário de pandemia. A conversa servirá também para que os livreiros contem um pouco mais sobre o Projeto Retomada, que tem levantado um fundo para apoio de micro e pequenas livrarias brasileiras. O papo será transmitido pela página da CBL no Facebook.

PublishNews, Redação, 02/07/2020

A editora Hedra lançou os primeiros três títulos da coleção Narrativas da Escravidão: Narrativa de William Wells Brown, escravo fugitivo (140 pp, R$ 39,90), de William Wells Brown; Incidentes da vida de uma escrava (404 pp, R$ 69,90), de Harriet Jacobs; e Nascidos na escravidão — depoimentos norte-americanos (354 pp, R$ 59,90), organizado por Paul D. Escott. Narrativas da escravidão traz relatos em primeira pessoa daqueles que sofreram a experiência da escravidão norte-americana. Desde autobiografias publicadas no século XIX até depoimentos recolhidos no século XX, as vozes reunidas na coleção descrevem o universo familiar dos escravizados e a resistência do trabalhador, mas também a exploração e a violência simbólica, física e até sexual cometida pelos senhores brancos. Seus testemunhos sugerem que o objetivo da escravidão racial num passado não muito remoto era análogo à utopia autoritária do capital no século XXI: desumanizar o ser humano até reduzi-lo à condição inanimada e sedutora de uma mercadoria.

PublishNews, Redação, 02/07/2020

O antirracismo é um conceito transformador que reorienta o debate sobre o racismo — e, ainda mais importante, mostra novos modos de pensar sobre as pessoas e nós mesmos. O racismo é, essencialmente, um sistema poderoso que cria falsas hierarquias de valor humano; sua lógica distorcida vai além da raça, da forma como consideramos as pessoas de diferentes etnias ou cor de pele à forma como tratamos pessoas de diferentes sexos, identidades de gênero e tipos físicos. O racismo se intersecciona com a classe, a cultura e a geografia, e até muda o modo como nos vemos e nos valorizamos. Em Como ser antirracista (Alta Cult / Alta Books, 320 pp, R$ 54,90), o historiador Ibram X. Kendi leva os leitores por um amplo círculo de ideias antirracistas — dos conceitos mais básicos a possibilidades visionárias — que ajudarão os leitores a ver todas as formas de racismo com clareza, compreender suas consequências tóxicas e agir para rejeitá-las em nossos sistemas e em nós mesmos.

“A literatura é o grande livro da vida. Nos fala de nossas emoções, desejos e medos e nos dá a chave para entendermos a essência de nossa própria alma.”
Carlos Ruiz Zafón
Escritor catalão (1964-2020)
1.
DNA da cocriação
2.
A cantiga dos pássaros e das serpentes
3.
Mais esperto que o diabo
4.
Box Harry Potter
5.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
6.
Pequeno manual antirracista
7.
O poder da autorresponsabilidade
8.
A sutil arte de ligar o foda-se
9.
Economia do desejo
10.
Desperte a sua vitória
 
PublishNews, Redação, 02/07/2020

A obra de Frantz Fanon, psiquiatra e militante anticolonial marcou diversas gerações de ativistas de direitos civis e especialistas em estudos pós-coloniais. Conhecido pelos clássicos Pele negra, máscaras brancas (1952) e Os condenados da terra (1961), o autor deixou também uma significativa e menos conhecida obra ligada a sua experiência como psiquiatra. Os textos de Alienação e liberdade (Ubu, 400 pp, R$ 79,90 – Trad.: Sebastião Nascimento), inéditos em português e inacessíveis até pouco tempo em todo o mundo, tratam da relação entre alienação colonial e doenças mentais. Esta coletânea de textos propõe uma leitura política do hospital psiquiátrico, associando racismo e psiquiatria colonial: "Uma criança negra, normal, tendo crescido no seio de uma família normal, ficará anormal ao menor contato com o mundo branco", escreve Fanon. Com introdução do pesquisador Jean Khalfa e apresentação do professor de filosofia da UFRRJ Renato Noguera, o livro reúne mais de 20 escritos de Fanon, entre artigos científicos, sua tese em psiquiatria, um curso e textos inéditos publicados no jornal interno do hospital de Blida-Joinville onde ele trabalhou entre 1953 e 1956. O lançamento do livro acontece no dia 7 de julho, às 19h30, em parceria com a LabPub. Para participar é só clicar aqui.

PublishNews, Redação, 02/07/2020

A mortalidade é condição inescapável para a filosofia. É ela que nos lembra todos os dias o quanto somos imperfeitos e que nos angustia com nossa própria insignificância no mundo. Mas, ao mesmo tempo, é ela que nos motiva a viver plenamente, a tirar o maior proveito de nossa curta estadia neste planeta, a nos tornar melhores a cada dia. Trilhar uma vida com significados não é simples, mas a filosofia está aí para nos ajudar. E é por meio dela que o historiador Daniel Gomes de Carvalho convida à reflexão na obra Filosofia para mortais (HarperCollins, 224 pp, R$ 39,90), mostrando como o conhecimento filosófico pode ajudar a lidar com as questões mais inquietantes da vida: o bem e o mal, o amor, a política, a beleza e os rumos de nossa sociedade. E esse conhecimento, para Daniel, não está apenas nos grandes filósofos da história: está também em nossas séries preferidas; está na música que não sai da nossa cabeça.

 
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