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PublishNews 12/05/2020
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PublishNews, Leonardo Neto, 12/05/2020

Muitos apostaram no crescimento das vendas de livros digitais nesse momento de pandemia, em que as lojas físicas estão fechadas. E ele veio. Em entrevista exclusiva ao PublishNews, Marcelo Gioia, CEO da Bookwire no Brasil, declarou que entre os dias 9 de março e 26 de abril, a distribuidora entregou a clientes finais 9,5 milhões de unidades de livros digitais. “Para se poder fazer uma comparação, em 2019 – o melhor ano em performance da Bookwire, que apresentou crescimento de 57% em faturamento em relação a 2018 – distribuímos um pouco menos que 12 milhões de unidades de e-books no ano inteiro. Cerca de 25 a 30 mil unidades todo dia. E nessa crise, em 49 ou 50 dias, foram distribuídos esses 9,5 milhões, 190 mil unidades de e-books todo dia nesse período”, disse. Clique no Leia Mais e confira a íntegra da entrevista.

PublishNews, Redação, 12/05/2020

Desde o início do período de isolamento, o PublishNews tem feito lives em que apresenta soluções que podem minimizar os efeitos da pandemia na economia do livro. Esses encontros virtuais foram chamados de ColabPublishNews. Nesta terça quem estará conosco é Gerson Ramos, diretor comercial da Planeta. A editora fechou uma parceria com a Dedalog – que já passou pelo Colab – para criar o Viva Livraria, um programa de afiliação que permite a livreiros criarem links exclusivos para a venda de livros da editora. Além disso, a Planeta fará, dentro do Viva Livraria, uma série de encontros virtuais que poderão ser explorados pelas livrarias associadas na movimentação de suas redes sociais e bases de clientes. A live com Gerson Ramos vai ao ar logo mais, às 14h, pela página do PublishNews no Facebook.

PublishNews, Lorenzo Herrero, 12/05/2020

Nesta segunda (11), a revista americana Publishers Weekly anunciou em seu site uma nova revista para o setor editorial espanhol chamada Publishers Weekly em espanhol e que publicará 26 edições por ano em formato impresso e digital. Mesmo sem confirmação oficial, eles esperam lançar sua primeira edição antes das feiras de Madri e Frankfurt. Da mesma forma, planejam chegar à América de língua espanhola antes de 2022. A revista nasceu com o apoio da empresa de sevilhana Lantia, fornecedora de serviços para editoras, autores, empresas privadas e órgãos públicos. No anúncio da Publishers Weekly, Enrique Parrilla, CEO da Lantia Publishing, destacou os 150 anos da revista americana e expressou que “as pessoas que precisam comprar e vender livros precisam da Publishers Weekly. O mercado de língua espanhola não tem podido usufruir de uma referência tão objetiva para livrarias, bibliotecas e editoras. Agora, os principais compradores de livros do mercado espanhol - gerentes de bibliotecas e bibliotecários - e os 530 milhões de falantes da língua espanhola terão acesso a notícias e resenhas sobre a publicação e venda de livros em espanhol". O Publishers Weekly em espanhol incluirá notícias, entrevistas e resenhas de livros antes da publicação, que serão produzidas pelo jornalista Daniel Pinilla, atual editor da Samarkand, editora do grupo Lantia. Pinilla será apoiado por Edward Nawotka, editor internacional da Publishers Weekly como consultor editorial.

PublishNews, Leonardo Neto, 12/05/2020

Daniel em Praga. Foi de lá que ele me escreveu pela última vez. Queria saber onde podia ser feliz na capital tcheca | InstagramDia desses, num exercício de inversão de papeis, eu fui entrevistado. Do outro lado da telinha, como bem manda o figurino de 2020, Volnei Canônica me perguntava qual a notícia que eu gostaria de dar. Eu respondi, de novo, invertendo as coisas. Falei da notícia que eu não gostaria de dar. “Meu grande medo, Volnei, tem sido ter que noticiar a morte de um amigo em decorrência dessa doença”, eu disse emocionado, botando a mão na boca, como se quisesse me censurar. Na noite passada, morreu um amigo muito querido. Não foi vitimado pela covid-19, mas por uma infecção bacteriana que dominou o seu corpo, mas a tristeza é igual. Daniel Novaes, ou Jacaré como nós carinhosamente o chamávamos, era uma pessoa solar, dessas que exalam alegria. A nossa última conversa, ele estava em Praga e me escreveu perguntando “onde eu posso ser feliz aqui?”. Dei dicas de lugares pra ir, comer, beber, ver e ser visto. O nosso último encontro foi dos mais felizes. São essas as lembranças que quero guardar. Daniel começou a sua carreira no livro em 2006, como vendedor na Livraria Cultura. Em 2016 seguiu para a BookPartners, onde fez carreira e saiu pouco antes da falência da empresa. Havia pouco mais de 11 meses que estava num novo emprego, fora do mercado do livro. Vai deixar saudades.

PublishNews, Redação, 12/05/2020

Nesta quarta-feira (13), a edição do projeto Arena Virtual, realizado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) em parceria com o PublishNews e com o projeto Vá Ler um Livro, é um convite ao mundo da imaginação. Às 16h, no Instagram da CBL (@cbloficial), Leonardo Neto, editor-chefe do PN, conversará com a escritora Fernanda Oliveira, dona do canal Fê Liz. Ela irá falar sobre as histórias que já escreveu, as que já contou e sobre sua relação com a literatura infantojuvenil, a música e outras linguagens artísticas. Já passaram pelo projeto nomes como Antonio Fagundes, Monja Coen, Lazaro Ramos e Rita Von Hunty. E por falar em lives, na nossa agenda de encontros virtuais, você se atualiza sobre as conversas que estão acontecendo durante o isolamento social. Para conferir é só clicar aqui.

PublishNews, Redação, 11/05/2020

Para estimular a leitura durante o confinamento, a Editora Maayanot irá vender todos os seus livros com 40% de desconto entre os dias 12 e 14 de maio. As obras que abordam o Zohar, texto clássico da cabala escrito pelo Rabi Shimon bar Yochai, terão 60% de desconto. A cabala é uma doutrina mística judaica, que interpreta os significados ocultos nas histórias da Torá, livro sagrado dos judeus. A promoção acontece em meio ao Lag BaOmer, data festiva do calendário judaico, realizada para celebrar a vida e os ensinamentos de Rabi Shimon bar Yochai, considerado um dos mais notáveis sábios da história judaica. Shimon bar Yochia morreu em 12 de maio do século II na Galileia e, antes de falecer, pediu que sua morte fosse celebrada com alegria por seus discípulos.

PublishNews, Redação, 12/05/2020

Um aparelho peculiar executa uma pena lenta e dolorosa em condenados que não sabem sua infração nem a sentença. Essa é a justiça idealizada – e adorada – por um comandante em uma longínqua colônia penal. Ao visitar o lugar, um viajante estrangeiro fica impressionado com o método. Enquanto assiste à máquina em atuação, se pergunta se poderia intervir na execução da lei naquela terra. Na colônia penal (Antofágica, 192 pp, R$ 59,90 – Trad.: Petê Rissatti), publicado por Franz Kafka em 1919, chocou seus primeiros leitores e continua nos impactando até hoje. Qual é a verdadeira distância entre a grande máquina imaginada pelo autor e a nossa realidade? A nova edição da Antofágica traz um projeto gráfico inédito, com molduras a cada página e mais 18 ilustrações feitas pelo artista Lourenço Mutarelli, além de apresentação de Ivan Mizanzuk e textos dos professores Lênio Streck, Márcio Seligmann-Silva e Celeste Ribeiro de Sousa.

PublishNews, Redação, 12/05/2020

Aos oito anos, Barbara Newhall Follett decidiu escrever um romance. Não foi fácil, nem sem sobressaltos: no mesmo ano um incêndio atingiu a casa dos Follett, e o manuscrito foi devorado pelas chamas. Mas a persistência da jovem foi maior. Ela retomou o livro do zero e, em 1927, publicou A casa sem janelas (350 pp, R$ 49), recebendo elogios em jornais e revistas como o New York Times e o Saturday Review of Books. A história fala de uma garota que decide viver na floresta, no campo, nas montanhas, diretamente em contato com o mundo, esta enorme casa sem janelas. Então, em 1939, Barbara Newhall Follett desapareceu. As circunstâncias deste fato nunca ficaram claras, ou foram satisfatoriamente explicadas. Seu desaparecimento passou desapercebido por décadas, até que um estudo sobre sua obra, feito em 1966, tornou pública a informação que ela aparentemente tinha saído de casa uma noite, para nunca mais voltar. Esta primeira edição brasileira de A casa sem janelas, traduzida por Lígia Garzaro e com ilustrações de Renata Volcov, marca a estreia da Rua do Sabão, editora criada por por Leonardo Garzaro e Felipe Damorim. A editora debutante terá um selo guarda-chuva chamado Hiperbórea (a exemplo da Iperborea italiana) dedicado exclusivamente a títulos nórdicos. Luciano Dutra, radicado em Reykjavik, está traduzindo do sueco dois títulos de Linda Boström Knausgård, ex-senhora de Karl Ove Knausgård: Bem-vinda à América e Filha de Outubro (títulos provisórios).

“Eu penso que ler pode salvar uma vida.”
Ayòbámi Adébáyò
Escritora nigeriana
1.
Decida vencer
2.
Mais esperto que o diabo
3.
Todo santo dia
4.
Box - Alice no país das maravilhas
5.
Como fazer amigos e Influenciar pessoas - Edição comemorativa 80 anos
6.
Box - Jane Austen
7.
À noite o Sol não some
8.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
9.
Box - O essencial Sherlock Holmes
10.
Felicidade
 
PublishNews, Redação 12/05/2020

Seriam os atos do homem, às vezes os mais cruéis, necessários para elevá-lo à condição de imagem e razão? Em A maçã no escuro (Rocco, 246 pp, R$ 54,90), Clarice Lispector faz crer que sim, transformando o atordoado Martim em um novo homem após ter supostamente assassinado a mulher. Fugindo do crime, Martim acaba descobrindo-se como homem, desprezando os antigos valores estabelecidos em sua vida. Na corrida por uma nova existência, ele se revela numa outra condição. Sua fuga, em vez de isolá-lo, remonta à criação do homem, de um novo ser surgido do nada. A narrativa, próxima da criação bíblica, em vez de julgar os personagens culpados ou inocentes, faz deles aprendizes do mundo, onde cada etapa funciona como uma gênese de um ser recém-criado. Os três capítulos que formam A maçã no escuro, escrito de 1951 a 1961, quando foi publicado, mostram de forma gradativa o pecado, ato impensado, e a redenção, o surgimento de um outro, como elementos primordiais de evolução do ser. A análise que Clarice impõe nada mais é que o exercício do pensamento: o diferencial do homem, que mata, morre e ressuscita, ressurgido a cada momento.

PublishNews, Redação, 12/05/2020

Duas décadas após uma série de estranhos assassinatos assolar a cidade de Vitoria, no País Basco, os bizarros crimes voltam a acontecer justamente quando Tasio Ortiz de Zárate, antiga celebridade local e o homem preso pelas mortes, está prestes a sair da cadeia. Casais começam a aparecer mortos em locais históricos da cidade, e o especialista em perfis criminais Unai López de Ayala, que vinte anos antes era apenas um jovem obcecado pelos misteriosos homicídios, é chamado para ficar à frente do caso. Todas as vítimas têm idades múltiplas de cinco, sobrenomes compostos originais da região e seus corpos são expostos sem roupas nos espaços públicos. Embora tenha que lidar com uma tragédia pessoal enquanto lidera a investigação, Unai está determinado a impedir que novos assassinatos aconteçam, mas seus métodos pouco usuais vão desagradar tanto autoridades quanto seus superiores. Parte de uma trilogia com mais de 1 milhão de livros vendidos, O silêncio da cidade branca (Intrínseca, 416 pp, R$ 59,90 – Trad.: Cristina Cavalcanti), escrito por Eva Garcia Saenz de Urturi, une mitologia, arqueologia, segredos de família e psicologia criminal em um thriller macabro e emocionante.

 
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