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PublishNews 04/02/2020
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PublishNews, Redação, 04/02/2020

Editoras brasileiras que imprimem na China temem desabastecimento no curto prazo | © Dimitri Karastelev / UnsplashO novo corona vírus tem feito estragos na China, o que repercute mundo afora. De acordo com dados oficiais até a noite desta segunda-feira (03), eram 20 mil infectados e 400 mortes em decorrência do surto. Para além das perdas de pessoas, a economia tem sofrido com a suspensão de atividades e fechamento de cidades inteiras. Por aqui, até a noite desta segunda-feira (03), havia 14 casos suspeitos e nenhum confirmado. Mas e na economia do livro? De acordo com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, entre janeiro e novembro do ano passado, o Brasil importou 3,2 milhões de quilos de “livros, revistas, jornais e impressos semelhantes” da China. Isso contou US$ 14 milhões a favor da balança comercial da China. Essa cifra já é muito menor do que a ano anterior, quando o Brasil importou mais de US$ 26 milhões. Essa queda, de acordo com Donaldo Buchweitz, da Ciranda Cultural, tem muito a ver com o câmbio. O editor explica que a escalada do dólar tornou menos atraente a impressão do outro lado do mundo. No entanto, há casos, sobretudo de livros infantis cartonados, que a única opção é imprimir fora do Brasil, explicou ao PublishNews Karine Pansa, diretora da Girassol Brasil, editora que tradicionalmente imprime muitos dos seus livros na China. Ela conta que tem encomendas paradas por conta do surto do vírus. Um dos títulos que está embargado do outro lado do mundo é Uma lagarta muito comilona (Callis / Girassol), do designer, ilustrador e escritor norte-americano Eric Carle. Rogério Rosa, da DCL, comentou que, por conta do Ano Novo Chinês, não sentiu de pronto os efeitos do corona vírus. Isso não tira a preocupação do editor, no entanto. “Por hora não sentimos os efeitos, mas esperamos um impacto no futuro de curto prazo”, disse. “Não temos grandes estoques. O nosso respiro é curto. A gente deve sofrer um pequeno atraso a partir de março", completou. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 04/02/2020

Depois de 20 anos de atuação no mercado de livros, a Asteca Distribuidora, fundada por Raulino Natalino Fernandes Vargas em Belo Horizonte, encerrará suas atividades no final de fevereiro. Segundo Raulino, a distribuidora teve prejuízo no último ano inteiro e manter a empresa aberta já não era mais viável. “Foram mais de 20 anos de atuação no mercado de livros e não poderíamos deixar de agradecer a todos pela parceria e confiança dispensada nesta jornada que neste momento chega ao seu fim”, diz o comunicado que pode ser lido na íntegra clicando no Leia Mais.

PublishNews, Redação, 04/02/2020

A principal premiação do quadrinho no Brasil, o Troféu HQMIX, abriu as inscrições da sua 32ª edição com o objetivo de impulsionar a produção de editoras e artistas independentes. Desde 1988, a premiação, que tem o apadrinhamento do apresentador Serginho Groisman, vem mostrando o melhor da produção de quadrinhos no País e confirma que, nesses 32 anos, houve um grande crescimento de autores e lançamentos. Para quem lançou edições ou eventos, além dos trabalhos em universidades, podem já se inscrever no site do prêmio até o dia 7 de março. Os interessados pagam R$ 15 para inscrever uma obra em até duas categorias. A cada R$ 15 pode se inscrever em mais duas. No total são 34 categorias. Os inscritos serão analisados por um júri especializado para as 10 indicações de cada item da cédula de votação, que será apreciada por um júri nacional, com mais de dois mil profissionais da área. A divulgação dos indicados geralmente acontece em julho, e o resultado final é divulgado algumas semanas antes do evento.

PublishNews, Redação, 04/02/2020

A Editora Coerência, que tem como foco a divulgação de autores nacionais, abriu uma vaga para vendedor interno e externo. O contratado será responsável pelas vendas internas junto à distribuidora e livrarias. A editora pede que os candidatos tenham ampla experiência de mercado editorial como vendedor de literatura de interesse geral. Os interessados devem encaminhar os currículos para o e-mail lilian@editoracoerencia.com.br até 10 de fevereiro.

PublishNews, Redação, 04/02/2020

A Editora Lote 42 está com as inscrições abertas para a quarta edição do Curso Tatuí de Publicação. As aulas foram criadas para que os alunos possam aprender, com profissionais que atuam no universo editorial, diversos aspectos da criação de um livro impresso, passando por áreas como edição, produção gráfica, design, impressão, encadernação e distribuição. A proposta é que cada aluno desenvolva uma publicação durante o período do curso, incorporando as ferramentas e conteúdos apresentados. De natureza teórica e prática, as aulas serão ministradas toda segunda-feira, das 19h às 21h30, sendo que a última meia hora será destinada para consultoria dos professores: Cecilia Arbolave (Lote 42), Daniel Barbosa (Caderno Listrado), Danilo de Paulo (Gráficafábrica), Gilberto Tomé (Gráficafábrica), Gustavo Piqueira (Casa Rex), João Varella (Lote 42), Renan Costa Lima (Risotropical) e Sadia Jacintho (Casa Rex). O curso acontece na Sala Tatuí (Rua Barão de Tatuí, 302) a partir do dia 23 de março e o investimento é de R$ 1.500. Quem se inscrever até 1º de março ganha o livro Gogmagog! Morris Cox e Sua Gogmagog Press.

PublishNews, Redação, 04/02/2020

A Coesão Independente, coletivo criado em 2019 para promover ações e parcerias entre editoras independentes, realiza nesta sexta (7), o Choque de Desconto. Na data, 33 editoras que fazem parte do grupo irão vender seus livros com descontos a partir de 40%. As principais ofertas estarão disponíveis no site da Coesão e cada editora oferecerá seu pacote de descontos personalizados em suas lojas virtuais específicas. Fazem parte da ação editoras como Avec, Barbatana, Penalux, Lote 42, Mundaréu, Pólen Livros, Sebo Clepsidra, Zouk, Monomito, Córrego, Madrepérola e Draco.

PublishNews, Redação, 04/02/2020

O dia começa como qualquer outro: Rachel Klein deixa a filha Kylie, de 13 anos, no ponto de ônibus e segue sua rotina. Mas o telefonema de um número desconhecido muda tudo. Do outro lado, uma voz de mulher avisa que Kylie está no banco de trás de seu carro, e que Rachel só verá a filha de novo se pagar um resgate e sequestrar outra criança. Assim como Rachel, a mulher no telefone é mãe, também teve o filho sequestrado e, se Rachel não fizer exatamente o que ela manda, o menino morre, e Kylie também. Agora Rachel faz parte da "Corrente", um esquema aterrorizante que transforma os pais das vítimas em criminosos e, ao mesmo tempo, deixa alguém muito rico. Em A Corrente (Record, 387 pp, R$ 42,90 - Trad.: Clóvis Marques), livro de Adrian McKinty, as regras são simples: entregar o valor exigido, escolher outra vítima e cometer um ato abominável do qual, apenas 24 horas antes, você se julgaria incapaz. Rachel é uma mulher comum, mas, nos dias que se seguem, será levada a extremos que ultrapassam todos os limites do aceitável. Ela será obrigada a fazer escolhas morais inconcebíveis e executar ordens terríveis. Os cérebros por trás da "Corrente" sabem que os pais farão qualquer coisa pelos filhos. Mas o que eles não sabem é que talvez tenham se deparado com uma oponente à altura.

PublishNews, Redação, 04/02/2020

Nascido em 1890, Howard Phillips Lovecraft (1890-1937) revolucionou o gênero literário do horror ao inserir em suas histórias elementos típicos da fantasia e da ficção científica. Com um estilo de escrita único, por vezes de vocabulário e ortografia conservadores, Lovecraft elevou o terror a um patamar literário poucas vezes visto. Assim como Edgar Allan Poe no século XIX, Lovecraft é visto por autores como Neil Gaiman, Joyce Carol Oates e Stephen King como um dos principais autores de terror do século XX. Em O chamado de Cthulhu e outras histórias (Companhia das Letras, 448 pp, R$ 69,90), primeiro volume da série Biblioteca Lovecraft, traduzida e organizada por Guilherme da Silva Braga, o leitor encontra textos clássicos como o que dá nome à obra, A sombra de Innsmouth, e também textos menos conhecidos como Dagon (espécie de breve preâmbulo aos mitos de Cthulhu).

“O livro traz a vantagem de a gente poder estar só e ao mesmo tempo acompanhado.”
Mário Quintana
Poeta brasileiro (1906 - 1994)
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
Mais esperto que o diabo
3.
O milagre da manhã
4.
Escravidão
5.
A garota do lago
6.
Do mil ao milhão
7.
Mindset
8.
Essa gente
9.
Como fazer amigos e influenciar pessoas
10.
21 lições para o século 21
 
PublishNews, Redação, 04/02/2020

Nova York 2140 (Minotauro / Planeta, 496 pp, R$ 69,90 – Trad.: Márcia Blasques), do americano Kim Stanley Robinson, um dos mais principais autores de ficção-científica da atualidade, traz uma nova visão do futuro da cidade de Nova York do século XXII: uma metrópole inundada. Nessa nova realidade, Manhattan ganhou o apelido de Super-Veneza. Vários dos personagens principais moram na MetLife Tower, na qual uma associação de inquilinos equipou com mecanismos de prevenção de inundações. Denver substituiu Nova York como o centro das finanças e da cultura americanas, e grande parte dos EUA foi deliberadamente abandonada. Os habitantes da metrópole, no entanto, conseguem se adaptar, e a Grande Maçã segue tão viva e fervilhante como sempre, ainda que de formas inteiramente distintas das de antes. Cada rua é agora um canal; cada arranha-céu, uma ilha. Por meio dos olhos – e dos destinos – de diversos moradores de um prédio da antiga Madison Square, Kim Stanley Robinson mostra ao leitor como uma das maiores cidades do mundo se transformaria após uma catástrofe climática dessa magnitude, no limite entre a utopia e a distopia.

PublishNews, Redação, 04/02/2020

Dizem que segredos não sobrevivem por muito tempo em cidades pequenas. Mas, em Três Rios, eles estão por toda parte há tempo demais. VHS: Verdadeiras Histórias de Sangue (DarkSide, 288 pp, R$ 49,90) se passa entre 1985 e 1995 e tem início em uma videolocadora peculiar, capaz de alugar os sonhos e as vidas de seus clientes. Cesar Bravo constrói a narrativa de seu novo livro de horror com registros orais, casos sinistros e uma porção de detalhes que rodeiam a vida dos moradores da cidadezinha de Três Rios, localizada no Noroeste paulista. São mandingas macabras, crimes brutais, animais soturnos, mapas, notícias de jornais e anúncios que compõem o imaginário de um local esquecido pelo tempo e misturam o texto de Cesar. Para fazer com que o leitor se sinta dentro da história, o livro conta ainda com um mapa da cidade e os anúncios do jornal local.

 
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