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PublishNews 15/01/2020
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PublishNews, Redação, 15/01/2020

Croqui digital do auditório do StoryVillage, espaço dedicado ao livro do Rio2CNa manhã desta quarta-feira (15), os organizadores do Rio2C, um dos maiores eventos de inovação e criatividade da América Latina, anunciaram as novidades para a sua edição de 2020, marcada para acontecer entre os dias 5 e 10 de maio. Um dos destaques é o StoryVillage, novo espaço dedicado ao mercado editorial que já foi adiantado aqui no PublishNews. O espaço abrigará uma programação de 50 horas de conteúdo divididas em 45 painéis tocados por 90 convidados. Entre as temáticas que serão abordadas no StoryVillage estão o livro do futuro, poesia sonora, visual novels, inteligência artificial, realidade aumentada, novos modelos de agenciamento literário e o assistente de voz como um vendedor de livros. A curadoria do StoryVillage é tocada por Martha Ribas, Camila Perlingeiro e Ana Paula Costa, sócias da Mapa.Lab, agência de criação de conteúdo e inovação editorial. No seu discurso, Martha refutou o apocalipse do livro. “O livro tem que ser repensado. Não cabe de jeito nenhum a discussão sobre o fim do livro. Ele sempre vai existir. É uma potência incrível, mas a gente tem que pensar novas maneiras. Isso é urgente”, disse. O PublishNews e o #coisadelivreiro entram como um dos apoiadores de mídia do Rio2C. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 15/01/2019

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PublishNews, Redação, 15/01/2020

Estande do Brazilian Publishers em Bolonha em 2020 está concorrido | Divulgação / BPPela primeira vez, o Brazilian Publishers (BP) – projeto setorial encampado pela Câmara Brasileira do Livro (CBL) e Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) com o objetivo de incentivar as exportações de conteúdos editoriais – terá um estande montado na Feira do Livro de Londres (10 a 20/03). A espera por essa iniciativa era tanta que os associados ao BP correram, já reservaram as 10 vagas possíveis para o estande e já há uma fila de espera de outras editoras interessadas em embarcar para Londres. Na Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha (30/03 – 02/04), o estande do BP não é nenhuma novidade, mas lá também já está com a sua capacidade esgotada. As 20 vagas já foram preenchidas e também já há uma fila de espera.

PublishNews, Redação, 14/01/2020

Na sua edição de 2019, o Prêmio Rio recebeu 701 obras que foram peneiradas por um júri composto por Antonio Carlos Secchin, Davi Pessoa, Beatriz Resende e Eva Doris Rosental. Os ganhadores foram anunciados no início dessa semana e quem levou na categoria Prosa de Ficção foi Geovani Martins pelo seu livro O sol na cabeça (Companhia das Letras). Em Ensaio, a vencedora foi Heloisa Buarque de Hollanda, por Explosão feminista (Companhia das Letras). Em Poesia, quem levou o prêmio foi Marco Catalão, pelo livro Asas do albatroz (Mondorongo). Rafael Amorim ganhou na categoria Novo Autor Fluminense com o inédito Como tratar paisagens feridas. Os vencedores nas categorias Prosa de Ficção, Ensaios e Poesia levam R$ 100 mil cada. Já Rafael ganha R$ 10 mil, além da publicação do livro.

PublishNews, Redação, 15/01/2020

A Editora Gustavo Gili, especializada em cultura visual com livros de arte, arquitetura, design, moda, fotografia e DIY (do it yourself), abriu uma vaga para promotor de vendas. O contratado deverá divulgar a linha de produtos e catálogo da empresa, manter contato frequente com os clientes, visar o aumento do volume de vendas e absorver clientes potenciais. É desejável conhecimentos no segmento de Livraria e Editoras e ter disponibilidade para viagens curtas. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail elizangela@relizarh.com.br.

PublishNews, Redação, 15/01/2020

O pesquisador Rodrigo Camargo de Godoi (IFCH / Unicamp) apresenta, nesta quarta-feira (15), o painel A black publisher in Imperial Brazil, na Vanderbilt University localizada em Nashville, nos EUA. Godoi dedicou sua tese de doutoramento a estudar a vida e o legado de Francisco de Paula Brito (1809 - 1861), o primeiro editor comercial do Brasil. Paula Brito era negro, neto de escravos e foi quem descobriu os talentos de Machado de Assis, contratado como revisor na sua tipografia.

PublishNews, Redação, 15/01/2020

Publicada em 1982, Morangos mofados (Companhia das Letras, 192 pp, R$ 49,90) é a obra mais célebre de Caio Fernando Abreu. Escrita quando o autor tinha 34 anos, a prosa visceral dos 18 contos do livro — potencializada pela hesitação coletiva de um país que vislumbrava a redemocratização ante a falência incipiente do regime militar — traduziu as inconstâncias humanas mais profundas e continua, ainda hoje, arrebatando leitores de todas as gerações. Para o crítico José Castello, que assina o posfácio desta edição, embora seja um livro de narrativas curtas, “a obra mantém uma férrea unidade, em torno da coragem de se despir, da fidelidade aos sentimentos mais íntimos e mesmo os mais terríveis, e ainda à dificuldade de ser”.

PublishNews, Redação, 15/01/2020

A infância é o tempo de descobertas. É a fase da vida em que o ser humano recebe e retribui os sentimentos à sua volta com maior vigor e integridade. Com Miguilim, menino que protagoniza Campo geral (Global, 136 pp, R$ 48), de João Guimarães Rosa, não é diferente. Contudo, a visão de mundo repleta de sensibilidade que vinca a personalidade da criança transforma o conjunto de situações que ela experimenta num redemoinho de sensações. Os leitores de Campo Geral naturalmente se envolvem e se emocionam ao tomar contato com as impressões e conclusões do menino sobre o mundo que o cerca. Tanto os medos mais profundos de Miguilim quanto seus sonhos mais intensos são concebidos pelo pincel multicor de Guimarães Rosa. O convívio familiar, o cultivo das amizades, a dura vida no sertão e a necessidade incontornável de encarar os desafios que a condição humana apresenta são elementos centrais desta narrativa. Neste livro, o leitor capta o âmago da vida no sertão através do olhar de uma criança. O texto tomou como base a terceira edição de Manuelzão e Miguilim, publicada pela José Olympio em 1964.

“A felicidade do escritor é o pensamento que consegue transformar-se completamente em sentimento, é o sentimento que consegue transformar-se completamente em pensamento.”
Thomas Mann
Escritor alemão (1875-1955)
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
Escravidão
3.
Do mil ao milhão
4.
Mais esperto que o diabo
5.
Como fazer amigos e influenciar pessoas
6.
Seja foda!
7.
O poder da autorresponsabilidade
8.
O milagre da manhã
9.
A garota do lago
10.
Mindset
 
PublishNews, Redação, 15/01/2020

Primeiro livro de ficção do premiado crítico, ensaísta e professor de teoria literária Antonio Arnoni Prado, O último trem da Cantareira (Editora 34, 128 pp, R$ 39) reúne memória e invenção ao recriar os anos de infância do autor na zona norte de São Paulo. Minutos antes de subir ao palco para receber uma homenagem, um professor universitário é inesperadamente visitado por seus companheiros de infância — um bando de meninos que, longe dos livros, viviam soltos pelas quebradas do Tremembé, na zona norte de São Paulo, entregues a brigas e aventuras de todo tipo. Em suas páginas, os arrabaldes da cidade, ao longo da linha do trem, ganham uma vida extraordinária, lembrando em parte Os meninos da rua Paulo, de Ferenc Molnár, e a experiência subjetiva adquire ressonância coletiva.

PublishNews, Redação, 15/01/2020

Elsa Morante (1912-1985) costumava dizer que, no fundo, se sentia “um menino”. E afirmou certa vez, parodiando Flaubert, “Arturo sou eu”. Referia-se ao personagem narrador de A ilha de Arturo (Carambaia, 384 pp, R$ 99,90 – Trad.: Roberta Barni), uma assombrosa evocação da infância e da puberdade. A obra se passa às vésperas da Segunda Guerra Mundial em Procida, ilha na região de Nápoles em que o personagem vive uma vida de liberdade e imaginação, sem escola, mas plena de livros e natureza selvagem. A mãe do garoto de 14 anos morreu no seu nascimento e o pai, Wilhelm Gerace, que ele idolatra acima de todas as coisas, passa grande parte do tempo em viagens misteriosas que alimentam os devaneios de Arturo. Os dois vivem no palácio decaído de um amigo de Gerace que acumulou dinheiro e detestava todas as mulheres. A segurança de Arturo, para quem a solidão parecia um “estado natural”, é abalada pela chegada da nova esposa do pai, apenas dois anos mais velha do que ele. Sentimentos violentos e confusos começam a aflorar. A ilha de Arturo é um romance de formação complexo e contraditório, em que o aprendizado é corroído por emoções brutais e incontroláveis.

 
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