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PublishNews 06/11/2019
A Transporte Executivo Luiz Henrique Pinho oferece serviço de transporte para autores e colaboradores no Rio de Janeiro. Já atende editoras como Sextante e Intrínseca.
Tradutor Editorial (ING-PT), especialista em textos de não-ficção, sobretudo em temas ligados à aeronáutica, história militar, humanidades e ciências sociais. Trabalha para diversas editoras como tradutor e copidesque.
Com mais de 25 anos de experiência, a Claro e Ponto Assessoria em Produção de Textos oferece serviço de revisão e preparação para diversos gêneros textuais. Também trabalhamos com redação e edição de textos publicitários e jornalísticos.
PublishNews, Redação, 06/11/2019

Guilherme Relvas durante a ParáLer | DivulgaçãoDurante a ParáLer, festa literária realizada pela Fundação Cultural do Pará no último fim de semana, o governo paraense resolveu lançar a Plataforma Amazônica de Capacitação e Fomento do Livro, da Leitura, da Literatura e da Escrita. O objetivo é identificar a atuação e a integração dos diferentes atores do cenário literário para desenvolver diretrizes que potencializem o alcance da produção local. Guilherme Relvas (na foto ao lado), diretor de Leitura e Informação da Fundação Cultural do Pará, responsável pela ParáLer, explica: “A ideia é unir os editores, livreiros e livrarias com um objetivo comum: alavancar o cenário paraense, promover nossa literatura no Brasil e no mundo, trabalhando de forma conjunta o poder público e a cadeia criativa”. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 06/11/2019

O Prêmio Oceanos tornou pública a lista dos dez finalistas da sua edição de 2019. Classificaram-se nove romances e um livro de contos, de autores de três continentes: cinco brasileiros, quatro portugueses e um angolano. Ao arrolar esses dez títulos, o júri destacou a capacidade das obras finalistas de associar a qualidade literária às questões contemporâneas. Na lista, figuram sobretudo narrativas que tratam dos temas da desterritorialização, da inquietação existencial e da sexualidade. Os cinco brasileiros são: Cristovão Tezza, com A tirania do amor (Todavia); Gustavo Pacheco, com o livro de contos Alguns humanos (Tinta-da-China); Mauricio Lyrio, com O imortal (Companhia das Letras); Nara Vidal, com Sorte (Moinhos) e Nei Lopes, com O preto que falava Iídiche (Record). Portugal está representado por Dulce Maria Cardoso, com Eliete (Tinta-da-China); João Tordo, com Ensina-me a voar sobre os telhados (Companhia das Letras); Djaimilia Pereira de Almeida, com Luanda, Lisboa, Paraíso (Companhia das Letras), e José Gardeazabal, com Meio homem metade baleia (Companhia das Letras). Completando a lista de finalistas, Pepetela representa a Angola, com o livro Sua excelência, de corpo presente (Dom Quixote / Texto Editores). Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 06/11/2019

O Prêmio Goncourt, o mais importante da literatura francófona, anunciou esta semana o vencedor da sua edição de 2019. O escolhido foi o escritor francês Jean-Paul Dubois pela obra Tous les hommes n'habitent pas le monde de la même façon (Nem todos os homens vivem da mesma maneira no mundo). O 22º livro de Dubois conta a história de Paul Hansen, que está preso há dois anos numa prisão em Montreal dividindo a cela com Angel Hells, um homem assustador e comovente preso por assassinato. Acontece que Hansen é um homem bom e durante o livro, o leitor conhece as lembranças de uma felicidade arruinada, em um mundo que desaparece, dando espaço para outro dominado pela injustiça e o desprezo. E só no final da obra é que se descobre o porquê de sua prisão. “Se as obras de Dubois fossem traduzidas para o inglês, ele teria na França um status comparável ao de John Irving ou William Boyd”, disse Bernard Pivot, presidente da Academia Goncourt. Dubois leva para casa 10 mil euros (aproximadamente R$ 44,1 mil).

PublishNews, Redação, 06/11/2019

A argentina Mariana Enriquez, autora das obras As coisas que perdemos no fogo e Este é o mar, ambas publicadas pela Intrínseca, venceu a 37ª edição do Prêmio Herralde de Novela 2019 - uma das mais importantes premiações de língua espanhola do mundo –, com o inédito Nuestra parte de noche. O prêmio foi anunciado na manhã desta segunda-feira (4), em Barcelona, Espanha. Inscrito no prêmio como Mi estrela oscura, sob o pseudônimo de Paula Ledesma, o livro concorreu com mais de 650 originais, sendo seis finalistas. Com a distinção, Mariana se torna a primeira mulher argentina a vencer o Herralde. Nuestra parte de noche conta a história da travessia de um pai e um filho de Buenos Aires às Cataratas de Iguaçu nos últimos anos da ditadura argentina. O pai tenta proteger seu filho do destino de se converter em médium de uma sociedade secreta que busca a vida eterna por meio de perigosos e obscuros rituais. Pelo prêmio, Mariana levou para casa 18 mil euros (aproximadamente R$ 79,5 mil). A obra será lançada em espanhol, pela Anagrama, na primeira semana de dezembro. No Brasil, será publicada pela Intrínseca em data a ser definida.

PublishNews, Redação, 06/11/2019

Em sua primeira vez no Brasil, Yuval passará por SP, Rio e Brasília Nos últimos anos, o pensador da atualidade, filósofo e historiador israelense Yuval Harari se tornou um dos maiores vendedores de livros no Brasil. Seus livros – Sapiens (L&PM) e 21 lições para o século 21 (Companhia das Letras) – são figurinhas fáceis na lista de mais vendidos do PublishNews e por dois anos seguidos, ele ganhou o Prêmio PublishNews de livro mais vendido na categoria Não Ficção. Agora ele está no Brasil para uma série de encontros em São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro. Clique no Leia Mais para conferir a programação completa do autor no País.

PublishNews, Redação, 06/11/2019

Em 2019, o podcast Presidente da semana, do jornalista Rodrigo Vizeu, foi um dos mais ouvidos nas principais plataformas e já soma mais de 4,3 milhões de acessos. O podcast serviu como inspiração para Vizeu transformar as histórias dos nossos presidentes em livro. Os presidentes – A história dos que mandaram e desmandaram no Brasil, de Deodoro a Bolsonaro, foi publicado pela HarperCollins Brasil e além de relembrar os fatos oficiais relativos aos mandatos e às campanhas de cada um dos presidentes, conta histórias que revelam as personalidades deles, como o fato de Hermes da Fonseca ser considerado um homem burro e João Figueiredo gostar mais de cavalos do que de gente. A obra será lançada na livraria Blooks, em Botafogo (Condomínio do Edifício Coral - Praia de Botafogo, 316 – Rio de Janeiro / RJ), nesta sexta (8), às 19h. Antes da sessão de autógrafos, Vizeu fará um bate-papo sobre história e política com a também jornalista Malu Gaspar. O evento é gratuito.

PublishNews, Redação, 06/11/2019

A Fapcom - Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação (Rua Major Maragliano, 191, Vila Mariana - São Paulo / SP) realiza neste sábado (9), das 9h às 11h30, uma mesa redonda em que se discutirá o papel do livro na cultura de hoje. A mesa, que terá Diogo Chiuso como mediador, será composta por Hugo Langone, poeta, editor (Quadrante) e doutor em Teoria Literária; Edson Filho, publisher da É Realizações; e José Luiz Tahan, livreiro e idealizador do festival Tarrafa Literária, em Santos, e colunista do PublishNews. O evento é gratuito e as inscrições podem ser realizadas clicando aqui.

PublishNews, Redação, 06/11/2019

O poeta português Daniel Jonas, autor da obra Os fantasmas inquilinos (Todavia), participa logo mais, às 19h, de um bate-papo com o público na Casa das Rosas (Av. Paulista, 37 – São Paulo / SP). No encontro, ele falará sobre tradução e poesia junto com a tradutora Sofia Mariutti. A obra Os fantasmas inquilinos é uma seleção de poemas de Jonas, organizada pelo também poeta e músico Mariano Marovatto. Lírica, meditativa e intensa na apreciação dos afetos, da vida nas cidades e da própria atividade poética, a obra tem um quê de clássico – embora contemporânea na visão de mundo aguda. O encontro é gratuito.

“Escrever é honestidade , é ajudar as pessoas a se curarem, pois elas precisam ser ouvidas. Escrever é a possibilidade de criar conexão.”
Hon Lai-Chu
Escritora nascida em Hong Kong
1.
DNA milionário
2.
A sutil arte de ligar o foda-se
3.
O milagre da manhã
4.
Escravidão
5.
Seja foda!
6.
Do mil ao milhão
7.
Mais esperto que o diabo
8.
Prólogo, ato, epílogo
9.
A garota do lago
10.
O poder da autorresponsabilidade
 
PublishNews, Redação, 06/11/2019

A Coleção Identidade, parceria entre a Amazon e três das maiores agências literárias do país (Riff, MTS e Villas-Boas & Moss), anunciada em novembro passado, reúne contos escritos por autores contemporâneos de língua portuguesa para permitir que mais pessoas descubram o gosto pela leitura de ficção brasileira. Muitos destes escritores são reconhecidos em importantes prêmios literários e os leitores podem descobrir suas obras por meio da coleção. Entre esses escritores, está Martha Batalha - finalista do Prêmio Jabuti 2019 - e autora do conto O grande romance brasileiro, lançado no segundo volume da Coleção. O Prêmio São Paulo de Literatura é outro que tem autores da Coleção entre seus finalistas deste ano. Junto com Martha, que também é finalista deste prêmio, estão no segundo volume da coleção as autoras Deborah Dornellas, com o conto Helena e Spartacus; Juliana Leite, com Mergulho; e Giovana Madalosso, com Nanquim sobre pele. Giovana também participa do primeiro volume, com Pedra cansada, junto com André de Leones, também finalista do Prêmio, com Pessoas bacanas. Os 60 contos do Volume I e II da Coleção Identidade, publicados através do Kindle Direct Publishing (KDP), ferramenta de autopublicação da Amazon, estarão disponíveis na Loja Kindle, podendo ser adquiridos individualmente por R$ 1,99, ou em antologias com dez contos cada uma, por R$ 9,90.

PublishNews, Redação, 06/11/2019

Vencedor do prêmio Goncourt em 1974, A vida pela frente (Todavia, 192 pp, R$ 54,90 – Trad.: André Telles), obra escrita por Emile (Romain Gary) Ajar, tornou-se um dos romances mais vendidos do século XX. Apesar de publicado há mais de 40 anos, parece mais atual do que nunca. Momo, de 10 anos, vive sob os cuidados de Rosa, uma senhora judia. Sobrevivente de Auschwitz, ela cuida de diversas crianças em seu apartamento. É nesse ambiente que Momo conta sua história. Da fricção entre a inocência e a brutalidade do mundo sai a força de um dos romances mais cativantes da literatura francesa. O autor – Romain Gary –, usou o pseudônimo de Emile Ajar para disputar o Goncourt, já que em 1956 já havia recebido o prêmio e, portanto, não poderia concorrer novamente.

PublishNews, Redação, 06/11/2019

Cada um morre por si (Carambaia, 768 pp, R$ 159,90 – Trad.: Sonali Bertuol), romance de Hans Fallada (1893-1947), começa em Berlim, num dia de junho de 1940. No mesmo prédio em que alguns moradores comemoram a capitulação da França frente à Alemanha nazista, o casal Anna e Otto Quangel recebe a comunicação da morte de seu filho na guerra. É o momento em que os Quangel, até então trabalhadores apolíticos, concentrados em suas obrigações diárias, começam a enxergar as mentiras e o alcance dos tentáculos do regime, que os obriga a viver com medo. Conscientes de sua quase insignificância social, Anna e Otto se empenham num plano de oposição em pequena escala: espalhar pela cidade cartões-postais com mensagens de desnudamento da máquina nazista. Hans Fallada conduz o romance como uma trama policial em que a Gestapo se desdobra na busca pelos autores do ato de subversão, recorrendo a crimes, acusações fabricadas e ao auxílio de malandros e golpistas. O enredo se baseia na história real de Otto e Elise Hampel e a capa e as páginas de divisão interna trazem letras e números em fonte tipográfica criada especialmente para o livro.

 
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