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PublishNews 03/10/2018
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PublishNews, Leonardo Neto, 03/10/2018

Manuel Filho e Veronica Stigger | © DivulgaçãoDesde que foi criada, em 2014, a Lista Nielsen PublishNews, aquela que apura os livros de autores nacionais mais vendidos em livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento do Brasil, tem mais ou menos a mesma configuração, em especial, na categoria Ficção. Ela é composta, na maioria das vezes, basicamente por três categorias de livros: os do onipresente Augusto Cury; os de fenômenos da cena juvenil, com destaque aqui para Paula Pimenta e mais recentemente o youtuber Marco Túlio (AuthenticGames) e, por fim, clássicos da literatura nacional, com destaque para Clarice Lispector (A hora da estrela) e Graciliano Ramos (Vidas secas). Mas nessa nona lista de 2018, referente ao período que vai de 13 de agosto a 09 de setembro, essa regra ficou meio embaralhada. Esses figurões estão lá, mas entraram autores pouco conhecidos – ou mesmo estreantes – das listas dos mais vendidos do PublishNews. Dos 20 títulos na categoria Ficção, cinco são estreantes. Três deles têm o dedo de Mauricio de Sousa: Horácio - Mãe (Panini / MSP), uma releitura do tiranossauro rex criado pelo pai da Mônica e relido por Fábio Coala, na posição em 15º lugar; Turma da Mônica – Folclore brasileiro (Girassol), no 16º, e MMMMM - Mônica e Menino Maluquinho na Montanha Mágica (Melhoramentos), resultado da parceria de Mauricio com Ziraldo e Manuel Filho que ocupa a posição de número 18. Estreia ainda, no 20º, Opisanie Swiata (Sesi Editora), o primeiro romance de Verônica Stigger, autora que, a propósito, debuta nas listas dos PublishNews. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da Lista Nielsen PublishNews.

PublishNews, Redação, 03/10/2018

A autopublicação, seja ela em formato digital ou impresso, é considerada por alguns como a democratização do processo editorial. Mas muito se engana quem pensa que esse processo não cumpre as diversas etapas de produção de um livro, incluindo preparação, revisão, diagramação, etc. Continuando nossa série de encontros sobre o mercado editorial em parceria com a UmLivro, plataforma que oferece diversas soluções de impressão por demanda e logística para as editoras, Ricardo Garrido (Amazon), Daniel Pinsky (Labrador) e Felipe Sali (autor) irão falar sobre todos os processos que a autopublicação envolve e seus desafios, evidenciando tanto o lado do autor quanto o de uma editora e também de uma plataforma especializada em self-publishing. O sexto encontro acontece na próxima quarta (10), às 19h, na Unibes Cultural (Rua Oscar Freire, 2.500 – São Paulo / SP). Os interessados em participar podem se inscrever clicando aqui. Nesta edição, não haverá transmissão ao vivo, mas a íntegra do áudio poderá ser conferida no Soundcloud do PublishNews.

PublishNews, Redação, 03/10/2018

A Câmara Brasileira do Livro (CBL) anuncia nesta quinta (4), às 12h, a relação dos finalistas do 60º Prêmio Jabuti. A divulgação será feita na plataforma on-line do prêmio. Todas as 1.963 obras inscritas passaram pela avaliação do corpo de jurados, que foram escolhidos por meio de consulta pública e validados pelo conselho curador. Cada categoria do Jabuti contou com três jurados, especialistas nas respectivas áreas. Os ganhadores de cada categoria receberão R$ 5 mil cada, enquanto o vencedor do Livro do Ano levará R$ 100 mil. Além dos prêmios em dinheiro, cada autor receberá uma estatueta, que também será entregue às editoras dos livros selecionados. No caso de mais de um autor, o prêmio em dinheiro será dividido igualmente. Os vencedores de cada uma das 18 categorias e o ganhador do Livro do Ano serão conhecidos no dia 8 de novembro, às 19h, em cerimônia realizada no Auditório Ibirapuera, em São Paulo.

PublishNews, Redação, 03/10/2018

Suzano Papel e Celulose, em parceria com a editora Arqueiro, abriu as inscrições para a segunda edição do Prêmio Pólen de Literatura, que premia obras de ficção inéditas de novos autores brasileiros. O objetivo do concurso é fomentar a cultura literária no país e descobrir novos talentos. A primeira edição do prêmio, que aconteceu no ano passado, recebeu centenas de obras para avaliação e teve como jurados nomes reconhecidos no mundo literário. Para participar, o autor precisa inscrever, por meio do site oficial do prêmio, uma obra de ficção (romance, suspense, policial e thriller) e serão aceitos apenas originais inéditos e escritos por brasileiros – natos ou naturalizados –, a partir de 14 anos, residentes e domiciliados no Brasil. O prazo para as inscrições segue até 31 de outubro de 2018. Os manuscritos serão avaliados por uma comissão julgadora que anunciará os cinco finalistas no dia 30 de novembro de 2018. Na última etapa, três jurados formam a comissão final e, por meio de voto, escolherão a obra vencedora, que será anunciada em 14 de dezembro de 2018. O vencedor receberá R$ 10 mil, além de ter a oportunidade de lançar seu livro pela Arqueiro, impresso em papel Pólen, é claro.

PublishNews, Lorenzo Herrero, 03/10/2018

Luz verde para a equiparação de impostos entre livros físicos e digitais na Europa | © Wikipedia"Um livro digital é um livro, um jornal digital é um jornal!". Estas foram as palavras com que Pierre Moscovici, ex-ministro da economia francesa e Comissário para os Assuntos Econômicos da União Europeia, celebrou o acordo alcançado pelo Conselho de Ministros da Economia da União Europeia (Ecofin) em Luxemburgo, e que concede aos países membros do bloco a competência de poder estender às publicações digitais as taxas reduzidas de imposto aplicáveis às publicações em formato físico. Enquanto isso, Hartwitg Loger, ministro austríaco da economia disse: "esta proposta faz parte dos esforços da União para modernizar o IVA para a economia digital, e nos permite seguir o rimo de avanços tecnológicos”. Clique aqui para ler a íntegra dessa nota publicada originalmente no PublishNews em Espanhol.

PublishNews, Redação, 03/10/2018

Depois de polêmicas envolvendo as obras Aparelho sexual & cia (Companhia das Letras), de Hélène Bruller, e O menino que espiava pra dentro (Global), de Ana Maria Machado, mais um livro entrou na lista de obras vitimadas por uma onda conservadora. A obra Meninos sem pátria (Ática / Somos), de Luiz Puntel, lançado em 1981, foi suspensa do Colégio Santo Agostinho Leblon, no Rio de Janeiro, a pedido dos pais. Eles alegam que o livro, objeto de estudo de alunos do 6º ano, “doutrina crianças com ideologia comunista” e que promove um “discurso esquerdopata”. O livro acompanha a história de uma família obrigada a se exilar durante o período de vigência da ditadura militar no Brasil. A’O Globo, Puntel contou que o livro foi escrito dois anos após a anistia, evento histórico que lhe serviu de inspiração e que a obra se baseia no drama da volta dos exilados, e não em uma apologia ao comunismo. “Lamento a existência da censura quando vemos como o país precisa da democracia. Quero pensar um pouco e ver com a editora se alguma coisa precisa ser feita”. Procurada, a editora não se manifestou até o fechamento desta edição.

PublishNews, Redação, 03/10/2018

A Amazon abriu seu Programa de estágio e pretende contratar 60 interns para sua unidade em São Paulo. Os estudantes passam por um processo de formação e desenvolvimento enquanto trabalham na empresa, sendo expostos a desafios reais e projetos nas diferentes áreas. Podem se candidatar estudantes dos cursos de: tecnologia como ciência da computação, análise de sistemas, sistemas de informação, administração, marketing, contabilidade, economia, engenharia, matemática, estatística, comunicação, jornalismo, publicidade e psicologia. Os benefícios incluem a bolsa auxílio, vale transporte, vale refeição e assistência médica. A empresa frisa que contrata indivíduos qualificados independente de gênero, raça, orientação sexual, religião, nacionalidade, idade ou deficiência, e que não é necessário que o/a candidato/a tenha experiência profissional para se candidatar para o programa de estágio. As inscrições devem ser feitas clicando aqui.

PublishNews, Redação, 03/10/2018

O Centro de Pesquisa e Formação do Sesc (Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - São Paulo / SP) realiza de hoje até sexta (5) a oficina Baseado em fatos reais. Por meio da análise de romances, roteiros de cinema e de televisão, contos e poesias, serão abordadas a memória pessoal como fonte da literatura; as formas de literatura confessional (autobiografia, memórias, romance autobiográfico, diários íntimos); e o embate entre a verossimilhança e a verdade (a partir da hipótese de que a realidade pode ser muito mais fantástica do que a ficção). O curso será ministrado pela escritora Leila de Souza Teixeira e acontece das 15h às 17h. O investimento é de R$ 50 e as inscrições podem ser feitas clicando aqui.

“Principalmente num país como o Brasil, qualquer manifestação artística, mesmo não sendo engajada politicamente, acaba sendo política”
Luis Fernando Verissimo
Escritor brasileiro - Um escritor na biblioteca
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A sutil arte de ligar o foda-se
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As aventuras na Netoland com Luccas Neto
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O milagre da manhã
4.
Seja foda!
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O poder da autorresponsabilidade
6.
21 lições para o século 21
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Poesia que transforma
8.
Me poupe!
9.
Para todos os garotos que já amei
Textos cruéis demais para serem lidos rapidamente
 
PublishNews, Redação, 03/10/2018

Glória (Companhia das Letras,296 pp, R$ 49,90) conta a história dos Alencar Costa e Oliveira, uma “família de doentes imaginários”. Eles se comunicam com chistes, tiradas, diálogos zombeteiros. Falam o oposto do que querem dizer ou repetem as mesmas frases até que passem a ter outro sentido. Neste caso, o bordão oficial da casa quando algo dá errado — a comida queima no forno, os filhos não param quietos — é “Deus é, era, gago”. Serve, como se vê, para quase todas as situações. Além do humor idiossincrático, os Alencar Costa e Oliveira têm outra característica em comum. Ninguém da linhagem morre de doença ou de acidente. A melancolia aguda, fatalidade que se repete de geração em geração, é a maldição que paira sobre o sobrenome. Esta talvez seja a única tradição da família: a causa do óbito, invariavelmente, é o desgosto. Com erudição, graça e inventividade, Victor Heringer traça o destino de três irmãos — Daniel, Abel e Benjamin —, misturando referências literárias e notas de rodapé improváveis.

PublishNews, Redação, 03/10/2018

O violento Francis Begbie, de Transpotting, está de volta. Em O artista da faca (Rocco, 256 pp, R$ 44,90 – Trad.: Ryta Vinagre), Irvine Welsh mostra o que aconteceu ao psicopata escocês, aparentemente recuperado depois de sair da cadeia. Sob nova identidade, Begbie parou de beber e de usar drogas, está casado com a sua terapeuta de tempos da prisão, uma americana rica, e mora na Califórnia com duas filhas pequenas. Ele faz sucesso e dinheiro produzindo esculturas mutiladas de celebridades: “Na argila ou em carne viva, meu talento era ferir pessoas”, afirma. Aparentemente, sua loucura está sob controle. Até o dia em que dois homens ameaçam a mulher e as filhas dele na praia, e toda a sua violência reprimida volta novamente à tona. Ao receber a notícia da morte do filho mais velho, de quem nunca foi próximo, Jim precisa voltar a Edimburgo para o enterro. Após descobrir que o rapaz foi assassinado, ele percebe que sua antiga comunidade espera uma atitude digna de Francis Begbie: vingança, da maneira mais sangrenta possível.

PublishNews, Redação, 03/10/2018

O Guamá é um bairro conhecido em Belém, no Pará, por apresentar problemas universais das periferias brasileiras: habitação precária, falta de saneamento básico, pouca infraestrutura de saúde, educação e transporte, insegurança. Nesse microcosmo o escritor paraense Salomão Larêdo imergiu para escrever Guamares: Cabaré dos Bandidos, lançado originalmente em 1989, como uma crítica social. Para esta nova edição, a novidade é a escolha pelo título invertido. A obra chama-se Cabaré dos Bandidos: Guamares (Empíreo, 194 pp, R$ 49,90), opção estética do editor e filho de Salomão, Filipe Larêdo, que coordena a Empíreo. A narrativa ficcional apresenta esse lugar, o tal cabaré dos criminosos, que de fato existiu até a década 1960, naquele bairro, com os personagens Herma Verônica, Jeones e Tumezão, dentre tantos outros, que representam o cotidiano do povo pobre.

PublishNews, Redação, 03/10/2018

Em A perdição do barão (Bertrand, 378 pp, R$ 37,90), a autora Lucy Vargas apresenta Patrick, um aristocrata inglês que tem a certeza de que o amor é o maior perigo já inventado. Sua mãe o abandonou ainda menino para viver com outro homem e nunca mais voltou. O pai coleciona bastardos. E ele, Patrick, é apaixonado por Hanna, uma mulher que não corresponde aos seus sentimentos. Ou pelo menos é nisso que Patrick acredita. Por ironia do destino, eles acabam casando como parte de um acordo. Imerso em incertezas, mas incapaz de conter o que sente, o barão está empenhado em conquistar sua esposa. Lucy se tornou um fenômeno no mercado literário de autopublicação e foi a primeira independente brasileira a ser convidada pelo Google a publicar na PlayStore. 

PublishNews, Redação, 03/10/2018

Em Querida konbini (Estação Liberdade, 152 pp, R$ 39 – Trad.: Rita Kohl) premiado best-seller internacional, Sayaka Murata cria, no interior de uma konbini — uma das onipresentes lojas de conveniência japonesas —, um espelho da sociedade contemporânea, questionando os moldes em que temos de nos encaixar para poder fazer parte dela. A protagonista e narradora é Keiko Furukura. Aos 36 anos, Keiko nunca se envolveu romanticamente e, desde os 18, trabalha numa konbini — todos insistem que ela arranje um trabalho sério ou, pior ainda, um marido. Keiko, no entanto, está satisfeita consigo mesma. Deslocada desde a infância, é na loja, com regras estritas para os funcionários e dinâmica precisa de funcionamento, que ela consegue pela primeira vez se sentir uma peça no mecanismo do mundo. Pelo olhar único de sua protagonista, Sayaka Murata cria um retrato realista e absurdo da vida contemporânea, satirizando nossas obsessões e abordando temas essenciais: normalidade e estranheza, relações de trabalho e de gênero, e a forma como as pessoas (em particular as mulheres) são pressionadas para atender às expectativas alheias.  

 
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