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PublishNews 04/04/2018
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PublishNews, Leonardo Neto, 04/04/2018

No fim de março, quando a Saraiva anunciou o seu novo diretor financeiro, o sinal amarelo se acendeu para algumas pessoas que trabalham com livro no Brasil. É que Alan Infante se apresenta no seu LinkedIn como dono de uma “experiência bem-sucedida na melhoria de capital de giro, tendo liderado a implantação de um programa de reestruturação de prazo de pagamento a fornecedores”. Não tardou e a varejista começou a chamar seus principais fornecedores para justamente alongar os prazos de pagamento. Recentemente, o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) se reuniu com a Saraiva e nessa reunião, a varejista explicou que a medida atinge 31 das principais editoras do país e foi causada pela demora nas ações de recuperação de créditos tributários e a renegociação em andamento com as instituições financeiras. Na apresentação dos resultados do quarto trimestre de 2017, a varejista ressalta que essa recuperação de créditos tributários afetou a liquidez da empresa. Os valores de ICMS, PIS e Cofins a recuperar, segundo está no release de resultados é um valor considerável e, só no quarto trimestre, o saldo aumentou em R$ 12 milhões. Mas o que pode estar por trás disso? Matéria publicada pelo Valor nessa terça-feira (03) sugere que a medida é muito mais uma vacina do que propriamente um remédio. Ou seja, quer muito mais evitar maiores danos do que efetivamente sanar um problema já instalado. É que, na análise do jornal, a varejista vê um risco de queda nas vendas por conta de Copa do Mundo e eleições e quer formar um caixa antes disso. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 04/04/2018

O mundo tem assistido ao renascimento e à reformatação do movimento feminista. E isso, obviamente, afetou a indústria editorial em nível global. O Brasil, claro, não ficou de fora dessa onda. Por aqui, livros sobre o tema invadiram as livrarias e casas editoriais passaram a organizar não só lançamentos, mas também selos e coleções para publicação de títulos relacionados a esse assunto. Junta-se a isso, o fato de que a mulher é a força motriz da indústria editorial no mundo. Estudos apontam que elas já são 76% da mão-de-obra empregada nesse setor nos EUA. No Reino Unido, esse índice chega a 80%. De tão importante, esse assunto virou tema de uma mesa especial na cerimônia de entrega do Prêmio Avena PublishNews no mês passado. Reunimos três mulheres que ocupam o cargo de alta direção em grandes editoras brasileiras debateram o papel do gênero feminino na indústria editorial brasileira. Agora, o assunto volta à pauta do PublishNews. Desta vez em um encontro marcado para a próxima quarta-feira (11), às 19h, na Unibes Cultural (Rua Oscar Freire, 2.500 – São Paulo / SP). Juntas a editora Ana Lima (Rosa dos Tempos / Record) e a livreira Elisa Ventura vão falar dos reflexos de movimentos como o #MeToo e Não é Não na indústria editorial brasileira, além de mostrar o papel das mulheres nesse mercado. A mediação da mesa fica a cargo da também editora Simone Paulino (Nós). Clique no Leia Mais e saiba como se inscrever gratuitamente.

PublishNews, Redação, 04/04/2018

Julio Cortázar clicado em Paris no ano de 1976 | © Anne de BrunhoffA obra de Julio Cortázar estava espalhada por diversas casas editoriais brasileiras. Agora, a Companhia das Letras anunciou que passará a republicar, a partir de 2019, a obra completa do autor argentino por aqui, justamente quando completa 105 anos do nascimento e 35 da morte do autor que se tornou um cânone latino-americano. Os livros terão capas feitas especialmente para as edições brasileiras pelo artista norte-americano Richard McGuire, capista da revista New Yorker. A primeira investida será na publicação de um box com dois tomos que fazem uma reunião inédita no Brasil de todos os contos do escritor. Depois, serão lançadas novas edições de outros 18 livros de Cortázar: O jogo da amarelinha (1963), Bestiário (1951), Final do jogo (1956), As armas secretas (1959), Todos os fogos o fogo (1966), Octaedro (1974), Queremos tanto a Glenda (1980), História de cronópios e de famas (1962), Um tal Lucas (1979), Os autonautas da cosmopista (1983), Os prêmios (1960), 62 modelo para armar (1968), Divertimento (1986), O exame (1986), A volta ao dia em oitenta mundos (1967), Último round (1969), O discurso do urso (1952) e a versão ilustrada por José Muñoz do conto O perseguidor.

PublishNews, Redação, 04/04/2018

Depois de ter recebido, no mês passado, uma elogiosa resenha da Harvard Review, o romance A mãe da mãe de sua mãe e suas filhas, de Maria José Silveira, publicado nos EUA pela Open Letters, será lançado em cinco universidades dos EUA, para alunos das áreas de português e estudos de gênero. Amanhã (5), Maria estará em Yale; no dia 10, na Brown; dia 11 em Dartmouth (Massachusetts), no dia seguinte na Columbia University e no dia 16 de abril em Rochester. Além das universidades, haverá um lançamento na McNally&Johnson, livraria independente de Nova York. O romance, traduzido por Eric Becker, editor da revista Words Without Borders, retrata 20 gerações de mulheres, começando com uma tupiniquim que nasce no dia 21 de abril de 1500. Essas mulheres “vivem” a história do Brasil em seus diferentes momentos, com os dramas da invasão europeia, escravidão, as violências e também suas conquistas. A obra, publicada em 2002 no Brasil pela Globo Livros, terá uma nova edição prevista para o segundo semestre.

PublishNews, Redação, 04/04/2018

O Núcleo de Estratégias e Políticas Editoriais (Nespe) e a Universidade Santa Úrsula (Rua Fernando Ferrari, 75 – Rio de Janeiro / RJ) estão com inscrições abertas para a nova Pós-graduação em Tradução em língua inglesa para o mercado editorial. O curso ajuda seus alunos a aperfeiçoar seus conhecimentos sobre a Língua Inglesa e aplicá-los às exigências do mercado editorial. Ao final da pós-graduação, o participante dominará as ferramentas de tradução, saberá verter informações, figuras de linguagem, estilística, musicalidade, conteúdo e forma dos textos originais corretamente para um bom português; além de entender como todo o processo de tradução deve ocorrer em uma editora. O curso terá entre seus docentes, nomes como Alex Castro, Ana Lima, Anna Paula Lemos, Bruno Fiuza, Fabio Lima e Roberto Freire. As aulas quinzenais começam no dia 12 de maio, sempre aos sábados, das 9h às 17h, e o investimento pode ser dividido em 24 vezes de R$ 650.

PublishNews, Redação, 04/04/2018

No ano passado, em conversa com o PublishNews, Estevão Ribeiro, nosso colunista e dono das tirinhas que você acompanha todas as sextas, falou sobre o desejo de republicar, ainda naquele ano, o primeiro volume d´Os Passarinhos e fazer uma nova edição do segundo. Acontece que só agora a ideia entrou em prática e o cartunista resolveu abrir um financiamento coletivo no Catarse. O objetivo é reimprimir os três primeiros volumes das histórias dos famosos passarinhos: a coletânea Hector & Afonso – Os passarinhos, publicada em 2009; Os passarinhos e outros bichos, de 2011; e Os passarinhos – Vida de escritor, de 2015. Cada exemplar sairá em formato de tirinha, retangular (15, 5x5 cm), além de terem conteúdos extras sobre a produção e um novo projeto gráfico. A campanha ainda tem 49 dias para alcançar a meta de R$ 6.600 e quem ajudar poderá ganhar os três exemplares autografados, a coleção em formato digital e ter seu nome impresso nos agradecimentos. Além do financiamento, desde o último mês, Os Passarinhos ganharam um espaço no jornal panamenho, La Estrella de Panamá, lembrando que as tirinhas já saem nos jornais impressos A Gazeta, O dia, El Nuevo Diário da Nicarágua e na revista Bang!, de Portugal. 

PublishNews, Redação, 04/04/2018

O trabalho do editor na atualidade não se resume apenas ao processo de produção do livro. Ele está integrado no relacionamento com outros setores de uma editora, como marketing, design, comunicação e comercial. Pensando nisso, o editor, jornalista e tradutor Paulo Werneck abordará todo o processo editorial no curso presencial Produção editorial: novas abordagens, que acontece de 10 a 13 de abril, das 18h30 às 21h30, na Universidade do Livro (Praça da Sé, 108 – São Paulo / SP). Durante os encontros, Paulo irá tratar de assuntos como a identidade do catálogo e os processos de aquisição de títulos, o projeto editorial, manuais de referência e estratégias de divulgação. O investimento é de R$ 524,00 e as inscrições podem ser feitas até o dia 10.

PublishNews, Redação, 04/04/2018

A Biblioteca Pública do Paraná (BPP - Rua Cândido Lopes, 133 – Curitiba / PR) recebe, logo mais, às 18h30, o lançamento do Livro aberto: uma história da Biblioteca Pública do Paraná, escrito pelo jornalista Nilson Monteiro. Publicado pelo selo Biblioteca Paraná, a obra apresenta um panorama dos 161 anos da BPP, uma das instituições mais antigas do Estado, fundada em março de 1857. Elaborado com alguns recursos de ficção, o livro traz ainda informações sobre as 13 sedes da BPP, seus 41 diretores e mostra a relação da comunidade com o espaço de 8,5 mil metros quadrados que reúne mais de 700 mil itens, entre livros, documentos, revistas, jornais, selos, cartas e títulos raros. O evento gratuito faz parte das comemorações dos 161 anos da biblioteca e acontece no Hall Térreo.

“Em suma, desde pequeno, minha relação com as palavras, com a escrita, não se diferencia de minha relação com o mundo no geral. Eu pareço ter nascido para não aceitar as coisas tal como me são dadas.”
Julio Cortázar
Escritor argentino (1914-1984)
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
Combate espiritual
3.
A parte que falta
4.
O poder do hábito
5.
Ainda sou eu
6.
Outros jeitos de usar a boca
7.
Seja foda!
8.
Sapiens
9.
A sorte segue a coragem!
10.
Propósito
 
PublishNews, Redação, 04/04/2018

Em O sol na cabeça (Companhia das Letras, 120 pp, R$ 34,90), Geovani Martins narra a infância e a adolescência de garotos para quem às angústias e dificuldades inerentes à idade somam-se a violência de crescer no lado menos favorecido da “Cidade partida”, o Rio de Janeiro das primeiras décadas do século XXI. Em Rolézim, uma turma de adolescentes vai à praia no verão de 2015, quando a PM fluminense, em nome do combate aos arrastões, fazia marcação cerrada aos meninos de favela que pretendessem chegar às areias da Zona Sul. Em A história do Periquito e do Macaco, o leitor assiste às mudanças ocorridas na Rocinha após a instalação da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP). Situado em 2013, quando a maioria da classe média carioca ainda via a iniciativa do secretário de segurança José Beltrame como a panaceia contra todos os males, o conto mostra que, para a população sob o controle da polícia, o segundo “P” da sigla não era exatamente uma realidade. Nesses e nos outros contos, chama a atenção a capacidade narrativa do escritor, pintando com cores vivas personagens e ambientes sem nunca perder o suspense e o foco na ação. 

PublishNews, Redação, 04/04/2018

Jen está triste. Aiden quer que ela seja feliz. Acontece que as coisas não são tão simples quanto parecem. É que Jen é uma mulher de trinta e poucos anos cujo namorado acabou de trocá-la por outra e Aiden é um programa de computador muito caro e complexo. Aiden conhece Jen melhor que ninguém. Com acesso a todos os seus dispositivos, ele sabe qual é a música mais tocada de sua playlist, consegue achar suas fotos preferidas e selecionar as citações que mais a inspiram nas redes sociais. A partir de observações e de algoritmos singulares, ele resolve procurar um novo parceiro para ela. E com a internet inteira à sua disposição, não precisa ir longe para encontrar o que conclui ser o espécime perfeito e arquitetar um encontro. O problema é que Jen não parece querer contribuir para o plano infalível de Aiden. Em Felicidade para humanos (Record, 392 pp, R$ 44,90 – Trad.: Ronaldo Sergio de Biasi), de P. Z. Reizin, Aiden tentará descobrir o que exatamente faz os seres humanos felizes. 

PublishNews, Redação, 04/04/2018

Com direitos de publicação vendidos para 28 países e adaptação para a TV em desenvolvimento, O milésimo andar (Rocco, 416 pp, R$ 49,90 – Trad.: Ana Carolina Mesquita) é a bem-sucedida estreia de Katharine McGee na literatura. Um romance young adult que acompanha a vida de cinco jovens da elite de Manhattan em 2118. Neste “Gossip Girl futurista”, uma torre de mil andares abriga os moradores de uma Nova York radiante, divididos de acordo com a sua posição social – os mais ricos ocupando os andares mais altos. Neste cenário de luxo high-tech, histórias e possibilidades que se esticam até o céu, Leda Cole, Eris Dodd-Radson, Rylin Myers, Watt Bakradi e Avery Fueler, a garota geneticamente preparada para ser perfeita que parece ter tudo o que deseja e vive no milésimo andar, tentam encontrar seu lugar no topo do mundo. Mas quando se chega tão alto assim, não há mais aonde ir além de para baixo.

PublishNews, Redação, 04/04/2018

Em 1986, Eddie e os amigos passam a maior parte dos dias andando de bicicleta pela pacata vizinhança em busca de aventuras. Os desenhos a giz são seu código secreto: homenzinhos rabiscados no asfalto; mensagens que só eles entendem. Quando uma série de acidentes bizarros toma conta da cidade, eles descobrem um desenho misterioso também feito a giz, que leva o grupo de crianças até um corpo desmembrado e espalhado em um bosque. Trinta anos depois, cada um deles tenta seguir a vida a seu modo, mas os enigmáticos desenhos voltam a assombrá-los. Romance de estreia da inglesa C. J. Tudor, O homem de giz (Intrínseca, 272 pp, R$ 39,90 – Trad.: Alexandre Raposo) mergulha na história desse grupo de amigos e de suas famílias disfuncionais. Com uma narrativa que se alterna entre passado e presente, o clima de mistério se intensifica quando em 2016, um dos amigos do grupo é encontrado morto e fica claro que é chegada a hora de investigar a fundo a conexão de todos aqueles acontecimentos.

 
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