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PublishNews 17/04/2018
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PublishNews, Redação, 17/04/2018

Na Catalunha é uma tradição. Todo dia 23 de abril, quando se comemora não só o dia de São Jorge, mas também o Dia Mundial do Livro, a região autônoma da Espanha celebra a literatura e a leitura de um modo muito especial. Os catalães se presenteiam com livros e rosas. O gesto já é repetido por mais de 100 países e a Associação Nacional de Livrarias (ANL) quer trazer essa tradição para o Brasil também. Desde 2016, a entidade realiza uma campanha junto aos seus associados para que sejam distribuídas rosas aos clientes exatamente no dia 23 de abril. Para a agremiação, associar livros e rosas simboliza o encontro entre o legado cultural do livro e a comunhão entre as pessoas. Para as livrarias que aderirem à campanha, a ANL preparou uma arte final para um marcador de livros (na imagem ao lado) que poderá ser impresso pelas livrarias e distribuídos aos seus clientes. Em São Paulo, a campanha ganhou reforço da Secretaria Municipal de Cultura e passa a fazer parte do calendário oficial de eventos da cidade. As livrarias paulistanas que aderirem à campanha serão sinalizadas com materiais promocionais da Festa do Livro e poderão fazer promoções. "Queremos estimular a entrada das pessoas nas livrarias e, consequentemente, o hábito da leitura por meio de políticas públicas que pensam todos os elos da cadeia do livro: da compra ao empréstimo nas bibliotecas. Nesta ação, vamos focar especificamente na oferta de livros de qualidade das principais editoras, que serão vendidos a preços promocionais”, explica o secretário municipal de Cultura, André Sturm. Além disso, haverá também programação de bate-papos com autores, palestras, contação de histórias, entre outras atividades.

PublishNews, André Castro*, 17/04/2018

No final do mês de março, o mercado editorial foi surpreendido pela notícia de que a Saraiva pediu uma prorrogação de três meses para pagar as editoras. Essa prorrogação chama muita atenção pois estamos falando de um cliente que já possui condições comerciais extremamente vantajosas com as editoras. Os produtos são enviados em consignação e com um prazo de pagamento que chega a 120 dias. A questão que fica é: por que a Saraiva, mesmo contando com inúmeras vantagens, não se intimidou a querer ainda mais? O que melhor explica essa atitude da livraria é a ferramenta estratégica conhecida como as Cinco Forças de Porter. Este modelo, criado pelo professor e pesquisador Michael Porter, mudou a forma como devemos entender competição. A maioria ainda acha que competição é apenas uma disputa direta entre rivais. Uma editora considera que compete apenas com outras editoras. No entanto isso é um pensamento muito limitado. Competição não é ganhar das outras editoras. É, na verdade, obter lucros. Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra deste artigo.

PublishNews, Paulo Tedesco, 17/04/2018

A miséria é aquela linha abaixo da pobreza onde a indigência, ou seja, o ato de mendigar e esmolar é espécie de ação maior do miserável. Logo, a melhor maneira de se manter alguém ou algo na miséria é manter a rotina da esmola e do favor. Nunca, portanto, dê condições se quiseres manter alguém escravo. Reconheçamos que o parágrafo anterior renderia boas e longas discussões políticas e sociológicas, porque não religiosas. Mas a intenção era, e é, de se falar da doação de livros e do não pagamento de cachês para autores. Que atitude mais infame e desprezível essa da doação e da exploração do escritor. E falo aqui onde o pedinte fica a se humilhar com justificativas ensaiadas para poder ganhar livros ou uma “palestrinha”, tal como se estivesse numa sinaleira engarrafada ao sol de 40 graus torcendo para que não abra e possa terminar sua cantilena sofrida. Vergonhoso, para dizer o mínimo. E uma das defesas do mendigo de livros, também absurda, que ouvi numa rede social, foi de que aqueles livros doados algum dia foram comprados, ou que nada custa ao autor, afinal estará promovendo sua obra. Mas que asneira! Doar livros ou não pagar autores é ir contra a ideia de se pressionar governos e prefeituras, empresas privadas e fundações, a que invistam adquirindo livros e repassando a quem precisa, ou financiando quem sempre tem algo novo a ser dito e ensinado. Clique no Leia Mais para ler o artigo na íntegra.

PublishNews, Redação, 17/04/2018

Feira do Livro de Frankfurt abre concurso para dar dois estandes gratuitos no espaço de exposição do evento que acontece em outubro | © Alexander Heimann / Frankfurter BuchmessePelo quarto ano consecutivo, a Feira de Frankfurt lançou o seu Wild Card, concurso que dá para a pessoa mais criativa e que responder de forma mais convincente sobre o conceito de expositor, um estande de 8 m². As editoras e todos os desenvolvedores de conteúdo criativo são incentivados a se inscrever, sejam eles ilustradores, desenvolvedores de jogos, editores corporativos, vloggers, blogueiros, fotógrafos, etc. Nos últimos três anos, a competição recebeu mais de 460 candidaturas de 20 países, e neste ano serão doados dois estantes gratuitos, um para um expositor alemão e outro para um expositor internacional. Os interessados em participar devem entrar no hotsite do Wild Card e responder três perguntas: Por que a feira precisa de você como um novo expositor?; Como você publicaria sua participação antes da feira?; e Como seu estande se destacaria? Os interessados em ganhar um estande na Feira têm até o dia 31 de maio para se inscrever. O vencedor será escolhido por um júri e notificado por e-mail em junho.

PublishNews, Redação, 17/04/2018

A Panda Books anunciou no começo do mês o lançamento de um novo selo, Livros de Guerra, especializado em livros sobre o tema. Para estrar, a editora lança este mês O quarto Reich, thriller contado pelo escritor de sci-fi M. A. Costa, em que realidade e ficção se mesclam a todo momento. Durante conversas com o braço direito de Adolf Hitler na prisão de Spandau, em Berlim Ocidental, o jornalista norte-americano James Williams descobre o maior e mais bem-guardado segredo nazista, e tem a chance de fazer a reportagem de sua vida.

PublishNews, Redação, 17/04/2018

Nesta terça (17), logo mais, às 19h, começa a oficina Escrita biográfica e autobiográfica, ministrada pelo jornalista Rodrigo Casarin. As aulas pretendem auxiliar os participantes a criar narrativas não ficcionais de gêneros literários biográficos e autobiográficos, como perfis, ensaios pessoais e fragmentos relacionados à vida de pessoas reais. Para tal, serão expostos conceitos relacionados ao tema apoiados por trabalhos de renomados autores da área, como George Orwell, Gay Talese, Joan Didion, Joseph Mitchell, Ryszard Kapuscinski, Fernando Morais e Eliane Brum. A oficina gratuita acontece na Sala de oficinas 3 do Sesc Belenzinho (Rua Padre Adelino, 1000 – São Paulo / SP) e segue até o dia 5 de junho, sempre às terças, das 19h às 22h.

PublishNews, Redação, 17/04/2018

O escritor Marcos DeBrito lança nesta quarta-feira (18), às 19h, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional (Av. Paulista, 2073 – São Paulo / SP), seu livro A casa dos pesadelos (144 pp, R$ 29,90). Publicado pela Faro Editorial, a obra conta a história de Tiago, que depois de dez anos, é obrigado a voltar para a casa de sua avó, onde algo o assombrava quando era mais novo. Agora adolescente, ele pretende provar para si mesmo, que a terrível imagem que o aterrorizara nas madrugadas por tanto tempo, não passava de uma criação tenebrosa da infância. Então, o pesadelo toma novo impulso quando a figura sombria da infância se mostra real novamente, mas, desta vez, ela quer atacar o seu irmão mais novo. Determinado a impedir que o caçula passe por terror semelhante, Tiago, decide enfrentar a criatura. No lançamento, o cineasta irá autografar o livro.

PublishNews, Redação, 17/04/2018

Lâmia Brito | © Marcos WilliamNesta quarta (18), o Sesc Pompeia será palco da segunda edição do projeto Lá na laje: clube do livro sem livro e recebe como convidadas as poetas Lâmia Brito (foto ao lado), de São Paulo (SP), e Giovanna Lima, de Curitiba (PR). A roda de conversa dessa semana pretende discutir como, para além do objeto livro, a poesia pode acontecer e até que ponto ela pode ser eternizada. Arte ou crime? A pichação de frases de efeito pode ser considerada o quê? Essas são algumas das perguntas que as convidadas abordam, já que ambas tiveram fotografias de suas pichações transformadas em virais na internet nos últimos anos. O projeto é também um convite à literatura contemporânea e independente do Brasil, cujos protagonistas iniciaram sua escrita fora das páginas do livro. A mediação será feita pela jornalista Jéssica Balbino, que dividiu a curadoria com a equipe de programação do Sesc Pompeia. O encontro começa às 19h, nas lajes de leitura da Biblioteca do Sesc Pompeia (Rua Clélia, 93 – São Paulo / SP).

“Eu dou o meu apoio a qualquer movimento que faça com que o adolescente, o jovem, vá até livros como os meus”
João Gilberto Noll
Escritor brasileiro
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
Combate espiritual
3.
Jesus - O homem mais amado da história
4.
O milagre da manhã
5.
Metanoia
6.
O poder do hábito
7.
Seja foda!
8.
A parte que falta
9.
Ainda sou eu
10.
A hora extraordinária
 
PublishNews, Redação, 17/04/2018

Com a morte do filho ainda na infância, Abraham Lincoln, um dos presidentes mais importantes da história da democracia americana, vê seu mundo desmoronar. Em plena Guerra Civil, Lincoln esquece o país em conflito para lamentar, no limite da loucura, a morte do filho. Noite após noite, dirige-se à capela do cemitério para abraçar o cadáver do jovem Willie. A partir desse acontecimento histórico, o escritor George Saunders rejeita, em Lincoln no limbo (Companhia das Letras, 407 pp, R$ 59,90 – Trad.: Jorio Dauster), as convenções literárias realistas e compõe uma narrativa passada no além -- no limbo do título, ou melhor, no “bardo” do budismo tibetano, o estágio intermediário entre a morte e o renascimento. Lá, acompanhamos a jornada do jovem Willie, incapaz de aceitar que está morto. Um romance surpreendente, que reinventa o gênero de forma radical. Alternando registro metafísico e documentos históricos e sem medo de abraçar o experimentalismo, Saunders coloca em movimento questões existenciais, históricas e políticas e cria uma obra absolutamente única no cenário contemporâneo.

PublishNews, Redação, 17/04/2018

Uma das maiores intelectuais francesas da História, Simone de Beauvoir discorre em A força da idade (Nova Fronteira, 576 pp, R$ 69,90 – Trad.: Sérgio Milliet) sobre um período bastante decisivo em sua trajetória. A aproximação com a filosofia, o encontro com Jean-Paul Sartre e a eclosão da guerra em 1939 são acontecimentos que terminam por influenciar a formação literária, filosófica e política da escritora, que, mesmo em um cenário de agitação internacional, fez um retrato de sua época e traduziu as emoções e inspirações que a levaram a escrever os primeiros livros. Ela soube encontrar força no exercício da própria liberdade. Esta edição de A força da idade, uma das obras dedicadas às memórias de Simone, conta ainda com a apresentação de Mirian Goldenberg, antropóloga e colunista da Folha de S.Paulo.

PublishNews, Redação, 17/04/2018

Com mais de 40 anos na estrada e 90 milhões de álbuns vendidos, o Iron Maiden se firmou como uma dais maiores, mais sólidas e mais influentes bandas de rock de todos os tempos. Para milhões de fãs, essa trajetória de sucesso está diretamente associada a um nome e uma voz: Bruce Dickinson, vocalista e líder do grupo há 30 anos. Mas, para além das performances lendárias, Bruce é um homem de muitos talentos. Ele é piloto e empreendedor da aviação, cervejeiro, palestrante, roteirista, escritor com dois livros publicados, apresentador de rádio, ator de TV e exímio esgrimista — ou seja, uma pessoa absolutamente singular. Conhecido por não falar da vida pessoal, Bruce compartilha em Bruce Dickinson: Uma autobiografia (Intrínseca, 320 pp, R$ 49,90 – Trad.: Jaime Biaggio) os detalhes de suas memórias, desde eventos marcantes de sua infância até a recente batalha contra um câncer na garganta. Com bastidores e curiosidades inéditos e dois encartes de fotos, o livro foi escrito à mão por Bruce em sete cadernos ao longo de dois anos de turnês. 

PublishNews, Redação, 17/04/2018

Phil Collins narra a história de sua vida e carreira – na qual foi de baterista a vocalista e, sobretudo, compositor – em Ainda estou vivo (BestSeller / Record, 410 pp, R$ 54,90 – Trad.: Phellipe Marcel), autobiografia que tem o mesmo nome de sua série de shows. Na obra, Collins narra, de maneira sincera e espirituosa, a trajetória que vai desde a época de ator infantil até seu triunfo como um dos mais bem-sucedidos compositores da era pop. Há as histórias que inspiraram canções, os bastidores de turnês, projetos e crises pessoais, além de detalhes sobre casamentos, divórcios e manchetes de tabloides. O músico recorda ainda detalhes interessantes como suas parcerias com Eric Clapton e Robert Plant, a formação de uma big band liderada por Tony Bennett, suas composições para a Disney, e a famosa – e desastrosa – performance no Live Aid. Collins também apresenta as dificuldades: aos 67 anos, tem problemas de coluna que o impedem de tocar bateria, além da perda parcial de audição. E conta, de forma bastante aberta, sobre o problema de alcoolismo que enfrentou após sua “aposentadoria”, em 2011, que chega ao fim agora com a turnê e o livro.

 
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