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PublishNews 20/09/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Redação, 20/09/2021

A Promolivros já é uma velha conhecida do mercado livreiro nacional. Há sete anos, é notória por instalar pontos de saldos e livros populares e econômicos em shoppings centers, estações de metrô e supermercados. A empresa agora dá mais um passo e lança a sua Livraria Prime. O plano é ousado: abrir mais de 20 unidades até o fim de 2021. Cinco já estão em operação, incluindo unidades no Plaza Sul (São Paulo), Ilha Plaza (Ilha do Governador/RJ) e Shopping Recreio (Rio de Janeiro). Quem conta sobre isso é Samuel Honorato, convidado do Podcast do PublishNews dessa semana. Na conversa que ele teve com a nossa equipe revelou que o plano é ocupar espaços deixados por grandes redes em shoppings e criar unidades com modelo de negócio mais tradicional, oferecendo não só os “livros de oportunidade”, como ele chama os volumes vendidos pela Promolivros, mas também trabalhando com lançamentos e best-sellers. Honorato afirma que os recursos para abertura das novas lojas virão de investimentos próprios, sem, no entanto, revelar a cifra a ser aplicada na operação. O Podcast do PublishNews é um oferecimento da MVB, a empresa que torna os seus livros visíveis com serviços como Metabooks e Pubnet, e da UmLivro, novo modelo de negócios para o mercado editorial: mais livros e mais vendas. Você também pode ouvir o programa pelo Spotify, iTunes, Google Podcasts, Overcast e YouTube. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 20/09/2021

Nesse final de semana, O Globo destacou o aumento na venda dos livros do educador Paulo Freire, que completou seu centenário no último domingo (19). O feito, de acordo com o jornal, prova que o educador, inimigo do bolsonarismo, está mais popular do que nunca. Segundo a matéria, a procura por títulos do Patrono da Educação Brasileira registrou grande crescimento. Freire é publicado desde os anos 1960 pela Paz & Terra, antiga editora de esquerda incorporada pelo Grupo Record em 2012. Desde 2018, quando ganharam um novo projeto gráfico, que traz na capa a caligrafia do próprio Freire, as vendas das 33 obras do educador cresceram 15%. Alguns títulos registraram aumentos extraordinários, como A pedagogia da libertação em Paulo Freire (270%), Educação como prática da liberdade (401%) e Educação pela mídia (700%). A procura pelos títulos mais conhecidos, Pedagogia da autonomia e Pedagogia do oprimido cresceu cerca de 10%. Juntas, as duas obras venderam quase meio milhão de cópias nos últimos 10 anos. A Folha informou que a Ubu, apontada pela publicação como sucessora da Cosac Naify, faz cinco anos com uma série de debates e sorteios. Dedicada à não ficção e a edições especiais de clássicos, editora dobrou o quadro de funcionários na pandemia. Depois do fim da Cosac Naify, em dezembro de 2015, coube a outras casas, grandes e pequenas, abocanharem o que podiam do banquete. Foi o caso da Ubu, que surgiu no ano seguinte. A editora herdou o braço de não ficção, com livros que não podem faltar a universitários de diversas áreas. Daí que, prestes a completar cinco anos no mercado, a casa se tornou uma das várias independentes que mantêm viva a cara da Cosac. As caras, no caso. Florência Ferrari, atual diretora-geral da Ubu, e Elaine Ramos, diretora de arte, são ambas sócias-fundadoras que tiveram mais de dez anos de experiência na editora encabeçada por Charles Cosac. Hoje, 14 pessoas compõem o time que cuida das etapas editoriais e do Circuito Ubu, clube de assinaturas criado no ano retrasado, que demanda atenção especial. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Vitor Tavares*, 20/09/2021

Nesta segunda-feira (20), a Câmara Brasileira do Livro (CBL) completa 75 anos de criação. Para marcar a data, Vitor Tavares, presidente da entidade, relembra, em artigo, um pouco da história da agremiação que, nas suas palavras tem por missão "defender o livro, ferramenta com o poder de transformação social sem precedentes". No texto, Tavares elenca também os principais desafios atuais da Câmara, dando destaque à proposta de reforma tributária que pode tributar o livro. Segundo o presidente, "o impacto no mercado será o aumento do preço do livro, a redução da bibliodiversidade, o crescimento do desemprego e a quebra de editoras e livrarias". Clique no Leia Mais para conferir a íntegra do artigo. Além do artigo, a CBL anuncia, como celebrações do seu 75º aniversário uma série de ações. A primeira delas acontece no Portal de Serviços da entidade. Interessados em realizar registro de direito autoral, de contratos ou emitir código de barras do ISBN terão 15% de desconto. Além disso, a Câmara realiza, no próximo dia 30, um workshop sobre Marketing, com Lilian Cardoso, fundadora da LC Comunicação. No encontro que acontecerá pelo Zoom, às 19h, a profissional fala sobre estratégias digitais para o mercado editorial. O evento é exclusivo para associados da CBL, que terão ainda desconto em uma cervejaria artesanal.

PublishNews, Redação, 20/09/2021

A partir desta terça-feira (21), o Sesc SP e a Editora Perspectiva realizam o ciclo 100 Jacó: o centenário de J. Guinsburg, que celebra os 100 anos do editor, escritor, crítico e professor Jacó Guinsburg, morto em outubro de 2018. Jacó aportou no Brasil, em São Paulo, com apenas três anos de idade, vindo da Bessarábia com a família. Cresceu no bairro do Bom Retiro, tradicional reduto dos chegados na cidade, e construiu uma brilhante carreira intelectual, acadêmica e profissional, com grandes contribuições para a cultura brasileira. Os livros – para ler, estudar ou fazer – o acompanharam a vida inteira. Editor da Perspectiva, deixou um acervo de 1.200 títulos editados, muitos dos quais tornaram-se referência em seus campos de estudo. A curadoria da programação é de Gita K. Guinsburg, viúva de Jacó, e do diretor teatral Abílio Tavares que previram a realização de três etapas, reunindo depoimentos, entrevistas e lançamento de livros. O primeiro módulo, intitulado O editor e personagem de São Paulo, vai reunir Celso Lafer, Danilo Santos de Miranda, Leda Maria Martins, Plinio Martins Filho, Rosangela Patriota, Andrea Nogueira, Sergio Kon, Roberta Estrela D’Alva, além dos curadores. Na conversa, essas pessoas, que foram importantes na vida do editor, recuperam as suas memórias para contar situações vividas com Jacó. A conversa será transmitida pelo canal do Centro de Pesquisa e Formação (CPF) do Sesc SP no YouTube. Ainda dentro do módulo 1, será lançado o livro Digitais de um leitor, que fará parte da coleção Debates, da Perspectiva. O livro propõe uma conversa de leitor para leitor numa jornada pela literatura brasileira e estrangeira de muitas décadas. O livro foi organizado pelo próprio Jacó, com Rosangela Patriota, uma de suas colaboradoras, e Gita. Clique no Leia Mais para conferir outros destaques da programação.

PublishNews, Redação, 20/09/2021

Ao longo desta semana, de segunda (20) a sábado (25), a Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ) realiza a edição do seu Seminário Bartolomeu Campos de Queirós que acontece em paralelo ao Encontro de Escritores Indígenas. O tema da edição virtual é “2030: Infância, Literatura, Sustentabilidade” e propõe a discussão sobre o importante, e necessário, elo entre literatura infantil e juvenil e sustentabilidade para o diálogo com crianças e jovens sobre a vida no planeta. O tema faz uma relação direta aos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030. A programação será aberta logo mais, às 18h30, com a participação de Júlio César da Silva, presidente interino da FNLIJ, Daniel Munduruku e Elizabeth Serra, secretária-geral da entidade. Na sequência, às 18h45, acontece a mesa para discutir o Clube de Leitura ODS, reunindo seus realizadores: Nações Unidas, representada por Roberta Caldo; Câmara Brasileira do Livro, representada pela Karine Pansa; Federação Brasileira de Associações de Bibliotecários, Cientistas de Informação e Instituições, representada por Adriana Ferrari e FNLIJ, por Elizabeth Serra. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 20/09/2021

A MVB Brasil – que pertence à empresa alemã de metadados e que disponibiliza por aqui os serviços da Metabooks e Pubnet – abriu uma vaga para assistente de suporte e atendimento. A pessoa nessa função irá dar suporte operacional à equipe e auxiliar no atendimento ao cliente em demandas de nível básico, dará direcionamento para outros colaboradores quando necessário e também prestará apoio na prospecção de negócios e novos clientes. O monitoramento e relacionamento com livrarias para otimização da experiência de uso da plataforma Metabooks também está entre as funções do cargo. A empresa procura uma pessoa comunicativa, com ótimo uso do português escrito e falado. É preciso também ter conhecimentos básicos dos aplicativos Office 365 e MacOS; e conhecer o uso geral de tecnologia no dia a dia do escritório. Inglês intermediário é importante. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail atendimento@mvb-online.com.

PublishNews, Redação, 20/09/2021

Crise em Crise – Notas sobre poesia e crítica no Brasil contemporâneo (Ateliê Editorial, 232 pp, R$ 65), do professor e pesquisador Paulo Franchetti, reúne um conjunto de textos dispersos que, apesar da sua diversidade – já que se passa do ensaio à resenha ou ao depoimento -, abordam, de forma consistente, a poesia brasileira das últimas décadas. Dividido em duas seções, na primeira são estudados, entre outros, dois poetas cujas obras podem ser vistas como polos de força da poesia brasileira na segunda metade do século XX: Haroldo de Campos e Ferreira Gullar. O principal foco analítico da seção é o de verificar de que modo a poesia posterior ao Concretismo lidou com a herança ineludível ou não, da Poesia Concreta. Entre as questões derivadas dessa visada, se sobressai a do lugar e da função da poesia no mundo contemporâneo, bem como seu correlato: o lugar previsto ou desejável para o público a que ela se destina. Uma obra que configura analisar e debater, de forma aprofundada, as questões sobre a poesia e crítica poética do século XX e XXI.

PublishNews, Redação, 20/09/2021

David Foster Wallace foi um dos escritores mais talentosos de sua geração. Autor de obras como Graça infinita, fazia de sua experiência com as letras uma investigação sem fim sobre o ofício de escrever. Um antídoto contra a solidão (Âyiné, 316 pp, R$ 99,90 – Trad.: Sara Grünhagen e Caetano W. Galindo), organizado por Stephen J. Burn, professor de literatura moderna e contemporânea na Universidade do Michigan, reúne entrevistas concedidas por Foster Wallace ao longo de sua vida que ilustram exatamente esse pensamento do escritor. Suas ideias captam e tentam organizar a profusão de ruídos aos quais estão expostos os habitantes do novo milênio. As entrevistas acompanham os lançamentos literários de Foster Wallace e à medida que passam os anos, e as páginas, é possível perceber respostas mais reflexivas, mais precisas, mais comoventes — como se o autor fosse abandonando a ironia, marca de sua geração, para alcançar aquilo que nos identifica e nos une.

“O livro me ajudava a viajar, a me entender e a entender minha timidez. O que eu mais queria era que meus amigos gostassem de ler tanto quanto eu gostava.”
Sérgio Vaz
Poeta brasileiro, na Feira Internacional do Livro de Ribeirão Preto (FIL)
1.
Mais esperto que o diabo
2.
Vermelho, branco e sangue azul
3.
Mentirosos
4.
Amor & gelato
5.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
6.
O poder da autorresponsabilidade
7.
A garota do lago
8.
Torto arado
9.
Os sete maridos de Evelyn Hugo
10.
Corte de espinhos e rosas
 
PublishNews, Redação, 20/09/2021

Goethe e seu tempo (Boitempo, 216 pp, R$ 73 – Trad.: Nelio Scheider e Ronaldo Vielmi Fortes), décima obra da coleção Biblioteca Lukács, traz um conjunto de cinco ensaios do filósofo húngaro György Lukács, escritos durante a década de 1930 e dedicados à obra de Johann Wolfgang von Goethe. Considerado um dos pontos culminantes da literatura humanista burguesa, Goethe tem sua trajetória esmiuçada e contraposta à de outros contemporâneos seus, em uma análise engajada do grande romance moderno e de seu conteúdo progressista. Os dois primeiros textos tratam de obras específicas de Goethe e sua construção, ao passo que os três seguintes discutem o contexto social e literário no qual o escritor estava imerso, propondo percepções originais a respeito das motivações, contradições e desafios enfrentados por sua obra.

PublishNews, Redação, 20/09/2021

Campo santo (Companhia das Letras, 272 pp, R$ 69,90 - Trad.: Kristina Michahelles), última coletânea de escritos de W. G. Sebald, morto precoce e abruptamente em 2001, oferece reflexões sobre muitos temas comuns na obra do autor, como o poder da memória e da história pessoal, as ligações entre imagens na vida e na arte ou a presença de espectros em lugares e objetos. O livro abre com alguns textos que prestam homenagem à Córsega, costurando o passado e o presente, e examinando, entre outras coisas, o efeito constitutivo da ilha no seu cidadão mais ilustre, Napoleão Bonaparte. Na segunda parte, composta de ensaios, Sebald examina, por exemplo, como as obras de Günter Grass e Heinrich Böll revelam a dificuldade dos alemães em lidar com o luto no pós-guerra; ou como Kafka faz eco do próprio interesse de Sebald pelas presenças fantasmagóricas entre os mortais; e como a literatura pode ser uma tentativa de restituição das injustiças do mundo real. Nabokov, Jean Améry, Peter Handke estão entre os que recebem uma leitura rica do escritor. Este livro póstumo confirma Sebald como um dos grandes escritores modernos, que desvendou e expressou as muitas conexões invisíveis que determinam as nossas vidas.

 
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