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PublishNews 29/06/2021
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há mais de 50 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Catavento atua no mercado de distribuição de livros para todo o país.
PublishNews, Redação, 29/06/2021

Histórias de Anthony Horowitz escritas a partir da obra de Arthur Conan Doyle serão lançadas em áudio pela Storytel, antes de virarem livros ou filmes | © Walter Benington, 1914 / RR Auction / WikicommonsArthur Conan Doyle morreu em 1930. Sua obra, incluindo as 60 histórias protagonizadas pelo emblemático detetive Sherlock Holmes, portanto, está em domínio público desde 2001 no Brasil. Mas o uso comercial da marca relacionada ao escritor e aos seus personagens é controlado pelo The Conan Doyle Estate. Além disso, pela legislação dos EUA, parte de sua obra só entrará em domínio público em 2022. Isso permite à organização o controle do uso do nome de Sherlock Holmes e outros personagens de Doyle em títulos de filmes, livros e outros produtos. Em 2020, o espólio chegou a processar a Netflix pela adaptação para as telinhas do livro Enola Holmes (Verus), de Nancy Springer. O escritor Anthony Horowitz é um dos autorizados pela The Conan Doyle Estate a usar a marca. Ele já publicou dois livros que colocam o icônico detetive como personagem principal: Moriarty: Sherlock Holmes está morto e as trevas avançam, publicado no Brasil pela Record, e A casa da seda, pela Zahar. A partir de 2022, graças a um acordo global e exclusivo com o espólio do autor britânico, a Storytel passará a lançar três novas aventuras de Sherlock Holmes escritas por Horowitz e uma equipe criativa liderada por ele. Os audiolivros sairão antes de possíveis versões impressas ou digitai ou de adaptações para o formato audiovisual. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 29/06/2021

A Hunter Transportes e Logística LTDA, empresa que registra a FNAC, ainda hoje, entre o seu rol de clientes, foi à Justiça pedir a falência da Livraria Cultura, que absorveu a operação da rede francesa em 2017. À Justiça, a empresa informa dívida de R$ 54.700,81. O processo corre na 3ª Vara Cível de Guarulhos, na Grande São Paulo, e foi distribuído à juíza Natália Schier Hinckel. A Cultura informa que ainda não foi citada formalmente sobre o processo, mas Sérgio Herz, CEO da empresa, disse ao PN que, “nesse caso específico há uma discussão de valores e cobranças de multas que não concordamos. Por isso, não houve acordo no pagamento e iremos discutir o valor devido na Justiça para quitarmos de forma correta”. O PN também procurou a Hunter, mas até o fechamento desta edição não tinha tido retorno.

PublishNews, Redação, 29/06/2021

A Câmara Brasileira do Livro encerra nesta quinta (1º), às 18h, as inscrições para a 63ª edição do Prêmio Jabuti. Pelo quinto ano consecutivo, os valores das inscrições não foram alterados e autores e editoras interessados devem se inscrever pelo Portal de Serviços da CBL. Entre as mudanças desta edição está a reorganização de algumas categorias: o eixo Ensaios passa a se chamar Eixo Não Ficção, e o Eixo Livro torna-se Eixo Produção Editorial. Para saber como se inscrever e outros detalhes, basta ler o regulamento clicando aqui. Os finalistas serão divulgados em novembro, novamente em duas fases (a primeira com os 10 finalistas das 20 categorias, e a segunda com os cinco). A cerimônia também acontecerá em novembro, em data ainda a ser definida.

PublishNews, Redação, 29/06/2021

O Galera Record, selo do Grupo Editorial Record criado para o público jovem, está à procura de um auxiliar editorial. É preciso ter graduação em Jornalismo ou Letras, inglês fluente e excelente português com alto nível gramatical. Além disso, é preciso amar literatura jovem / YA, ser organizado e ter aptidão para pesquisa. O contratado será responsável por auxiliar as etapas de produção do livro; cumprir cronogramas e prazos para finalização do projeto; analisar criticamente copidesque e revisão de prova realizados por prestadores terceirizados e sugerir melhorias; elaborar textos de orelha e textos de cadastro em sites; realizar checklist de prova editorada: avaliar qualidade das imagens e composição das páginas; realizar solicitação de capa, projeto gráfico e redesenho de ilustrações; e apoiar processos administrativos. Os interessados devem enviar o currículo para o e-mail rh@record.com.br até o dia 15 de julho, com o assunto Vaga Auxiliar Editorial.

PublishNews, Redação, 29/06/2021

A editora Morro Branco, que tem como objetivo promover novos autores e a literatura global, abriu uma vaga para auxiliar de vendas. Os requisitos incluem superior em curso ou completo, inglês básico, conhecimento do Pacote Office, sistema Winbooks, com experiência na área comercial. A editora também procura alguém com iniciativa, boa comunicação e escrita e que saiba trabalhar em equipe. As funções do cargo incluem apoiar os departamentos Financeiro, Comercial e áreas internas da empresa. Os interessados devem enviar currículos para o e-mail comercial@editoramorrobranco.com.br até 02 de julho.

PublishNews, Redação, 29/06/2021

A Universidade do Livro está com o último dia de inscrições abertas para o curso Como dar voz aos livros: produção e comercialização de audiobooks e podcasts. Nas aulas, ministradas por Sandra Silvério, serão discutidas questões como processos de produção, qualidade de narração e de áudio, contratação de estúdios, custos, caminhos comerciais, relacionamentos com plataformas e o mercado norte-americano e brasileiro. Além disso, os alunos serão capazes de decisões sobre a publicação de suas obras ou obras de sua editora em formato de áudio, identificar fatores que possam atrair ou afastar os ouvintes e contato com algumas estatísticas que podem nortear a escolha das obras a serem transformadas em áudio. As aulas começam nesta terça (29), às 19h30 e o investimento pode ser dividido em três vezes de R$ 246.

PublishNews, Redação, 29/06/2021

Viviana Bosi, professora de Teoria Literária da USP, se debruça em Poesia em risco (Editora 34, 496 pp, R$ 79) sobre a obra de Augusto de Campos, Ferreira Gullar, Torquato Neto, Armando Freitas Filho, Ana Cristina Cesar, Francisco Alvim, Rubens Rodrigues Torres Filho, Sebastião Uchoa Leite e boa parte da poesia marginal da década de 1970. Fruto de extensa pesquisa, Poesia em risco não se limita à poesia registrada nos livros, mas reconstitui minuciosamente o circuito das publicações alternativas, revistas, jornaizinhos e fanzines por meio dos quais, em vários lugares do Brasil, as correntes do concretismo vieram se chocar e se misturar com as águas da poesia marginal. Simultaneamente, Viviana Bosi apresenta as trocas, os atritos e as intersecções que se dão entre poesia e artes visuais, comenta as diferentes perspectivas de vários grupos de artistas e suas modalidades de rebeldia – comportamental, estética e política –, compondo um quadro vivo das forças em jogo nesse período marcante que antecede o contemporâneo, nele ainda pulsa e instiga à reflexão.

PublishNews, Redação, 29/06/2021

Nos dias de hoje o nome Goncourt é mais conhecido quando se fala do prêmio literário mais importante da França ou de uma rua e de uma estação de metrô de Paris. Todos eles homenageiam os irmãos Edmond (1822-1896) e Jules (1830-1870) de Goncourt, inseparáveis na vida e na literatura, autores de vários romances, dramas teatrais e estudos históricos, hoje pouco lidos ou encenados. Foi na qualidade de observadores e participantes do mundo das letras que se originou a obra-prima dos Goncourt, Diário – Memórias da vida literária (Carambaia, 432 pp, R$ 121,90). Esta edição traz uma seleção dos melhores trechos da obra, com tradução, organização, notas e introdução de Jorge Bastos. O Diário, assim como toda a obra dos irmãos, foi escrito em conjunto até a morte de Jules, vitimado pela sífilis. Como testemunhas privilegiadas, os irmãos Goncourt fornecem uma inestimável crônica das discussões estéticas e literárias, da vida mundana de Paris, dos hábitos e princípios da intelectualidade da época, dos prostíbulos e bordéis, da chocante misoginia e da visão da elite sobre os acontecimentos políticos de uma época de revoluções e descobertas. O projeto gráfico desta edição, feito por Vitor Carvalho, faz alusão a elementos da atmosfera parisiense do século XIX, com as estruturas metálicas e os grandes espaços de convivência criados pela reforma urbana do barão de Haussmann.

“A sobrevivência da língua requer a sobrevivência do corpo.”
Francisco Mallmann
Escritor brasileiro
1.
Desobedeça
2.
Box - O essencial Sherlock Holmes
3.
A garota do lago
4.
A revolução dos bichos
5.
Mais esperto que o diabo
6.
Escravidão -Vol 2
7.
Do mil ao milhão
8.
Torto arado
9.
O poder da autorresponsabilidade
10.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
 
PublishNews, Redação, 29/06/2021

Após emigrar para os EUA, em 1940, o escritor russo Vladimir Nabokov encontrou na carreira de professor um meio de garantir a subsistência: deu aulas de literatura em universidades até que o sucesso literário batesse à porta com Lolita. Quase quatro décadas depois, os manuscritos dessas aulas foram reunidos em dois volumes autônomos dedicados aos clássicos da literatura europeia e russa. Em Lições de literatura (Fósforo, 472 pp, R$ 99,90 – Trad.: Jorio Dauster), Nabokov examina os clássico Mansfield Park, de Jane Austen; A casa soturna, de Dickens; Madame Bovary, de Flaubert; O médico e o monstro, de Stevenson; No caminho de Swann, de Marcel Proust; A metamorfose, de Kafka; e Ulysses, de James Joyce. “São vidraças coloridas que se abrem sobre sete obras-primas”, acrescenta o escritor John Updike a respeito dessas aulas de Nabokov, que tanto ensinam sobre os livros e seus autores quanto revelam sobre os segredos da arte da escrita.

PublishNews, Redação, 29/06/2021

Para abarcar algo tão vago e tão vasto quanto a história de um gênero literário, Julián Fuks definiu como objeto deste livro ensaístico não o romance em si, mas a ideia abstrata de romance, tal como proposta por uma série de romancistas canônicos em ensaios, prefácios, cartas, biografias, testemunhos, entrevistas e em algumas passagens de suas ficções. Defoe, Prévost, Fielding, Goethe, Flaubert, Dostoiévski, Proust, Joyce, Woolf, Beckett, Macedonio Fernández, Cortázar, García Márquez, Vargas Llosa, Coetzee e Sebald são alguns dos nomes revisitados. Romance: História de uma ideia (Companhia das Letras, 216 pp, R$ 59,90) se estrutura numa sequência de ensaios que passam pela duvidosa ascensão do gênero, em um tempo exato e espaço restrito, pelo seu questionável apogeu, seguido da tão falada crise do romance, para, enfim, chegar nas marcas já perceptíveis de uma reascensão. Fuks não pretende com o livro, escrever a (impossível) história do romance, mas sim a fazer “o comentário possível sobre uma história que outros já tentaram contar algumas vezes”.

 
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