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PublishNews 01/04/2021
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Há 14 anos no mercado, representa cerca de 400 editoras do comércio varejista de livros. Tem aproximadamente 820 mil títulos em estoque, e cerca de 400 novos títulos ao mês.
PublishNews, Redação, 1º/04/2021

Um misto de relato autobiográfico, narrativa de guerra e literatura de viagem, Lutando na Espanha (Biblioteca Azul / Globo Livros, 392 pp, R$ 44,90) junta dois livros: Homenagem à Catalunha e Recordando a Guerra Civil Espanhola. Em dezembro de 1936, pouco antes da Segunda Guerra Mundial, a Espanha vivia um conflito armado. Aos 33 anos, George Orwell viaja para a Catalunha a fim de fazer a cobertura jornalística da Guerra Civil, mas quase de imediato se alista nas brigadas populares para combater o exército fascista do general Franco: “Naquele tempo e naquela atmosfera parecia a única coisa imaginável a se fazer”. Esta edição, com tradução de Ana Helena Souza, apresentação de Filipe Figueiredo e Matias Pinto – do podcast Xadrez Verbal – e ilustrações de Rodrigo Rosa, acompanha uma seleção de cartas, resenhas e comentários de Orwell sobre suas memórias do conflito, seus comentários à imprensa e trocas de cartas afetivas sobre o período que mudou definitivamente sua percepção de mundo. Pouco antes de morrer, em 1949, afirmou que “toda linha de texto sério que escrevi desde 1936 foi escrito, direta ou indiretamente, contra o totalitarismo”. Os textos contidos em Lutando na Espanha mostram a formação de um escritor e humanista, sensível aos fenômenos de seu tempo.

PublishNews, Redação, 1º/04/2021

Em Dona Ivone Lara – Sorriso negro (Cobogó, 162 pp, R$ 46), novo volume da coleção O Livro do Disco, a jornalista e pesquisadora Mila Burns apresenta o universo da exímia cantora e compositora e de seu disco Sorriso negro, lançado em 1981. Traçando analogias com o momento político do Brasil, a autora mostra como as canções sobre liberdade, orgulho negro e empoderamento feminino do álbum refletem as mudanças fundamentais que inundavam o Brasil nos anos finais da ditadura militar. Dona Ivone Lara (1922-2018) foi uma das raras mulheres a ganhar destaque e respeito no mundo do samba. Por mais de 90 anos, escolheu ser compositora de samba, superou disparidades, expectativas e obstáculos de um ambiente tradicionalmente masculino, no qual às mulheres restavam as limitadoras posições de tias, baianas ou musas. Dona Ivone Lara foi a primeira compositora mulher de um enredo de escola de samba (1965). A autora entremeia a trajetória da compositora à do samba e da mulher na sociedade brasileira com depoimentos de quem acompanhou a sua carreira ao longo dos anos.

PublishNews, Redação, 1º/04/2021

Ao escrever sobre o livro Algoritmos de destruição em massa (Rua do Sabão, 342 pp, R$ 55 - Trad.: Rafael Abraham), o New York Times definiu: “O livro de Cathy O’Neil oferece um olhar assustador sobre como os algoritmos estão regulando as pessoas”. Vivemos na “Era do Algoritmo”. Cada vez mais, as decisões que afetam nossas vidas – onde estudamos, se obtemos um empréstimo para comprar um carro, quanto pagamos pelo seguro saúde – estão sendo tomadas por modelos matemáticos. Em teoria, isso deveria nos conduzir para um mundo mais justo: todos são julgados de acordo com as mesmas regras e o preconceito é eliminado. Mas, como Cathy O’Neil revela neste livro, a verdade é justamente o contrário. Os modelos usados hoje são opacos, não regulamentados e incontestáveis, mesmo quando estão errados. Para a autora, os algoritmos reforçam a discriminação e a desigualdade social.

PublishNews, Redação, 1º/04/2021

Em O manifesto socialista (Boitempo, 296 pp, R$ 73 - Trad.: Artur Renzo), Bhaskar Sunkara faz um mergulho descontraído e informativo na história do socialismo desde suas origens com Marx e Engels, passando pelas experiências decisivas do século XX, para apresentar uma visão realista de como pode ser o futuro dessa tradição política. Articulando um acúmulo histórico e sua própria experiência de militância, o fundador e editor da revista Jacobin explica como os socialistas podem conquistar melhores condições de vida e moradia, criar instituições democráticas nas comunidades e locais de trabalho, e, ao mesmo tempo, combater opressões como o racismo e o machismo. O que ele quer com o livro, é mostrar como e por que o socialismo pode funcionar hoje.

PublishNews, Redação, 1º/04/2021

A visão das plantas (Todavia, 88 pp, R$ 49,90), de Djaimilia Pereira de Almeida, conta a história de um tal capitão Celestino, homem cujo passado de brutalidade e violência assombrosas é substituído, no crepúsculo da vida, por um amor delicado e cuidadoso pelas plantas de seu jardim. O romance retrata um homem absolutamente abominável, cujos feitos fazem parte de um dos capítulos mais abjetos da história universal. De volta a Portugal, ao cabo de uma vida de aventuras suspeitas e com a consciência pesada pelas monstruosidades que cometeu, o capitão retorna à casa de sua infância. Tudo ali lhe parece diferente: ele mesmo não se sente ligado ao próprio passado. Homem de poucas palavras, Celestino está praticamente cego e apenas encontra algum refúgio em suas flores. Na vizinhança, as pessoas conhecem seus malfeitos, então poucos se atrevem a se aproximar — as crianças imaginam ver uma casa assombrada, destas das histórias de terror. Somente o padre Alfredo é um visitante regular: quer levar o homem para se confessar, mas o único assunto que interessa a Celestino é mesmo o esplendor de seu roseiral.

PublishNews, Redação, 1º/04/2021

Lançado pela primeira vez no início dos anos 2000, Jesus Kid (168 pp, R$ 59,90) ganha agora uma nova edição, completando a coleção dos romances de Lourenço Mutarelli pela Companhia das Letras. Escritor de livros de faroeste, Eugênio está passando por uma fase difícil. Ele é famoso pelos romances estrelados por Jesus Kid, mas faz algum tempo que suas vendas estão indo de mal a pior. A luz no fim do túnel parece ser o convite de um diretor de cinema: ele quer que Eugênio escreva um roteiro de filme. Contudo, para escrever esse roteiro, Eugênio deve ficar três meses isolado em um hotel de luxo, sem poder sair nem ter contato com o mundo que conhece. Partindo dessa premissa, Mutarelli constrói uma crítica mordaz ao mercado editorial e ao mercado do cinema – por onde circula há anos. Trazendo para Eugênio muito de sua própria personalidade, o autor mostra como a parte comercial da cultura pode ser perversa.

PublishNews, Redação, 1º/04/2021

Em A arte de manipular a sorte (Citadel, 144 pp, R$ 42,90), Francisco Sosa, profissional de marketing de relacionamento, explica, por meio de passos e ferramentas simples, como é possível caminhar rumo ao sucesso, promovendo mudanças que trazem prosperidade e crescimento. Ao longo do guia, Sosa ensina o verdadeiro significado da palavra manipular, esquecendo o seu lado negativo e mostrando como é possível “moldar” a própria sorte, manipular o seu caminho e ser responsável pela sua jornada. E não só isso, em seu livro o autor desafia o leitor a repensar o significado da palavra sorte. Nascido em Uruguaiana, Sosa conheceu diversas pessoas em sua carreira e percebeu que a vontade de realizar um determinado sonho era muito mais do que qualquer coisa e, mesmo as vezes não possuindo recursos, eles conseguiam realizá-los. Foi assim que a ideia do livro nasceu.

PublishNews, Redação, 1º/04/2021

Em Cercado de psicopatas (Intrínseca, 288 pp, R$ 59,90 – Trad.: Alexandre Raposo), Thomas Erikson apresenta ensinamentos para reconhecer pessoas que fazem da manipulação uma arte predatória. O autor sueco utiliza o mesmo método do primeiro livro, Cercado de idiotas, de associar cores a personalidades. Com base nas pesquisas do psicólogo e criador da personagem Mulher Maravilha, William Moulton Marston, o autor associa o vermelho à dominância, amarelo à influência, verde à estabilidade e azul à análise. A partir destas analogias, ele demonstra como os pontos fortes e fracos destes diferentes tipos de indivíduos podem ser manipulados por estes “canibais sociais”. De acordo com o autor, pessoas com este comportamento tóxico estão presentes em todos os âmbitos da vida, do ambiente de trabalho à família. Ao oferecer uma imersão de autoconhecimento com a compreensão de comportamentos e fraquezas da maioria das pessoas, Erikson ensina quais são as formas mais comuns de manipulação e as melhores maneiras de lidar com elas.

“Grandes livros são sempre inovadores, é da natureza eterna da literatura.”
Anna Luiza Cardoso
Agente literária e Jovem Talento 2020/2021
1.
Gestão profissional na prática
2.
Gotas para os olhos da fé
3.
Faça o amor ser fácil
4.
Mais esperto que o diabo
5.
Torto arado
6.
Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
7.
Do mil ao milhão
8.
Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
9.
Box Harry Potter
10.
Corte de espinhos e rosas
 
PublishNews, 1º/04/2021

A detetive Billy e seu parceiro, Honaldo – com agá –, precisam desvendar o sumiço do menino Romãozinho. As primeiras pistas indicam que a criança pode ter sido levada pelo Curupira selva adentro. Conforme a equipe de investigadores – liderada pelo delegado Joaquim de Jeremias, que já investigou o assassinato do Saci Perereira – avança nas descobertas, outros suspeitos se somam ao caso: Maria Caninana, Comadre Fulozinha, Pé de Garrafa e até um lobisomem. A nova narrativa de mistério, Procura-se o Curupira (Escarlate, 104 pp, R$ 49,90) se passa depois da história do livro Quem matou o Saci?. Alexandre de Castro Gomes conta novamente com as ilustrações de Cris Alhadeff e com o mesmo formato e projeto gráfico – com todas as “pastas” e “fichas criminais” tão conhecidas – para guiar o leitor por uma história instigante, que reúne uma série de personagens lendários do folclore.

PublishNews, Redação, 1º/03/2021

O poço (Callis, 40 pp, R$ 42,90 – Ilustração: Paulo Thumé), de Eliandro Rocha, mostra como uma forte amizade pode superar problemas inesperados. O coelho Nestor e o macaco José levam uma vida tranquila em um belo lugar, com jardins, uma horta e têm até uma ponte sobre o rio unindo a casa dos dois amigos. Mas, um dia, a água do rio desaparece de repente e tudo começa a mudar. Ao longo da história, o leitor pode notar como uma forte amizade pode superar problemas inesperados. O enredo mostra os animais interagindo e se complementando em cena, incentivando as crianças a olhar e falar sobre a diversidade com conotação positiva – visão essa que, na atualidade, ainda não é algo naturalmente absorvido no dia a dia. E além de destacar a importância de sentimentos, como amizade, respeito, tolerância e aceitação, Eliandro Rocha aborda também as diferenças entre as pessoas, como características físicas, habilidades, gostos, sensações e maneiras de se encarar a vida.

 
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