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PublishNews 22/01/2021
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei
Um agregador digital como a Bookwire, com tecnologia de ponta, informações ágeis e um painel de controle completo é fundamental para o sucesso de sua editora e de seus e-books. E agora toda esta tecnologia está disponível no Brasil.
PublishNews, Redação, 22/01/2021

Faltava uma fronteira para que a rede mineira Leitura se tornasse uma rede efetivamente nacional: a região Sul do país. Essa barreira será transposta em março, quando a Leitura abrirá a sua primeira loja em Porto Alegre, no Barra Shopping Sul. A nova unidade terá 750 m² divididos em dois pisos e apresenta mix diversificado de produtos contendo um acervo de 30 mil títulos diferentes na livraria, além de papelaria, presentes, área geek e suprimentos de informática. A empresa estima que investirá cerca de R$ 2 milhões na nova loja e vai além: espera abrir outras 13 unidades ao longo de 2021, encerrando o ano com 92 unidades. Com esses números e capilaridade, a Leitura se reafirma como a maior rede de livrarias do país.

PublishNews, Redação, 22/01/2021

Carioca Timbre fechará as suas portas no próximo dia 31. Até lá, faz promoção | DivulgaçãoA tradicional livraria Timbre, instalada na Gávea, bairro da Zona Sul do Rio de Janeiro, encerrará as suas atividades no próximo dia 31. “Foram 41 anos escrevendo essa história, com muito trabalho, alegria, resistência e dedicação aos livros. Nossa livraria no Shopping da Gávea sempre foi um espaço para troca de ideias, boas leituras e formação de novos leitores. Nunca vamos deixar de acreditar no livro e na boa literatura”, disse Kiki Machado em comunicado enviado à redação do PN.

Ao jornal O Globo, ela observou que é um momento muito difícil para o setor livreiro. “No nosso caso, a maior dificuldade é não ter um comércio on-line forte. Diante da previsão de que faltaria fôlego em 2021, decidimos encerrar da mesma forma que começamos, com o mesmo cuidado pelos livros. Meu coração está despedaçado”, declarou. Até o último dia de janeiro, todos os livros da livraria estarão com 15% de desconto.

PublishNews, Redação, 22/01/2021

Em novembro do ano passado, o selo Galera Record enfrentou uma crise importante na sua história de 80 anos: leitores indignados com um tweet sobre pirataria escrito por Rafaella Machado, herdeira do conglomerado, inundaram as redes sociais com queixas que iam desde a qualidade do papel dos livros até problemas de tradução. Como resultado, a Record veio à público com um detalhado pedido de desculpas seguido de um plano de ação para contornar a crise. Uma das principais acusações eram referentes ao livro Cidade da Lua Crescente, de Sarah J. Maas. Na tradução, os personagens não brancos foram embranquecidos. Sobre esse caso, a editora assumiu que houve “falta de sensibilidade na tradução da descrição de alguns personagens” e que os compradores da primeira edição poderiam solicitar uma edição revisada no formato digital gratuitamente. Não demorou e no dia 10 de dezembro, chegava às livrarias uma nova edição revista do título, que estreou nessa semana na Lista dos Mais Vendidos do PublishNews, ocupando a posição de número 17 de Ficção, com 369 exemplares. No ano passado, a Lista do PublishNews registrou a venda de 5.354 exemplares da primeira edição do livro. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da Lista dos Mais Vendidos dessa semana.

PublishNews, Redação, 22/01/2021

Pilar Quintana é vencedora do Prêmio Alfaguara 2021 | Danilo Costa / Divulgação - FlipLos abismos, romance inédito da colombiana Pilar Quintana, foi o escolhido para receber o Prêmio Alfaguara 2021. Pilar, um dos destaques da última edição da Flip, é autora de Cachorra (Intrínseca), que já tinha recebido o Prêmio da Biblioteca de Narrativa da Colômbia. Ao justificar a sua escolha, o júri comentou: “[Los abismos] adentra a obscuridade do mundo dos adultos por meio do ponto de vista de uma menina que, a partir de lembranças de sua vida familiar, tenta compreender a relação conflituosa entre seus pais". Nesta edição, o Prêmio Alfaguara recebeu 2.428 inscritos. Pelo prêmio, Pilar levou US$ 175 mil. Nos mercados hispanoablantes, o livro estará disponível a partir do dia 25 de março.

PublishNews, Redação, 22/01/2021

O Prêmio Literário Flipoços, fruto da parceria do evento literário mineiro com a Amare Livros (Santos), divulgou os finalistas nas categorias Infantil e Juvenil. Na categoria Infantil, as juradas decidiram dividir em duas faixas etárias, de 7 a 09 anos, e de 10 a 12 anos. As obras finalistas na primeira faixa são: Achando a chave (Positivo), de Álvaro Faleiros e Fernando Vilela; O pequeno baobá (Paulus), de André Luis Oliveira, e Reinações de Emília (Bambolê), de Cassia Leslie. Na segunda faixa, foram selecionados os finalistas: A menina e a planta (Madrepérola), de Marcia Paganini; O medo de rabo preso (Scipione), de Marina Miyazaki, e O roubo do sonho azul (Plante), de José Mauro Progiante. A comissão julgadora consagrou Mérito Literário Flipoços para o livro imagem O maior queijo do mundo (Duna Dueto), de Eliana Martins com ilustrações de Adilson Farias. Na categoria Juvenil, as obras finalistas são: A rede florida (Positivo), de Graziela Bozano Hetzel e Anna de Cunha Teixeira; Não tenho como cuidar dele (Lura), de Amilton Alves Silva; Ponha-se no seu lugar! (Ática), de Ana Pacheco; Projetos e presepadas de um curumim na Amazônia (Positivo), de Edson Kayapó, e Rabiscos (Positivo), de Luís Augusto Campello Dill e Fernando Vilela. A comissão julgadora também elegeu um Mérito Literário Flipoços na categoria para Na companhia de Bela (Florear Livros), coletânea de contos de fadas traduzida por Susana Ventura e Cassia Leslie. Os vencedores serão conhecidos em março.

PublishNews, Redação, 22/01/2021

Inspirada em uma figura histórica, Hong Gildong é conhecido como um dos Três Grandes Bandidos de Joseon, que os coreanos usam hoje como um nome genérico, correspondente a algo como “João da Silva” em português, em sinal de sua onipresença no imaginário coletivo coreano. Escrita em 1612 durante a dinastia Joseon, A história de Hong Gildong (Estação Liberdade, 144 pp, R$ 39 – Trad.: Yun Jung Im) conta a trajetória de seu protagonista desde o nascimento, na pele de filho ilegítimo de um nobre e sua concubina. Em uma sucessão de aventuras e façanhas, destacam-se sua inteligência excepcional e dons supernaturais. Com o “destino forjado pelo céu”, Gildong é capaz de prodígios como o domínio das artes mágicas, a capacidade de encurtar distâncias e desdobrar-se e criar réplicas de si mesmo, enquanto que sua força sobre-humana e astúcia são as armas que mobiliza para enfrentar seus antagonistas, sejam eles os poderosos ou os espíritos malignos. Hong Gildong é considerado o “Robin Hood coreano”, já que ele é também um “herói bandido” – que tira dos ricos para dar aos pobres. O livro é tido como a primeira obra ficcional composta em hangeul – escrita de cunho alfabético (letras que representam sons) pelas mãos de Heo Gyun (1569-1618), um nobre letrado que deixou uma obra que engloba filosofia, poesia, ensaios e ficção, todos redigidos em ideogramas chineses, com exceção desta.

PublishNews, Redação, 22/01/2021

Uma das mentes mais criativas da atualidade, responsável por obras-primas como O labirinto do Fauno e A forma da água, Guillermo del Toro se consagrou ao criar universos únicos, mesclando fantasia e realidade, beleza e horror. Ao lado do escritor de suspense Chuck Hogan – com o qual já escreveu a Trilogia da escuridão – ele traz uma nova trilogia sobre um mal ancestral que vaga pela Terra desde o início dos tempos. As sombras do mal: As fitas de Blackwood (Intrínseca, 320 pp, R$ 44,90 – Trad.: Stephanie Fernandes) conta a história do encontro improvável entre a agente do FBI Odessa Hardwicke e o enigmático Hugo Blackwood. Ao testemunhar um crime brutal e inexplicável e se ver forçada a tirar a vida do companheiro de trabalho, Odessa passa a questionar sua sanidade e seu futuro. Ela não consegue entender o que de fato aconteceu, mas tem uma única certeza: viu um vulto saindo do corpo do amigo, uma presença aterrorizante e maligna que jamais se apagará de sua mente. Alvo de uma investigação e obrigada a realizar serviços burocráticos, Odessa encontra fitas antigas ao organizar os pertences de um agente aposentado, e são essas fitas que a levarão até Hugo Blackwood. Fascinante e traiçoeiro, o homem pode ser a chave para desvendar o que aconteceu com Leppo e, mais ainda, para defender a humanidade de uma ameaça sem rosto, os incorpóreos, espíritos vis que estão dispostos a espalhar o caos e a morte.

PublishNews, Redação, 22/01/2021

Em Dois hussardos (Editora 34, 96 pp, R$ 42 – Trad.: Lucas Simone), pai e filho, ambos militares, detêm-se por uma noite na mesma cidade de província. O modo como interagem com seus habitantes, as seduções e as trapaças em que se envolvem, refletem muito mais do que o quadro mental de dois indivíduos: são índices das transformações profundas pelas quais passava a Rússia no século XIX. Neste livro, que Calvino considera um dos mais belos e característicos contos de Lev Tolstói, é possível enxergar de maneira privilegiada o modo de trabalhar do autor, no qual a aparente simplicidade narrativa oculta sempre uma profunda e complexa relação com a História. Publicada em 1856, Dois hussardos é uma novela com ritmos matizados e que revela o escritor na plena posse de seus talentos.

“A coisa mais fascinante de fazer jornalismo no Brasil é que são brasis, e as pessoas inventam palavras, é maravilhoso como os brasileiros fazem literatura pela boca.”
Eliane Brum
Jornalista e escritora brasileira em entrevista para a BPP
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Mais esperto que o diabo
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O duque e eu
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Pai rico, pai pobre - Edição de 20 anos
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Do mil ao milhão
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A sutil arte de ligar o foda-se
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Mulheres que correm com os lobos (capa dura)
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O visconde que me amava
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A revolução dos bichos
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O poder da autorresponsabilidade
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Atitude positiva diária
 
PublishNews, Redação, 22/01/2021

No sexto e último volume da série Minha luta, Karl Ove Knausgård examina a vida, a morte, o amor e a literatura com um rigor ímpar e contabiliza os custos e as consequências de seu projeto literário de autoficção, que sempre envolveu riscos – testando os limites entre o público e o privado o tempo todo. Em O fim (Companhia das Letras, 1.056 pp, R$ 164,90 – Trad.: Guilherme da Silva Braga) o leitor acompanha o escritor diante da pressão do reconhecimento literário e da repercussão muitas vezes devastadora de seus primeiros livros. Mas há também um longo ensaio sobre Hitler, o poder da linguagem, questões de identidade e outras questões estéticas. Na empreitada de milhares de páginas que se conclui aqui, Knausgård retratou a vida em todo o seu espectro, desde os momentos mais dramáticos até detalhes triviais do cotidiano. O fim é o arremate desse feito.

PublishNews, Estevão Ribeiro, 22/01/2021

 
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