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PublishNews 04/05/2020
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial. Faz entregas e coletas em editoras, distribuidoras, livrarias, gráficas e grandes redes. A área de atuação atualmente engloba São Paulo (Capital), grande São Paulo, Jundiaí, Campinas e todo o estado do Rio de Janeiro.
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
PublishNews, Leonardo Neto, 04/05/2020

Livraria Cultura teve o seu pedido de recuperação judicial autorizado pela Justiça em outubro de 2018 | DivulgaçãoA Livraria Cultura entrou na Justiça com pedido de suspensão temporária, por 60 dias, do seu plano de recuperação judicial, aprovado pelos seus credores em abril de 2019. A varejista sustenta que a pandemia caracteriza “evento de força maior ou fortuito que impossibilitou o cumprimento de suas obrigações”. As 15 lojas físicas da rede estão fechadas por conta da pandemia e isso, claro, impacta o faturamento da empresa. No entanto, o juiz Marcelo Barbosa Sacramone, responsável pela condução da recuperação judicial da Livraria Cultura na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo, negou parcialmente o pedido da Cultura. Autorizou que a varejista apresente um aditivo ao plano de recuperação judicial com objetivo de adequar-se ao novo contexto que se apresenta. Ele determinou ainda que este aditivo seja submetido à aprovação dos credores, em assembleia. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Leonardo Neto, 04/05/2020

Em 2011, a editora Contexto colocou nas livrarias brasileiras o livro Pandemias, do médico brasileiro Stefan Cunha Ujvari. A capa do volume traz um comentário de Drauzio Varella: “Stefan faz uma análise criteriosa dos germes que poderão causar as futuras epidemias, num estilo que combina a precisão científica do infectologista competente com a do contador de histórias”. Nos dias de hoje, o livro passou a ter ainda mais relevância. Tanto que ele veio parar na lista dos mais vendidos dessa semana. Ocupando a posição de número nove da lista de Não Ficção, Pandemias teve 95 exemplares vendidos no período e não é o único livro sobre o tema do ranking. O clássico A peste (Record), de Albert Camus, não arreda o pé da lista de Ficção. Nessa semana, ele ficou em 13º lugar da categoria, com 111 cópias vendidas. O Ranking Geral é liderado por Ouse ser diferente (Buzz), de Pedro Superti. Foram 2.005 exemplares vendidos na semana. A prata ficou com Decida vencer (Gente), de Eduardo Volpato, com 1.019 e o bronze com Mais esperto que o diabo (CDG), de Napoleon Hill, com 785. Clique no Leia Mais e confira os outros sete estreantes da semana.

PublishNews, Gustavo Martins de Almeida, 04/05/2020

Em entrevista concedida ao grupo XP no último dia 24, às 10h, o ministro do STF Luís Roberto Barroso expressou a convicção de que virá uma enxurrada de demandas judiciais pós quarentena. Sugeriu, inclusive, uma solução singular para esse problema, a criação de uma espécie de “Justiça do Covid”, destinada a solucionar casos oriundos do período, com a possível convocação de magistrados aposentados para compô-la. À medida que o tempo passa vão surgindo os conflitos decorrentes da interrupção de relações pessoais e contratuais no necessário isolamento social. A loja fecha, não vende seu produto, o lojista não paga o aluguel; a justiça ficou com os prazos processuais suspensos por 30 dias, e as demandas não tem resultado; os passageiros não compram passagens, as companhias de transporte ficam descapitalizadas, sobrevém o desemprego do setor. Os exemplos se sucedem aos borbotões. Os aluguéis atrasados podem justificar uma ação de despejo. A não entrega de produtos no prazo permite que se cobre multa. A não produção de um livro pode gerar uma ação de indenização. É possível invocar a pandemia para se defender dessas possíveis ações? Temos que pensar nos tempos pós quarentena. Clique no Leia Mais e confira a íntegra deste artigo.

PublishNews, Redação, 04/05/2020

A luta das pequenas livrarias e editoras independentes foi assunto neste final de semana. A CNN fez uma reportagem para falar sobre como as livrarias de rua estão se reinventando com a pandemia do novo coronavírus. Além de vendas on-line, elas criaram, por exemplo, o movimento #EmCasaComLivros, que incentiva as pessoas a se presentearem com livros, e criaram parcerias com escritores e editoras. O escritor Milton Hatoum faz parte de uma dessas correntes e está escrevendo dedicatórias nos livros vendidos por uma livraria. Quem também deu seu depoimento sobre como está “sobrevivendo” com as portas fechadas foi Eduardo Lacerda, dono do bar e livraria Patuscada. Em entrevista para a Piauí, além de fazer uma retrospectiva sobre o mercado editorial no último ano, Lacerda contou como administra sua livraria e os desafios que tem enfrentado antes mesmo da pandemia chegar. Em um texto para o Estado de Minas, Paulo Werneck defendeu a cena literária de Belo Horizonte, lar de diversas livrarias de rua, importantes editoras independentes, projetos literários e autores. “Terão a prefeitura e o governo do estado a visão de que é preciso proteger este ecossistema editorial, que além da relevância cultural tem peso econômico?”, questiona no artigo. Os jornais do fim de semana trouxeram também registros sobre a morte do radialista Marcello Albuquerque e do dicionarista Roberto Côrtes de Lacerda, ambos vitimados pelo novo coronavírus. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 04/05/2020

Parte da equipe do PN, em 2018, em uma das primeiras edições do PodcastEm abril o podcast do PublishNews completou dois anos e para celebrar este marco, reunimos virtualmente a nossa mesa tradicional, cada um da sua casa, para fazer uma edição especial de retrospectiva. Na nossa conversa, elegemos os programas que ficaram na memória, lembramos das edições especiais feitas na correria da Flip na Casa PublishNews, os furos que demos, os momentos engraçados dos bastidores que não chegaram para o nosso público e conversamos sobre como cada um, em sua casa, está passando pelo isolamento social. Falamos também sobre nossos últimos projetos e ideias que tivemos para ajudar o mercado editorial a enfrentar mais uma crise. "O PublishNews não deixou de fazer nenhum dos seus projetos [...] e ainda criamos mais dois e um terceiro em parceria com a Câmara Brasileira do Livro. Tudo isso demanda tempo, esforço e preparação. É trabalho, mas está gostoso, tenho aprendido um bocado", contou Leonardo Neto, editor-chefe do PN. Durante a conversa, além de darmos nossa visão sobre esses dois anos de podcast, trouxemos passagens de outros episódios que ficaram na memória. Clique no Leia Mais para ouvir o programa.

PublishNews, Redação, 04/05/2020

O Português é a língua mais falada no Hemisfério Sul e a quarta mais falada no mundo. Diante da sua importância, a Unesco resolveu incluir no seu calendário o dia 5 de maio como o Dia Mundial da Língua Portuguesa. Para celebrar a data, a editora portuguesa Porto Editora, o Instituto Camões e o Plano Nacional de Leitura de Portugal lançaram o concurso literário Contos do Dia Mundial da Língua Portuguesa, voltado para alunos que frequentam cursos de língua e cultura portuguesa ao redor do mundo. Para Luís Faro Ramos, presidente do Camões, o concurso reforça dois aspectos fundamentais da nova data comemorativa: “A afirmação do Português como uma língua de comunicação internacional e como uma língua plural, de pontes e de encontros". Os alunos devem enviar um conto inédito de até três páginas podendo se encaixar em uma das cinco categorias: divididas em função da idade (dos oito aos 14 anos e a partir dos 15 anos) e em níveis de proficiência da língua, até 30 de janeiro de 2021. Os vencedores serão conhecidos no dia 5 de maio de 2021. O regulamento completo você encontra clicando aqui.

PublishNews, Redação, 04/05/2020

“A magnífica Catedral de Notre-Dame de Paris, uma das maiores realizações da civilização europeia, estava em chamas. Aquela visão nos deixou estupefatos e profundamente perturbados. Fiquei à beira das lágrimas. Algo inestimável estava morrendo diante dos nossos olhos. Era uma sensação desconcertante, como se a terra estivesse tremendo”, assim Ken Follett registrou a sua relação com a catedral parisiense incendiada em abril de 2019. A partir disso, o escritor britânico resolveu escrever a história da igreja. O resultado é Notre-Dame (Arqueiro, 112 pp, R$ 29,90 – Trad.: Bruno Fiuza e Roberta Clapp). No livro, Follett reflete sobre o papel que a catedral desempenhou ao longo do tempo e revela a influência que ela exerceu em outras catedrais ao redor do mundo.

PublishNews, Redação, 04/05/2020

A coleção Heróis da igreja (Mundo Cristão, 1.152, R$ 249,90) apresenta dois milênios de uma história protagonizada por homens e mulheres que ousaram acreditar e deixaram suas marcas na sociedade. A coleção apresenta, de maneira didática, a vida daqueles que a tradição decidiu nomear como heróis e está dividida em cinco volumes, representando cinco eras: Primitiva, Medieval, Da Reforma, Moderna e Contemporânea. Os livros apresentam textos de personalidades que atravessaram séculos associando filosofias, ciências e estudos com a fé para mudar a cultura e a vida de gerações inteiras, como Hipólito de Roma, João Calvino e Martinho Lutero, Madre Teresa, C. S. Lewis, Francisco de Assis e Martin Luther King Jr. São nomes que fizeram a diferença não só na esfera religiosa, mas também para a história da humanidade.

“A leitura é uma resistência à rapidez vertiginosa do tempo.”
José Luís Peixoto
Escritor português
1.
Ouse ser diferente
2.
Decida vencer
3.
Mais esperto que o diabo
4.
Como fazer amigos e Influenciar pessoas - Edição comemorativa 80 anos
5.
Box - Alice no país das maravilhas
6.
Todo santo dia
7.
A realidade de Madhu
8.
Drácula
9.
Sapiens ( edição de bolso)
10.
Nunca foi sorte
 
PublishNews, Redação, 04/05/2020

Em seu mais recente livro, Brasil à parte (Boitempo, 192 pp, R$ 53 – Trad.: Alexandre Barbosa de Souza, Bruno Costa, Fernando Cauduro Pureza, Rogerio Bettoni e Jayme da Costa Pinto), o historiador inglês Perry Anderson apresenta um panorama da história econômica e política de nosso país desde o momento da redemocratização. Os cinco ensaios que compõem o volume (publicados originalmente na London Review of Books) revelam a percepção do autor ao longo de períodos-chave do Brasil, passando do Plano Real ao impeachment de Dilma Rousseff. A edição conta, ainda, com uma introdução e um epílogo que analisam inclusive os primeiros meses de Bolsonaro no poder. A análise dos descaminhos, das frustrações e dos momentos de avanços cria pontes entre os acontecimentos nacionais e o contexto global. Anderson realiza uma bem informada crítica desse período histórico ao considerar também os bastidores do poder, as marés econômicas, as políticas implementadas em diversas áreas e os debates transcorridos no cenário intelectual brasileiro.

PublishNews, Redação, 04/05/2020

Quando a Segunda Guerra Mundial chegou às Filipinas, Paul Irving “Pappy” Gunn foi convocado pela Força Aérea dos EUA. Enquanto realizava uma missão secreta na Austrália, os japoneses capturaram sua família, e Pappy faria o que estivesse ao seu alcance para resgatar sua esposa, Polly, e seus quatro filhos. Com uma pistola e um pequeno grupo de pessoas leais, ele roubou suprimentos e aeronaves, inventou novas armas e modificou bombardeiros para serem mais potentes e causarem mais destruição. Quando os aviões modificados de Pappy foram finalmente usados durante a Batalha do Mar de Bismarck, os EUA tiveram uma das vitórias mais decisivas da Segunda Guerra Mundial. Indestrutível (Objetiva, 520 pp, R$ 89,90 – Trad.: Otacilio Nunes), livro de John Bruning, narra a jornada de um homem para libertar as pessoas que amava e a revolução aérea que ele iniciou — e que continua a ressoar nos modernos campos de batalha dos EUA.

 
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