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PublishNews 25/11/2019
Há 49 anos servindo a cultura e educação, é uma das maiores distribuidoras de livros para o ensino de idiomas, técnicos e científicos.
A Transpo Express é uma transportadora que já atua há 10 anos focada completamente no segmento editorial. Faz entregas e coletas em editoras, distribuidoras, livrarias, gráficas e grandes redes. A área de atuação atualmente engloba São Paulo (Capital), grande São Paulo, Jundiaí, Campinas e todo o estado do Rio de Janeiro.
A área de Soluções em Acessibilidade é uma divisão da Fundação Dorina Nowill para Cegos criada para oferecer o mais amplo portfólio de produtos e serviços acessíveis a empresas que desejam não apenas se adequar à lei, mas atender a todos os seus clientes com a mesma atenção e respeito!
PublishNews, Redação, 25/11/2019

Capas dos livros que estarão à venda no e-commerce da Riachuelo A Aleph e a Riachuelo, uma das principais redes varejistas do país, acabam de anunciar uma parceria que vai levar para os clientes da roupas clássicos pops da literatura. É que a rede passa a comercializar edições exclusivas de títulos que foram adaptados para o cinema, bateram recordes de bilheteria e tornaram-se clássicos que permanecem até hoje no imaginário geek: Laranja mecânica, de Anthony Burgess; Jurassic Park, de Michael Crichton; Forrest Gump, de Winston Groom, e O Planeta dos Macacos, de Pierre Boulle. Os livros serão oficialmente lançados no estande da Riachuelo na CCXP (04 a 08/12), mas já estão à venda pelo e-commerce da marca. “Algumas dessas obras tiveram impacto tão grande que ainda hoje atravessam a cultura pop e estendem sua influência para outras áreas, como merchandising, e são referenciadas em todo o mundo. Esse projeto coloca as obras originais também como protagonistas desse movimento”, destaca o editor da Aleph, Daniel Lameira. Outros títulos já estão confirmados para a parceria em 2020, e devem chegar às lojas da Riachuelo em todo o país ao longo do ano que vem. As capas são assinadas pelo artista brasileiro Butcher Billy, conhecido internacionalmente por trabalhos como os que desenvolveu para as séries Black Mirror e Stranger Things, da Netflix. Clique no Leia Mais e confira a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 25/11/2019

Cassiano Elek Machado é o entrevistado dessa semana no Podcast do PublishNews. Na conversa que teve com a nossa equipe, o diretor editorial da Planeta no Brasil falou sobre a sua transição do jornalismo (o seu “porto seguro”) para a edição de livros, sobre a crise que tem afetado o mercado livreiro e ainda sobrou tempo para contar notícias em primeiríssima mão. Uma delas é que José Maria Calvin, atual diretor do grupo no Brasil, assumiu também as operações da Planeta em Portugal. A expectativa, segundo disse Cassiano, que é as duas sedes possam trabalhar em sinergia, como já acontece entre os países hispanohablantes, onde a Planeta tem papel de liderança. “Com isso, vai aumentar um pouco o nosso intercâmbio com a Planeta Portugal, no sentido de fazer mais projetos juntos, de trocar mais, inclusive dividir processos”, disse. Ele contou ainda que a Planeta prepara a versão em português de That will never work, livro de Marc Randolph, o primeiro CEO da Netflix. No volume, ele explica as estratégias por trás da maior plataforma de streaming de vídeos do mundo e como isso pode ser aplicado em qualquer outra empresa. Outro título que está no prelo da editora é The conductor, romance de Maria Peters, que conta a história da primeira mulher a reger uma orquestra na Holanda. O programa teve a participação de Sergio Alves, da Editora Cosmos, o primeiro ouvinte do PublishNews a enviar pergunta pelo Whatsapp, o novo canal de comunicação com os nossos assinantes. Clique no Leia Mais e ouça o programa.

PublishNews, Redação, 25/11/2019

No prelo da Máquina de Livros estão duas obras que fazem referência aos 130 anos da Proclamação da República | © Benedito CalixtoNão faz muito, em junho passado, uma editora apareceu na lista dos mais vendidos pela primeira vez. Era a Máquina de Livros, empresa formada pelos jornalistas Bruno Thys, ex-diretor do Sistema Globo de Rádios, e Luiz Andé Alzer, ex-diretor do Infoglobo. Na lista, eles emplacaram Toca o barco, livro que reuniu depoimentos de ex-colegas de Ricardo Boechat, morto em um acidente aéreo poucos meses antes da chegada do título ao mercado. Agora, a editora se prepara para mais dois lançamentos que fazem referência aos 130 anos da Proclamação da República. O primeiro deles já está a caminho das livrarias e é Essa República vale uma nota. O volume, escrito pelos comentaristas da GloboNews Octavio Guedes e Daniel Sousa, traz fatos, muitas vezes desprezados pelo ensino acadêmico, que são narrados em pequenas e reveladoras notas redigidas por um sagaz colunista de jornal, que atravessa incólume os 130 anos da República. Os autores lançam o livro na Livraria da Travessa do Shopping Leblon (Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Rio de Janeiro / RJ), na próxima quarta-feira (27), às 18h, e na Mandarina (Rua Ferreira de Araújo, 373 – São Paulo / SP) no dia 3 de dezembro, às 19h30. O outro é Todas as mulheres dos presidentes, dos também jornalistas Ciça Guedes e Murilo Fiúza. O livro é sobre todas as primeiras-damas desde a Proclamação da República. A chega ainda esse ano às livrarias.

PublishNews, Redação, 25/11/2019

As obras de Monteiro Lobato entraram em domínio público no início do ano e desde então, suas histórias estão sendo reeditadas por várias editoras, em diversas versões. Mas uma obra do autor parece condenada ao esquecimento: Negrinha, que completa cem anos em 2020. O livro é uma coletânea de contos que traz, entre os textos, a história do título e que foi chamado de racista por conter trechos como “mulatinha escura, de cabelos ruços e olhos assustados” ou “era uma negrinha, magricela, um frangalho de nada”. Segundo a coluna Painel das Letras, editoras como Companhia das Letras, FTD, Autêntica e Globo afirmam não ter previsão de lançar Negrinha. Uma das únicas editoras a encarar a empreitada foi a Principis (Ciranda Cultural), que lançou o livro no início deste ano. A coluna ainda adiantou que livrarias e entidades do livro preparam pelo segundo ano seguido a campanha #VemPraLivraria para incentivar compras neste fim de ano. O cronograma de lançamento ainda está sendo definido. Já a coluna Avant-Première, do Valor Econômico, contou que a Ler – Salão Carioca do Livro irá doar cinco mil livros para o projeto de remição de pena pela literatura, que permite ao detento quitar parte de sua penalidade por meio da leitura mensal de uma obra literária. Os livros serão destinados à revitalização de bibliotecas situadas em presídios ou em áreas desfavorecidas. Clique no Leia Mais para conferir a íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 25/11/2019

Rosana Trevisan construiu a sua carreira na Melhoramentos, onde ficou por 25 anos até sair em agosto de 2017. De lá para cá, atuou como editora autônoma e foi voluntária no Projeto Myra, da Fundação SM. Agora, ela começou na Brinque-Book como gerente de Produção Editorial, ficando responsável pela produção dos livros infantis (Brinque-Book) e juvenis (Escarlate).

PublishNews, Redação, 25/11/2019

Venezuela em crise. Chilenos e colombiano vão às ruas. Evo Morales renuncia ao cargo de presidente na Bolívia. Brasil vê o crescimento da extrema-direita. A América do Sul está em ebulição. Diante disso, o clube de assinaturas Panaceia resolveu escalar os diplomatas e ex-ministros Celso Amorim e Rubens Ricupero, para debater o tema. O evento acontece logo mais, às 19h, no Tapera Taperá (Galeria Metrópole - Av. São Luís, 187 - 2º andar - loja 29 – São Paulo / SP). A entrada é gratuita.

PublishNews, Redação, 25/11/2019

A Dublinense lançou o seu primeiro financiamento coletivo no Catarse. A obra Fake Fiction – Contos sobre um Brasil onde tudo pode ser verdade é uma coletânea com 36 autores discutindo a política recente no país e vislumbrando possíveis futuros, com alguns absurdos reais e outros apenas imaginados. “No momento em que a verdade nos foi tomada de assalto, nós juntamos um time de ficcionistas para roubá-la de volta”, explicam Julia Dantas e Rodrigo Rosp, os organizadores do livro. Entre os nomes selecionados, estão autores como Adriana Lisboa, Carlos André Moreira, Carlos Eduardo Pereira, Claudia Nina, Clarice Müller, Itamar Vieira Júnior, Luisa Geisler, Taiasmin Ohnmacht e Vitor Necchi. Os textos foram organizados em uma linha de tempo, que começa nas manifestações de 2013, passa pelo impeachment, pelo pré e pelo pós-eleições, envereda pelos dias do governo atual e imagina o que pode acontecer no Brasil dos próximos anos. O financiamento faz ainda uma homenagem a grandes figuras históricas dos movimentos sociais brasileiros, batizando cada opção de apoio com o nome de uma personalidade, como Olga Benário, Chico Mendes, Vladimir Herzog, Dandara, Paulo Freire e Marielle Franco. No total, são 17 modalidades de financiamento e as recompensas, além do exemplar do livro, incluem ecobags, adesivos, participação em lista exclusiva de novidades. Para apoiar o projeto, que até o momento arrecadou 21% da meta de R$ 17 mil, é só clicar aqui.

PublishNews, Redação, 25/11/2019

Sou de Minas, Uai | © DivulgaçãoA Rede de Bibliotecas Comunitárias Sou de Minas, Uai realiza nesta sexta (29), o seminário Bibliotecas, Transformação Social e Decolonização dos Saberes, para refletir sobre o potencial das bibliotecas no enfrentamento das desigualdades sociais e na formação dos cidadãos e reconhecimento dos saberes das comunidades. Essa é a 9° edição do Seminário de Leitura que da rede, que desta vez, será realizado na Escola de Ciência da Informação, na Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG - Av. Pres. Antônio Carlos, 6627 – Belo Horizonte / MG). O evento contará com a participação de pesquisadores, professores, mediadores de leitura, escritores, estudantes. Na ocasião acontecerá também o lançamento do livro O Brasil que lê: Bibliotecas Comunitárias e resistência cultural na formação de leitores. O evento acontece das 13h às 20h30, após um bate papo com o escritor Tino Freitas. O evento tem entrada gratuita e as inscrições podem ser feitas clicando aqui.

“Eu gostaria de ver escritas literárias e teóricas de escritores que tenham posicionamentos que quebrem com o olhar universal”
Aza Njeri
Doutora em literaturas africanas
1.
A sutil arte de ligar o foda-se
2.
Essa gente
3.
A garota do lago
4.
Mais esperto que o diabo
5.
Escravidão
6.
O poder da autorresponsabilidade
7.
Do mil ao milhão
8.
O milagre da manhã
9.
Sapiens
10.
Luccas Neto em "Os aventureiros"
 
PublishNews, Redação, 25/11/2019

Treinador do time carioca Flamengo - vencedor da Libertadores e campeonato brasileiro de 2019 - Jorge Jesus tem conquistado a admiração de todos os fãs de futebol. Ex-futebolista e técnico português, começou sua carreira no Sporting, chegou ao Brasil em 2019 e caiu nos braços da torcida devido ao desempenho do Flamengo nos campeonatos que disputa. Em Jorge, amado e desamado (Chiado, 252 pp, R$ 36), o autor Luís Garcia conta a história do treinador, das suas desilusões e conquistas. "Aquilo que eu estudo é futebol. Claro que tenho de ter um pouco de cultura geral, mas discurso não é percurso. E jogo falado é uma coisa, jogo treinado outra e jogo jogado outra ainda”, conta na obra.

PublishNews, Redação, 25/11/2019

Em O ano do macaco (Companhia das Letras, 168 pp, R$ 49,90 – Trad.: Camila Von Holdefer) acompanhamos uma Patti Smith prestes a completar 70 anos e precisando lidar com a perda de dois amigos queridos — seu mentor, o músico Sandy Pearlman, e seu referencial artístico da vida toda, o escritor e dramaturgo Sam Shepard. O ano é 2016. Donald Trump foi eleito presidente dos EUA e Patti, na estrada, atravessa o país fazendo shows, deixando-se levar por sonhos e delírios, adentrando a bruma de uma espécie de mundo das maravilhas muito particular, onde a lógica do tempo não existe e os mortos podem falar. Nessas memórias, a autora do aclamado Só garotos leva o leitor por uma delicada e surreal jornada ao coração de um dos períodos mais turbulentos de sua trajetória.

PublishNews, Redação, 25/11/2019

Monja, jornalista, pensadora. Por trás da figura serena e sempre alegre, existe uma das maiores personalidades brasileiras da atualidade. Suas convicções são precisas e duradouras, mesmo que transmitidas de maneira doce e leve. Seus ensinamentos têm formado uma geração livre de preconceitos religiosos e focada na evolução do eu interior, na liberdade dos pensamentos, no controle do ego e principalmente na possibilidade de ser zen em um mundo caótico. Em O que aprendi com o silêncio (Academia / Planeta), Coen Roshi conta sua história com um olhar inusitado. Às vezes emotivo, em outros momentos sarcástico, mas sempre com a capacidade de fazer de um instante o infinito e do infinito um instante. No livro ela ainda conta por que o silêncio foi tão importante em meio a tantas histórias barulhentas e dissonantes.

 
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