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PublishNews 14/08/2018
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PublishNews, Leonardo Neto, 14/08/2018

Bel Rodrigues e Paola Aleksandra estreiam na lista Nielsen PublishNews | © redes sociais das autorasA Lista Nielsen PublishNews, aquela que reúne os livros de autores nacionais mais vendidos em livrarias, supermercados e lojas de autoatendimento do Brasil, deu as boas-vindas, em julho, para três novos títulos na Lista de Ficção. Em comum, os três foram escritos por mulheres: Volte para mim (Essência / Planeta), de Paola Aleksandra, em terceiro lugar; 13 segundos (Galera Record), de Bel Rodrigues, em quinto, e Nunca é tarde para mudar (Academia / Planeta), de Monica de Castro, em 14º. Interessante notar que esses foram os primeiros livros de Paola e de Bel (essa já tinha participado de uma coletânea, mas é o seu primeiro trabalho solo). Mas mais do que isso, é interessante ainda observar que as duas são donas de canais no YouTube criados para falar justamente sobre livros. Em Não Ficção, o topo da lista é ocupado, é claro, pelos irmãos Neto. As aventuras na Netoland com Luccas Neto (Pixel) ficou em primeiro lugar e Felipe Neto – A vida por trás das câmeras, em segundo. Caio Carneiro e o seu Seja foda! (Buzz) completa o pódio do mês. A lista trouxe uma única novidade no mês que foi marcado pela Copa do Mundo de Futebol. Estamos falando de O guia secreto do sabe tudo das copas (Pixel), de Marcelo Martinez, que estreou na lista ocupando a 14ª posição. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da lista.

PublishNews, Redação, 14/08/2018

Este ano, as Nações Unidas celebram o 70º aniversário da Declaração Universal dos Direitos Humanos e a Feira de Frankfurt realiza sua 70ª edição. Por isso, as duas resolveram se juntar e lançaram a campanha On The Same Page, que pede que a indústria internacional de livros e mídia se envolva ativamente na garantia do respeito aos direitos humanos. Como os direitos mínimos estão sendo desafiados em várias partes do mundo, a campanha surgiu para mobilizar livreiros e editores em todo o mundo e garantir que estão todos “na mesma página”. Para participar, os livreiros são convidados a montar exibições de livros selecionados, enquanto os editores podem organizar leituras e eventos dedicados ao tema dos direitos humanos. Para ajudar, livreiros e editores também recebem gratuitamente um pacote de materiais, que podem ser usados para promover e aumentar a visibilidade de suas ações. A campanha nas redes sociais começa em setembro e diversos eventos sobre o tema estão sendo planejados para a Feira de Frankfurt. 

PublishNees, Felipe Lindoso, 14/08/2018

O problema das chamadas “obras órfãs” sempre esteve presente, embora raramente notado e apenas ocasionalmente provocando discussões. Já em 2013, em um artigo no PublishNews, escrevi que “a chamada obra órfã é aquela sobre a qual se supõe que ainda existe proteção quanto aos direitos autorais, mas que a) não há certeza sobre se o autor está vivo ou tenha falecido, e b) no caso de falecimento, se os setenta anos já transcorreram, e quem seria o herdeiro ou herdeiros dos direitos morais e patrimoniais da obra”. Apesar da Lei de Direitos Autorais vigente no Brasil proibir inclusive o armazenamento em bancos de dados, guardar obras protegidas em computadores, microfilmar, etc., o problema não se fazia premente. Afinal, o que existia de obras órfãs geralmente estava nas bibliotecas e muito raramente provocava interesse para além dos círculos de pesquisadores interessados em tal ou qual tema (ou autor). Quando interessava algum assunto específico por um livro armazenado em uma biblioteca pública, geralmente era para fazer uma referência ou citação breve. Clique no Leia Mais para ter acesso à íntegra dessa coluna.

PublishNews, Redação, 14/08/2018

Primavera Literária, evento encampado pela Liga Brasileira de Editoras, volta a ocupar o Museu da República no Rio de Janeiro | © Facebook da LibreA 18ª edição da Primavera Literária do Rio, evento realizado pela Liga Brasileira de Editoras (Libre) irá acontecer de 18 a 21 de outubro novamente no Museu da República. Durante este período, as alamedas de um dos jardins mais bonitos do Rio de Janeiro abrigarão estandes de editoras independentes de vários estados do Brasil, com seus inúmeros livros e descontos. A bibliodiversidade, assunto sempre discutido e pregado pela Libre estará presente nos temas da programação cultural gratuita, nos lançamentos de livros e nos títulos oferecidos ao público, que, tradicionalmente, comparece à Primavera em busca de obras que não encontram nas vitrines das livrarias. Além disso, a Libre abriu uma chamada para editoras que queiram participar do evento e mostrar seus catálogos. As inscrições seguem até o dia 1º de setembro e podem ser feitas pelo e-mail secretaria@libre.org.br. Além do evento no Rio, a Primavera Literária de Belo Horizonte também já tem data marcada e irá acontecer de 8 a 11 de novembro.

PublishNews, Redação, 14/08/2018

A Bazar do Tempo se uniu às Livrarias da Travessa, Leonardo da Vinci e Da Vila para falar justamente sobre elas: as livrarias. O primeiro encontro acontece logo mais, às 19h, na Livraria da Travessa (Rua Voluntários da Pátria, 97 – Rio de Janeiro / RJ) e terá o tema Uma paixão: histórias sobre livros, leituras e livreiros. O bate-papo contará com a presença da jornalista Cora Rónai, Rui Campos, a equipe Travessa e Mateus Baldi, do Resenha de Bolso, para falarem sobre o assunto. O segundo encontro acontece nesta quinta (16), também às 19h, na Livraria Leonardo da Vinci (Av. Rio Branco, 185 – Rio de Janeiro / RJ) com o tema A alma das cidades: Histórias sobre vocação, negócios, desafios e tendências na difusão de livros e contará com a participação de Daniel Louzada (Leonardo da Vinci), Raquel Menezes (Libre), Daniel Chomski (Berinjela) e Solange Jacob Whehaibe (AEL). O último encontro acontece no dia 29, às 18h30, na Livraria da Vila (Al. Lorena, 1.731 – São Paulo / SP) e terá o tema Desbravadores do livro: Histórias sobre empreendimentos, experiências editoriais e leitores. Para participar desse encontro estarão presentes Paulo Werneck (revista Quatro Cinco Um) e Plinio Martins Filho (Ateliê Editorial e Biblioteca Brasiliana Mindlin|USP). Os eventos fazem parte do lançamento do livro Livrarias: Uma história da leitura e de leitores, de Jorge Carrión.

PublishNews, Redação, 14/08/2018

Nesta quarta (15), às 19h, a Casa Plana (Rua Fradique Coutinho, 1.139 – São Paulo / SP) recebe Ana Rüsche, Mauro Iasi e George Amaral para comentarem a obra do escritor inglês China Miéville. China é tido como um dos principais expoentes do new weird: gênero literário que teve início nos anos 1990 e que se caracteriza pela mescla entre fantasia e ficção, ambientada em mundos paralelos complexos e realistas. No evento, a escritora e pesquisadora Ana Rüsche abordará o livro A cidade & a cidade, enquanto George Amaral, publicitário e mestre em teoria literária, discutirá Estação Perdido e as outras obras da série Bas-Lag. Outubro: história da Revolução Russa, incursão historiográfica de Miéville, ficará por conta do professor, pesquisador e dirigente do PCB, Mauro Iasi. As distopias estão voltando, como pano de fundo de séries de TV e cenário de romances que levam nossas incertezas políticas e sociais ao seu extremo. A utopia, por outro lado, parece ter saído de moda, junto com o sonho de conceber um futuro melhor. No evento os participantes discutirão ainda se perdemos nossa capacidade de pensar novas conquistas ou a ideia de utopia é que precisa ser reciclada. Além disso, China Miéville prepara para novembro a obra A cicatriz e todos os seus livros estarão com 30% de desconto no site da Boitempo.

PublishNews, Redação, 14/08/2018

Jornada Literária | © Ana Póvoas De hoje até sexta (17), a 3ª Jornada Literária do Distrito Federal faz à comunidade de Ceilândia e de toda Brasília, um convite à literatura. Com cerca de 20 convidados locais e de renome nacional, o projeto de quatro dias realiza mais de 40 atividades gratuitas, entre palestras, debates, espetáculos de literatura, narração de histórias, rodas de poesia, oficinas e feiras de troca de livros, colocando leitores, escritores e ilustradores frente a frente. Entre os convidados estão a poeta Cristiane Sobral; Alexandre Pilati, professor da UnB e participante da Jornada desde sua primeira edição; e o escritor Caio Riter, autor de dezenas de obras para crianças e também de livros para adolescentes. A expectativa dos organizadores é superar a marca dos 12 mil alunos e 500 professores que estiveram presentes na Jornada de 2017. E a exemplo das edições anteriores, a Jornada já começou suas ações mobilizando as comunidades escolares de Ceilândia. No mês de junho, foram realizadas 10 oficinas de Mediação de Leitura com a participação de mais de 300 professores da região. O evento acontece no Teatro Newton Rossi, SESC Ceilândia (QNN 27 Área Especial S/N, Ceilândia Norte - Brasília / DF) e a programação completa você confere clicando aqui

PublishNews, Redação, 14/08/2018

Realizado pela Sociedade Esportiva Palmeiras, em parceria com o Sindi Clube, Fenaclubes e a Academia Paulista de Letras (APL), o Prêmio Palmeiras de Literatura segue com as inscrições abertas até esta sexta (17). O prêmio vai agraciar associados e torcedores do clube nas categorias poesia, crônica, conto e depoimento e adota a mesma metodologia do Prêmio Nacional de Literatura dos Clubes, organizado pelo Sindi Clube desde 2011. O concurso receberá obras literárias sobre temas relacionados ao time brasileiro de futebol e podem participar associados e torcedores com mais de 16 anos. Um júri de especialistas da APL avaliará os trabalhos inscritos e se encarregará de escolher os vencedores. O regulamento do prêmio pode ser consultado no site do Palmeiras e os interessados podem se inscrever pelo e-mail premio.literario@palmeiras.com.br.

“O livro é um senhor muito sábio e ele é gentil com quem o respeita”
Cinthya Müller
Comercial Planeta
1.
As aventuras na Netoland com Luccas Neto
2.
A sutil arte de ligar o foda-se
3.
O milagre da manhã
4.
Combate espiritual
5.
Seja foda!
6.
Me poupe!
7.
Felipe Neto - A vida por trás das câmeras
8.
O poder da autorresponsabilidade
9.
Poesia que transforma
10.
O poder da ação
 
PublishNews, Redação, 14/08/2018

Nicolau II, que chegou ao poder em 1894, não tinha preparo para governar. A falta de formação política fez com que aquele homem tímido tivesse sua vida e suas decisões influenciadas, sobretudo, pela esposa, a imperatriz Alexandra, e acabasse lançando a Rússia na Primeira Guerra Mundial. O país não estava apto para entrar no conflito, e o descontentamento cresceu com a escassez de alimento e as perdas militares. Em março de 1917, Nicolau foi forçado a abdicar do trono devido à revolução que eclodiu nas ruas de Petrogrado, enterrando de vez três séculos de Rússia imperial. Nos dezesseis meses posteriores, ficou primeiro detido em Tsarskoye Selo, depois, em Tobolsk e, por fim, em Ecaterimburgo, onde seria assassinado juntamente com sua família em julho de 1918. Em O último tsar (Difel / Grupo Editorial Record, 478 pp, R$ 79,90), Robert Service lança um novo olhar sobre o reinado de Nicolau II, desvelando também o tipo de governante que ele acreditava ter sido — ao contrário da desastrosa realidade — e como acabou vítima de uma tragédia pessoal numa nação onde desempenhou um papel de considerável importância. 

PublishNews, Redação, 14/08/2018

Uma das maiores autoridades mundiais sobre o nazismo, o historiador inglês Richard Evans, autor da trilogia que é a maior referência sobre o assunto, explica em Terceiro Reich na história e na memória (Crítica / Planeta, 496 pp, R$ 89,90) como o nosso entendimento sobre a Alemanha nazista vem se transformando no século XXI. Através de uma série de ensaios e textos, ele aborda diversos pontos que vivem sob o escrutínio. Analisa, por exemplo, a ação global de companhias alemães criadas na época do nazismo como a Volkswagen; mostra como os historiadores passaram a enxergar o Holocausto não como um evento histórico único, mas como um genocídio com similaridades a praticados em outros países e em outros tempos. Cada tópico é discutido em um texto separadamente, facilitando a leitura e a compreensão.

PublishNews, Redação, 14/08/2018

O nazismo foi responsável pelo extermínio de milhões de pessoas na Europa, com especial perseguição aos judeus, ao longo da Segunda Guerra. Poucos sabem, porém, que o regime estendeu suas ondas de violência e mortes para o clero, deflagrando horror e assassinatos entre os religiosos. Entre 1938 e 1945, dos 2.720 sacerdotes enviados ao campo de Dachau, 1.034 foram assassinados. O primeiro campo de concentração nazista, localizado no coração da Baviera, foi inaugurado em março de 1933, apenas 51 dias após Adolf Hitler se tornar chanceler alemão. Mas recebeu os primeiros sacerdotes, seminaristas e monges católicos cinco anos depois. É tido como o maior cemitério de padres do mundo e abrigou a primeira ordenação de um sacerdote católico em um campo de concentração. Essas e outras histórias são narradas no livro O pavilhão dos padres (Contexto, 240 pp, R$ 49,90), do jornalista francês Guillaume Zeller. A obra traz diversas histórias individuais chocantes e episódios heroicos vividos pelos religiosos em Dachau. Além dos percursos pessoais, o livro lança nova luz sobre o sistema hitlerista dos campos de concentração e aborda a fé e o comprometimento espiritual, que ultrapassaram as trajetórias pessoais desses religiosos.

PublishNews, Redação, 14/08/2018

Seria possível que um leitor parisiense, lisboeta ou fluminense tivesse acesso quase simultâneo às mesmas estampas em pleno século XIX? Contrariando nossas expectativas, Tania de Luca mostra que sim: o diálogo cultural e simbólico era intenso e rápido, muito mais do que imaginaríamos, numa riqueza e diversidade impressionantes. A ilustração (1884-1892) (Editora Unesp, 274 pp, R$ 68) convida o leitor a rever velhas noções de recepção passiva e influência, bem como todas as metáforas associadas ao espelho e ao reflexo quando se pensa nas distâncias culturais entre a Europa e nosso país. Ao longo de três capítulos preenchidos com informações de variadas fontes documentais pinta-se um quadro que registra claramente o desejo de os leitores do século XIX não só quererem saber o que passava com o mundo, como também de quererem vê-lo. Na obra, o que iremos ver são trocas nos dois sentidos, com apropriações, reapropriações e criações múltiplas, num cenário tão profícuo quanto seminal.

PublishNews, Redação, 14/08/2018

O que levou um país dono das maiores reservas de petróleo do planeta e de uma localização estratégica ao maior colapso financeiro e institucional do Ocidente? A crise na Venezuela, que ganhou a atenção mundial nos últimos meses, é apenas a face mais evidente de uma intrincada rede de organizações políticas que surgiram e foram alimentadas por Hugo Chávez como parte de seu sonho de reengenharia global. Em Hugo Chávez, o espectro (Vestígio / Autêntica, 240 pp, R$ 44,90), o jornalista Leonardo Coutinho apresenta como as digitais de Hugo Chávez podem ser encontradas desde a explosão da violência na América Central e México até nas origens do grupo Estado Islâmico. Baseado em diversos documentos, alguns deles até secretos, e em centenas de entrevistas realizadas em mais de dez países, o autor procura responder como Hugo Chávez e seus seguidores valeram-se do narcotráfico e da corrupção como política de Estado. 

 
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