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PublishNews 04/07/2018
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PublishNews, Redação, 04/07/2018

Na próxima quarta-feira (11), acontece o terceiro encontro UmLivro com PublishNews. Depois de ter uma aula sobre a Pesquisa Fipe e saber todos os detalhes sobre como funciona uma agência literária, o assunto este mês será Bibliodiversidade, uma palavra criada pelos editores sul-americanos e que hoje circula por boa parte do mundo. Pensar bibliodiversidade é um gesto em defesa do direito ao pensamento e à reflexão sobre os mais variados aspectos já que, embora diga respeito, essencialmente, à diversidade de projetos editoriais, a bibliodiversidade está relacionada também com a defesa das diversidades culturais, étnicas, raciais e de gênero. Quais são as responsabilidades do mercado na promoção dessa diversidade? Como editores e livreiros podem contribuir para que a indústria do livro seja plural e diversa? Para responder essas questões e explicar mais sobre o assunto, o encontro recebe Raquel Menezes, da Oficina Raquel e presidente da Liga Brasileira de Editores (Libre), e Alexandre Martins Fontes, da Livraria Martins Fontes. O encontro é fruto da parceria com a UmLivro, plataforma que oferece diversas soluções de impressão por demanda e logística para as editoras, acontece mais uma vez na Unibes Cultural (Rua Oscar Freire, 2.500 – São Paulo / SP), às 19h, e será mediado pelo nosso editor, Leonardo Neto. Os interessados em participar podem se inscrever clicando aqui.

PublishNews, Redação, 04/07/2018

Sai o resultado do PNLD 2019 | © Eduardo Aigner / FNDEFoi publicado na edição do Diário Oficial da União desta terça-feira (3) o resultado do Programa Nacional do Livro e do Material Didático (PNLD) 2019. Ao todo, foram aprovadas 94 obras de 29 editoras. A Moderna foi a campeã de aprovações, com 17 obras escolhidas para compor o programa. A FTD ficou em segundo, com 15 obras selecionadas e a Somos Educação, em terceiro, com 14. Uma outra forma de olhar para esse ranking é pela taxa de aprovação. Ou seja, fazer a relação entre quantos livros foram apresentados e quantos foram aprovados. Neste sentido, a SM sai na frente. A editora espanhola apresentou 13 títulos e desses, 11 foram aprovados. Taxa de 85% de aprovação. A Editora do Brasil aparece na segunda posição. Dos 14 títulos que a casa ofereceu, 11 passaram pelo crivo do MEC. Taxa de 79%. A Moderna, embora campeã em números absolutos, aparece na terceira posição, com índice de aprovação de 77%. Foram 22 obras inscritas, das quais o MEC selecionou 17. O PNLD 2019 era esperado com grande ansiedade pelos editores já que foi o primeiro edital publicado depois da assinatura de Michel Temer no decreto que praticamente refundou o programa de compra de livros didáticos pelo governo federal. Embora já trouxesse a nova nomenclatura – Programa Nacional do Livro e do Material Didático e não mais Programa Nacional do Livro Didático, como era chamado até então – o PNLD 2019 não previu a compra de livros de literatura e nem de outros produtos que não fossem livros didáticos. Os livros atenderão estudantes e professores das redes públicas de ensino que estejam cursando os anos iniciais do ensino fundamental (1º ao 5º ano). Clique no Leia Mais e tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Redação, 04/07/2018

No fim da semana passada, o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) divulgou os vencedores do concurso literário Faça parte dessa história. Com mais de quatro mil obras inscritas, o concurso selecionou os maiores talentos das escolas públicas do Brasil na arte de escrever. Entre poemas, contos, crônicas, novelas, teatro, texto de tradição popular, romances, memórias, diário, biografias, relatos de experiências e história em quadrinhos, a competição selecionou as três melhores obras em cada etapa de ensino: fundamental anos iniciais - 1º ao 5º ano e anos finais - 6º ao 9º e ensino médio. Os vencedores serão premiados em cerimônia durante a Bienal Internacional do Livro 2018 em São Paulo, no dia 3 de agosto. O primeiro lugar de cada categoria ganha uma viagem para conhecer a Feira do Livro de Frankfurt, mas só na edição de 2019. Por e-mail, FNDE informou que a viagem só ocorrerá em 2019 "devido à escassez de tempo para as providências administrativas". E todos os outros finalistas ganham, além da ida para a Bienal de SP, uma visita para conhecer a produção e distribuição do livro didático na capital paulista; um tablete e um notebook (primeiros e segundos lugares). Além disso, todos os vencedores levarão para casa um acervo completo de livros literários. Clique no Leia Mais para ver a lista de ganhadores.

PublishNews, Redação, 04/07/2018

Logo mais, às 19h, artistas, entidades e produtores culturais congregados no Fórum Brasileiro pelos Direitos Culturais (FBDC) se reunirão no Tuca (Rua Monte Alegre, 1024 – Perdizes – São Paulo / SP) em um ato de repúdio à Medida Provisória (MP) 841. A MP foi assinada no último dia 11 de junho, pelo presidente Michel Temer, para criar o Fundo Nacional de Segurança Pública (FNSP) com recursos provenientes das loterias federais, reduzindo drasticamente o percentual que seria destinado ao Fundo Nacional de Cultura (FNC), mecanismo de apoio à produção independente, as iniciativas culturais de caráter perene e os fundos estaduais e municipais de cultura. A Câmara Brasileira do Livro integra a lista de entidades reunidas no FBDC.

PublishNews, Redação, 04/07/2018

Boris Schnaiderman morreu há dois anos, pouco antes de completar seu centenário. Nascido em Úman, na Ucrânia, e naturalizado brasileiro, o tradutor, ensaísta, crítico literário, romancista e professor partiu, mas deixou uma grande contribuição à cultura brasileira e à divulgação da literatura russa. Para homenagear o célebre intelectual, a Casa das Rosas (Av. Paulista, 37 – São Paulo / SP) organizou o evento Boris Schnaiderman, além das traduções, que reunirá sua família, amigos, ex-alunos e estudiosos de suas obras, nos dias 5, 6 e 7 de julho. Todas as atividades são livres, gratuitas e abertas ao público do museu. As traduções de Schnaiderman figuram entre as primeiras realizadas, em território brasileiro, diretamente dos textos russos originais. Ele traduziu obras de Fiódor Dostoiévski, Lev Tolstói, Aleksandr Pushkin, Anton Tchekhov, Vladimir Maiakovski e Isaac Babel. Nesta quinta, às 19h, para começara homenagem acontece a palestra Diálogos com o primoroso Boris, onde a escritora e ensaísta Jerusa Pires Ferreira irá compartilhar suas memórias dos anos de trocas e aprendizado com Schnaiderman. A programação dos próximos dias conta com mais palestras, mesas de debates, programação de cinema e pode ser conferida clicando aqui

PublishNews, Redação, 04/07/2018

O fotógrafo português Fernando Lemos chegou no Brasil em 1953 e aqui se estabelece em São Paulo. Tão logo, conhece Hilda Hilst. É ela quem esteve no foco do seu primeiro ensaio fotográfico no Brasil. Este ensaio agora poderá chegar ao grande público graças ao lançamento do livro Fernando Lemos Hilda Hilst que será apresentado pelas Edições Sesc SP durante a Flip (25 a 29/07). O livro traz ainda um ensaio no qual Augusto Massi comenta esse encontro, explora a trajetória de Fernando como poeta e fotógrafo, a produção de Hilda como jovem poeta e o encontro entre os dois. Massi participa de uma mesa sobre o tema no sábado (28), a partir das 16h30, na Casa Sesc (Rua Marechal Santos Dias, 43). As Edições Sesc SP marcarám presença em Paraty em três casas. Além da Casa Sesc, a editora estará presente na Casa PublishNews e nas unidades Santa Rita e Caboré do Sesc em Paraty.

PublishNews, Redação, 04/07/2018

O poeta e tradutor carioca Paulo Henriques Britto é o terceiro convidado do projeto Um Escritor na Biblioteca deste mês. Durante o bate-papo, o convidado fala, entre outros assuntos, sobre a sua relação com livros e bibliotecas. Paulo Henriques Britto é professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio) em cursos de tradução, criação literária e literatura brasileira. Estreou como poeta em 1982, com Liturgia da matéria, publicando no mesmo gênero os livros Trovar claro (1990), Tarde (2007), Formas do nada (2012) e Macau (2003). Com mediação do jornalista Christian Schwartz, o evento acontece na próxima terça (10), às 19h30, no auditório da Biblioteca Pública do Paraná (Rua Cândido Lopes, 133 – Curitiba / PR). Até novembro, outros cinco autores participam do projeto.

PublishNews, Redação, 04/07/2018

A Elsevier criou no final de junho, um canal direto de vendas para atendimento exclusivo e com garantia de pronta-entrega para pequenos e médios revendedores. Empresa disponibilizou uma página em sua loja virtual onde esse público pode adquirir as obras lançadas com cupons exclusivos. Por este canal, o revendedor efetua seus pedidos, paga com cartão de crédito em até seis vezes e recebe diretamente no endereço indicado. “Acreditamos que com tantas mudanças no setor, como a saída de distribuidores importantes, o abastecimento de pequenos e médios revendedores deve ser garantido até para que possamos colaborar com a sustentabilidade desses canais que abastecem mercados importantes. Por isso, nosso canal está aberto para atendê-los da maneira mais apropriada”, explica Carlos Cavalcanti, diretor de Vendas da Elsevier. Qualquer dúvida, os pequenos e médios livreiros podem entrar em contato com a empresa pelo telefone (11) 3544-9201.

“Você será igual ao que é hoje em cinco anos, exceto pelas pessoas que você conhecer e pelos livros que ler”
Charlie 'Tremendous' Jones
Empresário e palestrante americano (1927-2008)
1.
As aventuras na Netoland com Luccas Neto
2.
A sutil arte de ligar o foda-se
3.
Sonhar alto, pensar grande
4.
O milagre da manhã
5.
Combate espiritual
6.
Felipe Neto - A vida por trás das câmeras
7.
Seja foda!
8.
O poder da autorresponsabilidade
9.
O poder da ação
10.
Me poupe!
 
PublishNews, Redação, 04/07/2018

Em busca de aventura, o jornalista Malone é enviado para entrevistar o temperamental professor Challenger, cujos ataques de fúria – provocados sempre que questionado sobre a veracidade de seus relatos sobre um estranho platô no Brasil – o tornaram infame em Londres. Ao ganhar a confiança do professor, Malone é convidado a se juntar à expedição que irá tirar a limpo suas afirmações. Junto do sorumbático professor Summerlee e do grande caçador lorde Roxton, o que Malone e Challenger encontram é um mundo parado no tempo, onde convivem criaturas pré-históricas de diferentes eras, cercando-os de perigos. Em O mundo perdido (Todavia, 296 pp, R$ 49,90 – Trad.: Samir Machado de Machado), Arthur Conan Doyle trouxe os dinossauros para a literatura e criou um clássico da aventura e da ficção científica. Acrescida de notas que atualizam as noções de ciência e paleontologia da época, esta edição traz também um posfácio crítico sobre o impacto dos dinossauros na cultura popular do século XX.

PublishNews, Redação, 04/07/2018

Em 1961, enquanto o presidente John F. Kennedy funcionários da Nasa trilhavam o caminho do homem à Lua, o escritor inglês Arthur C. Clarke resolveu se antecipar algumas décadas ou séculos na história e transformou, ao menos na literatura, o nosso enigmático satélite natural em um atrativo ponto turístico. Poeira Lunar (Aleph, 304 pp, R$ 44,90 – Trad.: Daniel Lühmann) transporta o leitor para um século 21 imaginário, no qual a exploração espacial é uma realidade. Nesse cenário, a Lua, esse astro que atraiu e encantou a humanidade desde os primórdios, se torna um destino turístico. Seus mares nunca antes navegados, passam a ser desbravados por uma nave de cruzeiro com tecnologia de ponta: a Selene. Mas o espaço, apesar de nossos avanços científicos, continua sendo um ambiente arriscado, indômito e cheio de armadilhas. O que parecia um simples passeio turístico se torna uma perigosa aventura quando a Selene, com vinte passageiros a bordo, naufraga em poeira no Mar da Sede. Sem comunicação ou meios de voltar à superfície, o pequeno grupo fica preso, e os turistas, junto a dois tripulantes e um experiente astronauta, se tornam um microcosmo da sociedade. Enquanto aguarda o resgate, o capitão da Selene precisa lidar com as ansiedades de seus passageiros e, ao mesmo tempo, tomar difíceis decisões que podem significar a vida ou a morte para cada um dos náufragos.

PublishNews, Redação, 04/07/2018

Em seu romance de estreia, Gillian Flynn, a autora de Garota exemplar, dá um novo significado à expressão "família disfuncional". Aclamado pela crítica e por autores como Stephen King, o thriller psicológico Sharp objects: Objetos cortantes (Intrínseca, 256 pp, R$ 39,90) conta a história de Camille Preaker. Recém-saída de um hospital psiquiátrico, a repórter tem um desafio pela frente: retornar à sua cidade natal para investigar o brutal assassinato de uma menina e o desaparecimento de outra. Desde que deixou a pequena Wind Gap, no Missouri, oito anos antes, Camille quase não falou com a mãe neurótica, o padrasto e a meia-irmã que praticamente não conhece. Hospedada na casa da família, a jornalista precisa lidar com as memórias difíceis de sua infância e adolescência. E à medida que as investigações para elaborar sua matéria avançam, Camille passa a desvendar segredos perturbadores, tão macabros quanto os problemas que ela própria enfrenta. A nova edição ganhou uma sobrecapa especial e um novo título que fazem referência à minissérie da HBO.

PublishNews, Redação, 04/07/2018

Com edição especial em capa dura e projeto gráfico arrojado, O tempo desconjuntado (Suma de Letras, 272 pp, R$ 49,90), obra de Philip K. Dick, chega trazendo um retrato da construção do medo, da desconfiança e da própria realidade. Ragle Gumm tem um trabalho bastante peculiar: ele sempre acerta a resposta para um concurso diário do jornal local. E quando ele não está consultando seus gráficos e tabelas para o trabalho, ele aproveita a vida tranquila em uma pequena cidade americana em 1959. Pelo menos, é isso que ele acha. Mas coisas estranhas começam a acontecer. Primeiro, Ragle encontra uma lista telefônica e todos os números parecem ter sido desconectados. Depois, uma revista sobre famosos traz na capa uma mulher belíssima que ele nunca tinha visto antes, Marilyn Monroe. E para piorar, objetos do dia a dia começam a desaparecer e são substituídos por pedaços de papel com palavras escritas, como “vaso de flores” e “barraca de refrigerante”. A única alternativa que Ragle encontra para descobrir o que está acontecendo é fugir da cidade e de todos esses acontecimentos bizarros, contudo, nem a fuga nem a descoberta serão tão fáceis quanto ele imaginava.

PublishNews, Redação, 04/07/2018

No início da década de 1990 o parque Algonquin, noroeste de Toronto, ficou marcado pela morte de um casal que acampava em uma de suas ilhas. Um urso-negro os atacou sem motivo aparente e o caso ganhou grandes proporções. Naquela época, Claire Cameron trabalhava no parque e pôde acompanhar de perto as teorias que envolveram o ataque. Na nota da autora, inserida logo no início do livro, ela esclarece que não houve culpados, “o casal estava simplesmente no lugar errado, na hora errada”, mas o episódio serviu de inspiração para que, anos depois, ela escrevesse O urso (Bertrand, 256 pp, R$ 42,90), uma história sobre perda, luto e sobrevivência. Baseado nas memórias e pesquisas de Claire, o livro é narrado em primeira pessoa por Anna, de cinco anos. Ela e o irmão mais novo conseguem sobreviver ao ataque de um urso após o pai trancá-los em um compartimento de comida. Os adultos não têm a mesma sorte. Quando acorda no dia seguinte, Anna acredita que seu pai fugiu por estar chateado, afinal, só poderia ser esse o significado dos gritos que ele deu durante a noite. A mãe, encontrada muito machucada entre os arbustos da reserva, consegue usar suas últimas forças para instruir Anna a sair da ilha e promete encontrá-la “quando for a hora”. O que se segue é uma experiência de provação vividamente retratada pela autora.

 
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