Caso não consiga visualizar corretamente esta mensagem, clique aqui.
PublishNews 29/06/2018
A psi7 Printing Solutions & Internet 7 S.A. é uma empresa de tecnologia na gestão de conteúdos que ajuda as empresas, sejam editoras ou indústrias, a propagar o seu conteúdo nos formatos impresso, áudio, dados ou eletrônico.
Revisora, copidesque e produtora editorial há mais de dez anos com experiência em todas as etapas da produção editorial.
Com mais de 20 anos de experiência na diagramação de livros, Julio Fado oferece um trabalho profissional, de qualidade e rápido. Além da diagramação de livros para impressão, ele também diagrama livros em formato digital.
PublishNews, Redação, 29/06/2018

Na manhã desta quinta-feira (28), Marcos da Veiga Pereira e Luís Antonio Torelli, respectivamente presidentes do Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) e da Câmara Brasileira do Livro (CBL), se encontraram com o presidente Michel Temer para pedir apoio na busca de soluções para a contenção dos problemas financeiros enfrentados pela indústria editorial brasileira. Na pauta, estava em especial o varejo de livros, que vem sofrendo, segundo os representantes, um estrangulamento financeiro, em especial nos últimos três meses. A crise no varejo, obviamente, se reflete na indústria. A perda de capital de giro das principais redes levou à renegociação de contratos e ao atraso de pagamentos aos fornecedores, em especial, às editoras, colocando todo o mercado em risco. Clique no Leia Mais e saiba como foi o encontro.

PublishNews, Redação, 29/06/2018

A mesa diretora da Câmara dos Deputados enviou, nesta quinta-feira (28), a redação final da Lei Castilho, que institui a Política Nacional de Leitura e Escrita, para a sanção do presidente Michel Temer. O documento estabelece estratégias permanentes para promover o livro, a leitura, a escrita, a literatura e as bibliotecas de acesso público no Brasil. De autoria da senadora Fátima Bezerra (PT/RN), a Lei Castilho foi apresentada por José Castilho Marques Neto, na época, secretário-executivo do Plano Nacional do Livro e Leitura (PNLL). Entre as diretrizes da Lei, estão o fortalecimento dos Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas e o reconhecimento das cadeias criativa, produtiva, distributiva e mediadora do livro, da leitura, da escrita, da literatura e das bibliotecas como integrantes fundamentais e dinamizadoras da economia criativa. Agora, o presidente tem até 15 dias para dar o seu autógrafo. 

PublishNews, Redação, 29/06/2018

Djamila Ribeiro estreou essa semana na Lista dos Mais Vendidos do PublishNews | © Julia Rodrigues / Redes Sociais da autoraEm comparação com a semana passada, a Lista dos Mais Vendidos do PublishNews perdeu 13% no volume de vendas. A queda foi sentida em praticamente todas as categorias. Em Ficção, o tombo foi de 26%; em Autoajuda, de 20% e em Não Ficção, de 12%. No topo da Lista Geral continua reinando absoluto o “livrão” de Luccas Neto (Pixel / Ediouro), com 12.032 exemplares vendidos. Em segundo, se manteve A sutil arte de ligar o foda-se (Intrínseca), mas na terceira posição reaparece Sonhar alto, pensar grande (Gente), de Theunis Marinho. O livro chegou à lista em maio de 2016, quando vendeu quase três mil cópias. No ano passado, o título permaneceu na lista e vendeu, ao longo do ano, outros três mil exemplares. Nesse ano, Sonhar alto, pensar grande ainda não tinha aparecido na lista. Na sua reestreia, vendeu 4.984 exemplares, garantindo a terceira posição e empurrando para a quarta O milagre da manhã (BestSeller / Record), que ocupava essa posição já tinha muito tempo. Sete estreantes apareceram na lista pela primeira vez nessa semana. Destaque para a lista de Não Ficção, que traz na 10ª posição, com 576 exemplares, o livro Subcidadania brasileira (LeYa), de Jessé de Souza, autor de A elite do atraso (LeYa – 7ª posição da lista nessa semana). Na 14ª posição da mesma lista, aparece pela primeira vez Quem tem medo do feminismo negro? (Companhia das Letras), da militante Djamila Ribeiro (na foto ao lado). Foram 412 cópias vendidas na sua semana de estreia. Clique no Leia Mais e confira outros destaques da lista. 

PublishNews, Redação, 29/06/2018

Biblioteca Parque Villa-Lobos | © Equipe SP LeiturasForam anunciadas ontem (28) as cinco finalistas do Prêmio Internacional de Biblioteca Pública do Ano de 2018 e a Biblioteca Parque Villa-Lobos, de São Paulo, integra essa lista. Ao todo, o concurso recebeu 35 inscrições de 19 países. As finalistas foram selecionadas por um júri composto por membros da Federação Internacional de Associações de Bibliotecas (IFLA), que realiza o prêmio junto com a Systematic. Para chegar às finais do prêmio, as cinco bibliotecas foram avaliadas em seis critérios que incluem a cultura local, a sustentabilidade, até que ponto a biblioteca leva em conta o desenvolvimento digital e os desejos e necessidades dos usuários. Para a escolha da Biblioteca Parque Villa-Lobos, o júri levou em conta o ambiente claro e aberto do espaço e destacou que ela é uma biblioteca ativa, cujo design de interiores e arquitetura possibilitam a realização de atividades de muitos tipos diferentes. Também concorrem a Austin Central Library nos EUA, por seu foco na sustentabilidade; o KopGroep Bibliotheken, na Holanda, por cooperar com o teatro local e pela interação entre a arquitetura nova e antiga; a norueguesa Deichman Biblo Toyen, por seu amplo envolvimento de usuários; e a Biblioteca Regional de Tampines, em Cingapura, por facilitar os interesses de esportes, lazer e serviços para os cidadãos. A vencedora ganhará um prêmio no valor de US$ 5 mil e será anunciada no dia 28 de agosto, em Kuala Lumpur, na Malásia, durante a Reunião Anual da IFLA. Lembrando que a Biblioteca de São Paulo, irmã da Villa-Lobos, nesse ano também ficou entre as finalistas de outro prêmio internacional, o da Feira do Livro de Londres.

PublishNews, Redação, 29/06/2018

A Copa do Mundo está com a bola rolando e alguns escritores estão olhando para a competição de um modo diferente, procurando nuances e lances que passam despercebidos para a maioria. Essa é a proposta do blog Crônicas da Copa, um projeto que reúne craques da escrita para retratar os acontecimentos do campeonato sob a ótica da crônica esportiva. Ideia de Fernanda de Aragão e Márcio Assêncio Araújo, a intenção do projeto é resgatar a tradição brasileira que teve seu auge com Mario Filho, Nelson Rodrigues, Paulo Mendes Campos, Armando Nogueira, Carlos Drummond de Andrade, entre tantos jornalistas e escritores que marcaram época nos jornais brasileiros do século passado. Hoje o blog conta com a colaboração de mais de 35 autores, entre eles nomes importantes do jornalismo, da literatura e da publicidade como Maria Valéria Rezende, Christian Dunker, Maurício de Almeida, Rose Ferraz, Carlos Castelo, entre outros. O projeto acaba assim que o campeão levantar a taça na Rússia, mas os relatos ficarão guardados no site.

PublishNews, Redação, 29/06/2018

Cinco artistas brasileiros também foram escolhidos sob a curadoria de Dolores Prades | © Bente Olesen Nystrom, do livro 'Hr. Alting'. Gyldendal. Copenhagem, 2006O Sesc Bom Retiro (Al. Nothmann, 185 – São Paulo / SP) recebe, a partir do dia 9 de julho, a exposição A ilustração como porta para o mundo, que fez parte da programação da Feira do Livro Infantil e Juvenil de Bolonha em 2016. Além dos 50 artistas escolhidos pela curadoria de Paola Vassalli, um complemento com cinco artistas brasileiros foram escolhidos sob a curadoria de Dolores Prades, colunista do PublishNews. A parte internacional da mostra está dividida em cinco décadas: 1967 – 1976, 1977 – 1986, 1987 – 1996, 1997 – 2006, 2007 – 2016, cada uma representada por 10 ilustradores que marcaram sua época e que foram premiados nos últimos 50 anos da Feira de Bolonha. Além da mostra principal, há uma paralela, que trata de uma pequena, mas significativa seleção do panorama da ilustração brasileira das últimas décadas. Para enfatizar a diversidade de estilos e de narrativas visuais que marcaram as principais tendências da ilustração brasileira nacional e internacionalmente foram escolhidos os artistas Daniel Bueno, Fernando Vilela, Mariana Zanetti, Marilda Castanha e Odilon Moraes. A mostra ficará em cartaz até 14 de outubro.

PublishNews, Redação, 29/06/2018

A Academia Brasileira de Escritores (Abresc) foi fundada em 2011 com a missão de capacitar pessoas que desejavam empreender um projeto editorial, mas devido às dúvidas e dificuldades burocráticas, acabam por não publicar. Esta sexta-feira será especial para a entidade. É que logo mais, às 20h, a Abresc outorga o título de "imortal" a 20 personalidades cuja atuação fomenta e apoia o incentivo à educação e à cultura. Entre eles estão nomes como Aguinaldo Gonçalves, poeta, escritor e crítico de arte; Claudia Costin, gestora educacional; José Luiz Goldfarb (foto ao lado), curador do Prêmio Jabuti por 22 anos, professor universitário e membro honorário da Academia Paulista de Educação; o jornalista Galeno Amorim; a cofundadora do Skoob, Viviane Lordello; Christiane Angelotti, fundadora, editora e produtora de conteúdo no site Para Educar; Dênio Maués, jornalista, roteirista e escritor; Tatiana Salem Levy, escritora brasileira e colunista do jornal Valor Econômico; e João Paulo Vani, fundador da própria Abresc. A cerimônia acontece na Câmara Municipal de São José do Rio Preto (Rua Silva Jardim, 3357). Além disso, neste sábado (30), a Academia realiza o 1º Simpósio Abresc de Educação e Cultura, cujo objetivo é apresentar perspectivas técnicas e mercadológicas acerca dos desafios do mercado de educação, trazidos ao público por gestores com atuação de destaque. O evento contará com três painéis: A importância da capacitação e formação continuada para o mercado de trabalho; A relevância do empreendedorismo e inovação para as áreas de Ciência, Tecnologia e Educação; e Os desafios da gestão na educação em rede. O evento acontece das 8h às 13h, no Teatro da Unip de São José do Rio Preto.

PublishNews, Redação, 29/06/2018

Na próxima semana, de 4 a 6 de julho, a mediadora de leitura Gizele Santos conduz, na Estação das Letras (Rua Marquês de Abrantes, 177 – Rio de Janeiro / RJ), a oficina A leitura convida. Nas aulas, os participantes vão realizar leituras em voz alta, com orientação para conferir e analisar pausas e entonações diferenciadas; serão despertados à capacidade de envolver o público ouvinte, individual ou coletivamente; e a fomentar as práticas leitoras que vislumbram a formação de leitores em todas as faixas etárias. A proposta da professora, conhecida por levar suas leituras e contações de história a eventos sociais e empresariais, é reunir pessoas que tenham interesse comum pela leitura em voz alta, prática que, historicamente, entrou em desuso. A oficina acontece das 14h às 18h e o investimento é de R$ 250. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail estacaodasletras@estacaodasletras.com.br.

“O prazer da leitura é também uma dor sem fim. Nem pensávamos que desenhar e escrever era já uma postura filosófico-política e que estaríamos defendendo no nosso direito de ler e escolher o que ler, o direito do outro.”
Roger Mello
Escritor e ilustrador brasileiro
1.
As aventuras na Netoland com Luccas Neto
2.
A sutil arte de ligar o foda-se
3.
Sonhar alto, pensar grande
4.
O milagre da manhã
5.
Combate espiritual
6.
Felipe Neto - A vida por trás das câmeras
7.
Seja foda!
8.
O poder da autorresponsabilidade
9.
O poder da ação
10.
Me poupe!
 
PublishNews, Redação, 29/06/2018

O paraíso são os outros (Biblioteca Azul / Globo Livros, 64 pp, R$ 44,90), de Valter Hugo Mãe, ganhou uma nova edição com ilustrações do autor inéditas no Brasil. Na obra, uma menina volta seu olhar pueril para os casais. Casais de pessoas e de animais, de homem e mulher, de mulher com mulher, de golfinhos e de pinguins. Uma menina a quem o amor intriga e fascina. Uma menina que ao imaginar a vida dos outros, sonha com a pessoa que um dia irá amar. Sua voz inocente toca tanto as crianças quanto os adultos. A nova edição desta obra do aclamado escritor português traz ilustrações do autor e texto de Noemi Jaffe na quarta capa. Além disso, esta edição apresenta texto atualizado, nota exclusiva do autor sobre suas ilustrações e miolo com cores especiais. “Mais do que um livro, O paraíso são os outros é um convite à vida. Quando percebermos que o amor precisa de ser uma solução e não um problema então teremos percebido tudo”, opina o romancista Luis Sepúlveda. 

PublishNews, Redação, 29/06/2018

Archie Ferguson é filho de Stanley e Rose, nascido no dia 3 março de 1947. Este é o único dado indiscutível de sua biografia. Pois, em 4 3 2 1 (Companhia das Letras, 816 pp, R$ 89,90 – Trad.: Rubens Figueiredo), Paul Auster constrói não uma trajetória, mas quatro diferentes percursos de vida trilhados por Archie. Desde o êxito de A trilogia de Nova York, de 1987, sua estreia na ficção, Auster tornou-se um dos principais nomes da literatura contemporânea, publicando grandes sucessos de crítica como Leviatã e Desvarios no Brooklyn. Após um hiato de sete anos, o escritor retorna à prosa com seu projeto mais ousado: pensar o que aconteceria com um mesmo personagem se as suas relações e condições — financeiras e familiares — fossem outras, como se a mesma pessoa habitasse universos paralelos. Neste exercício literário, Auster instiga uma profunda meditação acerca de um dos temas mais recorrentes em sua obra: o poder do acaso. O resultado é um romance monumental, uma reflexão sobre o que nos torna humanos, o que podemos controlar e tudo o que há de mais imprevisível no destino de cada indivíduo.

PublishNews, Redação, 29/06/2018

Romance premiado com o Prêmio Goncourt, Bússola (Todavia, 352 pp, R$ 79,90), de Mathias Enard, é uma meditação musical e encantatória sobre Oriente e Ocidente, sobre “nós” e os “outros”. Cai a noite sobre Viena e Franz Ritter, um musicólogo apaixonado pelo Oriente Médio, procura em vão dormir, à deriva entre sonhos e memórias, melancolia e febre. Revisitando sua vida – suas numerosas estadias em Istambul, Alepo, Damasco, Palmira, Teerã –, seu amor por Sarah, uma erudita francesa dona de uma inteligência feroz, e a memória de outros viajantes, aventureiros, acadêmicos e artistas do Ocidente que se apaixonaram pelo “outro” não europeu, Ritter (portador de uma doença aniquiladora) atravessa a noite numa vertigem de memórias, viagens e histórias. Bússola é uma declaração de amor e uma jornada em busca da diferença, entre Ocidente e Oriente, entre ontem, hoje e amanhã. Um inventário sobre os traços que nos distinguem uns dos outros, e uma aposta – cheia de sabedoria – sobre aquilo que nos faz tão próximos e humanos.

PublishNews, Redação, 29/06/2018

Um corpo amanhece em um beco, envolto em uma manta e com pequenas partes cortadas. O crime do cais do Valongo (Malê, 202 pp, R$ 42), de Eliana Alves Cruz, é um romance histórico-policial que começa em Moçambique e vem parar no Rio de Janeiro, mais exatamente no Cais do Valongo. O local foi porta de entrada de 500 mil a um milhão de escravizados de 1811 a 1831 e foi alçado a patrimônio da humanidade pela Unesco em 2017. A história acontece no início do século 19 é uma ficção baseada em anúncios publicados no século XIX pelos jornais Gazeta de Notícias e Jornal do Commercio. A partir do anúncio do assassinato de Bernardo Lourenço Viana, conhecido comerciante nos arredores do Cais do Valongo, o livro apresenta as condições de vida no Rio de Janeiro, ainda impactado pela violência do sistema escravista brasileiro e com marcas culturais indenitárias dos povos que viriam a formar a cultura brasileira ainda bastante definidas. A história é contada por dois narradores — Muana e Nuno — que conviveram com a vítima.

PublishNews, Redação, 29/06/2018

Faz mais de uma década que Jenna Metcalf não consegue parar de pensar em sua mãe, Alice, desaparecida em circunstâncias misteriosas logo após um trágico acidente. Jenna se recusa a acreditar que a mãe a abandonaria, por isso continua buscando pistas on-line e nas páginas de seus antigos diários. Alice era uma cientista que pesquisava o sofrimento entre os elefantes e, nos diários, escrevia basicamente sobre esses animais que ela tanto amava. Desesperada por respostas, Jenna convoca dois improváveis aliados: Serenity Jones, uma médium famosa por encontrar pessoas desaparecidas, e Virgil Stanhope, o detetive que investigou originalmente o caso de Alice, assim como a estranha morte de uma das colegas dela. Conforme os três trabalham juntos para tentar descobrir o que realmente aconteceu com Alice, percebem que, ao fazer perguntas difíceis, terão de lidar com respostas ainda mais duras. E, à medida que as memórias de Jenna se encaixam com os eventos narrados nos diários de sua mãe, a história se encaminha para um fim hipnotizante. Em Tempo de partir (Verus / Record, 434 pp, R$ 44,90) Jodi Picoult aborda temas como amor materno, perda e luto.

PublishNews, Estevão Ribeiro, 29/06/2018

 
©2001-2018 por Carrenho Editorial Ltda. Todos os direitos reservados.
Rua Fidalga 471, Conjunto 3 | Vila Madalena | São Paulo | SP | Brasil | 05432-070
O conteúdo deste site não pode ser publicado, transmitido, reescrito ou redistribuído sem autorização prévia.