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PublishNews 28/05/2018
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PublishNews, Leonardo Neto, 28/05/2018

Cenário montado na Convenção de Vendas da FTD apresentou o catálogo do Ibep | © Elias GomesÀs vezes, uma imagem vale mais do que mil palavras. A foto ao lado tirada na convenção de vendas da FTD que aconteceu na última semana circulou pelos grupos de mensagem e gerou um grande buchicho: teria a FTD comprado o Ibep? As editoras negam. A campanha "O melhor do Ibep agora com a nossa pegada" serviu para anunciar o acordo que as duas casas fizeram e pelo qual a FTD passa a imprimir, divulgar, distribuir e comercializar oito coleções que integram o catálogo do Ibep. “As obras continuam pertencendo autoralmente ao Ibep e nós da FTD assumimos o processo a partir da divulgação, distribuição e comercialização”, disse Antonio Rios, superintendente da FTD ao PublishNews. Também em entrevista ao PublishNews, Jorge Yunes disse que esta parceria estava prevista no plano de recuperação judicial, em curso desde julho do ano passado, mas negou que a parceria faça parte de uma negociação de venda da editora à FTD. “Essa é só uma parceria comercial entre duas grandes editoras”, disse. Rios também negou uma possível compra do Ibep. Clique no Leia Mais tenha acesso à íntegra desta nota.

PublishNews, Leonardo Neto, 28/05/2018

Greve de caminhoneiros afeta mercado editorial | © Marcelo Camargo/Agência BrasilEsta segunda-feira marca oito dias desde que caminhoneiros resolveram cruzar os braços, fechar rodovias e parar o Brasil com o objetivo de chamar a atenção para a sua pauta de reivindicações. O efeito disso na sociedade todos já conhecem e, como não poderia deixar de ser, afetou também o mercado editorial. Embora não haja relatos de prateleiras vazias em livrarias (o que aconteceu com supermercados, por exemplo), a distribuição de livros foi sim afetada. De acordo com a apuração da coluna Painel das Letras publicada pela Folha de S.Paulo no último sábado, a Companhia das Letras, por exemplo, enfrentou dificuldades para escoar seus lançamentos e repor suas apostas e a LeYa desistiu de enviar volumes para a Feira Panamazônica do Livro, em Belém. (PA). A Feira do Livro de Brasília, marcada para acontecer entre os dias 1º e 10 de junho, foi adiada em uma semana e vai acontecer, segundo informaram os organizadores, entre os dias 8 e 17. Em comunicado, Ivan Valério, presidente da Câmara do Livro do Distrito Federal, organizadora do evento, revelou que vários livreiros disseram que não conseguiriam que os livros chegassem em Brasília em tempo por causa da falta de combustíveis e da dificuldade de locomoção. “Fomos obrigados a fazer a mudança para garantir que o evento mantenha o brilho e não corra riscos desnecessários”, avaliou. Clique no Leia Mais e veja outros efeitos da greve no setor.

PublishNews, Redação, 28/05/2018

Nesta semana, o Estadão deu destaque para a Sextante. A editora que completa seu 20º aniversário este ano e é comandada pelos irmãos Marcos e Tomás da Veiga Pereira, teve sua história contada pelo jornal, que lembrou que ela foi criada pelos irmãos em 1998 junto com o pai, Geraldo Jordão Pereira. O jornal também adiantou que o mais antigo vendedor da Livraria Cultura, José Carlos Honório, decidiu abrir sua própria editora. “Há 35 anos trabalho na Cultura e o mercado sempre esteve em crise. Não me assusta não, de verdade, não me assusta”, disse Honório sobre a nova empreitada. A editora Humana Letra já lançou seu primeiro livro, Moedor de carne, do arquiteto Eduardo Lisboa. O próximo será Fora do centro, do psicanalista e filósofo Eduardo Leonel, previsto para junho. A Veja, fez uma matéria analisando o ano difícil da Saraiva e todas as medidas que a empresa está tomando para sair da crise. N’O Globo, Lauro Jardim adiantou que o novo livro de Yuval Noah Harari, autor de Sapiens e Homo Deus, já tem data marcada para sair: 30 de agosto. O livro se chamará 21 lições para o século XXI e examinará temas como terrorismo, fake news, Brexit, imigração, religião e até meditação. A Rocco também prepara uma nova coletânea de contos de Clarice Lispector. Todas as crônicas reúne pela primeira vez a obra completa de Clarice como cronista e chega às livrarias em agosto. O "coleguinha" Ancelmo Gois adiantou que a Flip deste ano terá uma espécie de "esquenta". A pré-Flip será no Rio, no Sesc RJ do Flamengo e acontecerá nos dias 28 e 29 de junho com uma programação focada na vida da homenageada, Hilda Hilst. A coluna Painel das Letras adiantou que a Fipe anuncia na próxima quarta-feira (30), o resultado da série histórica, que traz a preços de hoje a evolução do mercado editorial nos últimos dez anos. Já a coluna Babel destaca a série Fazendo meu filme (Gutenberg / Autêntica), de Paula Pimenta, que completa dez anos e ganha edição especial e adianta nomes da programação da Casa Libre & Nuvem de Livros na Flip: Paloma Franca Amorim, Guiomar de Grammont, Gisele Corrêa Ferreira e Haroldo Ceravolo debatem a representatividade na literatura e nos festivais literários.

PublishNews, Redação, 25/05/2018

Estão abertas as inscrições para o Prêmio Paraná de Literatura 2018. Em sua quinta edição, o concurso da Biblioteca Pública do Paraná e da Secretaria de Estado da Cultura irá selecionar livros inéditos em três categorias que homenageiam escritores importantes da literatura paranaense: Romance (prêmio Manoel Carlos Karam), Contos (prêmio Newton Sampaio) e Poesia (prêmio Helena Kolody). No ano passado, com um sistema de inscrição on-line e gratuito, mais de 2 mil obras foram enviadas por autores de todo o Brasil. O vencedor de cada categoria receberá R$ 30 mil e terá sua obra publicada pelo selo Biblioteca Paraná, com tiragem de mil exemplares (que serão distribuídos gratuitamente em bibliotecas estaduais e diversos pontos de cultura do país). Os premiados também receberão 100 cópias de seus livros e poderão, mais tarde, reeditar os trabalhos por outras editoras. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até o dia 12 de julho por meio de um formulário disponível no site da BPP. O resultado será divulgado até a primeira semana de dezembro. Em 2017, os vencedores foram Henrique Schneider (Setenta, romance), Marcelo Degrazia (A bandeira de Cuba, contos) e Sônia Barros (Tempo de dentro, poesia). 

PublishNews, Paulo Tedesco, 28/05/2018

Nas épocas de crise é que o livro ganha valor. Isso acontece em especial quando a crise anda a conquistar as formas que todos assistem: manifestações de ódio e ameaça de violência gratuita, respaldados pelo desejo de rearmar indiscriminadamente o povo e transformar, em segundos, situações pacíficas em violência real e sangrenta, onde vítima e criminoso se confundem. Nessa instância, de grande e crescente tensão, publicar sem medo e assumir posição nos debates é o mais recomendado. Em outras palavras, dar voz é a melhor maneira de se aliviar a pressão de quem quer falar, e mesmo que o que digam seja não muito recomendável, é preciso dar-lhes espaço e voz. E o livro e o mundo editorial têm seu papel a cumprir, pois as ditaduras se valem, sempre, da primeira lei: a da mordaça. Sim, é a censura direta e indiscriminada a primeira das violências quando a democracia cambaleia. Nossa tarefa, de quem está no meio editorial, é, com afinco, procurar vozes novas e dar curso a outras ainda que discordemos. O que me lembra das recentes palavras de um editor amigo: devemos publicar mesmo o que não nos agrada. Clique no Leia Mais para ler a íntegra dessa coluna.

PublishNews, Redação, 28/05/2018

A 2ª Feira de Livros da Cultura, evento realizado pela Prefeitura de São Paulo e que acontece de 7 a 9 de junho, convida as editoras a se inscreverem. Cada editora selecionada pela Comissão Organizadora receberá de uma a três bancadas de 0,80m x 2,20m para expor os seus livros. Elas, no entanto, deverão oferecer seus últimos lançamentos e os livros mais vendidos e recomendados do catálogo, com desconto mínimo de 50% sobre o preço de capa praticado no mercado. Vale ressaltar que não haverá custo nenhum para as editoras selecionadas. Interessadas em participar devem se inscrever enviando um e-mail para csmbgab@prefeitura.sp.gov.br até às 18h de hoje. A Feira acontece das 10h às 20h, nos corredores do térreo da Galeria Olido (Av. São João, 473) no prédio da SMC/Centro Cultural Olido, e no térreo da Praça das Artes (Av. São João, 281). Para mais informações é só clicar aqui.

PublishNews, Redação, 28/05/2018

Com o 'Patrão': Marcia Batista visita programa de Silvio Santos para divulgar livro que agora vai virar filme | Redes sociais da editoraNo ano passado, a Universo dos Livros lançou o livro Silvio Santos – A biografia. Escrita por Marcia Batista e Anna Medeiros, a obra conta a história de vida do camelô que construiu um império e leva o leitor a conhecer um pouco mais sobre a vida de um dos maiores comunicadores brasileiros, cuja trajetória se confunde com a história das telecomunicações no país. A obra levou cerca de dois anos para ser finalizada e na última semana, a produtora Paris Entretenimento assinou a compra dos direitos do livro para gravar um filme sobre o Homem do Baú. Depois da escolha do diretor, roteirista e elenco, a ideia é começar a filmar o longa em 2019. Tendo o livro como suporte, a cinebiografia pretende revelar a vida e a personalidade de Silvio. No ano passado, o livro vendeu 9.214 cópias segundo apuração do PublishNews.

PublishNews, Redação, 28/05/2018

A ex-primeira-dama dos EUA, Michelle Obama divulgou na última semana a capa de seu livro de memórias, Minha história, que terá lançamento mundial no dia 13 de novembro. Com o título em inglês Becoming, a capa do livro foi escolhida pela própria sra. Obama, produzida no início do ano em uma sessão de fotos, com o fotografo Miller Mobley. Antes de divulgar a capa do livro, Michelle compartilhou em sua conta do Instagram quatro fotografias inéditas de família, que ilustram momentos de sua trajetória pessoal que a levaram a se tornar a mulher que é hoje. Em suas memórias, Michelle convida os leitores a conhecer seu mundo — da infância na região de South Side, em Chicago, e os seus anos como executiva tentando equilibrar as demandas da maternidade e do trabalho, ao período em que passou no endereço mais famoso do mundo. Com honestidade e uma inteligência aguçada, ela descreve seus triunfos e suas decepções, tanto públicas quanto privadas, e conta toda a sua história, conforme a viveu — em suas próprias palavras e em seus próprios termos. O livro será lançado no Brasil na versão impressa e em e-book pela Objetiva, do Grupo Companhia das Letras. As negociações envolvendo esta publicação foram recorde no mercado internacional e, segundo apuração do Financial Times, o valor chegou a US$ 65 milhões para a publicação de dois livros: este e um outro com as memórias do próprio Obama.

“A literatura e a voz dos escritores perderam espaço nas últimas décadas. Isso é compreensível: a literatura exige um tempo longo de leitura, concentração, reflexão, imaginação.”
Milton Hatoum
Escritor brasileiro em entrevista ao 'Jornal Rascunho'
1.
As aventuras na Netoland com Luccas Neto
2.
A sutil arte de ligar o foda-se
3.
O milagre da manhã
4.
Combate espiritual
5.
Tempestade de guerra
6.
Seja foda!
7.
O poder da ação
8.
Felipe Neto - A vida por trás das câmeras
9.
O poder do hábito
10.
Jesus - O homem mais amado da história
 
PublishNews, Redação, 28/05/2018

Pouco a pouco a 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo (3 a 12/08) divulga detalhes da sua programação, e os fãs de quadrinhos, cultura pop e do universo teen já podem comemorar. É que no dia 10 de agosto, às 13h30, no espaço Arena Cultural acontece uma conversa com quatro autoras nacionais bem conhecidas desse público: Babi Dewet, Carol Christo, Pam Gonçalves e Melina Souza. Todas entre 20 e 30 anos, elas contarão como foi o processo criativo para escrever novas aventuras de personagens tão consagradas como a Mônica e Magali, além das mais recentes Marina e Denise, para o livro Turma da Mônica Jovem - uma viagem inesperada (Editora Nemo / Grupo Autêntica - parceria com Mauricio de Sousa Produções). Os fãs da turma poderão ouvir as inspirações e referências das quatro jovens autoras e tirar suas dúvidas sobre a história. Por quê a Mônica foi para a Coreia do Sul e Magali para Paraty? O que viveram por lá? Todo o universo adolescente, suas aflições, medos e descobertas, a tecnologia, a escola, os amigos, as emoções do dia a dia são parte das narrativas desenvolvidas para este projeto inédito.

PublishNews, Redação, 28/05/2018

Idealizado pelo Coletivo Bixa Pare, a primeira edição do Sarau Bixaria Literária evento que propõe performances que dialoguem com a causa LGBT, acontece nesta sexta (1º), às 19h, no jardim da Casa das Rosas (Av. Paulista, 37 – São Paulo / SP). Composta por microperformances de até cinco minutos preparadas pelo coletivo, o sarau também abre espaço para manifestações artísticas com temática voltada a questões LGBT. O evento terá participação da Mc e DJ Luana Hansen, da atriz Lua Lucas e do multiartista Caio Jade, que trabalha com performance, escrita, vídeo e fanzine. O sarau LGBTQIA+ de Micro-performances foi idealizado para ampliar o diálogo dos integrantes do Coletivo Bixa Pare com artistas e o público geral. Criado em 2017, o tem como objetivo provocar reflexões sobre um corpo socialmente lido como um "corpo bixa". Nas suas performances – que misturam linguagem cênica com artes visuais – os artistas potencializam ideais de resistência e afirmação.

PublishNews, Redação, 28/05/2018

Enfrentando uma aposentadoria forçada pela empresa na qual trabalhou a vida inteira, Roberto Bevilacqua decide mudar: deixa o Brasil e segue para a Itália. Na mala, um plano que parece simples apenas à primeira vista: retomar os estudos de italiano e viver seus últimos anos em Roma – acompanhado de seus remédios e de suas lembranças. Mas, no meio do caminho, alguns fantasmas, uma vizinha, uma lambreta, um milagre televisivo e muitos goles de vinho depois, ele vai redefinir o modo como encara a vida e o amor. Ambientado em Roma, com toda a sua história e seus milhares de turistas, Brava Serena (Não Editora, 320 pp, R$ 44,90), romance de Eduardo Krause possui uma narrativa ao mesmo tempo envolvente e divertida, falando sobre relacionamentos, experiências, os grandes lugares para se visitar, a culinária local para ser degustada e os vinhos que merecem ser celebrados. Mas, mais do que tudo, é um texto sobre as memórias que não nos deixam e sobre o grande antagonista de todas as trajetórias: o tempo.

PublishNews, Redação, 28/05/2018

A duquesa Angélique Latham é uma bela jovem de 18 anos, órfã de mãe, e filha preferida do duque de Westerfield, Philip Latham. Fruto do segundo casamento do pai, a jovem possui dois irmãos pouco tolerantes à predileção pela meia-irmã. Com a morte de Philip, Angélique é expulsa do castelo de Belgrave por Tristan, primogênito que herdou todo o patrimônio da família. A única opção da caçula é se tornar babá de uma família na região de Hampshire. Após longos meses, a jovem é mandada embora vítima de injustiça e machismo, não restando alternativa a não ser tentar a vida em Paris, único lugar em que ainda há oportunidades para uma jovem sem carta de referência ou apoio de família e amigos. Da tradicional comunidade rural inglesa para o movimentado centro urbano parisiense, o livro A Duquesa (Record, 336 pp, R$ 39,90 – Trad.: Andréa Barboza), de Danielle Steel, ganha ainda mais fôlego quando Angélique encontra a prostituta Fabienne. Ela está ferida, e conta para a protagonista sobre as condições de trabalho nas quais vivem as prostitutas da cidade. A partir daquele momento, a vida da renegada duquesa de Westerfield começa a se transformar. Angélique usa o dinheiro deixado pelo pai para abrir um bordel na grande Paris. Le Boudouir foge dos moldes violentos dos outros estabelecimentos e se torna uma referência na cidade, mas para garantir que suas funcionárias, e até mesmo ela, sejam respeitadas, Angélique precisa driblar preconceitos e violências.

PublishNews, Redação, 28/05/2018

Hebron, cidade da Palestina, 1929. Um grupo de muçulmanos fanáticos realiza um ataque aos judeus. O massacre é sangrento, cruel e inexplicável. Décadas depois, no mundo contemporâneo. Bruno, jovem de família católica, desenvolve uma estranha obsessão pelo islamismo, ao mesmo tempo em que odeia os judeus. Apesar disso, apaixona-se por Tamara, moça judia, amiga do namorado de sua irmã. Tamara, contudo, o rejeita veementemente, fazendo recrudescer, na alma de Bruno, um desejo de vingança nascido muitas vidas atrás. Da mistura de sentimentos confusos e incompreensíveis, surge o plano macabro que fará reviver o ódio adormecido, porém, nunca esquecido. Cada vez mais envolvido pelo fanatismo islâmico, Bruno planeja e executa a obra máxima de sua vida, colocando em risco não apenas sua atual encarnação, como também sua própria permanência na Terra. Nunca é tarde para mudar (Academia / Planeta, 320 pp, R$ 44,90), de Mônica de Castro, mostra que a vida obedece a critérios específicos de motivação espiritual, e que não importa o quão obscuro foi o seu passado. Ser uma pessoa melhor depende da vontade e de suas próprias escolhas.

PublishNews, Redação, 28/05/2018

Frederick Charles St. John Vanderveld Montgomery, mais conhecido como Freddie Montgomery, é um exemplo de bon-vivant. Após abandonar o emprego de cientista, decide morar com a esposa, Daphne, e o filho em uma ilha do Mediterrâneo, bebendo gim e aproveitando os prazeres da vida às custas do dinheiro da família. Quando a herança deixada pelo pai acaba, Freddie resolve pegar um empréstimo para manter seu alto padrão de vida, mas termina envolvendo-se com pessoas de má índole. Para sanar essa dívida, Freddie decide então abandonar a família e voltar para sua terra natal, a Irlanda, em busca do que restou do espólio de seu pai. Só não contava que sua mãe, Dolly, havia usado o restante dos bens deixados como herança para investir no nem tão promissor comércio de pôneis. Desesperado, Freddie decide então recuperar as obras de arte que sua mãe vendeu para um conhecido colecionador da região e, nessa tentativa frustrada, comete um assassinato. Narrado a partir dos relatos de Freddie Montgomery na prisão, O livro das evidências (Biblioteca Azul / Globo Livros, 240 pp, R$ 44,90) é um típico romance do irlandês John Banville, vencedor do Man Booker Prize. 

PublishNews, Redação, 28/05/2018

“Você está para fazer 82 anos. Encolheu seis centímetros, não pesa mais do que 45 quilos e continua bela, graciosa e desejável. Já faz 58 anos que vivemos juntos, e eu amo você mais do que nunca.” Assim André Gorz inicia sua carta de amor a Dorine, mulher ao lado de quem ele passou a vida e que há alguns anos sofria de uma doença degenerativa incurável. Como um dos principais filósofos do pós-guerra francês, Gorz escreveu inúmeros livros influentes, mas nenhuma de suas obras será tão amplamente lida e lembrada quanto esta carta simples e bela, em que ele rememora tanto a história de companheirismo, amor e militância do casal como a trajetória intelectual que percorreram juntos. Um ano após a publicação de Carta a D. (Companhia das Letras, 104 pp, R$ 44,90), um bilhete encontrado na casa onde moravam fez as vezes de pós-escrito à narrativa: André e Dorine tiraram a própria vida juntos, numa renúncia comovente a viver sozinhos.

 
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