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Washington Post

Livrarias independentes viram a página

Lojas de tijolo voltam a aparecer nos Estados Unidos

18 dezembro 2013

Primeira livraria em língua inglesa em Cuba traz diversidade à cena literária

Cuba Libro foi inaugurada na última sexta-feira

13 agosto 2013

Quanto custa produzir um e-book best-seller

Estudante da George Washington University fez as contas

8 fevereiro 2011

Bibliotecas planejam cortes

O sistema de bibliotecas públicas de Washington, nos Estados Unidos, está planejando uma severa redução em horas, que inclui fechar todas as sucursais às sextas-feiras, por causa de US$ 2 milhões, em redução de pessoal, do orçamento no próximo ano. O sistema também pode fechar cinco quiosques do ramo, que estão localizados em alguns bairros que são caros para serem mantidos, disseram funcionários. Os cortes teriam início em outubro, disse Ginnie Cooper, chefe do Distrito bibliotecário. "Nós ainda não temos definido uma data, porque eu ainda tenho esperança que as mudanças não serão implementadas", disse Cooper. Carrie Brooks, porta-voz do prefeito M. Adrian Fenty, disse em um e-mail que o prefeito não acredita que as bibliotecas devam ser obrigadas a reduzir horas, e que a administração está empenhada em encontrar recursos para resolver questões orçamentais.

30 julho 2008

Um livreiro em Bagdá

No andar de cima em Bagdá, a porta azul do quarto do filho de Nabil al-Hayawi foi trancada, vedado nos artefatos de sua curta vida. Abaixo, a voz frágil do livreiro conta como o carro bomba matou seu filho e seu irmão e demoliu a livraria da família na Rua Mutanabi, em Bagdá. Mais de um ano mais tarde, Hayawi ainda não entrou no quarto. Mas décadas de ditadura, guerra e sanções internacionais, seguido de cinco anos de ocupação, insurreição e lutas sectárias, não derrotaram Hayawis. Em um país sofrido pela falta de serviços básicos, o elevado desemprego e a escassez de investimentos estrangeiros, a família representa uma alternativa vibrante. A violência tem expulsado mais de 2 milhões de pessoas, deixando o Iraque carente de profissionais especializados, mas a reconstrução da livraria continua, sendo um motor para o crescimento intelectual e de idéias novas. Todos os dias na Rua Mutanabi, um Hayawi vende livros, educando um novo contingente de advogados, médicos e os programadores.

16 julho 2008

O negócio dos livros-brinquedo

Os livros para bebês têm ficado bastante esquisitos. Atualmente, as prateleiras das livrarias transbordam livros-brinquedo para crianças pequenas com a forma de gatos, cachorros, galinhas, cavalos, leões e outras coisas. No entanto, nem todo mundo aceita os livros-brinquedo tão facilmente. "Eu pertenço ao campo anti-hibridização; para mim, parece ser uma boa idéia encorajar as crianças a entender que livros são feitos para segurar e olhar ou ler, não para brincar", já escreveu Daniel Menaker. Aliás, em uma ensolarada manhã de verão, um garoto e dois anos chamado Alex estava visitando uma livraria Borders. Quando lhe deram a chance de escolher entre Pony, uma livro em forma de cavalo, e a edição da Penguin Classics de Great Expectations, o pequeno Alex não teve dúvida e agarrou o livro de Dickens.

18 agosto 2003

Autopublicação

O conceituado jornal Washington Post traz em sua edição de hoje uma interessante matéria sobre autores que resolvem publicar seus próprios livros, muitas vezes depois de seus manuscritos terem sido recusados por vários editores. A matéria traz até uma lista de dicas para escritores interessados em publicar seus livros, e lembra que Mark Twain, Carl Sandburg, George Bernard Shaw, Edgar Allan Poe, Rudyard Kipling, Henry David Thoreau e Walt Whitman eram editores de si mesmos e bancavam suas edições.

15 julho 2003

Barnes & Noble expande sua linha editorial

Em um momento de retração nas vendas e receios de cortes na indústria editorial, pelo menos uma "editora" norte-americana continua crescendo: a Barnes & Noble. A megarede de livrarias anunciou na segunda-feira que vai desenvolver e expandir sua linha de "livros clássicos" como Moby-Dick e As Aventuras de Huckleberry Finn. As edições do novo selo, Barnes & Noble Classics, começarão a sair do forno em maio, e 100 títulos diferentes serão lançados até junho de 2004.

7 abril 2003

Livros são julgados pela capa? Depende…

Qualquer pessoa do ramo editorial ou livreiro jura que uma boa capa pode ajudar na venda de um livro. Mas o efeito pode ser quantificado? Aparentemente não. "Eu sei que é importante. Todo mundo no mercado editorial sabe que é importante", disse Jeffrey Capshew, vice-presidente e diretor de vendas da Holtzbrinck Publishers, proprietária da St. Martin's Press e de várias outras editoras. "Mas está longe de ser algo exato e objetivo. É puro instinto." Marqueteiros, diretores de arte, editores e compradores de livros concordam em algumas qualidades que uma capa deve ter. O objetivo principal é passar uma mensagem ao consumidor em um curto período de tempo: editores querem que os leitores saibam imediatamente se um livro é uma obra de ficção ou de não-ficção e de que assunto ele trata. As melhores capas atraem um comprador em potencial instantaneamente. "Nós temos uma fração de segundo para conseguir a atenção deles. Então tudo que podemos fazer é nos esforçar para que eles peguem o livro da prateleira," disse Steve Snider, diretor de criação da St. Martin's Press, que gerencia um departamento que cria 600 capas de livros por ano. "Então eles lêem as orelhas e gostam ou não gostam do livro."

8 dezembro 2002

Disputa sobre e-books termina em acordo nos EUA

A Random House fez um acordo para encerrar o processo contra a RosettaBooks, uma editora de e-books que estava vendendo versões digitais de Cat's Cradle e de mais sete títulos bastante populares da Random. A RosettaBooks continuará publicando os livros que estavam em disputa e colaborará com a Random House em edições futuras. No entanto, o acordo deixa sem solução a questão sobre quem controla os direitos de publicação eletrônica de livros cujos contratos não abordam o formato eletrônico.

5 dezembro 2002