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The New York Times (EUA)

Leonard Riggio foi o grande nome por trás da rede de livrarias Barnes & Noble, nos EUA | © Reprodução Instagram / Nathan Smith Studios

Apanhadão da semana: morre Leonard Riggio, nome por trás da rede de livrarias Barnes & Noble

E mais: sucesso recente de Gabriel García Márquez no Japão e a obra que retrata do conflito de Elon Musk e Alexandre de Morais

30 agosto 2024
Livraria © Divulgação American Booksellers Association

EUA abrem 300 livrarias independentes em dois anos

Membros da American Booksellers Association sobem de 1.689 para 2.023 desde julho de 2020; nova lojas apresentam maior diversidade de perfil, com mais empreendedores mulheres, afro-americanos e asiáticos

11 julho 2022

Autores aceitam regras de censura para vender na China

Censores cortam trechos de livros, e autores acatam para atingir um público maior

19 outubro 2013

Criador do Kindle fala sobre o lado obscuro da Amazon

Ex-funcionário da Amazon fala sobre empresas de tecnologia em entrevista

8 abril 2013

Quem tem medo do ebook?

A polêmica sobre lançar ou não um eBook ao mesmo tempo que a versão impressa de grandes apostas da próxima temporada continua em sigilo nos Estados Unidos. Em setembro, cinco milhões de exemplares de The Lost Symbol, de Dan Brown, chegarão ao mercado norte-americano, mas a editora Knopf Doubleday ainda não revelou quando vai liberar a versão digital. Enquanto isso, a Amazon compra novos títulos para o Kindle por metade do preço da versão impressa – cujos valores vão de US$ 25 a US$ 35 - e os vende por US$ 9,99. A empresa vem acumulando perdas, mas investe no sentido de dominar o emergente mercado de eBooks. Os editores, por outro lado, ao adiar a versão eletrônica de seus lançamentos deixam de ganhar dinheiro. Enquanto a maioria está paralisada tentando entender o quanto os eBooks podem afetar a demanda por versões impressas, a Amazon se mantém firme: “Clientes do Kindle estão ansiosos por novos lançamentos e vamos continuar trabalhando duro para atender suas expectativas”, diz Andrew Herdener, executivo do grupo. (Tradução de Valéria Martins)

14 julho 2009

E-books e Kindle são negócios diferentes

No futuro, o Kindle vai ter capacidade de ler mais formatos de e-books que apenas o vendido pela Amazon. E o leitor deve poder ler livros em formato Kindle em outros aparelhos. Essa era a conclusão mais óbvia que se poderia tirar dos comentários de Bezzos em uma conferência em Nova York. Ele não deu muitas pistas sobre os futuros do negócio (costuma ser bem calado, como Steve Jobs) na conferência patrocinada pela revista Wired. Ainda assim, foi a primeira vez que se ouviu Bezzos falar do Kindle hardware como se fosse uma coisa completamente diferente do negócio de vendas de e-books. Os livros em formato Kindle já podem ser lidos em iPhones e Bezos afirmou que o objetivo é vender e-books que sejam compatíveis com outros aparelhos. Por enquanto, a ideia de subsidiar o aparelho em troca de assinaturas de compra de conteúdos está descartada. Bezos prefere “dizer ao consumidor qual o custo do aparelho”. Se ele quiser, ele usa.

23 junho 2009

Antes da primeira linha

Henry Bech, personagem de John Updike, chegou a dizer que um autor respeitável nunca pede adiantamento. Mas essa não parece ser a regra no mercado editorial americano - apesar da crise e das receitas vindas das vendas de livro que não cobrem nem os adiantamentos, editores e agentes literários parecem convencidos de que será impossível mudar as regras desses contratos. Ainda assim, apesar das frequentes notícias de adiantamentos milionários, algumas casas começam a experimentar pagamentos mais baixos antes da entrega e da publicação dos livros - e dão ao autor 50% do lucro do livro. É o caso da McSweeney’s e da Harper Studio.

10 abril 2009

Bibliotecas-divãs

Como muitas bibliotecas nos EUA, a Arlington Heights Memorial tem lutado parase manter de pé e atualizada com os novos tempos. Mas os dias de hoje estão exigindo muito mais que ajudas em referências (mesmo as em novas mídias): as bibliotecas estão se tornando o lugar tranquilo que todos procuram para o consolo da perda de emprego, do estresse da crise. Em algumas cidades, a demanda está além do esperado e os funcionários reclamam falta de preparo para as novas exigências _há quem peça ajuda para escrever currículos, quem chegue para conversar e fique mais de uma hora desabafando, quem durma nas cabines de leitura. “Acho que não estou tão acostumada com pessoas com lágrimas nos olhos”, diz Rosálie Bork, uma bibliotecária de Arlington Heights, no subúrbio rico de Chicago.

1 abril 2009

Um expedicionário mergulhado e engolido pela Amazônia

Imagine uma versão britânica e fanfarrona do Indiana Jones, com um bigode e chapéu de safári e uma predileção por falar em seu “Destino”, e você terá uma boa imagem do Coronel Percy Harrison Fawcett. No início do século 20, este espião que se tornou expedicionário, fez algumas viagens para o interior da Amazônia brasileira, como conta o novo livro de David Grann ( da equipe da revista The New Yorker), The Lost City of Z. O livro consegue, ao mesmo tempo, ser biografia, thriller policial e romance de viagem.

16 março 2009

HarperCollins dispensa dois executivos

Na última terça-feira, 10/2, a tempestade continuou a desabar sobre o mundo do livro em Nova Iorque, quando a HarperCollins Publishers anunciou uma reestruturação e o corte de cargos que atingiu dois executivos da empresa. A HC informou que está fechando a divisão Collins, editora de supersucessos como The Dangerous Book for Boys (O livro perigoso para garotos, Record)e Deceptively Delicious (Deliciosos e disfarçados, Ediouro). Steve Ross, presidente e publisher da Collins, está deixando a empresa, bem como Lisa Gallagher, publisher da William Morrow, divisão da empresa com sucessos recentes como The Lace Reader (A ledora de rendas, Rocco) e A Lion Among Men. A empresa também informou que vai fechar a Bowen Press, um selo de livros infantis.

11 fevereiro 2009