Apanhadão: como funciona a censura no século XXI
Veja também: os eternos prometidos ao Nobel de Literatura e as vendas de livro sobre 'tradewives'
Conrado Hübner Mendes assina um artigo na 451 sobre como se articula a censura no século XXI, a partir de um ecossistema de asfixia institucional que transforma o dissenso em risco financeiro, profissional e pessoal, levando à autocensura. De acordo com o jurista, essa estratégia tem o governo de Donald Trump como exemplar e atua em cinco frentes: “jurídica, comunicação (com a cumplicidade das big techs), científica, educacional e cultural, visando destruir as condições para o discurso dissidente”.
Pouco antes de Anne Carson ser laureada com o Nobel de Literatura de 2026, a Folha fez uma lista com os eternos cotados para o prêmio Nobel. É de lá a resenha do livro sobre a história da Mostra Internacional de Cinema de São Paulo, que começa na quinta-feira (15).
Vencedora do prêmio Hans Christian Andersen, Suzy Lee foi entrevistada pelo ilustrador Odilon Moraes a convite do Estadão. O jornal também produziu uma reportagem em que explica o fenômeno Bons tempos: Yesteryear (Rocco), que colocou a discussão das tradwives no centro do debate literário e já vendeu mais de 1,4 milhões de cópias.
No Globo, Ronaldo Peli escreve sobre a centralidade da produção de Michel Foucault nas discussões políticas da atualidade.

No Nexo, o historiados Flávio de Campos recomendou livros para entender o fascínio das pessoas com futebol e outros tipos de jogos.
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