Beleza de lama e technicolor do teatro
Grupo Vivencial se apresentava em Olinda e Recife, nas décadas de 1970 e 1980, durante a Ditadura Militar
O pesquisador e jornalista Márcio Bastos reconta em Lantejoulas no mangue (Autêntica, 192 pp, R$ 69,80) os detalhes a trajetória do grupo de teatro pernambucano Vivencial, que, com humor, bichice e desbunde, ergueu um universo todo particular, uma Xanadu, uma Pasárgada, em meio à ditadura militar. O Vivencial já foi retratado no filme Tatuagem (2013), de Hilton Lacerda, mas aqui ele reaparece em toda sua beleza de lama e technicolor. Lantejoulas no mangue faz parte da coleção Nossas Histórias, da Editora Autêntica, coordenada por Renan Quinalha, voltada a resgatar marcos da resistência e do fervo LGBTQI+ do Brasil.
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