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As lideranças femininas na extrema direita

18 de agosto de 2026
1 min de leitura
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Livro conta sobre aquelas que transitam nos círculos de poder mais altos e que contribuíram decisivamente para a organização das forças reacionárias no Brasil

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Foi tentando entender mais uma parte do quebra-cabeça em que se transformou a política e a sociedade brasileiras que as pesquisadoras Christina Vital da Cunha e Jaqueline Moraes Teixeira se juntaram em Mulheres e extrema direita no Brasil (Elefante, 150 pp, R$ 66), para analisar as lideranças femininas que apoiam a extrema direita brasileira, ou seja, aquelas que transitam nos círculos de poder mais altos e que contribuíram decisivamente para a organização das forças de extrema direita no Brasil. Embora essas mulheres tenham ganhado visibilidade, o gênero continua sendo um fator relevante na distribuição de poder. As declarações dos caciques partidários insistem em colocar as mulheres apenas como braços para o trabalho nas comunidades. Propostas como a substituição do voto individual por um modelo de “voto familiar”, embora façam parte da estratégia da extrema direita de continuar ditando a agenda midiática, também sinalizam as disputas internas discursivas e dentro dos partidos.

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Beatriz Sardinha
Beatriz Sardinha

Possui bacharelado em Jornalismo pela Universidade de São Paulo na Escola de Comunicações e Artes, Desde 2025, ingressou no Bacharelado em Letras na Faculdade de Filosofia, Letras ...

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