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Relações familiares, traição e a dor que cerca os portadores de doenças graves

20 de maio de 2024
1 min de leitura
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Em 'A jornada de Mary', a autora desdobra as várias camadas da traição

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A história começa em um hotel no sul do país. Mary é atendente numa cafeteria, onde conhece e se casa com Antony, o narrador da história. Mais tarde, Antony se envolve com Helena, sua cunhada. A partir desse ponto, a vida dos três se entrelaça numa trama intrincada de mentiras, culpa e busca por redenção. Sensível às causas sociais, sobretudo no que se refere às mulheres, a autora usa sua escrita como meio de transmissão de conhecimento. “A traição acaba sendo um fardo ainda mais pesado para as mulheres, que por fatores ambientais, sociais, religiosos ou psicológicos se veem obrigadas tantas vezes a permanecer em relacionamentos conturbados”, opina Regiane. Mais que uma história de traição, A jornada de Mary (Caravana, 146 pp, R$ 60) é sobre empatia, dilemas morais e perdão. Regiane Paulo Borges nasceu na cidade de Goiandira, estado de Goiás. Graduada em Administração de Empresas pelo Centro de Ensino Superior de Catalão (CESUC), escreve ficção e não ficção para revistas literárias e antologias desde 2014.

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Beatriz Sardinha
Beatriz Sardinha

Possui bacharelado em Jornalismo pela Universidade de São Paulo na Escola de Comunicações e Artes, Desde 2025, ingressou no Bacharelado em Letras na Faculdade de Filosofia, Letras ...

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