Mais de 100 mil brasileiros querem Judith Butler longe
Butler é uma das mais importantes intelectuais americanas no campo dos estudos de gênero
Em 2015, Judith Butler falou em SP e um grupo da TFP (Tradição, Família e Propriedade) protestou. À época, ela disse que estava acostumada com reações assim. Mas por essa talvez a filósofa americana não esperasse: mais de 115 mil brasileiros (os números crescem a cada segundo) assinaram uma petição online pedindo que o Sesc Pompeia cancele a participação dela no seminário Os fins da democracia, entre 7 e 9/11, o que não vai acontecer, diz a instituição. Vai ter mais Butler no Brasil. Dia 6, ela faz a palestra Por uma convivência democrática radical: Israel, Palestina e a coabitação plural, na Unifesp, e lança Caminhos Divergentes: Judaicidade e Crítica do Sionismo(Boitempo). Depois, segue para o Rio. Outro livro dela que está saindo aqui, pela Autêntica, é A vida psíquica do poder: Teorias da sujeição. Butler é ainda um importante nome na discussão das questões de gênero e é nisso que o grupo internacional conservador Citizen Go se pauta em sua petição. A informação é da coluna da Babel.
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