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Marina Colasanti faz 80 e fala sobre sua vida entre as palavras

02 de outubro de 2017
2 min de leitura

Filha de italianos nascida na Eritreia e uma das mais importantes e premiadas escritoras brasileiras, ela comemora o aniversário com uma série de livros

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Todo início de ano, Marina Colasanti planeja o que fará nos próximos meses: conto, microconto, poesia para criança ou para adulto, tradução? A lista de 2017 era grande – pudera, é ano de festa – e o resultado começa a aparecer nas livrarias. Pela Global, acaba de sair Quando a primavera chegar e, para outubro, está previsto A cidade dos cinco ciprestes. Uma reedição de Eu sozinha, a estreia da autora, também está no prelo. Pela FTD, foi lançada uma nova edição – agora com ilustrações de Guazzelli, e não dela – de Um amigo para sempre, e pela Brinque-Book, Tudo tem princípio e fim. Todos, com exceção do livro de estreia, são para jovens leitores – mas não só. E a tradução de Imagine, letra de John Lennon transformada em livro pra criança lançado pela V&R, também é dela. Em 2018, saem, pela Record, Mais Longa vida, de poemas adultos, e o infantil Classificados e Nem tanto 2. Tudo isso para celebrar os 80 anos da autora, filha de italianos que nasceu na Eritreia em 26 de setembro de 1937, se mudou para a Líbia, passou a infância na Itália durante a Segunda Guerra Mundial, emigrou, aos 10, para o Rio (para o Parque Lage, onde vivia uma tia), voltou à Itália e de novo ao Brasil, morou na França e vive no Rio. E premiados – Marina acha “improvável”, mas ela, que acaba de ganhar o Prêmio Ibero-americano SM, pode levar o Hans Christian Andersen, o principal da literatura infantojuvenil mundial, em 2018. A entrevista completa com Marina você confere clicando aqui.

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Talita Facchini

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