Autora de 50 tons de cinza exige mudança no final do filme
Fontes próximas à produção relatam forte tensão entre a diretora e a escritora
Na disputa criativa entre a autora de 50 tons de cinza, E.L. James, e os produtores do filme, que entra em cartaz no Brasil em 12 de fevereiro, será a escritora quem terá a palavra final. Segundo fontes ouvidas pela revista Hollywood Reporter, James exigiu que a última cena do longa fosse diferente da prevista pela cineasta Sam Taylor-Johnson. Originalmente, a cena final foi roteirizada pela própria autora. Nela, “pare” é a última palavra pronunciada no filme. Mas a sequência foi modificada pela cineasta e pelo roteirista Patrick Marber. Nesta nova versão, a palavra “vermelho” encerrava a sequência final. James, porém, exigiu que a sua ideia inicial fosse mantida. Embora a diferença pareça insignificante, pessoas envolvidas com a produção disseram que a versão da diretora Sam Taylor-Johnson encerrava a história num “tom inteligente”. “Mas a Erika (nome verdadeiro de E.L. James) simplesmente não permitiu. É frustrante”, disse uma fonte, acrescentando que as discussões sobre a cena final geraram uma forte tensão entre as duas artistas.
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